Toda a solução que parece ter apaziguado ou elidido o problema que a gerou, é uma solução inadequada, mas, em contrapartida, não é também uma solução falsa, pois a redistribuição das condições de um problema não apenas pode oferecer uma solução adequada, como também reativar um problema que nunca deixa de insistir (LEMOS; JUNIOR, p.191, 2012)
O presente estudo buscou problematizar a relação entre professores e alunos, a partir da relação mídia e educação, tendo o celular como analisador principal. Para tanto, tendo a pesquisa-intervenção como eixo ético-metodológico, foi realizado um curso, em uma escola pública de Fortaleza para discutir com os docentes sobre temas relacionados à educação e mídia na contemporaneidade.
Além do curso, foram feitas observações durante as aulas dos docentes que estavam inscritos, compartilhamento dos diários de campo dos pesquisadores e reuniões semanais entre os mesmos para avaliar e repensar constantemente as práticas interventivas. Tudo isso favoreceu a nossa aproximação com a escola e possibilitou que os momentos em grupo fossem vivenciados a partir de muitas trocas sobre o cotidiano escolar e também um pouco sobre a história de cada um, sem que a Universidade entrasse em cena como detentora de todo o saber e em condição de julgamento e distanciamento. As ferramentas e posturas éticas da pesquisa-intervenção nos proporcionaram, portanto, realizar uma pesquisa COM a escola e não SOBRE ela (PAULON, 2005; ROCHA e AGUIAR, 2003).
Tendo como suposto a escola como uma instituição disciplinar, formadora de subjetividades e também como uma instituição que se encontra em crise frente aos novos modos de ser da sociedade contemporânea (SIBILIA, 2012), encontramos na João de Barro conflitos intergeracionais que se potencializam em sala de aula pela relação que a juventude tem com as novas mídias, principalmente do uso constante do celular. Este aparelho, ao condensar múltiplas mídias e tecnologias, passou a fazer parte da rotina dos jovens como extensões de seus próprios corpos (SEVERIANO, 2013).
Observou-se em tal escola uma grande heterogeneidade a respeito do uso da mídia em ambiente de sala de aula por parte dos professores. Alguns possuíam mais familiaridade com as novas TIC outros nunca as tinham usado. Sobre o uso do celular por parte dos alunos, percebemos que os professores tinham posicionamentos também diferentes: não permitiam o uso; permitiam o uso se o aluno já tivesse concluído a atividade; permitiam o uso por achar que o aluno atrapalharia menos a aula se, ao invés de estar conversando, estivesse mexendo
no celular; permitiam o uso para uma atividade pedagógica, por exemplo: consentir que o aluno fizesse uma pesquisa sobre o conteúdo no momento da aula. Porém, poucos tinham essa prática.
O uso do celular rompe as fronteiras entre o público e o privado e fazem com que a escola pareça não ter mais muros, dividindo seu espaço com múltiplas conexões. É também através desse uso que a vigilância, prática fundamental para a manutenção do poder disciplinar (FOUCAULT, 1999; DELEUZE, 1992), se torna instável e, muitas vezes, ineficaz, pois apesar de estar fisicamente em sala, o aluno pode estar acessando outros lugares e informações.
Em busca de estarem mais perto dos jovens, muitos professores demonstraram acreditar que utilizar o celular, ou outras mídias, como recurso pedagógico, poderia contribuir nesse processo. Ao realizarmos encontros onde trabalhamos juntos na elaboração de planos de aula que contribuíssem com essa proposta, os professores pareceram interessados e encontraram diversas situações onde incluíssem os celulares dos alunos no processo de aprendizagem.
Contudo, encontramos aqui um ponto que corrobora com uma contradição. Os docentes, ao não terem uma unidade sobre quando e como usar, muitas vezes utilizavam a lei sobre o uso do celular para justificar a proibição. Podemos, assim, observar uma judicialização da escola, que, ao se valer de práticas jurídicas para intervir em seu cotidiano, se despotencializa e perde a oportunidade de criar um terreno fértil para discussão com os alunos (HECKERT e ROCHA, 2012).
O vídeo produzido pelos professores nos mostrou uma cena enunciativa que abriu espaço para novas vozes e pontos de vista. A partir do posicionamento de que a permissão ou proibição do uso do celular em sala de aula “depende” do contexto, identificamos que os docentes da João de Barro, ao pensar e problematizar a relação mídia e educação, passaram a produzir novas realidades.
Mesmo após finalizar o processo, observo esta pesquisa como um organismo em movimento. O primeiro encontro com a escola marcou o primeiro passo de uma dança. Dança essa que seguiu vários caminhos e, sem uma forma específica, se tornou o que é: um movimento fluido, mas por vezes denso, fruto de várias discussões coletivas, de temas tocados uma única vez, mas também de temas que se repetiram incontavelmente, sem uma coreografia engessada ou a certeza de onde se chegaria.
1 REFERÊNCIAS
BARROS, L. P.; KASTRUP, V. Cartografar é acompanhar processos. In: PASSOS, E.;KASTRUP, V.; ESCÓSSIA, L. (Orgs.). Pistas do método da cartografia: pesquisa intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2009.
BELLO, J. L. P. Educação no Brasil: a história das rupturas. Rio de Janeiro: Pedagogia em foco, 2001.
CAVALVANTE, A. P. P.. Multiletramentos mediados pelo computador em sala de aula: a perspectiva das culturas juvenis em fluxo. 2014, 336f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Ceará, Faculdade de educação, Fortaleza, 2014.
BRUNO, F.; PEDRO, R. Entre aparecer e ser: tecnologia, espetáculo e subjetividade contemporânea. Intertexto, Triângulo Mineiro (MG), v. 2, n. 11, p. 1-16, 2004.
BRUNO, Fernanda. Máquinas de ver; modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2013.
SILVA, S. D. M. da. Mídia e educação: o uso das novas tecnologias em sala de aula. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE LINGUAGEM E ENSINO. 2013., Pelotas (RS). Anais... Pelotas (RS): Universidade Católica de Pelotas, 2013. p. 1-11.
DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997. DELEUZE, G. Conversações (1972 – 1990). Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992. DELEUZE, G. Foucault. São Paulo: Brasilense, 2013.
DELEUZE, G. Proust e os signos. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
DREYFUS, Hubert.; RABINOW, Paul. Michel Foucault : uma trajetória filosófica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.
FANTIN, M. Mídia-educacão: aspectos históricos e teórico-metodológicos. Olhar de professor, Ponta Grossa, v. 14, n. 1, p. 27-40, 2011.
FANTIN, M. Mídia-educação: conceitos, experiências e diálogos Brasil e Itália. Florianópolis: Cidade Futura, 2006.
FISCHER, Rosa Maria Bueno. Foucault e a análise do discurso em educação. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 114, p.197-223, nov. 2001.
FISCHER, Rosa Maria Bueno. Mídia, máquinas de imagens e práticas pedagógicas. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 12 n. 35 maio/ago, 2007.
FONSECA, A. G. M. F.; Aprendizagem, mobilidade e convergência: Mobile Learning com Celulares e Smartphones. Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano, Rio de Janeiro, n. 2, p. 163-181, jun. 2013.
FOUCAULT, Michel. A ética do cuidado de si como prática da liberdade.
In: FOUCAULT, Michel. Ditos & escritos V: ética, sexualidade, política. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.
FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Nau, 2003. FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 28. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2014.
FOUCAULT, Michel. O sujeito e o poder. In: DREYFUS, Hubert.; RABINOW, Paul. Michel Foucault, uma trajetória filosófica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.
FOUCAULT, Michel. Segurança, território, população: curso dado no Collége de France (1977-1978). São Paulo: Martins Fontes, 2008.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: a história da violência nas prisões. Petrópolis/RJ: Vozes, 1999.
FURTADO, L. E. et al. Subjetivação, discursos científicos e midiáticos: revisitando estudos foucaultianos sobre corpos. Fractal, Rev. Psicol., Rio de Janeiro , v. 23, n. 1, p. 155-170, abr. 2011.
GALDINI, V.; AGUIAR, W. M. J. Intervenção junto a professores da rede pública: Potencializando a produção de novos sentidos. Em M. E. M. Meira & M. A. M. Antunes (Orgs.), Psicologia escolar: práticas críticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.p. 87-103.
GALLO, S. As múltiplas dimensões do aprender. In: CONGRESSO DE EDUCAÇÃO BÁSICA: APRENDIZAGEM E CURRÍCULO.II., 6 a 8 fev. 2012., Florianópolis (SC). Anais... Florianópolis (SC): Universidade Federal de Santa Catarina, 2012. p. 1 – 10. Disponivel em:<
http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/13_02_2012_10.54.50.a0ac3b8a140676ef8a e0dbf32e662762.pdf >. Acesso em: 10 maio 2016.
GALLO, Silvio D.; VEIGA-NETO, Alfredo. Ensaio para uma filosofia da educação. Educação: especial Foucault pensa a educação. São Paulo: Segmento, 2007. p.16-25. Coletânea Educação, n.3.
GROSSI M. G. R.; FERNANDES, L. C. B. E.; Educação e tecnologia: o telefone celular como recurso de aprendizagem. EccoS – Rev. Cient., São Paulo, n. 35, p. 47-65, set./dez. 2014
GUATTARI, F. ROLNIK, S. Micropolítica: cartografias do desejo. Petrópolis: Editora Vozes, 1996.
HATTGE, Morgana D. A naturalização da escola e o processo de governamentalização do Estado: inclusão e biopolítica. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
HECKERT, A. L. C.; ROCHA, M. L. A maquinaria escolar e os processos de regulamentação da vida. Psicol. Soc., Belo Horizonte, v. 24, n.especial, p. 85-93, 2012.
HENRIQUE, A. R. P.; SILVA, T. F. Reflexões sobre a inserção e uso das tecnologias de informação e comunicação na prática docente. Revista Científica Interdisciplinar, Natal (RN), v. 2, n. 2, abr./jun. 2015.
JOSH, P. Photo Project somewhere-else. Disponível
em: http://www.joshphoto.com/projects/somewhere-else/. Acesso em: 15 dez. 2015.
HIGUCHI, A. A. S. Tecnologias móveis na educação. 2011, 92f. Dissertação (Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2011.
KRUPPA, S. M. P. Sociologia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.
LAMPERT, Ernâni. Tecnologia x Educação: a face oculta da internet. Revista Galego- Portuguesa de Psicología e Educación, Galiza (Espanha), ano 7, v. 10, , n.8, 2003. LARROSA, Jorge. Desafios da educação [vídeo, 2013]. In: UNIVESPTV. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=AzI2CVa7my4>. Acesso em: 30 de maio de 2016. LEMOS, F. C. S.; JUNIOR, H. R. C. Problematiza. In: FONSECA, Tania Mara Galli,
NASCIMENTO, Maria Lívia do, MARASCHIN, Cleci (Org.). Pesquisar na diferença: um abecedário. Porto Alegre: Sulina, 2012.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1993.
LOBO, L. F.; A expansão dos poderes judiciários. Psicol. Soc., Belo Horizonte, v. 24, n. spe, p. 25-30, 2012.
LOPES, P. M. A.; MELO M. F. A. Q. O uso das tecnologias digitais em educação: seguindo um fenômeno em construção. Psic. da Ed., São Paulo, v. 38, p. 49-61, 2014.
LOURAU, R. Análise institucional e práticas de pesquisa. Rio de Janeiro: UERJ, 1993. MELECH, E. C. Conceitos de mídia na educação: em busca de uma maior representação nas escolas públicas. RELVA, Juara (MT), v. 2, n. 2, p. 269-283, jul./dez, 2015.
MERCADO, L. P. L. Novas tecnologias na educação: reflexões sobre a prática. Maceió: Edufal, 2012.
MIRANDA, L. L.. Educação e Mídia: O que a Psicologia Social tem a ver com isso?. In: LIMA, Aluísio Ferreira de; ANTUNES, Deborah Christina; CALEGARE, Marcelo Gustavo Aguilar. (Org.). Psicologia social e os atuais desafios ético-políticos no Brasil (e-book). Porto Alegre: ABRAPSO, 2015. p. 36-50,
MIRANDA, L. L. et al; Consumo e produção midiática por estudantes de escolas públicas de fortaleza/ brasil. Interações, Campo Grande, n. 26, p. 169-190, 2013.
MIRANDA, L. L. et al; Pesquisando com jovens na escola: desafios da pesquisa-intervenção em dois contextos escolares. Psicol. Esc. Educ., Maringá, v. 20, n. 2, p. 245-
254, ago. 2016 .
MIRANDA, L. L.; SAMPAIO, I. S. V.; LIMA, T.R. Fazendo mídia, pensando educação: reverberações no mesmo canal. Comunicação e Sociedade, Braga (Portugal), v. 30, p. 89- 112, 2009.
MIRANDA, L. L.; SOUZA, F. J. A.; SANTIAGO, M. V. A relação lazer e mídia entre adolescentes e jovens de escolas públicas em Fortaleza/CE. Psicologia Argumento, Curitiba, v. 32, n. 79, p. 29-43, Supl 1., 2014.
MORAES, A. L.; VEIGA-NETO, A. Disciplina e controle na escola: do aluno dócil ao aluno flexível. In: COLÓQUIO LUSO-BRASILEIRO SOBRE QUESTÕES CURRICULARES. IV., 2008., Florianópolis (SC). Anais... Florianópolis (SC): UFSC, 2008. p.1-18. Disponivel em:<http://www.clb.ced.ufsc.br/>. Acesso: 22 jan. 2016.
MORAES, M. Do pesquisar com ou de tecer e destecer fronteiras. Em: BERNARDES, A. G.;TAVARES, G. M. e MORAES, M (Orgs). Cartas para pensar políticas de pesquisa em psicologia. Vitória: EDUFES, 2012.
MORIN, E. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
MOURA, Thelma Maria. Foucault e a escola: disciplinar, examinar, fabricar. 2010. 89f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2010.
NAGUMO, E.; TELES, L. F. O uso do celular por estudantes na escola: motivos e desdobramentos. Rev. Bras. Estud. Pedagógicos, Brasília, v. 97, n. 246, p. 356-371, maio/ago, 2016.
OROFINO, Maria Isabel. Mídias e mediação escolar: pedagogia dos meios, participação e visibilidade, São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2005. v.12.
PAULON, Simone Mainieri. A análise de implicação como ferramenta na
pesquisaintervenção. Psicologia & Sociedade, São Paulo, v.17, n.3, p.18-25, set-dez, 2005. PORTOCARRERO, V. Instituição escolar e normalização em Foucault e Canguilhem. Educação e realidade, Porto Alegre (RS), v. 29, n. 1, p.169-185, jan/jun, 2004
ROCHA, D..; DEUSDARÁ, B. Contribuições da Análise Institucional para uma abordagem das práticas linguageiras: a noção de implicação na pesquisa de campo. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Letras, linguística e suas interfaces, Rio de Janeiro, n. 40, p. 47-73, 2010.
ROCHA, Marisa Lopes; AGUIAR, Katia Faria de. Pesquisa-Intervenção e a Produção de Novas Análises. Psicologia Ciência e Profissão, Brasília, v.23, n.4, p. 64-73, 2003.
RABINOW, Paul; ROSE, Nikolas. O Conceito de Biopoder Hoje. Política & Trabalho: Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, n. 24, p. 27-57, abr. 2006
RIBEIRO, D. M.; MIRANDA, L. L.; FEITOSA,G. L; CARDOSO, N. F.;
OLIVEIRA, P. S.; OLIVEIRA, T. C. Pesquisando com professores: a centralidade do diário de campo e da restituição em uma pesquisa-intervenção. Revista de Psicologia, Fortaleza, v.7 n.1, p. 81-93, jan./jun. 2016
SALATINO, A. T.; Entre laços e redes de sociabilidade: sobre jovens, celulares e escola contemporânea. 2014, 199f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2014.
SANTAELLA, L. A aprendizagem ubíqua substitui a educação formal? Revista de Computação e Tecnologia da PUC-SP, São Paulo, v. II, n. I, p.1 – 6, 2010
SANTOS, N. I. S; BARONE, L. R. Uma pesquisa-intervenção em análise: militância, sobre implicação ou ato político? Em: MARCONDES, A., FERNANDES, A. e ROCHA, M. (Orgs). Novos possíveis no encontro da psicologia com a educação. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2007.
SEVERIANO, Maria de Fátima Vieira. A juventude em tempos acelerados: reflexões sobre consumo, indústria cultural e tecnologias informacionais. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, n. 38, p. 271 – 286, abril, 2013.
SIBÍLIA, Paula. A escola no mundo hiperconectado. Redes em vez de muros?; Matrizes, São Paulo, Ano 5 , n. 2 , jan./jun. p. 195-211, 2012a.
SIBÍLIA, Paula. Redes ou Paredes: A escola em tempos de dispersão. Contraponto, Rio de Janeiro, 2012b.
SILVA, C. F. et al. Reflexões a respeito dos processos de judicialização e criminalização no controle da contemporaneidade. Barbarói, Santa Cruz do Sul, n.43, p., jan./jun. 2015. SOARES, I. O. Vertentes históricas de aproximação entre comunicação e educação. Comunicação & Educação, São Paulo, v.19, n. 2, p.15-26, jul-dez. 2014.
VEIGA-NETO, Alfredo. As crianças ainda devem ir à escola? In: SIMPÓSIO ESPAÇOS E TEMPOS ESCOLARES. 10. , maio 2000., Rio de Janeiro. Anais.... Rio de Janeiro, 2000. p. 9-19. Disponivel em:<http://www.lite.fe.unicamp.br/cursos/nt/ta5.4.htm>. Acesso em: 10 maio 2016.
VEIGA-NETO, Alfredo. Foucault e a educação. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. VEIGA-NETO, Alfredo. Incluir para excluir. In: LARROSA, Jorge; SKLIAR Carlos. Habitantes de Babel: políticas e poéticas da diferença. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. p. 105-118.
VEIGA-NETO, Alfredo. Minimae parabolae. In: FABRIS, Eli t. H.; KLEIN, Rejane R. (Orgs.) Inclusão e biopolítica. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
VERZA, F.. O uso do celular na adolescência e sua relação com a família e grupo de amigos. 2008. 115f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Faculdade de Psicologia, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2008.
VIVARTA, V. Remoto controle: linguagem, conteúdo e par- ticipação nos programas de televisão para adolescentes. São Paulo: Cortez, 2004.
WEBER, Florence. A entrevista, a pesquisa e o íntimo, ou por que censurar seu diário de campo?. Horiz. antropol., Porto Alegre , v. 15, n. 32, p. 157-170, dez. 2009 .
APÊNDICE 1
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO