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Technical and political feasibility

2. THE THEORETICAL FRAMEWORK

2.2 P ROPOSALS

2.2.2 Technical and political feasibility

A análise de variância para a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas do capim-Marandu não apresentou significância (P>0,05) para a

3,2 22,4 41,6 60,8 80 14 126 238 350 462 0 5 10 15 20 25

Concentração de nitrogênio nas folhas emergentes (g kg

-1) Enxofre (mg L-1) Nitrogênio (mg L-1) 20-25 15-20 10-15 5-10 0-5 Y=11,0920 +0,0129N +0,0000003N2 +0,0623S–0,0007S2 +0,0001NS (R2=0,80) Figura 16 – Concentração de nitrogênio nas folhas emergentes do capim-Marandu na

ocasião do segundo corte, em função das combinações de doses de nitrogênio com doses de enxofre na solução nutritiva.

interação entre as doses de nitrogênio e enxofre, em ambos os cortes. Entretanto resposta significativa (P<0,01) foi observada para as doses individuais de nitrogênio na solução nutritiva, nos dois cortes realizados.

A concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas na ocasião do primeiro corte ajustou-se ao modelo quadrático(Figura 17). O mais elevado valor de

concentração de nitrogênio das lâminas de folhas recém-expandidas foi de 31 g kg-1 e

ocorreu na dose de nitrogênio de 462 mg L-1. O intervalo de concentração entre a menor e a maior dose de nitrogênio de acordo com a equação de segundo grau variou de 16 a 31 g kg-1.

Santos (1997) encontrou resposta linear para a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém–expandidas no primeiro corte do capim-Braquiária. A concentração de nitrogênio nestas lâminas variou de 12,6 a 27,5 g kg-1 nos limites das doses de nitrogênio estudadas (0 a 462 mg L-1).

As respostas fisiológicas, bioquímicas e produtivas do capim-Mombaça a doses de nitrogênio foram estudadas por Manarin (2000) que observou variação na

concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas de 8,8 a 18,5 g kg-1

entre às mais baixa e a mais alta dose de nitrogênio, respectivamente.

0 5 10 15 20 25 30 35 1 4 114 214 314 414 Nitrogênio (mg L-1)

Concentração nitrogênio lâminas de folhas

recém-expandidas (g kg

-1 )

126 210 336 462

Y=16,0855 +-0,0002N +0,00007N2 (R2=0,93)

Figura 17 – Concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas do capim-Marandu, na ocasião do primeiro corte, em função das doses de nitrogênio na solução nutritiva.

Concentração de nitrogênio nas lâminas de

folhas recém

-expandidas (g kg

Mattos (2001), avaliando uma pastagem de capim- Braquiária em degradação e sua recuperação com suprimento de nitrogênio e enxofre constatou no experimento com forrageira proveniente de área não recentemente adubada, que a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas na ocasião do primeiro corte variou entre 12,2 e 30,0 g kg-1, da mais baixa e a mais alta dose de nitrogênio aplicada (0 e 200

mg dm-3). No experimento com forrageira proveniente de área recentemente adubada a

concentração de nitrogênio nesse corte variou entre 11,5 e 18,0 g kg-1, respectivamente, para a não aplicação e para a dose mais elevada de nitrogênio no experimento.

No segundo corte, a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém- expandidas ajustou-se a modelo linear de regressão, de tal modo que a dose de

nitrogênio de 462 mg L-1 fornecida na solução nutritiva promoveu a mais elevada

concentração de nitrogênio nas lâminas foliares (Figura 18). O intervalo de concentração de acordo com a equação de primeiro grau entre a menor e a maior dose de nitrogênio

variou de 9,5 a 16,9 g kg-1. Resultados semelhantes a este foram obtidos por Manarin

(2000) ao estudar as respostas do capim-Mombaça a doses de nitrogênio na solução nutritiva, ocasião em que a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém- expandidas variou de 10 a 19 g kg-1 entre a mais baixa e a mais alta dose de nitrogênio

(0 a 462 mg L-1), respectivamente.

Figura 18 – Concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas do capim-Marandu, na ocasião do segundo corte, em função das doses de nitrogênio na solução nutritiva.

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 14 114 214 314 414 Nitrogênio (mg L-1)

Concentração de nitrogênio lâminas de

folhas recém-expandidas (g kg

-1 )

126 210 336 462

Y= 9,2738 +0,0164N (R2=0,99)

Concentração de nitrogênio nas lâminas de

folhas recém

-expandidas

(g kg

Avaliando separadamente as respostas do capim-Braquiária a doses de nitrogênio e de enxofre em solução nutritiva, Santos (1997) verificou na ocasião do segundo corte que a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas ajustou-se ao modelo quadrático de regressão. A máxima concentração de nitrogênio na dose de nitrogênio de 391 mg L-1 na solução nutritiva, resultou na concentração de nitrogênio de 19 g kg-1 naquele experimento.

Abreu (1999) observou que a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas do capim-Marandu de acordo com as idades de 14, 28 e 42 dias e as doses de nitrogênio aplicadas no solo, ajustaram-se ao modelo quadrático de regressão e

de acordo com este modelo, aos 14 dias a dose de nitrogênio de 290 mg L-1

proporcionou a mais alta concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-

expandidas (40 g kg-1), e aos 28 e 42 dias as doses para a máxima concentração de

nitrogênio (47 e 20 g kg-1 respectivamente) estariam em 566 e 524 mg L-1 (além dos

limites estudados), respectivamente.

Colozza et al. (2000), estudando as respostas do capim-Aruana a doses de nitrogênio na ocasião do segundo corte, observou que à medida que se aumentava a dose de nitrogênio ocorria incremento da concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas- recém expandidas.

Manarin (2000) relatou que no segundo corte do capim-Mombaça a concentração

de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas esteve entre 10 e 19 g kg-1,

quando variava da mais baixa para a mais elevada dose de nitrogênio, respectivamente.

Mattos (2001), em experimento com o capim-Braquiária com suprimento de nitrogênio e enxofre em área não recentemente adubada, observou que a concentração de nitrogênio variou significativamente (P<0,05) nas lâminas de folhas recém-expandidas no segundo corte, em função das doses de nitrogênio dentro de cada dose de enxofre.

Santos Júnior (2001) relatou que a concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém-expandidas do capim-Marandu, dentro de cada idade de crescimento, variou significativamente com as doses de nitrogênio. Essa variação foi linear nas idades de crescimento de 35, 42, 49 e 56 dias e seguiu modelo quadrático de regressão nas

idades de 21 e 28 dias, sendo as máximas concentrações de nitrogênio correspondentes às doses de nitrogênio de 260 e 270 mg L-1 nas idades de crescimento de 21 e 28 dias, respectivamente.