4. Company A’s development strategies
4.2 Target market selection of Company A
O fluxo fica com maior facilidade de entendimento se começarmos acompanhá-lo pelo número de salas que vão sendo digitalizadas ao longo do tempo. As setas indicam que quanto mais alta estiver taxa de digitalização das salas ao longo do tempo, maior o efeito de seus cortes de custos e aumento da produtividade. Mas também indicam que elas consomem capital dos exibidores. Estes exibidores tem acesso a capital de forma diferente: se forem internacionais tem acesso aos acordos feitos com suas matrizes, em geral muito vantajosos, mas subordinados aos interesses das “majors”. Os exibidores nacionais tem acesso a capital pelo BNDES, estimulados pelas políticas da ANCINE, mas as taxas de juros, perfil das garantias e rapidez destes processos podem significar a diferença entre se fortalecerem ou serem obrigados a ser vendidos. As “majors” também fornecem incentivos a todos os exibidores (nacionais ou não) para que digitalizem as suas salas: são os mecanismos de VPF, (virtual print fees) que dá uma subsídio de aproximadamente mil dólares por título e por sala desde que este título seja distribuído por elas. A exigência é que esta quantia seja gasta na amortização dos equipamentos digitais com alto nível de qualidade e segurança. (Padrão DCI –Digital Cinema Initiative). Qualquer exibidor pode se engajar no programa desde que seja antes de Dezembro de 2013. A análise do fluxo das páginas 132 em diante mostra todas estas relações.
O aumento da digitalização aumentará a adequação da programação, a qual aumentará as receitas de bilheteria, que por sua vez aumentarão as receitas de publicidade, alimentação e atividades promocionais dos exibidores e de conteúdos não tradicionais. Em consequência os exibidores pagarão mais facilmente o BNDES aumentando o fluxo de recursos para o financiamento de novas salas, as quais já nascerão digitalizadas. Estas novas salas tem um tempo de maturação que será tanto menor quanto maior for o potencial de consumo cultural dos novos complexos. Estes poderão estar em cidades atualmente sem nenhum cinema, ou em cidades com outros cinemas. O tempo de maturação destes novos complexos dependerá do perfil destas cidades. Na calibração do modelo pretendemos usar a classificação SD&W de potencial de consumo cultural dos setores censitários do IBGE para identificar tempos de maturação deferentes para cada tipo de localização dos novos complexos. A ANCINE tem uma lista preliminar de cidades hoje sem complexos que especifica a prioridade de instalação de novos cinemas. O modelo poderá verificar se a estabilidade do sistema ocorre num tempo aceitável e com um montante de recursos disponível tanto pela iniciativa pública
quanto pela privada. Na medida em que as salas vão sendo digitalizadas, tanto as “majors” quanto ANCINE e BNDES vão diminuindo a atratividade de seus estímulos na expectativa de que o sistema fique autossustentável. Para isso a ANCINE reforçará outro tipo de estímulo, que são as políticas para a inclusão das Tvs pagas nos riscos das produções feitas no Brasil. O fluxo mostra que também a TV aberta pode se beneficiar do sistema. A digitalização facilitará o sistema de informações para a seleção de melhores roteiros e “castings” e menores custos de produção. Deverá ocorrer uma menor pressão para que os filmes brasileiros tenham que se pagar somente com os recursos da bilheteria. As receitas das outras janelas serão importantes. Se isto ocorrer, a ANCINE poderá diminuir os subsídios à produção os quais consomem atualmente uma parte razoável de seus recursos. O sistema começará o processo de estabilização quando o estoque de salas analógicas chegar a zero e é realmente disruptivo quando os NOCs (National Operational Centers) entrarem em operação plena. Todas estas tendências estão representadas nos fluxos que são apresentados também de forma subdividida para comodidade visual.
No fluxo foram tratados como “delays” aqueles atrasos que ocorrerão com certeza e num montante significativo de tempo. Outros foram tratados como variáveis auxiliares. Num futuro processo de otimização e calibração do modelo, algumas dessas variáveis auxiliares poderão ser modeladas diferentemente, como se fossem “delays”.
As próximas páginas sub-dividem este fluxo em 3 partes para maior clareza.
No Fluxograma 1 detalhamos o processo de conversão das salas analógicas em digitais,
Influência do VPF (Virtual Print Fee), velocidade de digitalização, salas de cadeias brasileiras e cadeias internacionais
No Fluxograma 2 detalhamos as variáveis que influenciam o EBITDA agregado das
cadeias brasileiras levando-se em conta as novas receitas possíveis com a digitalização.
No Fluxograma 3 estudamos os possíveis reflexos nos custos de distribuição, seletividade
das “majors”, redução dos custos de “Revenue Share” para os exibidores, as oportunidades de “disrupção” trazidas pelos conetúdos não tradicionais estudamos a maior seletividade da ANCINE em como gastar o próprio orçamento, a plausível entrada das TV pagas e abertas em resposta à nova legislação e para reduzir seus custos de “casting”.
1 E sq ue m a 19 – F lux og ra m a d a Co nv er sã o da s Sa la s Ana ló gica s Fo nte: E lab or aç ão p ró pr ia. Estoque de Salas Analógicas das Cadeias
Brasileiras
Estoque de Salas Convertidas das Cadeias Brasileiras
Estoque de novas salas das cadeias brasileiras
Parque das salas digitalizadas das cadeias brasileiras +
Taxa de Conversão
Taxa de digitalização das novas salas de cadeias brasileiras
Taxa de juros para a digitalização de salas
-
Metas da Ancine para construção de novas salas em Multiplex de Rua ou Shoppings Existentes para
as cadeias Brasileiras
Taxa de construção mensal de novas salas para as cadeias brasileiras
Adequação das Garantias exigidas pelo BNDES
Taxa de Juros Exigidas pelo BNDES
+ -
Número de salas previsto para serem instaladas em Novos Shoppings metas da Ancine para aumentar
o número total de Salas de Cinema no País
Número de salas de Shoppings capturadas por cadeias brasileiras Adequação das garantias ao financiamento
dos projetores e instalação
+ Inadimplência na digitalização de novas salas + Inadimplência na construção de novos complexos - + - +
Taxa de captura por cadeias brasileiras + - Número Potencial de salas no Brasil Parque instalado de salas no Brasil + - + + Taxa de juros de financiamento da conversão Montante de dinheiro para
VPF da Ancine
- +
Estoque das salas analógicas das cadeias
estrangeiras
Montante de dinheiro para VPF
das Majors Estoque de salas convertidas das cadeias
estrangeiras Taxa de Conversão
Estrangeiras
Fração VPF Majors para cadeias brasileiras
+
Número de salas novas de Shoppings capturadas por cadeias estrangeiras Parque das estrangeiras + + + Adequação das garantias à conversão Taxa de inadimplência nos financiamentos da conversão - + Número médio de poltronas para as salas já
digitalizadas
Número de Complexos das cadeias Brasileiras
Número médio de Salas por complexo das cadeias brasileiras + + Capacidade total de Poltronas + Número mensal de ingressos Adequação da Programação à Área de Influência Adequação e Diversidade de Varejos Adicionais Livraria Disponibilidade de
Transporte Público
Taxa de Ocupação Mensal
+
+
Receita bruta com conteúdos não tradicionais Fração de Ingressos
Box-Office que compram conteúdo não tradicional
EBITDA Outros
Varejos Conteúdo não tradicionalTicket médio para
+ +
<Número mensal de ingressos> Fração de ingressos que
gastam com livraria e varejos adicionais
Gasto Médio com outros varejos
+
Número de m2 por poltrona
+
Fraçao VPF das Majors para Cadeias Estrangeiras
Taxa de captura de salas novas em Shoppings por cadeias
estrangeiras - - + - <Aumento da diversidade de conteúdo não tradicional>
+
<Entrada em operação dos NOC Centers>
1 E sq ue m a 20 - F lu xo gr am a da C om po sição d o E B IT DA Fo nte: E lab or aç ão p ró pr ia. Estoque remanescente de salas analógicas Brasileiras Adequação e Diversidade da Oferta Alimentar Preço Médio do Ingresso Receita bruta com
bilheteria
Receita bruta com Alimentação
Ticket médio com alimentação
Impostos - bilheteria
% das Distribui
doras
Outros Custos Fixos dos Complexos
Custos fixos das matrizes das cadeias
Revenue share das distibuidoras de conteúdos
não tradicionais Porcentagem de CMV,
Impostos e outros custos com Alimentação Fração de Ingressos que gastam em alimentação
EBITDA alimentação
EBITDA bilheteria
EBITDA mensal com publicidade
+
EBITDA conteúdo não tradicional
+
Aliquota de impostos dos conteúdos não tradicionais
- -
+
+
<Número mensal de ingressos>
+ +
+
Alíquota dos Impostos sobre Bilheteria
Alíquota do Ecad
Custos de aluguel das salas de Shopping
Custos de aluguel das salas multiplex de rua Aluguel por m2 salas
em shoppings
Aluguel por m2 de salas dos multiplex de rua <Parque das salas
digitalizadas das cadeias brasileiras>
<Número de salas de Shoppings capturadas por
cadeias brasileiras>
Número de salas em multiplex de rua das cadeias
brasileiras + - + + + + + + Direitos de ECAD
Revenue Share das Distribuidoras
+
+ +
Número médio de m2 por sala
+ +
<Número médio de m2 por sala>
+
Custos com aluguel das salas
Outros Custos fixos dos Complexos rateados por sala
<Parque das salas digitalizadas das cadeias
brasileiras>
+
-
- -
-
Comissões para as agências Taxa de Comissões das Agências de
Publicidade
Montagem das estruturas internas para operar e vender publicidade Taxa de ocupação do
pre-show salas analógicas
Valor potencial da cinesemana por salas digitalizadas
Receita líquida com Publicidade Alíquota de impostos sobre
publicidade
Preço da cinesemana salas analógicas <Estoque remanescente de salas analógicas Brasileiras>
Taxa de ocupação do pre-show das salas digitalizadas
Receita bruta com publicidade
Custos mensais das estruturas internas para operar e vender publicidade Consolidação dos EBITDAS
parciais
EBITDA Total das Cadeias Brasileiras + + <EBITDA alimentação> <EBITDA conteúdo não tradicional> <EBITDA Outros Varejos>
+ + + - + + + + + - + + - - + + - <Entrada em operação dos NOC Centers>
-
+ +
Esquema 21 Fluxograma – Reflexos nos custos de distribuição e seletividade da ANCINE Fonte: Elaboração própria
<Parque Estrangeiras> <Parque das Salas digitalizadas das cadeias
Brasileiras>
Parque de Salas Digitalizadas no Brasil
Parque digital mínimo para início das economias de
escala
Parque mínimo atingido
Entrada em operação dos NOC Centers
Redução dos Custos das Distribuidoras
Redução da Pirataria Aumento da Oferta de Indies de alta qualidade Aumento das Opções de Conteúdo Não Tradicional
Maior Equilíbrio no Revenue Share com as
Majors Desenvolvimento de
Distribuidora de Conteúdos não Tradicionais
Maior Diversidade de Títulos Independentes Distribuídos
Maior diversidade dos títulos das majors efetivamente distribuídos
no Brasil Necessidade de Redução dos
Custos das Majors na produção por filme
Maior Seletividade nos usos dos efeitos especiais
Maior Seletividade nos filmes 3D Maior Seletividade dos Roteiros Menor necessidade de atores consagrados Maior atratividade para
talentos emergentes Redução dos custos de
casting das majors
Oportunidades para diretores emergentes
internacionais
Oportunidades para diretores e casting brasileiros nas majors Necessidade de
Interculturalidade das Majors
Maior seletividade por parte dos exibidores na escolha dos filmes brasileiros para cota de tela
Maior estímulo para a entrada da TV aberta no mercado para divulgar e diluir seus custos
de casting Maior seletividade da Ancine no financiamento à
produção de filmes brasileiros
Número de Filmes nacionais com estímulo ao prêmio adicional de bilheteria
Maior montante de verbas da Ancine para o prêmio adicional
de bilheria
Montante das Despesas Subsídios e Financiamentos da
Ancine
Retorno financeiro dos filmes com participação de casting ou distribuição da TV aberta
<Montante de dinheiro para VPF da Ancine>
Montante Ancine para Financiamento
de Filmes
Montante de verbas da Ancine para o prêmio adicional de bilheteria
Custo médio de filmes brasileiros financiados pela
Ancine
Número de filmes financiados pela Ancine
Número de filmes brasileiros filmados
taxa de filmes que se adequam ao premio adicional
de bilheteria Taxa de filmes
financiados pela Ancine
Restrições do Orçamento Total da Ancine
1
Estoque de Salas Analógicas das Cadeias
Brasileiras
Estoque de Salas Convertidas das Cadeias Brasileiras
Estoque de novas salas das cadeias brasileiras
Parque das Salas digitalizadas das cadeias Brasileiras
+ Taxa de Conversão 1
Taxa de digitalização das novas salas de cadeias brasileiras
Taxa de juros para a digitalização de salas em
Shoppings
-
Metas da Ancine para construção de novas salas para
as cadeias Brasileiras
Taxa de construção mensal de novas salas para as cadeias brasileiras
Adequação das Garantias exigidas pelo BNDES
Taxa de Juros Exigidas pelo BNDES
Número de salas previsto para serem instaladas em
Shoppings metas da Ancine para aumentar
o número total de Salas de Cinema no País
Número de salas de Shoppings capturadas por cadeias brasileiras Adequação das garantias ao financiamento
dos projetores e instalação
+ Inadimplência na digitalização de novas salas + Inadimplência na construção de novos complexos - + -
Taxa de captura por cadeias brasileiras - + - Número Potencial de salas no Brasil Parque de salas Instalado no Brasil - - + +
Taxa de juros de financiamento da conversão
Montante de dinheiro para VPF da Ancine
- +
Estoque das Salas Analógicas das Cadeias
Estrangeiras
Montante de dinheiro para VPF das Majors
Estoque de Salas Convertidas das cadeias
EStrangeiras Taxa de Conversão
Estrangeiras
Fração VPF Majors para cadeias brasileiras
+
Fraçao VPF Majors para cadeias estrangeiras
+
Número de Salas novas de Shoppings capturadas por cadeias estrangeiras - Parque Estrangeiras + + + Adequação das garantias à conversão Taxa de inadimplência nos financiamentos da conversão - +
Número médio de poltronas para as salas já digitalizadas
Estoque remanescente de salas analógicas
Brasileiras
Número de Complexos das cadeias Brasileiras
Número médio de Salas por complexo das cadeias
brasileiras - + Capacidade total de Poltronas + + Número Mensal de Ingressos Adequação da Programação à Área de Influência Adequação e Diversidade de
Varejos Adicionais Livraria
Diversidade de conteúdos não tradicionais
Adequação e Diversidade da Oferta Alimentar Disponibilidade de Transporte Público
Taxa de Ocupação Mensal
Preço Médio do Ingresso Receita Bruta com
Bilheteria
Receita bruta com Alimentação
Ticket médio com alimentação
Impostos - Bilheteria
% das Distrib uidoras
Outros Custos Fixos dos Complexos
Custos Fixos Head Quarters
Receita Bruta com Conteúdos Não tradicionais
% das distibuidoras de conteúdos não tradicionais Porcentagem de CMV,
Impostos e outros custos com Alimentação Fração de Ingressos que gastam em alimentação Fração de Ingressos Box-Office que compram conteúdo não tradicional
EBITDA Alimentação EBITDA Outros
Varejos
EBITDA Bilheteria
EBITDA mensal com Publicidade
Ticket médio para Conteúdo não tradicional
EBITDA Conteúdo Não Tradicional
Aliquota de Impostos dos Conteúdos não Tradicionais
- - + <Número Mensal de Ingressos> <Número Mensal de Ingressos> Fração de ingressos que gastam com livraria e varejos
adicionais
Gasto Médio com outros varejos
+ +
Alíquota dos Impostos sobre Bilheteria
Alíquota do Ecad
Custos de aluguel das salas de Shopping
Custos de aluguel das salas Nultiplex de rua Número de m2
por poltrona
Aluguel por m2 salas em Shopping
Aluguel por m2 de salas nos Multiplex de Rua <Parque das Salas
digitalizadas das cadeias Brasileiras>
<Número de salas de Shoppings capturadas por
cadeias brasileiras>
Número de salas em multiplex de rua das cadeias
Brasileiras + - + + + + + Direitos de ECAD
Revenue Share das Distribuidoras
+
-
Número médio de m2 por sala
+
<Número médio de m2 por sala>
Custos com Aluguel das Salas
Outros Custos fixos dos Complexos rateados por sala
Comissões para as agências Taxa de Comissões das Agências de
Publicidade
Estrutura Interna para operar e vender Publicidade rateada por sala Taxa de Ocupação do
Pre-show Salas Analógicas
Valor Potencial da Cinesemana por salas digitalizadas
Receita líquida com Publicidade
Alíquota de Impostos sobre Publicidade Preço da cinesemana
salas analógicas <Estoque remanescente de salas analógicas Brasileiras>
Taxa de Ocupação do Pre-Show das Salas Digitalizadas
Receita Bruta com Publicidade
Custos da Estrutura Interna para operar e vender
Publicidade Consolidação dos EBITDAS
parciais
EBITDA Total das Cadeias Brasileiras
+
+
<EBITDA Alimentação>
<EBITDA Conteúdo Não Tradicional> <EBITDA Outros Varejos>
+ + + - - + + - <Parque Estrangeiras> <Parque das Salas digitalizadas das cadeias
Brasileiras>
Parque de Salas Digitalizadas no Brasil
Parque digital mínimo para início das economias de
escala
Parque mínimo atingido
Entrada em operação dos NOC Centers
Redução dos Custos das Distribuidoras Redução da Pirataria Aumento da Oferta de Indies de alta qualidade Aumento das Opções de Conteúdo Não Tradicional
<Entrada em operação dos NOC Centers>
Maior Equilíbrio no Revenue Share com as
Majors Desenvolvimento de
Distribuidora de Conteúdos não Tradicionais
Maior Diversidade de Títulos Independentes Distribuídos Maior diversidade dos títulos das majors efetivamente distribuídos
no Brasil Necessidade de Redução dos
Custos das Majors na produção por filme
Maior Seletividade nos usos dos efeitos especiais Maior Seletividade nos filmes 3D Maior Seletividade dos Roteiros Menor necessidade de atores consagrados Maior atratividade para
talentos emergentes Redução dos custos de
casting das majors
Oportunidades para diretores emergentes internacionais
Oportunidades para diretores e casting brasileiros nas majors Necessidade de
Interculturalidade das Majors
Maior seletividade por parte dos exibidores na escolha dos filmes brasileiros para cota de tela
Maior estímulo para a entrada da TV aberta no mercado para divulgar e diluir seus custos
de casting Maior seletividade da Ancine no financiamento à
produção de filmes brasileiros
Número de Filmes nacionais com estímulo ao prêmio adicional de bilheteria
Maior montante de verbas da Ancine para o prêmio adicional
de bilheria
Montante das Despesas Subsídios e Financiamentos da
Ancine
Retorno financeiro dos filmes com participação de casting ou distribuição da TV aberta
<Montante de dinheiro para VPF da Ancine> Montante Ancine
para Financiamento de Filmes
Montante de verbas da Ancine para o prêmio adicional de bilheteria
Custo médio de filmes brasileiros financiados pela
Ancine
Número de filmes financiados pela Ancine
Número de filmes brasileiros filmados
taxa de filmes que se adequam ao premio adicional
de bilheteria Taxa de filmes
financiados pela Ancine
Restrições do Orçamento Total da Ancine
5.10 Questões fundamentais para a harmonização dos objetivos de todos os agentes da