3.2 Systemrettet arbeid; hvordan kan det forstås?
3.2.3 Systemrettet arbeid i forsknings-sammenheng
Trabalho de condução
Os participantes falam de uma harmonia e de uma complementaridade entre os professores Marcio e Brandão na condução dos trabalhos e atividades do Cooperar para Competir. Segundo a sua percepção, os professores criavam um clima amistoso e de confiança que permitia que eles tivessem uma experiência prazerosa de aprendizagem. O SGN1 fala mais claramente da percepção da harmonia existente no trabalho de condução:
“... olha... Talvez o Brandão está esquecendo de algum detalhe, e ele já percebeu, e ele entra e fala. Achei interessante isso. É muito bom. Não é um cortando o outro. Mas eu acho assim que é uma parceria que eles conseguem passar um conteúdo muito bom. Porque... É isso que eu percebi, que eu às vezes... Nossa! Um corta o outro! Mas não é, eu acho interessante, um complementa o outro porque talvez está tendo uma visão assim... o outro já enxergou ali, o outro já consegue pegar o gancho, de uma outra coisa, e aí vai. E aí as coisas não fica tão superficial, eles aprofunda, isso é que é importante. Acho interessante nesse ponto, porque às vezes... nós temos um conteúdo, né, ele é passado, mas talvez ele é passado superficialmente, ele não aquela profundidade, e eles conseguem naquilo... que eles estão passando, de fato se aprofundar. O primeiro, em si, eu não fiquei tão empolgado, mas depois que eu participei eu fique um pouco empolgado para ver os outros. Interessante.”
O SGN2 evidencia em seu relato a questão da complementaridade entre o professores Marcio e Brandão, e o impacto disso na reação dos participantes durante os encontros:
“... o Marcio e o Brandão é amigo de todos, você sabe disso, né? Principalmente o Brandão, ele já entra aqui, já entra fazendo amizade com todo mundo. E é um dos caras que... um dos melhores cursos que nós tivemos foi os cursos deles, porque eles são animados, não são umas pessoas assim...como eu, assim, caladão, né, são pessoas que fala, que sabe, que conhece. E não sou daqueles de badalar ninguém. Mas eles têm os grandes valores deles, são isso aí, né, são os caras. A gente teve muita amizade pela poucas vezes que a gente se encontrou, foi muito bom... o que me chamava mais a atenção é por ser animado, né, uma pessoa que sabia explicar. Agora, para explicar as coisas, para a gente entender mais era o Marcio. O Marcio era mais... ele não tinha tanta brincadeira, mas tinha mais categoria, sabe? Sabia mais as coisas, tinha... explicava melhor, voce entendia mais, porque ele começava um assunto e ele ia fundo, né? O Brandão também, mas só que o Marcio, nesse ponto, o Marcio era... explicava melhor. E o Brandão era mais brincalhão, mais animado, fazia o pessoal... Às vezes o Marcio estava falando, ele entrava no meio, para seguir no assunto, mas num outro tom, de modo de conduzir o pessoal com brincadeira, e aquilo dava um ânimo danado. Quando ele afastava, o Marcio continuava, então ficava uma... uma... aquilo ficava uma dupla muito ~~~, ficava uma palestra importante, interessante, porque você não desanimava, você não tinha aquele negócio de ficar cochilando, ficar pensando em outras coisas, você estava sempre ligado naquilo ali,né? Ligado mesmo. Por sinal, você vê, era muitas horas e ninguém falta – muito pouco que faltava no sábado depois do almoço, muito poucos que não vinham. Todos que começavam de manhã ia até o final. Até o final. Eu dou grandes valores para eles, viu. Não sei se eu ainda vou encontrar com eles, em algum curso por aí, não sei, mas eles têm grandes valores. Eles são dois garotos de muita capacidade, viu?”
A partir da percepção que os participantes tiveram do trabalho de condução e das repercussões deste, a importância que eles davam para os encontros e o compromisso que passavam a ter com o programa mudavam; sendo que tal mudança está presente na seguinte fala do SGN4:
“... de… de aprendizado, de…de…de….de dois professores, tem um terceiro, mas dois professores que transmitem um ensinamento, têm uma… uma maneira de expor, o Marcio mais técnico, mais sério, falando, de repente entra o Brandão chutando o pau da barraca e já vê e já…, já…, já dá os pitacos dele, de Bauru, e de não sei o quê e… de como é, e dos exemplos que eles citam, dos alunos, da FGV, de empreendedorismo que existe, da maneira de se fazer, de não deixar para depois, e achar que está bom. Enfim, tudo… é um negócio que é energizante, é… você sai... tem gente, eu fico desesperado de ver o povo achando ruim, porque está perdendo um churrasco.”
Participação, troca de idéia, oportunidade de defesa de uma idéia, de exposição
O SGN1 evidencia a importância do programa comparando a participação em um fim de semana com um semestre na faculdade de administração. Assim, para ele, a participação do programa representou uma oportunidade de aprender intensamente temas de Administração:
“Olha, eu fiz faculdade de Administração e eu vejo assim que... aqueles finais de semana valiam mais por um semestre de Administração em si... Então é muito bom. Então, diante... claro que às vezes ele falava algo de alguma linguagem assim... administrativa, tudo, né, e aí a gente, em si, eu... como estudou, a gente até pegava até além. Isso era muito bom. Mas um semestre de Administração que eu fiz e um final de semana com eles a gente aprendia olha lá senão mais. Então, foi gratificante mesmo.... Muito bom.”
O SGN1 fala também do espaço que o Cooperar para Competir proporcionava para que eles pudessem se expor, falar de suas histórias pessoais, além das dinâmicas realizadas pelos professores, as quais permitiam que eles articulassem história pessoal com questões profissionais:
“Teve uma vez que ele fez uma experiência de escrever, sabe, que você é, tua história, o que você gosta, o que você não gosta, para você definir: e hoje? Tudo aquilo que você escrever. E quando você era criança? Escrever. E hoje, tudo aquilo que você batalhou para isso ou não? Então, são coisas, como eu falo, né, que deixam a gente inquieto... Isso... Isso também resultou desses... E olha que eu não tive muitos desses finais de semana com eles, e acho que eu participei de uns 4 só. Mas foi muito bom.”
A fala do SGN2 mostra bem as diferenças entre os empresários e terceiros; e que, quando o tema era comum a todos, o sentimento era de que todos se beneficiavam igualmente. O exemplo citado de tema comum - problemas de Recursos Humanos - ilustra bem esse sentimento. Contudo, ao mesmo tempo em que se refere aos temas comuns, também fala de “sobras” para os terceiros:
“Ah, nós nos sentíamos bem, porque os primeiros cursos até o primeiro, o segundo e terceiro, eu não me lembro muito bem quantos foram, não era tanto comprar e vender, era mais... era no geral da empresa. Era falar da empresa. Isso, para uma empresa terceirizada e uma empresa fabricante, {a teoria} é a mesma coisa, né? Então, era... A gente se sentia bem. Sentia bem, porque sempre estava sobrando algo para a gente. Para a gente aprender, para a gente levar para a empresa da gente. Algo só, não bastante coisa. A gente levava, porque eles falavam muito em Recursos Humanos, Recursos Humanos hoje é importantíssimo numa empresa né? O que nós acabávamos de conversar aqui, falando o que que é Recursos Humanos numa empresa é tratar o funcionário como se deve, né; então, eles falavam muito e aí interessou muito para nós. Até... foi só mesmo o último curso que foi... Que não foi tão interessante para os terceiros, mas nós se sentia muito bem. Muito bem mesmo.”
Dinâmica do curso
Considerando-se que o Grupo Novo não vivenciou toda a dinâmica do Cooperar para Competir, o que se notou foi que eles especulam sobre a mesma. Observou-se que, especificamente sobre a dinâmica do curso, o SGN1 refletia se ela seria a mesma, caso o programa fosse conduzido por outros profissionais; e esta reflexão segue abaixo:
“... olha, eu já não sei... vamos supor, se colocarem outras pessoas para dar este mesmo eh... módulos... esse mesmo conteúdo, não sei se outras pessoas conseguiriam passar da mesma forma deles dois, né? Então, eu não sei se a gente tá falando muito, quer dizer, elevando demais a pessoa deles ou é o conteúdo em si, aquilo, da forma, do preparo a ser feito, mas eu vejo assim que a forma deles colocarem né, quer dizer influencia muito. Por quê? Porque eles têm um conhecimento muito grande nessa parte. Então, em tudo, tudo que eles têm falado eles colocam o importante, como um testemunho. Dizem que... se palavras, né... se palavras mudam, os testemunhos arrastam. Então eu acredito que assim, tem muita eficácia o conteúdo que eles passam porque eles têm experiências vividas, no sentido de passar: ‘olha, essa empresa passou isso, a gente, a gente consultou isso, isso aqui, é assim, olha, passando por essa empresa e aconteceu isso’. Então era interessante esse ponto também...”
Para o SGN2, além do clima amistoso criado, observava-se que nada do que era colocado como questão era deixado de lado; pelo contrário, ele via que os professores se interessavam e discutiam até o tema ser esgotado:
“... muitas coisas chamou a atenção. Primeira coisa que mais me chamou a atenção é que eu sou acostumado a fazer muitos cursos, o que mais me chamou a atenção foi o jeito que ele recebeu o pessoal, recebia com aquela harmonia, parece que ele era amigo de muitos tempo,né? E ia falar de um por um, pessoas por pessoas, ele não ficava falando ao público, ele ia de um por um cumprimentar e falar, discutir um assunto, se a gente questionava um assunto com ele, ele se interessava mesmo, para explicar aquilo direitinho, para deixar aquele assunto resolvido: o importante deles era isso, deixar o assunto resolvido, não ficar no meio do caminho, no meio termo. Mesmo que... Porque eu acho que eles sabem tudo, né, com certeza eles sabem tudo. Muitas pessoas criaram argumento, contestaram com eles. Eles procurava deixar em prato limpo, como é modo de dizer. É o que eu tenho para falar deles. Só tenho que falar bem, não tem que falar mal de jeito nenhum. Só não digo que para mim, como sendo terceiro, não era tão... tão... importante para mim, porque eu sou terceiro, e terceiro tinha poucos, acho que uns 3 ou 4 só. O resto tudo fabricante e nós terceiros éramos 3-4. Então a gente ficava meio... Mas foi bom. Foi bom.”
Já o SGN3 observava que a dinâmica do curso era estimulada por dúvidas e perguntas inusitadas, que faziam com que eles parassem para se questionar. Além disso, o tipo de dinâmica permitia que eles se expusessem ao fazer as perguntas e efetivamente participassem do programa. Segue a fala do SGN3 sobre o que esse tipo de dinâmica possibilitava:
“Aí eu pensava assim... Porque muitas vezes eu tava assim, uma pessoa perguntava, “pô, mas o cara perguntar isso?”. Mas aí eu peguei... eu pensei: se ele perguntou isso eu também posso perguntar e fui... perguntando... fiquei bem à vontade, fui aprendendo ali mesmo no grupo, observando situações e falei: também posso perguntar.... sobre perguntar. O que perguntar eu acho assim, é o que mais nos enriquece quando a gente perde o medo de perguntar. Isso é uma coisa assim... eh... Eu não fui educado, de repente a minha própria família não me dava essa liberdade de perguntar muito e aí eu tive... cresci naquele receio: faça o que eu falo, era um regime meio bruto, talvez isso tenha impedido eu ser... perguntar mais. Mas hoje não, hoje eu pergunto tudo.”
8.2.5. Cooperar para competir - efeitos
Crescimento pessoal, conceitual e emocional de quem participou
SGN1 sente que uma das grandes lições que leva é que há outros meios para prosseguir:
“Em tudo; olha bem, nem tudo é eterno. E mesmo nas dificuldades... Saber que tem outros meios, é isso que a gente aprendeu. Meios para prosseguir. O importante era,
toda essa turma que estava aí e a gente moveu alguma coisa para a gente trabalhar juntos, sei lá, fazer, não morrer, mas dar uma continuidade; tem aí a universidade que vai agora...”
Já SGN3 enfatiza como crescimento adquirido no programa a quebra de paradigma que tinha:
“... quebrou o paradigma? É... eu acho assim… para mim quebrou porque eu estava... eu tive admiração por eles, porque sempre falava FGV... isso era tão distante... tão distante. Hoje está próximo, nós temos o COC aqui, eu quero fazer o MBA pela FGV. Vou fazer. Então, hoje eu vejo assim, que é FGV... eu lia sobre FGV e tudo… e vejo o contato… o intercâmbio que tem com Harvard e as outras universidades, então a gente viu hoje assim, como um castelo mesmo, assim, uma coisa brilhante, onde que tem só pessoas brilhantes, eu tenho essa admiração pela FGV. Então é uma coisa assim que pra nós, pelo menos pra… pra mim é distante, é muito distante essa informação dessas pessoas. Então, no momento que eu estive de frente com elas, eu vi elas tão importantes para mim, que já era um ídolo, que talvez eu já tinha um sentido figurado delas, assim, uma imagem de ser uma faculdade, uma das melh… a melhor do Brasil, aí e… eu fiquei então… louco. Focado para pegar conhecimento, ver o que que eles tinham para falar, para vivenciar cada palavra, cada assunto, cada trecho, cada dinâmica… eu me entreguei por inteiro pra eles. Então, isso foi o que favoreceu a quebra dos paradigmas, conceitos, isso me ajudou totalmente. Não posso assim compa…Não tem nem como, eu ou olhar do lado, ou no meu passado, eu não consigo me enxergar… nossa, eu não tenho nem como medir, uma porcentagem, é muito grande, de conhecimento que eu adquiri, eh… as dinâmicas de participar ali com eles que fazia com que a gente pensasse. “Pense aí o que você gostou de fazer e não faz mais. Ou o que você fazia… muito e deixou de fazer”. Então foi coisas assim que fazia a gente pensar. Deixar aquela ignorância… sentar como uma criança… eu tô com meu carrinho novo… mostrar para todo mundo”.
Um outro aspecto importante que SGN3 leva como legado é a idéia de compartilhar o que aprendeu:
“Então quando você… eu aprendi ter um conhecimento novo, distribuir ele para todo mundo. E hoje eu tô fazendo isso. Eu pego o conhecimento e formo pessoas... Então aí você já pega… sabe, isso é gostoso, você dividir… e é bom quando a gente sabe. É melhor, você se sente seguro, fala de tudo quando você sabe. Então, eu quebrei esses paradigmas foi nesse estranhamento mesmo que é o Cooperar para Competir aí, que eu acho que foi uma coisa que… não sinto mais ter paradigma, ter medo de alguma coisa, aprender o que é novo….”
O impacto que o programa, em sua curta duração, teve permite compreender o alcance das experiências deste grupo. Na fala de SGN1, por exemplo, observa-se o vislumbre que teve em termos de possibilidade futura de cooperação no âmbito pessoal e de sua empresa.
“E isso, assim, dentro da minha própria empresa, minha vida pessoal, isso... Toda vez que a gente ia... Às vezes a gente não lembra de detalhe, mas aquilo eh... por a gente ouvir aquilo teve um impacto, a gente sempre lev... leva na vida, para a gente estar fazendo fazer algo que a gente escutou naquele dia. Então, assim, foi muito bom. Foi ótimo...as realidades, eh....achamos que não temos talvez uma capacidade em si, mas talvez da forma que é colocado, da forma que o Brandão eh... nos atiçou, nós podemos ser competitivos sim, cooperar comigo mesmo, cooperar... né... Levando algum benefício para a própria empresa, para essa empresa ser, né, uma realidade dentro do mercado em si. Então eu vejo esse projeto, o Cooperar para Competir, é muito bom. De fato é isso.”
A questão do fim de semana no contexto do interior (sextas e sábados)
Neste grupo também aparece fortemente a questão do fim de semana e sua importância:
“Olha, eu fiz faculdade de Administração e eu vejo assim que... aqueles finais de semana valiam mais por um semestre de Administração em si.{{risada}} Então é muito bom. Então, diante... claro que às vezes ele falava algo de alguma linguagem assim... administrativa, tudo, né, e aí a gente,em si, eu... como estudou, a gente até pegava até além. Isso era muito bom. Mas um semestre de Administração que eu fiz e um final de semana com eles a gente aprendia olha lá senão mais. Então, foi gratificante mesmo. {{pausa}} Muito bom.” (SGN1)
“... eu fico desesperado de ver o povo achando ruim, porque está perdendo um churrasco. Pô, churrasco você faz todo dia. Agora, você escutar dois professores do nível deles, pra… te… agregando valor à tua vida profissional, pessoal, enfim, de um modo geral, você não pode achar ruim que está perdendo um churrasco de jeito nenhum. Pra mim podia ficar até o domingo que eu não ia achar ruim de maneira alguma.” (SGN4)
O fato que caracteriza este grupo e o diferencia do Grupo dos Graduados é a frustração em relação à interrupção do curso. Pelas falas coletadas, podemos observar o impacto que o corte teve nos participantes:
“Eu sei que não é nada barato, mas... poderia se ver um meio de ‘Cooperativar’ de pegar o pessoal pra um cooperar... para uma empresa cooperar com a outra para a gente ser mais competitivo, ouvindo, né, coisas assim, sabe, dessa riqueza, dentro do mercado, dentro dessa maré de luta aí, dessa guerra que nós estamos travando aí, quer dizer... E ser diferenciados. Então, eu acho importante, eu gostaria que de alguma forma se pudesse continuar... Sei que... aí teria que mexer em muita coisa....[...].... é bom... É isso... Mas tudo que eu já falei! Vixe! ... é uma pena.... ter parado. Verdade! ...então tem... a gente tem, mas.... é uma oportunidade que ficou pela metade, né? .... ah, nem vou falar que é frustrante, porque a gente tem que continuar. Mas assim... era um incentivo muito bom, você entendeu? Estava ajudando demais a empresa, as consultorias (eu estou dizendo do APL, né?).... Agora tem que dar sequência. Por mais assim, às vezes, que a gente tem uma realidade disso, sendo concreto, com profissionais dizendo é por aqui, ajudando, quer dizer, e como eu sou sozinho na empresa, eu não tenho como partilhar. É claro que eu tenho os meus funcionários, os braços direitos, tenho meus gerentes, tudo, mas mesmo assim eu sou só. Então, tendo uma assessoria dessas, sendo que não é fácil tá pagando uma empresa assim, né de porte pequeno do jeito que é a minha... então que dizer que para mim estava sendo assim... muito bom. Mas.... existe, né... Em tudo; olha bem, nem tudo é eterno. E mesmo nas dificuldades...” (SGN1)
“E participei de umas 3 ou 4 reuniões, eu não me recordo agora, e foi muito bom, eu achei muito bom. Até estou sentindo um pouquinho de falta, porque estava aprendendo muitas coisas, ~~ apesar de eu ser terceiro... . Eu tive... não me lembro bem se foi umas 3-4 reuniões e depois parou, ficou meio... triste isso. E ficamos nessa, esperando, se voltava ou não, chegamos até aquela reunião que nós tivemos, conversando e estamos hoje de novo, eu não sei se essa sequência como vai ser, né? É isso que eu tenho para falar para vocês. Foi muito bom. Tem alguma coisa a perguntar, você pode perguntar....” (SGN2)
“... eu pretendo fazer muito mais ainda. Aprender muito mais, melhorar cada vez mais… espero que a gente possa, como eu disse na reunião da semana passada, que retome logo as atividades, porque tanto o Cooperar, que é o que vocês estão fazendo aqui como os outros treinamentos que a gente estava implantando, de sistemas, de cronoanálise e de… até da parte financeira, que estava tendo um acompanhamento, daí pára tudo, então você vem numa sequência e voltar logo para a gente poder... Porque são dois anos, né, tem a outra fase, também, né, que tem a… os iniciantes e tem os graduados, que eles falam, né? Tem a outra parte lá também, e o Cooperar vai até o final, né, não sei como é a programação deles. Enfim, estou ansioso para que volte logo o treinamento, o relacionamento com eles, tá um negócio muito positivo e muito interessante, muito interessante.” (SGN4)