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KAPITTEL 4: Kulturnæringenes geografi

4.1 Sysselsetting

Segundo o Manual de Farmácia Hospitalar, o conceito de qualidade engloba “o conjunto de propriedades de um serviço de saúde, que confere a aptidão para satisfazer adequadamente as necessidades dos doentes, através da existência de procedimentos padronizados”.

Em termos práticos, como critérios de qualidade evidenciados nos SFH durante a minha permanência em estágio, destaco primeiramente a elaboração das diversas fichas e procedimentos relativos ao setor da distribuição de medicamentos, intrínsecos aos SFH e que ao longo deste relatório foram sendo evidenciados, bem como a existência do cartão de identificação do doente e da sua terapêutica em contexto ambulatorial, a correta identificação dos medicamentos LASA, MAR e restante medicação recorrendo a sinaléticas (Anexo 2.26) , o correto transporte até aos serviços de medicação de frio recorrendo a arcas térmicas, a definição de planos de atuação em caso de acidente com citotóxicos, aplicação das boas práticas aquando da manipulação e reembalagem de medicamentos, e o controlo sistemático dos prazos de validade.

Saliento o fulcral papel do farmacêutico e da restante equipa neste processo tendo em consideração que, embora haja procedimentos pré-estabelecidos visando a maximização da qualidade hospitalar, estes devem ser cumpridos no seu todo e pela totalidade dos elementos intervenientes, caso contrário, não serão atingidos os objetivos pretendidos.

16. Conclusão

O FH vê o seu papel em praticamente todo o trajeto a ser efetuado pelo medicamento, desde o pedido de encomenda, à receção e armazenamento da medicação, passando pela conferência de prazos de validade, elaboração de perfis farmacoterapêuticos, participação em ações de formação, em comissões hospitalares e na área da farmacovigilância, culminando na distribuição e dispensa de medicação aos doentes, seja em regime de internamento ou em regime de ambulatório. De salientar ainda que a gestão dos recursos financeiros ou materiais é da sua responsabilidade e da responsabilidade dos demais elementos que constituem os SFH onde se encontra inserido.

Tendo como base esta inigualável experiência que foi o estágio, ao FH compete zelar pelos interesses do doente, informando-o da necessidade de seguir determinado regime medicamentoso, elucidando-o dos possíveis efeitos adversos que podem advir da toma do medicamento e atuando como o profissional ao qual o doente pode sempre recorrer por forma a esclarecer toda e qualquer dúvida que surja englobando o universo farmacêutico. Contudo, não é só com o doente que o farmacêutico tem a necessidade de interagir, sendo que também a ele compete atuar como vínculo de ligação entre os diversos profissionais de saúde, visando a constante melhoria do serviço prestado ao próximo.

Para além de me permitir adquirir vários conhecimentos e efetuar relações interdisciplinares entre os diversos profissionais, este estágio permitiu-me contactar diretamente com os doentes e com as suas realidades. Foi indubitavelmente uma experiência enriquecedora, não só pela vertente profissional experienciada, mas também pelo caráter humano e de entrega que o farmacêutico vivencia.

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Capítulo III – Estágio Curricular em