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L # ! *# +, #?
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* % ! " #$ % &' '(2K # )
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#
8 $# + +23
(
' ( (
%
+ ( desses solos por meio de dragas ou escavadeiras.
Só deve ser considerada para ( )M#+ # ) ! # 1 *# #, comprimento inferior a 200 metros e para espessura de solo inferior a 3,0 metros.
* . *#% Diminuição ou eliminação dos recalques e aumento do fator de
segurança quanto a ruptura.
8 $# + +23
(
' ( (
%
OBS+1: Em nenhuma hipótese ) , J # 23 ( # $# + +23
) !+ , pois é uma solução cara e muito pouco eficaz.
OBS+2: Mesmo quando a substituição for uma solução viável, ( , "#
+*! + * # ! # # # 1 # ( ,+( # ! + 23 ( $ e
considerar os consequentes impactos ambientais provocados (DNER+PRO 381/98).
381/98).
8 $# + +23 ( ' ( ( %
$8
#
, #%
A utilização de materiais leves ( L ' .*+ ( ( # ! 4 #.
O EPS ( ou ) é um material
celular plástico que consiste de pequenas partículas de forma esférica, contendo na sua estrutura, aproximadamente, 98% de ar.
) # * ' ' * ) # #) !; +! ? #+# <*!+ 6Y@ O@ 7 8
$ +1 ! ') ##+$+ +( ( 6 M( ( # +!+( ( ( / // ) 8-
$ +1 ! ') ##+$+ +( ( 6 M( ( # +!+( ( ( / // ) 8-
) +! 23 ( * ( ,+ "/@/? * ! $ ! + ( ) * # $ + ? * # ( ( ;$ -
$8
#
, #%
* . *#% Melhoria dascondições de estabilidade, diminui os recalques diferencias e permitem uma implantação mais rápida da obra.
,
Dimensões dos Blocos: 4,0 x 1,25 x 1,0 m
#, * . *# ( # # , #%
+ ) ) +# 5 ' * ( % Em aplicações na engenharia, a
resistência ao cisalhamento de projeto é governada mais pelo atrito entre blocos do que a resistência do material EPS. # ) * # ( ! *
* $ ! # #3 ! *#+( ( # ! ' ) * # ! # ( #+# ' .
+ $+ +( ( % Por sua leveza, o EPS apresenta o inconveniente da
) ##+$+ +( ( ( devido a ação do empuxo hidrostático,
) ##+$+ +( ( ( devido a ação do empuxo hidrostático,
principalmente em casos de cheias.
+ J + # ' (+( # ) ( ' # ' ( # ! ' $I +, ( ,+
23 ? ( * # ) ( ' # ( # ! %
a) Construção de camadas de material convencional (solo) sobre o EPS, com peso suficiente para contrapor a ação do empuxo hidrostático.
b) Rebaixamento do lençol freático.
c) Disposição, na seção de projeto, do EPS acima do lençol freático ou da máxima cheia. d) Atirantamento do conjunto de blocos.
#, * . *# ( # # , #%
" ' 23 ( + 5 # ( ( #% Caso as tensões atuantes no EPS
) ## ' # +'+ J# +! ? ' #' ( ' J
+ ! ) , ' * e essas deformações serão refletidas no
revestimento asfáltico na forma de trilhas de rodas.
!8
' # (
4 + ;$ + =
As bermas de equilíbrio são empregadas para estabilizar e suavizar a inclinação média de um talude de um aterro, levando ' ' * (
( # . *2 ! * ) -
' # ( 4 + ;$ + ) +! ( ' # $ # ' 6 * % ? @/A8
(8
*# 23
) #%
A construção por etapas implica em # $(+,+(+ (
' ( # <# ) #.
, para que seja estável, seguindo+se um período de repouso para que o processo de consolidação dissipe parte das poro+pressões e o solo mole ganhe resistência.
4 *( . *5 ( #+# <*!+ !5 . #
Após certo tempo, 4 *( . *5 ( #+# <*!+ !5 . #
*;, +# # $ !+( # * ) I 4 . *5 ' # $+ +( ( ? '
# . *( ) ( ) ( # 1 ! (
(8
*# 23
) #%
* . *#% Permite um ) +* . *5 ( #+# <*!+ do solo mole ao
longo do tempo.
#, * . *#% Esta técnica implica em geral em *. # ') # (
) ' *<*!+ que na maioria das vezes são inaceitáveis para um projeto
rodoviário sobre solos moles de baixa permeabilidade. Entretanto, pode ser eficaz se ') . ( ' ! *I * ! ' # ( * # ( + # $ ! .
') J + 4 ! ' # ') # ( (+##+) 23 -
8
9"
. ' *
$
!
.
')
J + %
"# ( ) +! ' # $ ! . ') J + , em geral da ordem de 25
a 30 % de peso do aterro para ! # ! 4 #. O tempo de permanência da
sobrecarga é determinado por estudos de adensamento e posteriormente verificado no campo através de instrumentação para observação de recalques e poropressões (DNER+PRO 381/98).
#, * . *#% Prazos de estabilização dos recalques muito elevados, devido a baixa
#, * . *#% Prazos de estabilização dos recalques muito elevados, devido a baixa permeabilidade dos depósitos moles. Grande volume de terras associados a empréstimo e bota+fora.
8
9"
. ' *
$
!
.
')
J + %
OBS: De acordo o DNER+Pro 384/98, está técnica ) ( # +! L ' # #
#+ " * # #, mas é ) ! +! L ' # # .+ # # de baixa
permeabilidade, especialmente se a espessura da camada mole for grande.
## ! # # * +, #M 9 +! L # ! '$+* ( ! ' # (
( * # , +! +#-
8
(
* #
$
!
.
')
J +
%Os geodrenos são elementos drenantes constituídos de materiais sintéticos com 100 mm de largura e 3 a 5 mm de espessura e grande comprimento.
São cravados verticalmente no terreno dispostos em malha, de forma a permitir a drenagem e acelerar os recalques-
Os geodrenos são a alternativa técnica e econômica que substituem os antigos drenos de areia, (DNER+PRO 381/98).
8
(
* #
$
!
.
')
J + %
# . ( * # são constituídos de, pelos menos, "
" ) ) $ * " ) . Este tem por $I +, ) '+ +
) ## . ' ( J. +*. ## ( # .
O miolo drenante, tem por objetivo conduzir a água até a superfície do terreno e drená+la através do colchão drenante na superfície e resistir aos reforços de instalação e os provenientes da deformação do aterro (DNER reforços de instalação e os provenientes da deformação do aterro (DNER PRO 381/94).
8
(
* #
$
!
.
')
J +
%# . ( * # # ' ') . ( # ' $ # ( ,+J + #
( , ' # # . +* # ! ! ;# +! # (DNER+PRO 381/98):
+ Alta capacidade de descarga, maior ou igual a 1000 m3/ano;
+ Resistência à tração superior a 2,5 kN e deformação axial antes da ruptura + Resistência à tração superior a 2,5 kN e deformação axial antes da ruptura minima de 30 %;
+ Instalação atraves de mandril ou agulha fechada, isto é, envolvendo totalmente e protegendo dreno durante a cravação.
+ Para evitar amolgamento excessivo da argila o mandril ou agulha de instalação do geodreno deverá ter a área da sua seção transversal contida inferior a 70 cm2.
8
(
* #
$
!
.
')
J + %
Os geodrenos são cravados através de um colchão drenante de areia colocado sobre a superfícice do terreno com espessura mínima de 30 cm e que permita o tráfego de equipamentos sem dano ao seu funcionamento-
5 # ( ) ! ## ( ( *# ' * ! ' # ( . ( * 6 * % ? @/A8
.8
# # $
' *
# ' # ! %
Ou # # ( # são aqueles em que parte ou a totalidade do
! . ' * ( ,+( 9 *#'+ +( ) # ( *( 23 ' +#
! ') * , subjacente ao solo mole-
Pode ser apoiado em estacas ou colunas do mais diversos tipos de materiais. * . *#% Minimiza ou elimina os Minimiza ou elimina os recalques, além de melhorar a estabilidade do aterro; Diminuição do tempo de execução do aterro, pois seu alteamento pode ser realizado em uma só etapa, em um tempo relativamente curto.
.-/8
# # $
* #
*
#
O material granular utilizado nas colunas geralmente é areia ou brita. Técnica de vibrossubstituição utilizada com sucesso no exterior.
+ Atuam como estacas assentes na camada subjacente e absorvem grande parte da carga transmitida pelo grande parte da carga transmitida pelo aterro ao solo mole.
+ Promovem a dissipação de poropressão por drenagem radial, aumentando a resistência do solo mole e acelerando os recalques.
+ Permitem a construção de aterros mais altos e maiores fatores de segurança.
9 ( # ! *# +, # (
# # $ # # ' #
$ *23 ( # P' # ( # # # ) + 9 + # (
+' *#+ * ' * ( #
/8 '+* 23 ( + +! 65 ; +! 8% Ruptura da Fundação
A ruptura da fundação do aterro é um problema de capacidade de carga. Neste caso, ) +!+) ) * # ! ' ! . ' * ? ' #
*3 ! ' # #+# <*!+ (ALMEIDA & ESTHER, 2010).
A equação clássica de capacidade de carga de uma fundação direta em solo com ângulo de atrito nulo (Φ = 00) com resistência não drenada (S
u)
é dada por (ALMEIDA & ESTHER, 2010):
γγγγ
=
=
=
=
1) Determinação da Altura Critica: Onde: + hCritica = ou
γγγγ
=
=
=
=
+ hCritica = ou ! " #+ NC = Fator de Capacidade de Carga (Nc ≈ 5,5);
+ ɣAterro = Peso Especifico Natural do Aterro;
+ SU = $ %& = Resistência não Drenada da Camada de Argila Mole (Fundação do Aterro), obtida por ' + ( *# + # ( ') (Ensaio de Palheta/Vane Test ou Ensaio de Piezocone) e Laboratório (Ensaio Triaxial do
2) Determinação da Altura Admissível (hAdmissivel):
Deve+se construir o aterro com base na altura admissível do mesmo, a qual é determinada fazendo uso da seguinte formulação:
Onde:
γγγγ
=
==
=
=
=
=
=
+ hAdmissivel = Altura Admissível do Aterro;
+ hCritica = Altura Critica do Aterro;
+ Fs= Fator de segurança;
+ NC = Fator de Capacidade de Carga (5,5);
+ ɣAterro = Peso Especifico Natural do Aterro;
+ SU = $ %& = Resistência não Drenada da Camada de Argila Mole (Fundação do Aterro),
OBS+4: ( # . *2 6 #8 9 ( +*+( ) + ( ! + 9 + ( ) I , considerando a importância da obra. Usam+se, em geral, valores de Fs
superiores a 1,5, sendo aceitos valores menores (Fs ≥ 1,3) no caso de calculo de estabilidade para uma condição temporária (exemplos: aterros construídos em etapas), com monitoramentos de inclinometros e sem que haja vizinhos próximos (ALMEIDA & ESTHER, 2010).
(ALMEIDA & ESTHER, 2010).
!
"#$
$% &
Muito mole
<2
<12,5
<2,3
Mole
3 5
12,5 25
2,3 4,6
Média
6 10
25 50
4,6 9,2
Rija
11 19
50 100
9,2 18,4
Dura
>19
>100
>18,4
A8 ' # ( 4 + ;$ + %
# , ( 5 ('+##+, # I +* + * ! ##J + (
65 8 ) ) I , deve+se usar um método construtivo alternativo, como, por exemplo, construção em etapas ou aterros reforçado ou construção de $ ' # ( 4 + ;$ + -
# $ ' # #3 # ! *# ;( # * # +# ( (
) I ? 4 *!+ * ' ! ' ! * ) # , opondo+se a eventual ruptura
) I ? 4 *!+ * ' ! ' ! * ) # , opondo+se a eventual ruptura
3) Bermas de Equilibrio:
A- 0 + 9 + # ( +' *#+ * ' * ( # ' # ( 4 + ;$ + %
( $ ' ( 4 + ;$ + (hBerma) é calculada por meio da
seguinte equação:
Onde: Aterro Aterro
u c Admíssivel Aterro Berma
Fs.γ
5,5.Su
Fs.γ
.S
N
H
H
H
=
−
=
=
+ HAterro = Altura de projeto do aterro;
+ HAdmissível do Aterro = Altura admissível do aterro diante das condições de resistência da camada de solo mole;
+ Fs = Fator de segurança da obra (recomenda+se F = 1,5); + γAterro= Peso especifico do aterro;
+ SU = resistência não drenada da camada de solo mole. + Nc = Fator de capacidade de carga.
A largura da berma de equilíbrio (LBerma) é calculada por meio do Ábaco de Jakobson (1948), conforme detalhes esquemáticos contidos na Figura 27.
W$ ! ( R U $# * 6/H>F8
R
! 4 ) ( *# ' *
+ ( ( *# ' * ( L .5+
Hipóteses: *Solo Saturado *Lei de Darcy válida *K constante + Estimativa do valor:
H = C
H log σ
+ C
H log σ
H = C
rH log σ
vm+ C
cH log σ
vf1+e
0σ
v01+e
0σ
vmOnde: Cr + índice de recompressão e0 + índice de vazios inicial
H + espessura da camada Cc + índice de compressão σv0+ tensão efetiva vertical inicial σvf + tensão efetiva vertical final σvm +tensão pré+adensamento
R ! 4 ) ( *# ' * +Tempo: *( % ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ , " ') , +! ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ ( " ( ( * . ' ( Z G - ! # ( * * #
T = T
v(H
d)
2C
v ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ , " ! +!+ * ( ( *# ' * , +!1. Ensaio de Adensamento (edômetro)
10Kpa 24h
20Kpa 24h
640KPa σ
W
9 ( ( # + #
+Subdivide a superfície potencial de ruptura em fatias, discretizando o problema.
• FELLENIUS • BISHOP • JANBU
• Programas computacionais Ex: GEOSLOPE
• CONDIÇÕES DE ESTABILIDADE: • FS > 1,5 – estável
• FS < 1,5 – instável – Métodos de estabilização • FS = 1 – RUPTURA – usado em retro+análise
*# ' * 23
B ( $ ( ,+J + +') * ' # # ' # ( , # +*# ' * ( ,
seja pela sua extensão e profundidade da camada mole, seja pela baixa resistência da camada mole, ou pela necessidade de se acompanhar os recalques” (Norma DNER+PRO 381/98)
• $I +, # ( +*# ' * 23
a) acompanhar os recalques e verificar o tempo de permanência de uma sobrecarga temporária;
sobrecarga temporária;
b) monitorar poro+pressões geradas durante a construção e a sua velocidade de dissipação;
c) acompanhar os efeitos de deslocamentos horizontais provocados por um aterro sobre solo mole;
d) monitorar a estabilidade da obra em casos críticos; e) verificar a adequação de um método construtivo.
OBS: A instrumentação a ser empregada em cada caso varia com a importância e a complexidade do problema (Norma DNER+PRO 381/98).
+) # ( +*# ' *
#
/- +* (
! 4
Pinos metálicos a serem chumbados em uma estrutura rígida permitindo observar os seus deslocamentos através de instrumentos topográficos de precisão. Os pinos devem ser lidos por nivelamento de alta precisão com acurácia de 1 mm.
+*
;,
-
! (
! 4
Placas de aço com 500 mm x 500 mm com uma haste central protundente ao aterro. Esta haste é revestida com um tubo de PVC à medida que o aterro sobe e permite o nivelamento topográfico da sua extremidade superior e a obtenção dos recalques
.
-
! (
! 4
$ ( 2 , # +' * ! ( 2 O@@ '' 1 O@@ '' 1 /@ ''A- *! +*Q'
#
*# ' * # ) $# , ( # ! ' * # 5 +L * +#. Constam de umtubo de acesso instalado no terreno e um torpedo sensor deslizante para leituras periódicas (DNER+PRO 381/98).
O tubo de acesso deve ser de alumínio ou plástico com cerca de 80 mm de diâmetro, dispondo de 4 ranhuras diametralmente opostas que servem para guiar a descida do sensor.
A- *! +*Q'
#
Instrumentos para observar deslocamentos horizontais. Constam de um tubo de acesso instalado no terreno e um torpedo sensor deslizante para leituras periódicas (DNER+PRO 381/98).
>- + LQ'
#
Instrumentos para medições de poro+pressões (pressão da água).
>-/- + LQ'
#
# .
*(
*(+! ( # ( *;,
([J.
Instalados em furos de sondagem de 75 ou 100 mm de diâmetro. Tubos de PVC perfurados com 25 mm de diâmetro instalado em bulbo de areia no terreno. Piezômetro Casagrande tem o bulbo com 1 m de comprimento, enquanto o INA tem o bulbo ao longo de quase toda a sua extensão. A partir do bulbo executa+ se um selo de bentonita+cimento. A parte perfurada do tubo é revestida com geotêxtil. A leitura é realizada com indicados elétrico de NA.
$
(
6 + LQ'
# .
*( 8
W.
$
*(+! ( ( *# * ) * '+ #+* # *>- + LQ'
#
Instrumentos para medições de poro+pressões (pressão da água).
>- - + LQ'
#
9 +! #
Piezômetros de corda vibrante. Instrumentos de leitura do tipo digital. Os piezômetros devem ser instalados em furos de 75 ou 100 mm de diâmetro e colocados em um bulbo de areia grossa lavada. Sobre este bulbo executa+se um selo de cimento+bentonita.
\ / ' " # ( $ * *+ "
!+' * + LQ'