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Svovelavgift (kap. 5543 post 71)

In document Statsbudsjettet for 2015 (sider 115-159)

Kapittel 6 – Særlige bestemmelser om skattegrunnlag, beløpsgrenser og satser mv

C. Svovelavgift (kap. 5543 post 71)

De modo a melhor contextualizar o trabalho de campo realizado, apresentamos neste ponto uma muito breve descrição do projeto de intervenção.

O estudo decorreu ao longo do ano letivo 2011/2012 e abrangeu uma turma de sétimo ano de uma escola básica. Foi aprovado na reunião de Conselho Pedagógico do agrupamento onde se realizou, em 14 de Julho de 2011, a cujo órgão foi dada a conhecer a natureza do estudo e uma breve descrição do trabalho a desenvolver.

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Foi explicado todo o projeto aos alunos bem como aos representantes dos encarregados de educação e docentes em reunião de conselho de turma no início do ano letivo. Foi ainda pedida uma autorização especial escrita aos pais (Anexo 1) que foram unânimes em concordar com a participação dos seus educandos no projeto. Todos participaram nos dados recolhidos e mostraram satisfação por poderem dar o seu contributo para a realização do estudo.

O projeto foi integrado na planificação da disciplina de Língua Portuguesa, pretendendo operacionalizar o “Conteúdo TIC” que consta das planificações de todas as disciplinas. No Projeto Curricular deste Agrupamento, no seu ponto 7., pode ler-se:

8. Utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC)

As TIC são um recurso e um meio facilitador da aprendizagem. Permitem o desenvolvimento do trabalho autónomo, a recolha, seleção e verificação de informações e o conhecimento de outras culturas. Desde o pré-escolar até ao 9.º ano de escolaridade, todas as turmas e áreas curriculares disciplinares, devem organizar, em contexto de sala de aula, momentos de integração das TIC nos processos de ensino e de aprendizagem. (2007a, p.8)

Assim, para dar cumprimento ao imposto no projeto, todos os docentes organizam, por ano de escolaridade, a lecionação de um conteúdo com o uso das TIC. O grupo de docentes que lecionava o sétimo ano, selecionou o exto narrativo para tal.

Ainda no mesmo Projeto Curricular, pode ler-se no ponto 6.:

6. Temas/problemas

Os temas/problemas a tratar, nas áreas disciplinares e não disciplinares, incidiram sobre a sustentabilidade do planeta, o universo e a saúde: Assim: pré-escolar – valores e atitudes; 1.º ano – sustentabilidade; 2.º ano – saúde; 3.º ano – poupança; 4.º ano – cidadania; 5.º ano – poupança; 6.º ano – cidadania; 7.º ano – solidariedade; 8.º ano – alterações climáticas; 9.º ano – cidadania.

Todos os anos são indicados temas que os vários anos de escolaridade devem ter como referência para desenvolvimento de projetos ou atividades. Deste modo, tendo sido o tema “Solidariedade” sugerido para o sétimo ano, foi o que inspirou o nosso trabalho.

No Programa de Português do Ensino Básico, nas orientações de gestão, a nível do terceiro ciclo, é referido que

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No 7.º ano aponta-se para a necessidade de dar continuidade ao desenvolvimento da competência narrativa. Quer no modo oral quer no modo escrito, é fundamental que os alunos consolidem práticas de relato e reconto de experiências, de acontecimentos, de filmes vistos ou de livros lidos. Em causa está, sobretudo, a capacidade de seleccionar a informação pertinente, transmitida de forma organizada e de modo a interessar os ouvintes e os leitores. Na produção dos seus próprios textos, o trabalho sobre a narrativa visa assegurar a utilização de esquemas narrativos prototípicos, a inserção adequada de elementos de descrição de personagens e de ambientes, bem como o uso adequado de organizadores textuais. (PPEB, 2009, p.143)

Optámos pelo conteúdo “narrativa” para operacionalizar o conteúdo TIC. Partindo destas orientações, planificámos o nosso projeto e a nossa atividade. Os docentes que lecionaram o mesmo ano que nós, optaram por dinamizar uma oficina de escrita sobre o tema e realizar um trabalho de pesquisa sobre o mesmo. Na turma que participou no projeto, demos seguimento ao trabalho que seria a base da nossa investigação. Dada a pertinência do nosso estudo, optámos por dinamizar a oficina de escrita e, em vez do trabalho de pesquisa, investimos na criação de uma narrativa digital. A motivação da escrita foi feita a partir da leitura da narrativa completa “A rapariguinha dos fósforos” de Hans Christian Andersen.

O projeto desenvolveu-se em três fases, com se apresenta no Quadro 2: estudo da narrativa, escrita da narrativa e construção da narrativa digital.

Quadro 2 - Planificação das sessões.

Sessões de 90

minutos Data Conteúdos Atividades

Fases do trabalho Sessão 1 05/12/2011 Tipologia textual: texto narrativo. Níveis e categorias da narrativa. Figuras de retórica e tropos.

Atividades de pré-leitura, leitura e

compreensão de leitura do texto integral “A rapariguinha dos fósforos” de Hans Christian Andersen.

Estudo da narrativa Sessão 2

12/12/2011 Identificação da sequência de eventos na narrativa.

Compreensão de leitura: o espaço, a ação, o tempo, o narrador e personagens. Revisão de conhecimentos de figuras de retórica e tropos: comparação, metáfora e antítese.

Sessão 3 09/01/2012

Texto: plano do texto; coesão textual

Oficina de escrita sobre o tema “Solidariedade”. Produção de um texto narrativo: fase de planificação.

Escrita da narrativa Sessão 4 11/01/2012 Oficina de escrita sobre o tema “Solidariedade”. Produção de um texto

narrativo: fase de textualização Sessão 5 12/01/2012 Oficina de escrita sobre o tema

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“Solidariedade”. Produção de um texto narrativo: fase de textualização (conclusão); fase de revisão/aperfeiçoamento.

Sessão 6 18/01/2012 Conclusão da oficina de escrita. Sessão 7 19/01/2012 Atividade de escrita com recurso ao processador de texto. Sessão 8 23/01/2012

Conteúdo TIC

Visionamento e análise de narrativas digitais como exemplo.

Planificação da narrativa digital. Construção da narrativa

digital Sessões 9 a

11 25 a 30/01/2012 Construção da narrativa digital: seleção de imagens, montagem no Movie Maker Sessão 12 27 de Fevereiro Conclusão da narrativa digital (edição do som)

Foram feitas atividades de pré-leitura a partir das imagens do manual escolar e de leitura através de uma atividade de escuta ativa. Nas atividades de compreensão da leitura, os alunos identificaram facilmente o tema da solidariedade (sessão 1)

Depois de abordados os conteúdos da narrativa a partir do conto lido (sessão 2), os alunos passaram à produção escrita. O trabalho passou pelas fases de planificação (sessão 3), textualização (sessão 4) e revisão/aperfeiçoamento (sessões 5 e 6). A criação da narrativa foi feita a partir de um plano de “Planificação da narrativa”, adaptado de Costa & Mendonça, 2011 (Anexo 2). Recorremos ao processador de texto para reescrever o texto elaborado nas sessões anteriores (sessão 7).

Para a construção da narrativa digital, recorremos ao movie maker. Escolhemos esta ferramenta por ser de fácil acesso pela capacidade que tem de estabelecer relações entre texto, imagem, som, oralidade e interatividade (Carvalho, 2008). Depois de apresentada a aplicação movie maker, vimos algumas narrativas digitais como exemplo e os alunos planificaram a narrativa digital (sessão 8). Disponibilizámos endereços eletrónicos de livre acesso, onde os alunos poderiam encontrar recursos para o trabalho. As sessões 9, 10 e 11, foram dedicadas à construção da narrativa digital.

Antes da sessão 12, realizámos as gravações das vozes dos alunos. Tivemos de o fazer num período pós-aulas, por querermos cumprir os tempos letivos destinados a este projeto. Assim, foi possível mostrar que este tipo de trabalho se pode realizar sem ocupação de tempos letivos de outras disciplinas. Por isso, realizámos a última sessão depois das gravações e concluímos a edição da narrativa digital.

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Em maio, na atividade da turma realizada com os encarregados de educação, as narrativas digitais foram apresentadas à comunidade, pelos vários grupos.

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