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A promoção da CSP é uma recomendação presente em várias iniciativas para a segurança do paciente (NHS, 2004; NQF, 2010). No entanto, as evidências sobre as intervenções que devem ser escolhidas para este objetivo ainda não são consistentes (AHRQ, 2013).

Baseados no consenso de especialistas, nos estudos disponíveis e em outras áreas de fora da saúde, o NHS e o NQF recomendam algumas práticas que em teoria promovem CSP. As práticas recomendadas pelo NHS são 7: (1) “Criação de uma cultura de segurança”; (2)

“liderança e apoio a equipe”; (3) “Integrar a sua atividade de gestão de risco”; (4). “Promover

a elaboração de relatórios”; (5) “Envolver e comunicar com os pacientes e ao público”; (6)

“Aprender e compartilhar lições de segurança” e; (7) “Implementar soluções para evitar

danos. Estas propostas fornecem uma lista de verificação simples para ajudar as organizações a planejar seu desempenho, garantir que o serviço que oferecem é o mais seguro possível, e ajudar para que as organizações cumpram os seus objetivos de garantia de governança clínica, gestão de riscos e controle.

As recomendações do NQF, por outro lado englobam quatro estratégias fundamentais para a promoção da CSP: “Estrutruras e sistemas de liderança”, “Monitoramento, feedback e intervenção sobre na CSP”, “Educação para o trabalho em equipe e habilidades seguras” e “Identificação e redução dos riscos” (NQF, 2010).

A prática “Estrutruras e sistemas de liderança” está relacionada a uma frente de liderança responsável por impulsionar os valores, comportamentos e desempenho necessários para criar e manter uma cultura de segurança (NQF, 2010). O “Monitoramento, feedback e intervenção sobre na CSP”é uma prática voltada ao monitoramento continuo da CSP, onde anualmente os líderes devem avaliar a segurança e qualidade da cultura da organização usando um instrumento de pesquisa validado, com consistência e confiabilidade no ambiente em que ela será aplicada. Seguido ao monitoramento deverá haver um feedback aos profissionais envolvidos para a o esclarecimento sobre a CSP naquele estabelecimento (RELIHAN, 2009).

A “Educação para o trabalho em equipe e habilidades seguras” estabelece uma prática pró-ativa e sistemática ao desenvolvimento de cuidados em equipe através de treinamento, trabalho em equipe e desempenho. A “Identificação e redução dos riscos” é a gestão dos riscos, ou seja, são as atividades desempenhadas para identificar e comunicar riscos assistenciais a todos os níveis da organização e intervenções para redução dos riscos para a melhoria dos resultados em segurança (PIZZI; GOLDFARB; NASH, 2001).

Os mecanismos de promoção da CSP ainda não são bem esclarecidos. A AHRQ realizou uma revisão sistemática para analisar estratégias encontradas para a promoção da CSP, dentre elas destacam-se: intervenções multicomponentes englobando tarefas educativas, workshops e manuais de práticas de segurança; intervenções sobre a cultura e o sistema; formação da gestão; formação sobre a comunicação; rondas interdisciplinares estruturadas; e rondas de segurança (AHRQ, 2013). A literatura destaca ainda outras intervenções, tais como: intervenções educativas e na formação continuada do profissional; ciclos PDSA; e programa de treinamento didático, vale ressaltar que muitas destas intervenções detalhadas na literatura assemelham-se as recomendações propostas pelo NQF. O quadro 2 destaca um resumo dos artigos que abordam a promoção da CSP, analisados na revisão sistemática da AHRQ e por busca manual.

Quadro 2. Resumo das intervenções para melhoria da CSP nos artigos anexados a revisão da AHRQ e por busca manual em base de dados, Brasil 2015.

Autor, Ano (n); Metodologia (n); População Intervenção Desfecho

Abstoss, 2011 Durante um período de 2,5 anos (maio de 2007 a novembro de 2009), sete intervenções foram realizadas afim de melhorar a segurança de medicamentos concomitante a implementação da apresentação de relatórios, a CSP foi avaliada por meio do Safety Attitudes

Questionnaire antes e após as intervenções.

(193); Profissionais ligados a

assistência de um hospital pediátrico.

Rastreamento de erros de medicação;

feedback sobre o desempenho da

equipe; educação permanente (EP), E-mails para toda a unidade resumindo os erros de medicação; Sistema médico computadorizado; Formação técnica para entrega de medicação; Relatório sobre SP.

O desenvolvimento de uma CSP positiva no nível da unidade pode melhorar segurança de medicamentos. Mecanismos de nível de sistema para promover a segurança de medicamentos são fatores importantes para a CSP.

Adams-Pizarro, 2008

A CSP foi avaliada pelo HSOPCS aplicado aos participantes antes e após a intervenção. Intervenções clínicas e metas de cultura selecionados. Foi prestado apoio colaborativo através de workshops, visitas ao local, chamadas de conferência e um espaço de trabalho virtual.

(116); Profissionais ligados a assistência de 81 hospitais de alto risco

Intervenção Multifacetada:

Workshops, monitoramento da liderança, chamadas de conferência e espaço de trabalho virtual. Um kit de

ferramentas “Guia da Melhoria da Cultura” fornecido aos profissionais

para a compreensão da CSP, planejamento e implementação de intervenções de CSP.

As melhorias foram mais notórias dentro de cada microssistema e

menos aparente entre

microssistemas.

Blegen, 2010 Avaliação da CSP com o HSPOSC ante e após intervenções na cultura.

(822); equipes multidisciplinares das escolas de medicina, enfermagem e farmácia da Universidade da Califórnia (São Francisco)

Intervenção multifacetada: Implementação de intervenções de trabalho em equipe e comunicação.

Cinco das dimensões avaliadas mostraram melhora significativa. Embora seja difícil isolar os efeitos da intervenção: treinamento da equipe de outros eventos que ocorrem durante o ano entre a formação e a avaliação, em geral, a intervenção parece ter melhorado a CSP nas unidades avaliadas

Cooper, 2008 Foi realizado um estudo de duas fases (antes e depois) do clima de segurança comparando quatro hospitais experimentais com dois hospitais controle. A avaliação da CSP se deu através de um questionário de 54

(272); profissionais da assistência nas seis instituições participantes.

Programa de gestão de recursos crise utilizando simulação com base no formato do modelo CRM anestesia.

Para avaliar o clima geral de segurança, o impacto do treinamento de CRM baseado na simulação provavelmente não é um bom critério. Treinamentos isolados são insuficientes para

questões, extraídas da pesquisa desenvolvida pela Veterans Administration Palo Alto.

alterar comportamentos enraizados. È necessário mais ações.

Donahue, 2011 Avaliação da CSP foi realizada pelo HSOPSC antes e após intervenções focadas no empoderamento profissional e percepção de segurança.

(293); todos os profissionais das unidades de cuidado ao paciente.

Foi desenvolvido o projeto

“EMPOWER” para promover CSP no

hospital de Danbury, que envolve s intervenções:Tradução de métodos de comunicação SBAR (Situação, conhecimento, avaliação, recomendações) estruturados para uso com os profissionais da assistência, redução das barreiras à comunicação interdisciplinar, e o avaliação do efeito da intervenção EMPOWER nos profissionais.

Melhora na CSP principalmente voltada a comunicação entre os profissionais avaliados

Edwards, 2008 o HSOPSC foi utilizado para medir a cultura de segurança, na linha de base (janeiro de 2005) e depois da implementação de iniciativas de melhoria da cultura de segurança (Abril de 2006). Iniciativas empreendidas para melhorar a cultura de segurança e contemplou a realização de rodadas mensais sobre segurança, melhorando o sistema de auto- relato, e novos processos de comunicação a respeito pacientes.

(Não relatado); Profissionais da assistência a saúde.

Intervenção Multifacetada: Realização de rondas mensais de segurança, melhorando o sistema de auto relato, e novos processos de comunicação a respeito pacientes.

O follow-up revelou melhorias significativas na percepção de dimensões de segurança relacionados à resposta não punitiva ao erro e comunicação, criando um ambiente aberto, no qual as pessoas aprendem a partir de eventos para evitar proativamente eventos adversos futuros

Frankel, 2008 Estudo prospectivo do impacto da aplicação rigorosa rondas de segurança. As rondas de segurança foram realizadas semanalmente e de acordo com o guia de sete passos das rondas de segurança. A avaliação da SP foi realizada por meio do questionário Safety Attitudes Questionnaire, que foi administrado na

linha de base e 18 meses de após.

(1531); Profissionais da área clínica de sete hospitais de cuidados agudos e um ambulatorial em Massachusetts.

Rondas de segurança foram criadas para capacitar as lideranças das instituições e estas poderem promover uma estrutura e cronograma para implementação das rondas eum processo para gerenciar os dados e fornecer feedback aos envolvidos. O treinamento também incluiu recomendações para vincular

Nas áreas de atendimento ao paciente que rigorosamente foram implementadas as rondas de segurançativeram melhoras nos scores do SAQ. Seus resultados identificaram ainda temas para a melhoria da SP.

preocupações de segurança identificadas durante as rondas de segurança a operações existentes do hospital.

O’Leary, 2010 O estudo foi um ensaio clínico controlado comparando uma unidade de intervenção de ensino médico com semelhante unidade de controle. A intervenção SIDR (rondas estruturadas interdisciplinares), um combinado formato estruturado para a comunicação com um fórum para reuniões interdisciplinares regulares.

(159); profissionais da assistência do Northwestern Memorial

Hospital.

A intervenção, SIDR, combinou um formato estruturado para a comunicação com um fórum para reuniões interdisciplinares regulares. Foram pesquisados os profissionais da assistência em cada unidade e pediu-lhes para avaliar a qualidade de comunicação e colaboração que tinham experimentado com outras disciplinas utilizando uma escala ordinal de cinco pontos.

As intervenções tiveram efeitos positivos sobre os enfermeiros da unidade médica de ensino em relação ao trabalho em equipe

O’Leary, 2011 Foi realizado um ensaio clínico controlado em unidades médicas gerais de internamento. Na unidade de intervenção, enfermeiros e médicos participaram da SIDR (rondas estruturadas interdisciplinares), diariamente usando uma comunicação padronizada. enfermeiras da unidade classificaram a qualidade da comunicação e colaboração com os profissionais usando uma escala ordinal de 5 pontos.

(48); Profisisonais da assistência

do Northwestern Memorial

Hospital.

A intervenção, SIDR, combinou um formato estruturado para a comunicação com um fórum para reuniões interdisciplinares regulares. Foram pesquisados os profissionais da assistência em cada unidade e pediu-lhes para avaliar a qualidade de comunicação e colaboração que tinham experimentado com outras disciplinas utilizando uma escala ordinal de cinco pontos.

As intervenções tiveram efeitos positivos sobre os enfermeiros da unidade médica de ensino em relação ao trabalho em equipe, não houve melhorias relacionadas ao custo.

Paine, 2010 Estudo prospectivo de coorte utilizando múltiplas intervenções para melhorar o clima de segurança em hospital. 144 unidades clínicas em um hospital universitário participaram nesta análise que usou o Safety Attitudes Questionnaire na avaliação da CSP.

(87); Profissionais da assistência e administração hospitalar

As intervenções incluíram a CUSP (Programa de compreensão das unidades sobre segurança) que compreendeu: estudos sobre segurança, identificação dos riscos assistenciais, parceria com as lideranças, aprendizagem com os erros e o foco na comunicação e trabalho em equipe.

As intervenções culminaram em melhorias no clima de segurança em todo o hospital

Pettker 2009 Foi realizada avaliação da qualidade, no período de setembro de 2004 a novembro de 2006. Seguida por uma série de intervenções na CSP e avaliação final utilizando o Safety Attitudes Questionnaire.

(Não relatado); Profissionais da assistência e administração do

Yale–New Haven Hospital.

Múltiplas intervenções de segurança do paciente: Esta iniciativa incluiu análise da CSP por peritos, a padronização do protocolo de segurança, a criação de uma posição (enfermeira a segurança do paciente), criação da comissão de segurança do paciente e treinamento em habilidades da equipe e interpretação fetal monitorização cardíaca.

Os esforços de melhoria de desempenho são ainda incipientes, os serviços ainda continuam com a presença de eventos adversos, mas acredita-se que as aplicações continuadas destas estratégias podem ter um impacto adicional sobre a segurança.

Pettker, 2011 Foram implementadas medidas para melhoria da segurança do paciente na enfermaria obstétrica como uso de protocolos, treinamento dos profissionais, a supervisão por um comitê de segurança do paciente. Aplicou-se o Safety Attitudes

Questionnaire em 4 ocasiões ao longo de

5 anos (2004-2009) a todos os membros da equipe multidisciplinar avaliando o trabalho em equipe, a satisfação no trabalho, condições de trabalho, o reconhecimento do stress, e percepções de gestão.

(762); Profissionais da assistência e administração de um hospital de cuidados obstétricos.

Intervenção Multifacetada: Foram implementadas medidas para identificar os perigos, para corrigir riscos e aprender com erros; e ferramentas de comunicação e trabalho em equipe. Esforços educacionais (treinamento, monitoramento); sistema de relatórios de eventos adversos; protocolo e orientação; sistema de comunicação; simulações de obstetrícia; Comitê de Segurança do Paciente Obstétrica.

Programas de segurança podem melhorar a percepção do trabalho mais seguro promovendo um melhor clima de segurança

Pronovost, 2005 Desenho quase experimental em que foi implementado um programa de segurança no Weinburg UTI (WICU), enquanto outro UTI cirúrgica (SICU) serviu como controle. Seis meses depois, foi realizada a intervenção no SICU. Houve dois períodos de avaliação de seis meses (pré e pós) na WICU, e três períodos de seis meses na SICU (pré, controle e post) com o instrumento Safety Climate Scale.

(195); Profissionais da assistência e administração de um hospital de alto risco

Programa de Segurança abrangente envolvendo 8 passos: condução do questionário de CSP, educação dos profissionais sobre segurança, identificação de prioridades de segurança, adoção de medidas de trabalho para segurança, implementação de melhorias, documentar os resultados, compartilhamento dos casos e repetição da pesquisa sobre cultura.

O método CUSP (Programa de compreensão das unidades sobre segurança) foi implementado com sucesso em duas UTIs, este pode melhorar a segurança do paciente entre as equipes e reduzir os erros de medicação, sendo sua versão abreviada fácil de ser implementada no cotidiano das equipes.

Riley, 2011 Programa de treinamento didático

TeamSTEPPS® (liderança,

acompanhamento, apoio mútuo, e comunicação) e exercícios de simulação, com avaliação da Cultura de Segurança pré e pós intervenção por meio do Safety

Attitudes Questionnaire.

(134); todos os profissionais dos três hospitais de pequeno porte em Midwest.

Programa de treino didático:

Programa de treinamento didático TeamSTEPPS® (liderança, o acompanhamento da situação, apoio mútuo, e comunicação) e exercícios de treino de simulação.

O programa de treinamento interdisciplinar abrangente utilizando simulação pode melhorar a segurança peri-natal no ambiente hospitalar. Esta é a primeira evidência fornecendo uma clara associação entre o treinamento de simulação e melhores resultados dos pacientes.

Sexton, 2011 Foi implementado um programa de segurança, projetado especificamente para melhorar os vários elementos da cultura de segurança de uma unidade, como o trabalho em equipe e do clima de segurança. Foi aplicado o Safety Attitudes

Questionnaire validados no início do

estudo (2004) e, após 2 anos de exposição ao programa de segurança (2006) para avaliar a melhoria.

(7793); Profissionais da assistência a saúde de unidade de terapia intensida de todos os hospitais da cidade de Michigan.

Programa de segurança baseado em unidades abrangente foi à primeira intervenção implementada por cada unidade de cuidados intensivos.

A utilização de um abrangente programa de segurança do paciente foi associada com uma melhoria substancial no clima de segurança.

Thomas, 2005 Estudo randomizado com a realização de rondas de segurança em 23 unidades clínicas em um hospital terciário de ensino. O clima de segurança foi medido pelo Safety Climate Survey antes e após as rondas.

(598); Profissionais da assistência à saúde do Memorial Hermann

Hospital.

Rondas de segurança: Três visitas em um período de quadro semanas pelos executivos, as unidades que eles supervisionavam; educar os profissionais sobre as rondas e a segurança. Incentivo a uma cultura que incentiva a comunicação aberta e identifica maneiras de melhorar os sistemas.

As rondas de segurança têm um efeito positivo sobre o clima de segurança dos profissionais que participam, sendo uma ferramenta promissora para melhorar o clima de segurança e a construção mais ampla de cultura de segurança.

Tiessen, 2008 Avaliação de fatores relacionados a SP pré e dois anos após um plano de ação para a SP em oito pontos desenvolvido pela equipe de gerenciamento

(290); Profissionais da assistência do Leamington District Memorial

Hospital.

Oito pontos para o plano de ação em segurança do paciente: 1- avaliação da CSP; 2- encorajar a aprendizagem sobre a segurança do paciente; 3- identificação de problemas de segurança no trabalho; 4- rondas de segurança semanais; 5- priorizar esforços de melhoria; 6- implementar

Analisou-se que estratégias de melhoria da comunicação, plano de liderança para um conselho de administração da SP e melhoria de processos clínicos adicionais devem ser implementadas junto a uma pesquisa sobre a CSP, isto despertou na direção do

melhorias; 7- compartilhar histórias e resultados; 8- reavaliar a CSP

estabelecimento uma jornada em direção a uma CSP

Timmel, 2010 A intervenção CUSP (Programa de compreensão das unidades sobre segurança) foi incluída em uma iniciativa para avaliar e melhorar a cultura de segurança no sistema do Hospital John Hopkins.

(55); Profissionais da assistência de uma unidade cirúrgica de um centro médico.

Intervenções multifacetadas incluindo: rondas de segurança, Uma folha de objetivos baseados em equipe foi implementado para melhorar a comunicação e coordenação de metas diárias de atendimento.

Melhorias foram observados em clima de segurança, trabalho em equipe, volume de negócios e taxas de internação após a implementação de um programa de segurança, como parte do processo da CUSP.

Prat Marín, 2012 Estudo observacional ecológico com intervenção formativa em um hospital de ensino. (103); profissionais do serviço de cirurgia ortopédica e traumatológica do Hospital Clínico Universitário de Barcelona

Intervenção Educativa: Formação e sensibilização em relação ao tema da segurança clínica

A intervenção formativa estabeleceu uma tendência favorável para melhora da segurança do paciente, embora o período de um ano seja insuficiente para objetivar mudanças substanciais.

Simons, 2015 Intervenções multifacetadas com 3 avaliações para comparação da evolução em um hospital.

(15); Profissionais da assistência e administração de um instituto de radioterapia da Holanda.

Intervenção Multifacetada: Workshops sobre CSP; Relatórios de incidente; sistema de comunicação.

Com base nos resultados a cultura de segurança do paciente melhorou significativamente devido as atividades e reorganização aos cuidados de gestão, a fim de facilitar a melhoria contínua.

Donnelly, 2009 Implementação de um programa de segurança do paciente implementado em um departamento de Radiologia.

(20); profissionais da assistência de um departamento de radiologia.

Intervenção Multifacetada: Treinamento de prevenção de erro para todos os trabalhadores, programa técnico de segurança, prêmios de segurança, formação, rodadas operacionais com líderes de radiologia, plano de ação de segurança, programa de lições aprendidas.

Conclui-se que o programa teve um efeito positivo sobre o desempenho em segurança do paciente.

AbuAlRub, 2014 Estudo quase experimental sem grupo controle, foi utilizado para examinar o impacto do programa de educação relativa segurança do paciente entre

(57); Enfermeiros de um hospital especializado na região central da Jordânia.

Intervenção Educativa: Workshops e oficinas; Programas educacionais sobre a segurança do paciente.

Os resultados do estudo sugerem que intervenções educativas de segurança podem ser usadas por administradores de enfermagem

enfermeiros. para aprimorar subculturas de

segurança, tais como

"comunicação" e "culpa livre”, e

para diminuir a taxa de eventos adversos.

Burström, 2014* Estudo transversal repetido, usando o questionário HSOPSC antes e depois de uma intervenção de melhoria da qualidade no departamento emergência de dois hospitais, um hospital do município e um hospital universitário do centro de Sweden.

(586); Médicos enfermeiros e auxiliares de enfermagem dos hospitais participantes.

Projeto de melhoria de qualidade baseado nos princípios de melhoria contínua, usando o ciclo PDSA (planejar, fazer, estudar e agir) envolvendo as especialidades do hospital.

O resultado mostrou mudanças na cultura de segurança do paciente e auto-estima, principalmente em relação ao trabelho em equipe e abertura para comunicação.

Benn, 2012* Projeto longitudinal com grupo Individual repetido com medição em 12 meses de seguimento.

(284); Profissionais da assistência do departamento de serviços anestésico de um grande hospital universitário no Reino Unido.

Intervenção Multifacetada: Intervenções focadas: na segurança centrada no paciente; impactando sobre liderança hospital, comunicação, organização e clima de segurança.

Uma gama de fatores social, cultural organizacionais podem ser sensíveis a este tipo de intervenção, mas o efeito mensurável é pequeno.

Storm, 2014* Um estudo quase experimental, composto por dois grupos: grupo controle e grupo intervenção com profissionais de saúde de uma área geográfica que cobre uma autoridade regional de saúde norueguesa. Os profissionais dos hospitais foram avaliados pelo HSOPSC e os

profissionais dos lares de idosos foram avaliados pelo instrumento Nursing Home Survey on Patient Safety Culture.

(Não relatado); A população de estudo serão os profissionais de saúde que trabalham em serviços de saúde de um hospital universitário) e os profissionais de saúde que trabalham em lares de idosos. As unidades de enfermarias selecionadas para grupos intervenção e controle foram a partir de duas seções (Medicina Interna e de emergência) dentro do mesmo hospital, enquanto lar de idosos será por três enfermarias de