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SUMMARY OF RESULTS

Apesar do trabalho realizado, muitas questões envolvendo as possíveis influências que barreiras hidráulicas podem resultar nos padrões do fluxo hídrico subterrâneo e na estabilidade dos taludes globais de cava a céu aberto, em especial, as presentes no Quadrilátero Ferrífero, ainda demandam maiores aprofundamentos. Com o intuito, também, de contribuir com indicações de direções a serem tomadas em eventuais estudos futuros, são itemizadas algumas sugestões:

ƒ Realizar levantamento de detalhe em campo das descontinuidades no filito da Formação Batatal para serem tratados e aplicados em modelamentos de fluxos subterrâneo;

ƒ Caracterizar com maior detalhe os parâmetros geomecânicos e hidrodinâmicos das Formações Cauê, Batatal e Moeda, como, por exemplo, levantar e detalhar as características das descontinuidades, caracterizar melhor o metachert, realizar ensaios para a condutividade hidráulica dos maciços, dentre outras;

ƒ Avaliar novamente o modelo proposto, verificando e alterando as condições de contorno estabelecidas neste estudo, sendo elas: a condição de permeabilidade assumida para a zona não saturada, a localização dos divisores subterrâneo, as taxas de recarga, as distâncias das fronteiras nas modelagens das seções, etc.;

ƒ Efetuar modelamento hidrogeoquímico e isotópico para avaliar o grau de conectividade entre os aquíferos Moeda e Cauê, via Formação Batatal;

ƒ Desenvolver modelagens numéricas tridimensionais de fluxos subterrâneos para cavas a céu aberto, que são compartimentadas por barreiras hidráulicas, considerando conceitos de aqüíferos fissurais e comparar com os modelos de aqüíferos porosos de condutividades equivalentes. Sendo que estes últimos são os utilizados na prática atual da mineração;

ƒ Estudar possíveis métodos de estabilização de taludes de grande porte que tem como princípio a alteração da condição de fluxos subterrâneos;

ƒ Efetuar simulações numéricas, a fim de avaliar o tempo necessário para o nível freático estabelecer um equilíbrio no interior de camadas litológicas menos permeáveis ou de barreiras hidráulicas, devido às combinações de condicionantes como: diferença de carga, características hidrodinâmicas, espessura das camadas menos permeáveis e velocidade dos avanços da lavra até alcançar o botton pit final, bem como as características de sistemas de rebaixamento do nível freático que viabiliza a lavra em profundidade, na maioria dos casos;

ƒ Determinar, quantativamente, os esforços pontuais que as forças de percolação podem exercer ao longo da superfície interna de uma barreira hidráulica, seja em aqüíferos livres ou confinados. E, posteriormente, avaliar as possíveis consequências que essas forças podem provocar na estabilidade de taludes de cavas a céu aberto;

ƒ Avaliar, estatisticamente, as influências de barreiras hidráulicas na estabilidade de taludes de grande porte praticados para os cenários de mineração.

R

REEFFEERRÊÊNNCCIIAASSBBIIBBLLIIOOGGRRÁÁFFIICCAASS

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A

ANNEEXXOOII––AANNÁÁLLIISSEEDDEEPPEERRCCOOLLAAÇÇÃÃOO

Figura AI.1. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.2. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.3. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.4. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.5. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.6. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.7. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.8. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.9. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.10. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.11. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.12. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.13. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.14. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.15. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.16. Seção SV-8250 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.17. Seção SV-8250 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.19. Seção SV-8250 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.20. Seção SV-8250 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.22. Seção SV-8350 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.23. Seção SV-8350 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.25. Seção SV-8350 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.26. Seção SV-8500 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.28. Seção SV-8500 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.29. Seção SV-8500 da Mina do Pico – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.31. Seção SVC-4100 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.32. Seção SVC-4100 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.33. Seção SVC-4100 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.34. Seção SVC-4100 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.35. Seção SVC-4100 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.36. Seção SVC-4300 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.37. Seção SVC-4300 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.38. Seção SVC-4300 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.39. Seção SVC-4300 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.40. Seção SVC-4300 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

Figura AI.41. Seção SVC-4800 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 1.

Figura AI.42. Seção SVC-4800 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 2.

Figura AI.43. Seção SVC-4800 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 3.

Figura AI.44. Seção SVC-4800 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 4.

Figura AI.45. Seção SVC-4800 da Mina Capitão do Mato – Carga total e sentido do fluxo – Cenário 5.

A

ANNEEXXOOIIII––AANNÁÁLLIISSEEDDEEEESSTTAABBIILLIIDDAADDEE

Figura AII.1. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 1.

Figura AII.2. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 2.

Figura AII.3. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 3. III III III F.S.: Bishop: 2,1982 Janbu: 2,1842 M. Price: 2,2426 F.S.: Bishop: 2,0376 Janbu: 1,8889 M. Price: 1,9883 F.S.: Bishop: 2,0300 Janbu: 1,8658 M. Price: 1,9853

Figura AII.4. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 4.

Figura AII.5. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 5.

Figura AII.6. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 6. III III III F.S.: Bishop: 2,2469 Janbu: 2,1741 M. Price: 2,2423 F.S.: Bishop: 2,2308 Janbu: 2,1645 M. Price: 2,2265 F.S.: Bishop: 2,2441 Janbu: 2,1777 M. Price: 2,2399

Figura AII.7. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície 10651, análise de estabilidade do cenário 1.

Figura AII.8. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície 10651, análise de estabilidade do cenário 2.

Figura AII.9. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície 10651, análise de estabilidade do cenário 3. III III III F.S.: Bishop: 2,4755 Janbu: 2,3462 M. Price: 2,5004 F.S.: Bishop: 2,4777 Janbu: 2,3467 M. Price: 2,4987 F.S.: Bishop: 2,4879 Janbu: 2,3579 M. Price: 2,5087

Figura AII.10. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície 10651, análise de estabilidade do cenário 4.

Figura AII.11 Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície 10651, análise de estabilidade do cenário 5.

Figura AII.12. Seção SE-8750 da Mina do Tamanduá – Superfície 10651, análise de estabilidade do cenário 6. III III III F.S.: Bishop: 2,5533 Janbu: 2,4340 M. Price: 2,5738 F.S.: Bishop: 2,5189 Janbu: 2,3946 M. Price: 2,5398 F.S.: Bishop: 2,4775 Janbu: 2,3547 M. Price: 2,4992

Figura AII.13. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 1.

Figura AII.14. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 2.

Figura AII.15. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 3. F.S.: Bishop: 1,2340 Janbu: 1,0946 M. Price: 1,2807 F.S.: Bishop: 1,1859 Janbu: 1,0628 M. Price: 1,2285 F.S.: Bishop: 1,1087 Janbu: 1,0253 M. Price: 1,1407

Figura AII.16. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 4.

Figura AII.17. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 5.

Figura AII.18. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 6. F.S.: Bishop: 1,0780 Janbu: 0,9974 M. Price: 1,1088 F.S.: Bishop: 1,0925 Janbu: 0,9832 M. Price: 1,1338 F.S.: Bishop: 1,0896 Janbu: 0,9757 M. Price: 1,1357

Figura AII.19. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície 7242, análise de estabilidade do cenário 1.

Figura AII.20. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície 7242, análise de estabilidade do cenário 2.

Figura AII.21. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície 7242, análise de estabilidade do cenário 3. F.S.: Bishop: 1,4796 Janbu: 1,4436 M. Price: 1,5261 F.S.: Bishop: 1,4927 Janbu: 1,4511 M. Price: 1,4897 F.S.: Bishop: 1,4332 Janbu: 1,3999 M. Price: 1,4313

Figura AII.22. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície 7242, análise de estabilidade do cenário 4.

Figura AII.23. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície 7242, análise de estabilidade do cenário 5.

Figura AII.24. Seção SE-8850 da Mina do Tamanduá – Superfície 7242, análise de estabilidade do cenário 6. F.S.: Bishop: 1,4577 Janbu: 1,4277 M. Price: 1,4564 F.S.: Bishop: 1,5298 Janbu: 1,5066 M. Price: 1,5305 F.S.: Bishop: 1,4342 Janbu: 1,4013 M. Price: 1,4324

Figura AII.25. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 1.

Figura AII.26. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 2.

Figura AII.27. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 3. F.S.: Bishop: 0,7822 Janbu: 0,6583 M. Price: 0,7940 F.S.: Bishop: 0,8034 Janbu: 0,6807 M. Price: 0,8162 F.S.: Bishop: 0,7872 Janbu: 0,6489 M. Price: 0,7911

Figura AII.28. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 4.

Figura AII.29. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 5.

Figura AII.30. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície crítica, análise de estabilidade do cenário 6. F.S.: Bishop: 1,5666 Janbu: 1,4529 M. Price: 1,6143 F.S.: Bishop: 1,4232 Janbu: 1,2330 M. Price: 1,4280 F.S.: Bishop: 0,9373 Janbu: 0,8041 M. Price: 0,9532

Figura AII.31. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície 5288, análise de estabilidade do cenário 1.

Figura AII.32. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície 5288, análise de estabilidade do cenário 2.

Figura AII.33. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície 5288, análise de estabilidade do cenário 3. F.S.: Bishop: 0,9427 Janbu: 0,8635 M. Price: 0,9357 F.S.: Bishop: 0,9652 Janbu: 0,8860 M. Price: 0,9582 F.S.: Bishop: 0,9390 Janbu: 0,8600 M. Price: 0,9321

Figura AII.34. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície 5288, análise de estabilidade do cenário 4.

Figura AII.35. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície 5288, análise de estabilidade do cenário 5.

Figura AII.36. Seção SE-9000 da Mina do Tamanduá – Superfície 5288, análise de