1.5 P REVENTIVE INTERVENTIONS FOR PHYSICIANS
1.5.2 Studies of interventions for burnout and distress among physicians
3.1- 1º Fase do modelo de Parceria (Gomes, 2009) - Revelar-se
Nesta fase inicial é fundamental conhecer a identidade da pessoa idosa, os seus valores, o sentido de vida desta pessoa, bem como as suas necessidades. Para tal é necessário conseguir momentos de diálogo, mostrando disponibilidade e estimulando o idoso a participar, partilhando o seu património singular nas suas várias dimensões: físicas, biológicas, culturais, sociológicas e espirituais.
Assim procedi á:
• Identificação da pessoa idosa, família e contexto de vida; • Genograma;
• Ecomapa;
• Informação clínica; • Observação física.
Identificação da Pessoa idosa, família e contexto de vida
• Identificação pessoal - Sexo feminino;
- Data de nascimento: 15-06-1930, 82 anos;
- Viúva há cerca de 5 meses (marido faleceu com Neoplasia do pulmão); - Não sabe ler nem escrever;
- Foi vendedora de peixe durante “mais de 40 anos e depois empregada doméstica ” (SIC);
- Reformada há “mais de 20 anos” (SIC); - Nascida em Lisboa;
- Reside em Benfica – Lisboa.
• Identificação sócio familiar
- Teve três filhos, um dos quais faleceu há 18 anos por Enfarte agudo do miocárdio; - 1 Deles vive fora de Lisboa (Barreiro) e com o qual não tem muito contacto;
- O outro vive perto da Srª L. e tem contacto praticamente diário. No entanto, a Srª L. refere que este filho só ultimamente se aproximou dela e que foi por uma questão de interesse, pois ele pede-lhe ajuda económica.
- Situação familiar indicadora de problemas; por possível situação de abuso financeiro. - Na perspetiva da Srª L. a sua família, apresenta um APGAR familiar de o, o que sugere uma família severamente disfuncional.
- Apresenta, segundo a Escala geriátrica de depressão, um score de 20, o que representa uma depressão ligeira.
Passa a maior parte do dia a ver televisão e quando está bom tempo passa as tardes na varanda a “ver o movimento”(SIC).
Por vezes vai passar o serão a casa da vizinha. Não mantém contacto com os filhos, exceto um, e que, segundo ela não lhe dá muita atenção.
- Refere ser católica, mas não praticante.
• Ecomapa
• Informação Clínica
Diagnóstico principal: Insuficiência Respiratória Global
Antecedentes Pessoais e cirúrgicos:
- Síndrome apneia obstrutiva do sono (SAOS); - Síndrome de Obesidade hipoventilatória (SOH); - Diabetes Mellitus não insulino dependente (DMNID); - Obesidade;
- Hipertensão (HTA); - Arritmia;
- Dislipidémia;
Vigilância de saúde:
- Refere não possuir médico de família;
- Seguida em consulta de Pneumologia e de cardiologia no HPV; - Subsistema: Segurança social
Intervenções cirúrgicas: não;
Vigilância de saúde: sim;
Alergias: desconhece;
Medicação habitual: aldactone; ácido acetilsalicílico 500mg; metformina
1000mg;moduretic; varfine
Estilos de vida/comportamentos aditivos: Tabaco – não;
Álcool – não; Droga - não.
• Observação física Comunicação:
Audição - diminuída bilateral;
Visão - diminuída bilateral (usa óculos); Fala – normal.
Estado de consciência: Estado - consciente;
Orientação – orientada no espaço, pessoa e tempo.
Realizada avaliação cognitiva, através do instrumento de avaliação de Mini Mental State (Anexo 2): score de 24 – não apresenta déficit cognitivo.
Auto conhecimento: emoção Calma
Atividade motora
Apresenta dificuldades na marcha, no levante e nas transferências; apresenta desequilíbrio acentuado. Não possui nenhum auxiliar de marcha.
Refere que desde o início do ano já caiu 3 vezes, mas “felizmente sem me ter magoado muito” (SIC).Segundo a Srª L. apresenta desequilíbrio pelo que se segura aos objectos mais próximos para se movimentar (ex. armários, cadeiras). O que acontece é que estes por vezes estão distantes e ao tentar chegar a eles cai, ou então quando se segura neles como não são fixos escorregam e também cai.
Apresenta um score de 100 na escala de Morse, pelo que tem um elevado risco de queda. De acordo com a escala de Tinetti , que avalia a marcha e o equilíbrio, apresenta um score 18, o que indica um risco de quedas 5 vezes maior.
Segundo a escala da força muscular de Council apresenta um score 4 – movimentos ativos contra a gravidade e resistência, força menor que o esperado.
Não efetua nenhum tipo de atividade física.
Faz as atividades domésticas em casa e sai cerca de 2 vezes por semana para fazer compras ali no bairro. Vive no 4º andar, mas o prédio tem elevador.
Apresenta um score de 95 na escala de Barthel, o que significa que tem uma dependência muito leve nas atividades de vida diárias.
De acordo com o índice de Lawton-Brody apresenta um score 12, ou seja é independente nas actividades instrumentais de vida.
Tegumentos
Características da pele: corada e hidratada; Alterações da integridade cutânea: não
Características da mucosa: coradas e hidratadas; Alterações da integridade das mucosas: não.
Respiração
Cliente há cerca de 2 meses, por história de cansaço a mínimos esforços, começa a ser seguida na consulta de Pneumologia, sendo diagnosticado SAOS e SOH, tendo iniciado
Cpap com indicação para realizar enquanto estivesse a dormir. Cliente refere que percebeu a necessidade do uso do Cpap, no entanto por má adaptação só colocou nas três primeiras noites e depois desistiu.
Encontra-se eupneica em repouso e apresenta uma dispneia funcional, Grau III, de acordo com a Escala da dispneia do Medical Research Council (Anexo 3) – anda mais lentamente que as pessoas da mesma idade devido à dispneia, ou necessidade de parar para respirar quando anda no seu passo normal.
Apresenta esporádicos acessos de tosse produtiva com eliminação de expectoração mucosa em moderada quantidade.
Circulação – sem edemas
Alimentação
Pesa 96kg e mede 1,55m, pelo que possui um IMC de 40 (Obesidade) e um perímetro abdominal de 98cm.
Refere ter perdido cerca de 3kg desde há 3 meses, altura em que por se sentir mais cansada começou a ter alguns cuidados.
Efetua 3 refeições diárias autonomamente, não apresenta qualquer dificuldade na deglutição e mastigação, embora não possua a dentição completa.
Apresenta um score de 25,5 no Mini Nutricional Assessment (Anexo 4), pelo que o seu estado nutricional é normal.
Efetua as compras para a casa sozinha, saindo cerca de 2 vezes por semana. Quando precisa de alguma coisa extra pede ajuda a um casal vizinho que lhe dá muita assistência. Decide e planeia as refeições e confeccioná-las autonomamente.
Nega hábitos alcoólicos e refere ingerir aproximadamente 1 litro de água por dia. É autónoma na toma da terapêutica oral, pelo que conhece os medicamentos, os seus efeitos, horários e cumpre as suas tomas. Desconhece alergias alimentares e medicamentosas.
Eliminação
É continente tanto a nível vesical como intestinal. Sem alterações queixas urinárias ou intestinais.
Sono e repouso
Dorme bem, sem necessidade de ansiolíticos.
Auto cuidado
É a própria que escolhe e cuida da sua roupa; usa roupa adequada à época do ano. É autónoma nos cuidados de higiene, que realiza diariamente.
2ª Fase do modelo de Parceria (Gomes, 2009) – Envolver-se
• Conhece o cliente idoso/cuidador face ao seu risco de queda
A cliente refere já ter tido várias quedas, mas sem consequências graves. Apresenta um elevado risco de quedas.
Foi estabelecida uma relação de confiança com a pessoa idosa, após vários momentos de escuta, aproveitando para partilhar informação, nomeadamente em relação á prevenção de quedas; foi imprescindível mostrar disponibilidade, sentando-me junto á cliente, ouvindo-a, compreendendo-a e procurando ir ao encontro das suas necessidades. Foi essencial que eu mostrasse total disponibilidade para a ouvir e partilhar com ela sentimentos e experiências em relação a casos semelhantes de pessoas idosas que já tiveram quedas no domicílio.
Assim, a cliente conseguiu comunicar que não valorizava muito as quedas que já sofreu porque nenhuma teve grandes danos aparentes. Foi identificado essa falta de conhecimentos em relação ás consequências que uma queda pode ter na pessoa idosa e a não consciência das suas limitações. Perante este problema foi sugerido a utilização de
uma bengala para poder se apoiar e assim prevenir quedas e todas as possíveis consequências que daí possam advir.
No que diz respeito ao filho, inicialmente este não estabeleceu uma relação com a equipa de Enfermagem, não nos procurava, não apresentava dúvidas e quando lhe era feita alguma pergunta respondia sempre que não sabia. Foi necessário despender de algum tempo para conversar com ele, explicar-lhe os riscos e as consequências possíveis das quedas, para que este começasse a confiar e referisse que não tinha conhecimento que a mãe havia já caído algumas vezes. Este fato veio confirmar que este filho não era muito presente e ele, perante este confronto, também admitiu isso. Assim, conseguimos que ele contasse que nos últimos anos não via muito a mãe porque existiam conflitos entre esta e a mulher e ele preferiu afastar-se. Agora estava arrependido pelo que estava a tentar aproximar-se. No entanto, segundo a SrªL. esta aproximação era só porque estavam com dificuldades económicas.
3ª Fase do modelo de Parceria (Gomes, 2009) Possibilitar/Capacitar
Após estabelecido um diálogo, ouvindo a pessoa idosa e valorizando os conhecimentos que esta detém da situação, bem como a partilha das experiências de quedas anteriores foi identificado o motivo destas, que terá sido o desequilíbrio acentuado da cliente. Foi fundamental promover a reflexão deste assunto com a Srª L. e o seu filho, aguardando e respeitando o tempo destes, não impondo soluções. Sugeri a necessidade da utilização de um dispositivo de mobilização, que neste caso poderia ser uma bengala. Após vários momentos de diálogo consegui perceber que a Srª L. não tinha vontade de usar a bengala pois considerava que ao admitir essa necessidade estava a mostrar aos outros a sua vulnerabilidade devido á evolução do envelhecimento. Foram necessários vários momentos de escuta e partilha para se conseguir desmistificar esses medos e preconceitos de modo a que a senhora conseguisse atingir o cuidado de Si. Assim, a senhora foi capaz de dizer o que sentia, participando e solicitando informação, decidindo que o melhor caminho para si seria começar a utilizar a bengala.
4ª Fase do modelo de Parceria (Gomes, 2009) – Comprometer-se
Nesta fase foi feito um esforço para que a cliente conseguisse atingir os objetivos definidos, de modo a que possa prosseguir na sua trajectória de vida. Senti necessidade
de realizar um plano de cuidados após a avaliação multidimensional realizada a pessoa idosa.
Para a elaboração de um plano de cuidados é necessário, após a realização da colheita de dados inicial, com levantamento de problemas do indivíduo, a construção de diagnósticos e intervenções de Enfermagem, com vista a atingir resultados sensíveis aos nossos cuidados.
Este plano foi realizado com linguagem CIPE, visto ser esta a utilizada no serviço. 4-Plano de cuidados
4.1- Diagnóstico de Enfermagem: Risco de queda
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Baixar plano da cama Utilização do comando para
baixar o plano da cama no nível mais baixo
Permite, caso o indivíduo caía da cama, minimizar danos
Envolver membro da família Estabelecida uma relação de
parceria com o indivíduo e família (filho)
Para que o indivíduo e família possam ter o direito de participar no seu próprio projeto de saúde e serem parceiros ativos nos cuidados, é indispensável haver uma partilha e reciprocidade entre enfermeiro, indivíduo e família
Gerir (ambiente físico) do indivíduo Mantida a zona envolvente do
indivíduo o mais livre de obstáculos possível
Permite evitar quedas por não ser necessário contornar elevado número de obstáculos
Monitorizar risco de queda Utilizada Escala de Morse como
instrumento de avaliação do risco de queda (score inicial 100- elevado risco de queda)
A vigilância do risco de queda com recurso ao instrumento da Escala de Morse permite avalia os indivíduos de baixo, médio e alto risco.
Promover (uso de sapatos com sola antiderrapante) no indivíduo
Pedido à família que providencie sapatos com sola antiderrapante
Possibilita prevenir quedas por escorregamento
Providenciar uso de meios auxiliares de marcha – bengala
Pedido à família que providencie uma bengala
Previne quedas por desequilíbrio e auxilia na marcha
Informar sobre necessidade de consulta de oftalmologia
Informada sobre a necessidade de adequar os óculos às suas necessidades
Uma boa visão permite prevenção de que quedas
Providenciar uma iluminação adequada Verificar e possibilitar a
iluminação adequada ao espaço
Uma iluminação adequada possibilita uma boa observação de todo o espaço envolvente
Proximidade da campainha Confirmar com o indivíduo o uso correto da campainha
Possibilita ajuda rápida
Providenciar panfletos de educação Distribuído panfleto de
prevenção de quedas da pessoa idosa
Complementa ensinos sobre a prevenção de quedas na pessoa idosa
4.2- Diagnóstico de Enfermagem: Ventilação espontânea, comprometida
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Monitorizar sinais vitais Registada tensão arterial,
temperatura timpânica, frequência cardíaca, frequência respiratória, saturação periférica de O2 e dor
A análise do registo contínuo dos SV contribui para a avaliação hemodinâmica do indivíduo, permitindo fazer ajustes na terapêutica farmacológica e ventilatória;
A dor surge habitualmente associada à utilização de interfaces, pelo que a monitorização deste sinal possibilita pequenos ajustes do interface à face do indivíduo ou mesmo a seleção de outro interface.
Vigiar (respiração) do indivíduo Avaliado tipo de respiração,
amplitude, localização e ruídos pulmonares
A vigilância da respiração complementa a avaliação do indivíduo relativamente à sua adaptação ventilatória e à necessidade de alteração de parâmetros.
Adequar (interface da VNI) ao indivíduo Escolhido o tipo de interface de
forma a adequar o modelo e o tamanho do mesmo à face do indivíduo
Tem que ter em conta a carga horária garantindo a tolerância e o controlo de fugas, o conforto e a adaptação ventilatória do indivíduo;
Outro aspeto a ter em conta é a fisionomia do indivíduo, o seu estado de pele e nutricional Supervisionar a adaptação do indivíduo
ao ventilador Verificado se o individuo é autónomo na colocação do interface, no ligar/desligar do ventilador, na gestão da oxigenoterapia e na higienização do interface A continuidade da VNI no domicílio pressupõe a capacidade de utilização do material e equipamento por parte do indivíduo.
parceria com o indivíduo e família
possam ter o direito de participar no seu próprio projeto de saúde e serem parceiros ativos nos cuidados, é indispensável haver uma partilha e reciprocidade entre enfermeiro e doente Monitorizar (parâmetros ventilatórios) do
indivíduo
Verificado se os parâmetros prescritos estão colocados no ventilador
Para a eficácia da VNI o indivíduo tem que estar bem adaptado
Monitorizar respiração Registada frequência
respiratória
Contribuir para a avaliação clínica do indivíduo permitindo efetuar ajustes na terapêutica farmacológica, ventilatória e oxigenoterapia
Vigiar pele Observada coloração e
hidratação e integridade cutânea da face, especialmente as zonas de contacto desta com a interface
A integridade cutânea das zonas de contacto com o interface permite a continuidade da VNI com conforto
Resultado de Enfermagem:
Ventilação espontânea melhorada: indivíduo com estabilidade ventilatória e
hemodinâmica, com necessidade de suporte ventilatória com frequência e duração variáveis em função do seu estado clínico.
4.3- Diagnóstico de Enfermagem: Dispneia, atual
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Monitorizar SV Registada tensão arterial,
temperatura timpânica, frequência cardíaca., frequência respiratória, saturação periférica de O2 e dor
A análise do registo contínuo dos SV contribui para a avaliação hemodinâmica do indivíduo, permitindo fazer ajustes na terapêutica farmacológica e ventilatória;
A dor surge habitualmente associada à utilização de interfaces, pelo que a monitorização deste sinal possibilita pequenos ajustes do interface à face do indivíduo ou mesmo a seleção de outro interface.
Vigiar (respiração) do indivíduo Avaliado tipo de respiração,
amplitude, localização e ruídos pulmonares
A vigilância da respiração complementa a avaliação do indivíduo relativamente à sua
adaptação ventilatória e à necessidade de alteração de parâmetros.
Vigiar expetoração Observada e registada a
quantidade, cor, aspeto e cheiro da expetoração
Possibilita perceber a evolução da situação clínica e ajustar terapêutica, técnicas de reabilitação respiratória, bem como outras intervenções de Enfermagem
Vigiar indivíduo a tossir Observado e registado o tipo, a
intensidade, frequência e eficácia da tosse
Permite definir estratégias de intervenção dirigidas ao estado clínico do indivíduo
Identificar (fatores desencadeantes) da dispneia em repouso, funcional e ortopneia
Observado e registado fatores que desencadeiam dispneia em repouso, funcional e ortopneia (fatores endógenos e exógenos)
Permite adaptar a atividade às suas capacidades, possibilitando ao mesmo a adequação na gestão da atividade.
Monitorizar (SpO2) do indivíduo Avaliada a saturação periférica
de O2
A saturação periférica de O2 pretendida está de acordo com a patologia e situação clínica do indivíduo
Monitorizar (respiração) Registada frequência
respiratória
Contribui para a avaliação clínica do indivíduo permitindo efetuar ajustes na terapêutica farmacológica, ventilatória e oxigenoterapia
Monitorizar dispneia (Medical Research Council dyspnea Questionnaire)
Aplicado o instrumento de avaliação da dispneia – apresenta dispneia funcional grau III
As atividades a serem realizadas pelo indivíduo devem ser adaptadas também, em função do seu grau de dispneia, a par com outras avaliações;
A análise comparativa do score é um indicador auxiliar para a definição do plano terapêutico
Resultado de Enfermagem: dispneia melhorada
4.4- Diagnóstico de Enfermagem: Conhecimento sobre a saúde, diminuído
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Ensinar o indivíduo Explicadas estratégias
interventivas ao indivíduo sobre: prevenção do risco de queda, VNI e Diabetes
Garante-se a continuidade dos cuidados quando o indivíduo e/ou cuidador consegue efetuar de forma autónoma a atividade
alvo de ensino.
Identificar o alvo de ensino Confirmado que o indivíduo tem
capacidades cognitivas para apreender e executar o/s ensino/s;
A continuidade de cuidados só é possível quando o indivíduo tem capacidade e conhecimentos para dar continuidade ao plano de cuidados, ou na
impossibilidade deste, deve identificar-se um cuidador que seja competente para assegurar a continuidade de cuidados
Explicar sobre estado de saúde Informado o indivíduo acerca do
seu estado de saúde e as intervenções de enfermagens realizadas ou a realizar
A informação transmitida acerca do estado de saúde e dos tratamentos, minimiza a ansiedade e promove a colaboração do indivíduo, assegurando o envolvimento no processo terapêutico bem como a continuidade de cuidados
Resultado de Enfermagem: Conhecimento para a saúde efetivo – indivíduo demonstra competências na área de ensino, nomeadamente sabe quais são as principais medidas de prevenção de quedas, que lhe permite ser autónomo a nível de conhecimentos e realização de práticas de saúde.
4.5- Diagnóstico de Enfermagem: Mobilidade, comprometida
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Estimular a mobilidade (ativa) Incentivado a andar pelo
corredor
Quando incentivado e com conhecimento das suas capacidades fica capacitado de manter uma mobilidade ativa
Gerir (ambiente físico) do indivíduo Mantida a zona envolvente do
indivíduo o mais livre de obstáculos possível
Permite evitar quedas por não ser necessário contornar elevado número de obstáculos
Solicitar (apoio de) Encaminhado o individuo para
Enfermeiro de reabilitação e /ou fisioterapeuta
O encaminhamento irá permitir uma complementaridade na intervenção de forma a otimizar os cuidados prestados e consequentemente o resultado obtido
Supervisionar técnica de marcha Verificada que a capacidade
para marcha em segurança se
A confirmação da técnica de marcha em confiança é essencial
encontra mantida para prevenir quedas no indivíduo
Vigiar (força muscular) do indivíduo (Council)
Aplicado o instrumento de avaliação da força muscular – apresenta dispneia funcional grau III
As atividades a serem realizadas pelo indivíduo devem ser adaptadas em função da sua força muscular, a par com outras avaliações;
A análise comparativa do score é um indicador auxiliar para a definição do plano terapêutico
Resultado de Enfermagem: Mobilidade melhorada – indivíduo demonstra mobilidade melhorada que lhe permite prevenir risco de quedas.
4.6- Diagnóstico de Enfermagem: Desenvolver (parceria) com família para continuidade de cuidados, comprometida
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Envolver prestador de cuidados Estabelecida uma relação de
parceria com o filho
Para que a família possa ter o direito de participar e ser parceira ativa nos cuidados, é
indispensável haver uma partilha e reciprocidade entre enfermeiro, indivíduo e família
Avaliar a capacidade do prestador de cuidados
Avaliada capacidade do filho de apoiar a mãe quando
necessário
O apoio familiar torna-se imprescindível para uma eficaz continuidade de cuidados
Resultado de Enfermagem: Atual desenvolvimento de parceria com a família para continuidade de cuidados
4.7- Diagnóstico de Enfermagem: Solidão, atual
Intervenções de Enfermagem Concretização de intervenção
Fundamentação
Aumentar atividade executada pela própria durante o dia
Realizado um plano de atividades a executar durante o dia, aquando da alta
De modo a incentivar o aumento da atividade diária o
planeamento destas permite uma maior adesão
Envolver membro da família Estabelecida uma relação de