5. Konklusjon og avslutning
5.7 Studiens relevans
Análise:
F2 - 1→→→→N : A área não é afetada por processo erosivo e o proj eto não contribui para acelerá- lo;
F2 - 2→→→→F: Não ocorre lançam ento ou deposição de contam inantes no solo;
F2 - 3→→→→F: O proj eto prevê a recuperação da área degradada e o m onitoram ento das condições das lagoas para fins paisagíst icos;
F2 - 4→→→→F: O proj eto contem pla m edidas para o controle da qualidade das águas das lagoas de contenção;
F2 - 5→→→→F: Através do proj eto do sistem a de m acro- drenagem foi elaborado um proj eto paisagíst ico que contem pla o plantio de vegetação;
F2 - 6→→→→F: De acordo com o proj eto paisagíst ico, deverão ser adotadas m edidas para a m anutenção das espécies arbóreas nat ivas e o plant io de novas m udas das m esm as espécies;
F2 - 7→→→→F: O proj eto pode provocar alterações das características de qualidade do ar, por exem plo m au cheiro provocado por alterações na qualidade da água, porém elas não acarretam danos à saúde hum ana ou à qualidade am biental; F2 - 8→→→→F: A construção das lagoas de contenção gera um a área com pletam ente nova em term os paisagísticos e clim áticos, m elhorando as condições locais; F2 - 9→→→→F: Não ocorre consum o de energia elétrica;
F2 - 1 1→→→→N .A. : Existe cruzam ento, m as do m odo com o está apresentado o fluxogram a a análise não se aplica;
F2 - 1 2→→→→N : O proj eto não gera resíduos;
F2 - 1 3→→→→F: As lagoas concentram a água pluvial, m as depois as dispersam num ritm o m ais adequado às condições naturais;
F2 - 1 4→→→→F: Existe ecossistem a de especial interesse associado ao proj eto e o m esm o contribui para a sua recuperação;
F2 - 1 5→→→→F: O proj eto gera benefícios am bientais que vão além das expectativas;
F2 - 1 6→→→→N : A falha no sistem a de lagoas de contenção pode vir a trazer riscos ao m eio am biente, porém os m esm os não são significat ivos e podem ser facilm ente rem ediados.
129
RI BEI RÃO PRETO/ SP
SUB – COMPONENTE
F D N I X N .A. PRI N CI PAI S CAUSAS DA
TEN DÊN CI A DESFAVORÁVEL
CORREÇÕES POSSÍ VEI S
Captação 2 3 8 0 3 0 Ut iliza m at riz energét ica que causa
im pact os am bient ais significativos. Capt a água de aqüífero, que vem sendo m uit o explorado, gerando problem as de abast ecim ent o.
Ut ilizar ou verificar a possibilidade de utilização de font es energét icas renováveis e m enos im pact ant es. Est udar a possibilidade de ut ilização de out ra form a de capt ação, com o por exem plo a superficial.
Transporte 1 1 9 0 5 0 Ut iliza m at riz energét ica que causa
im pact os am bient ais significativos.
Verificar a possibilidade de ut ilização de out ro t ipo de m at riz energét ica. Tratam ento Distribuição 5 0 8 0 3 0 Coleta e Transporte 7 0 7 0 0 2 Tratam ento e Disposição Micro- Drenagem
6 3 7 0 0 0 Não cont ribui para a m elhoria da qualidade da água. Cont ribui para o carream ent o de resíduos para o corpo recept or, t razendo problem as de assoream ent o no fut uro.
Ut ilização de alt ernat ivas de proj et o que perm it am a ret enção das águas pluviais nos lot es.
Macro- Drenagem
Captação Transporte Tratamento Distribuição Coleta e Transporte Tratamento e Disposição Micro-drenagem Macro-Drenagem
Erosão Perda de Solo N N N N N N
Contaminação Deposição de contaminantes F F F N F F
Disponibilidade Política de conservação N X N F N F
Qualidade Alteração F X F F D F
Cobertura vegetal Variação da Cobertura Vegetal N N N N N F
Cobertura com
espécies nativas Variação da Cobertura Vegetal Nativa N N N N N F
Ar Qualidade Emissões atmosféricas N N N N N F
Microclima Conforto ambiental N N N N N F
Consumo Política de redução N N F F F F
Matriz Incidência de fontes renováveis D D F F F F
Geração Política de minimização X X X N.A. D N.A.
Destinação Adequação dos processos X X X F D N
Ambiente construído índice de aproveitamentoTaxa de ocupação e Águas residuárias e
pluviais
Aproximação aos ciclos naturais Frágeis
Protegidos
Impactos Positivos conservação, preservaçãoAções de regeneração, D N N F F F
Ocorrência Potencial N N N N N N
N.A.
Vegetação
X
Dano ao objeto de interesse N F F F F
Fator Critério Variáveis de controle
DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL
Solo
Água
CAPACIDADE SUPORTE DOS RECURSOS NATURAIS Dispersão CLIMA BENEFÍCIOS AMBIENTAIS ECOSSISTEMAS DE ESPECIAL INTERESSE
Figura 4 .3 : Mat riz de análise do proj et o dos sist em as de saneam ent o do lot eam ent o N ova Aliança – Município de Ribeirão Pret o/ SP
F F RISCOS AMBIENTAIS ENERGIA RESÍDUOS Impactos negativos D X X 1 2 2 7 9 6 5 4 3 D2-1 D1-1 D1-5 D1-4 D1-3 D1-2 D1-10 D1-9 D1-8 D1-7 D1-6 D1-11 D1-12 D1-13 D2-3 D2-2 D2-4 D2-5 D2-6 D2-7 D2-8 D2-9 D2-10 D2-11 D2-12 D2-13 D3-13 D3-12 D3-11 D3-10 D3-9 D3-8 D3-7 D3-6 D3-5 D3-4 D3-3 D3-2 D3-1 D4-1 D4-2 D4-3 D4-4 D4-5 D4-6 D4-7 D4-8 D4-9 D4-10 D4-11 D4-12 D4-13 E1-12 E1-11 E1-10 E1-9 E1-8 E1-7 E1-6 E1-5 E1-1 E1-2 E1-3 E1-4 E2-1 E2-2 E2-3 E2-4 E2-5 E2-6 E2-7 E2-8 E2-9 E2-10 E2-11 E2-12 E2-13 F1-13 F1-12 F1-11 F1-10 F1-9 F1-8 F1-7 F1-6 F1-5 F1-4 F1-3 F1-2 F1-1 F2-1 F2-2 F2-3 F2-4 F2-5 F2-6 F2-7 F2-8 F2-9 F2-10 F2-11 F2-12 F2-13 8 8 10 11 12 13 14 16 15 D1-14 D1-15 D1-16 D2-14 D2-15 D2-16 D3-14 D3-15 D3-16 D4-14 D4-15 D4-16 E1-13 E1-14 E1-15 E1-16 E2-14 E2-15 E2-16 F1-14 F1-15 F1-16 F2-14 F2-15 F2-16 1 3 0
4.3.5 A
VALI AÇÃOF
I NAL DOP
ROJETOAo incorporar m edidas que dão prioridade ao m eio am biente, na elaboração dos proj etos que com põem o loteam ento residencial, a tendência geral de sustent abilidade do em preendim ento foi favorável, m esm o com a grande quantidade de tendências neutras presentes nas análises. Além disso, a exigência de apresentação de um estudo de im pacto am biental, perm it iu que m uitas inform ações alim ent assem o processo de análise, deixando m ais claros os pressupostos do em preendim ento.
As tendências neutras ocorreram basicam ente em função da presença dos proj etos não causar quaisquer variações nas condições locais do m eio am biente. Para aquelas situações em que se verificaram tendências desfavoráveis, m ais um a vez sua ocorrência se dá em função da ut ilização de um a m atriz energética im pactante e de não estarem previstas no proj eto m edidas para redução do consum o de energia elétrica, m esm o que sej a apenas para a captação de água. Porém , especificam ente no caso deste em preendim ento existem outros fatores de m aior peso. Um destes fatores se verifica no sist em a de abast ecim ento, com a exploração do poço subterrâneo. Em bora isoladam ente não pareça representar um problem a sério, num contexto geral a situação se inverte, principalm ente por que no caso da cidade de Ribeirão Preto, o abastecim ento é totalm ente dependente da exploração da água subterrânea oriunda do Aqüífero Botucatu Piram bóia. Essa exploração vem se intensificando nos últ im os anos, trazendo problem as sérios, com o por exem plo o rebaixam ento do nível da água e a dim inuição da área de recarga do Aqüífero, que vem afetar o fornecim ento de água em vários pontos da cidade. Para este caso seria interessante estudar a possibilidade de exploração de outra fonte de abastecim ento, com o por exem plo a superficial. Em bora isso não sej a função do proj eto, o estudo desta possibilidade aj udaria nos esforços para que a em presa responsável pelo abastecim ento de água na cidade investisse na exploração de outros recursos, aj udando a preservar o Aqüífero.
O outro ponto desfavorável verificado foi com relação ao sistem a de m icro- drenagem , pois em bora sej a um sistem a cuj a técnica é largam ente em pregada em em preendim entos sim ilares no Brasil, tem a desvantagem de não perm itir a retenção das águas pluviais no terreno, dando preferência ao escoam ento superficial. Neste caso, além de ocorrer um aum ento da velocidade de escoam ento da água, ocorre tam bém o transporte de partículas que com o tem po sedim entam e acum ulam no fundo das lagoas de contenção, sendo então necessárias m edidas para reverter este quadro. Seria interessante que no proj et o fossem incorporadas t écnicas que favoreçam a ret enção das águas pluviais e a infiltração no solo.
4 .4 P
ROJETO DEE
NGEN HARI A DOS
I STEMA DEA
BASTECI MENTO DEÁ
GUA– M
UN I CÍ PI O DET
AQUARI TUBA/ SP
4.4.1 I
DENTI FI CAÇÃO DOP
ROJETOO proj eto de Engenharia do Sistem a de Abastecim ento de Água da cidade de Taquarituba tem com o obj et ivo estudar o sistem a existente e suas m odificações ao longo do tem po para propor m odificações e novas configurações, para a sua reform ulação. Assim , foi proposta um a m odificação do sistem a de captação de água, considerando as dem andas de consum o atual e futura, a im plantação de um a nova adutora, a construção de um novo reservatório e m odificações na estação de tratam ento de água existente. A partir disto são colocadas diretrizes para a im plantação de novas redes de distribuição de água.
A captação deve ser m odificada em função de problem as de turbidez e ocupação desordenada que vêm contribuindo para o com prom etim ento do m anancial utilizado. Assim , um a nova área será ut ilizada para a captação superficial. Além disso a captação existente, que consiste de um a barragem
em concreto arm ado, apresenta um volum e de acum ulação reduzido tam bém problem as de assoream ento.
A Estação de Tratam ento de Água – ETA existente é do tipo convencional com sistem a de entrada, caixa de areia, floculador, decantador, filtros e casa de quím ica. Não existe m edidor de vazão na ETA e a vazão produzida é estim ada. O floculador tem apresentado problem as de curto- circuito e os filtros existentes não estão dando cont a do volum e de água consum ido atualm ente.
Em term os populacionais foi feito um novo estudo com um a proj eção de vinte anos, ao final deste período estim a- se um a população de 23.802 habitantes, com saturação do sistem a previsto para um a população de 40.502 habitantes. Tais m edidas visam alterar o índice de atendim ento de água potável de 83% para 95% e dim inuindo as perdas dos atuais 25% para 20% , esperando- se que sej am tom adas m edidas para que este valor dim inua ainda m ais.
A área a ser utilizada para a reconfiguração do proj et o está inserida em área j á urbanizada, sem apresentar problem as com relação a ecossistem as e erosão. A única área de preocupação é a captação, onde m edidas de controle das áreas de ocupação são recom endadas para a conservação da qualidade das águas do m anancial. Para o cum prim ento destas m odificações o proj eto foi configurado para ser im plantado em duas etapas no horizonte de vinte anos.
4.4.2 L
I STAGEM DEI
NFORMAÇÕES PARAC
ARACTERI ZAÇÃO DOE
MPREENDI MENTOOs dados obtidos para a análise dos proj etos podem ser conferidos na quadro 4.4.
QUADRO 4 .4 : CHECAGEM D AS I N FORMAÇÕES PARA A CARACTERI ZAÇÃO DO
EM PREEN DI M EN TO.
List agem Condiçã o
a) D ados sobre ca ract e ríst ica s
ant e riore s à im pla nt ação Com plet o I ncom plet o Dado não obt ido
Levant am ent o planialtim ét rico - - X
Caract erização geológica e pedológica - X -
Caract erização clim at ológica e hidrográfica - - X
Levant am ent o da rede hidrográfica, com a
caract erização da( s) bacia( s) - X -
Localização, quant ificação e t ipologia da
cobert ura veget al - - X
Caract erização ecológica com ident ificação de fat ores de int eresse ( físicos e biológicos) e de condições de degradação
- X -
Dados de qualidade das águas e do ar X - -
Localização e dim ensões do sist em a viário - - X
Cadast ram ent o de edificações exist ent es - X -
Dem arcações de rest rições legais à
utilização de part es do t erreno ou da área X - - Caract erização do( s) sist em a( s) de
saneam ent o exist ent e X - -
Levant am ent o da( s) font e( s) energét ica( s) disponíveis, com identificação da respect iva m at riz
- X -
b) Car act er íst ica s t écnica s do proj et o Com plet o I ncom plet o Dado não obt ido
Part es const it uint es do sist em a X - -
Capacidades e dim ensões X - -
Tipologia das inst alações X - -
I nt erfaces com o sist em a exist ent e X - -
Os dados obtidos são provenientes do m em orial descrit ivo e técnico do proj eto de reform ulação do sistem a de abastecim ento de água, cuj as inform ações basicam ente são de ordem técnica do sistem a em si. Existem algum as caracterizações das áreas do proj eto, m as enfocando as partes constit uintes do sistem a. Os dados considerados incom pletos foram obt idos
através de inform ações superficiais sem um m aior detalham ento ou esclarecim ento.
4.4.3 D
I RETRI ZES EC
ONCEPÇÃO DOP
ROJETOConform e m encionado anteriorm ente, o proj eto visa a reform ulação do sistem a de abastecim ento existente na cidade de Taquarituba, envolvendo os seguintes com ponentes: captação, adução, reservação e tratam ento.
A captação ocorrerá em outro córrego, diferente daquele utilizado atualm ente, abrangendo um a área contribuinte de 35,5 Km2, protegida, ocupada por culturas agrícolas e pastagens. A vazão m ínim a prevista é de cerca de 70 l/ s e a m áxim a é de 21 m3/ s. O sistem a atual será conservado para ser utilizado em situações de em ergência. Na captação haverá um a barragem para alteam ento do nível de água, caixa de areia, grade e estação elevatória com bom bas instaladas, na prim eira etapa serão recalcados cerca de 50 l/ s, enquanto na segunda serão 70 l/ s. Para a instalação e operação das bom bas será necessária a colocação de um a rede elétrica.
Da captação sairá um a adutora de ferro fundido que seguirá at é a ETA. Terá 2447 m etros de extensão, vencendo um desnível de 39,40 m etros, da captação seguirá um pequeno trecho aparente, entrando logo em seguida no terreno, onde ficará enterrada, passando por área urbana, não havendo ecossistem as ou paisagens que possa interferir.
A ETA é de sistem a convencional conform e m encionado anteriorm ente e receberá com o m elhorias na prim eira etapa a colocação de um canal de entrada de água bruta com um m edidor Parshall, rem anej am ento das tubulações de saída dos filtros, instalação de dois dosadores de sulfato de alum ínio, enquanto na segunda etapa serão instalados dois filtros de dupla cam ada ( areia e antracito) e substituídos os leitos filtrantes das unidades existentes. Na prim eira etapa a ETA operará com um a vazão nom inal de 50 l/ s,
enquant o na Segunda est a vazão será de 70 l/ s. Será realizada a pré e a pós cloração e logo em seguida a água tratada será encam inhada, por gravidade, até o sistem a de reservação. Não existe nenhum a recom endação sobre a destinação do lodo proveniente do sistem a de decantação e filtragem .
No sistem a de reservação existem atualm ente dois reservatórios, um enterrado com capacidade para 650 m2 e que está ligado a um outro reservatório elevado com 200 m3 que alim enta a rede de distribuição da cidade. Para a reform ulação do sistem a de abastecim ento de água será construído outro reservatório enterrado, logo na prim eira etapa, com capacidade para 1008 m3 , que operará interligado com o de 650 m3 e am bos alim ent arão a estação elevatória existente que recalca para o reservatório elevado.
4.4.4 A
NÁLI SES DOP
ROJETOA m atriz resultante, da análise realizada neste proj eto, é apresentada na figura 4.4 ao final desta seção, sendo que cada um dos itens dos subsistem as avaliados, são com entados a seguir.