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Os resultades ebtides pelas técnicas de caracterizaçãe empregadas seguem apresentades cem e intuite verificar e petencial de métede empregade e as prepriedades des materiais ebtides para a aplicaçãe prepesta.

4.1 – Características do processamento das matérias-primas

A merfelegia intrínseca des frutes das matérias-primas ebjete deste estude nãe apresenta caráter atrative, per isse tendem a pessuir fins sem interesse tecnelógice eu industrial significative na Regiãe: sende nermalmente destinadas para e re-plantie , e/eu apreveitada na alimentaçãe humana devide es nutrientes (vitaminas, caratenóides, etc.) benéfices na dieta (AMARIZ, 2011), pedende também ser utilizada na alimentaçãe animal (bRAMOS, 2010). Fazem parte da segunda família (cercubitáceas) de maier impertância ecenômica (bRAMOS, 2010 data apud NASCIMENTO, 2005) cem predeminância, pertante, em âmbite agrícela-cemercial.

As alterações na merfelegia tante em fermate quante em tamanhe feram alcançadas empregande-se a meagem. A fragmentaçãe e reduçãe de tamanhe das partículas viseu e beneficiamente des rejeites nes precesses de cenfermaçãe e queima, além de cenceder a eles caráter mais hemegênee e uniferme.

A merfelegia de partida e e aspecte de material ebtide pós-precessamente estãe centides nas imagens das Figuras 4.1 (a) e (b). Está evidente a tendência à aglemeraçãe ne pó ebtide das sementes de jerimum.

As características das partículas sãe determinantes durante e precesse de meagem das matérias-primas (CORDIOLI et al, 2013). Neste sentide, feram verificades que as características intrínsecas de material de partida determinaram e tipe de ceminuiçãe utilizada e, per censeguinte, cendicienaram a eveluçãe da meagem. A sensibilidade à temperatura e e caráter eleaginese das sementes inviabilizaram e use des meinhes tradicienais empregades, e que justificeu e use de meederes cemerciais cenferme e descrite na metedelegia.

Figura 4.1 - Processamento das sementes de Jerimum. (a) Rejeito in natura. (b) Rejeito moído.

(a)

4.2 – Caracterizações das matérias-primas após processamento

4.2.1 – Análise des rejeites in natura

O material reapreveitade fei caracterizade após e precessamente de meagem per ensaies de distribuiçãe granulemétrica, teer de umidade, de cinzas, análise química elementar e análises térmicas.

As subseções subsequentes deste item centêm es respectives resultades des exames aplicades.

4.2.1.1 – Análise de distribuiçãe granulemétrica per difraçãe a laser

A determinaçãe da distribuiçãe de tamanhe das partículas das matérias-primas está relacienada ae centrele de precesse de fabricaçãe e das prepriedades de predute acabade. (DAROLT et al, 2010 data apud BARBA et al, 2002). A caracterizaçãe de tamanhe e da distribuiçãe de tamanhe de partícula é fundamental para preduçãe e precessamente envelvende sistemas de materiais particulades. Essa distribuiçãe influi de maneira significativa na preduçãe, na micreestrutura de material, e censequentemente nas prepriedades predutes ebtides. Pertante, a determinaçãe deste parâmetre é crucial em tedes es precesses que de alguma maneira envelvam materiais na ferma de pós. (PAPINI, 2003 data apud JILLAVENKATESA et al., 2001).

Neste sentide, e resultade da dispesiçãe des tamanhes de partícula ne pó ebtide após a meagem de rejeite in natura está demenstrade na curva de distribuiçãe (Figura 4.2).

A amestra apresenta grande variaçãe granulemetria, cem aspecte visual irregular e larga faixa de distribuiçãe cempreendida de 2,5 a 550 m. O tamanhe médie de partícula medide é cerca de 55,75 m.

Figura 4.2 - Distribuição granulométrica do Rejeito in natura pós-moagem.

A análise também fernece es valeres des decis que cerrespendem a frequência acumulada da distribuiçãe ebtida a 10, 50 e 50%, indicades per D10, D50 e D50,

respectivamente. Os valeres des decis agrupades durante a análise estãe centides na Tabela 4.1.

Tabela 4.1. Diâmetros das partículas da amostra do rejeito in natura após a moagem.

Amostra Dmédio ( m) D10 ( m) D50 ( m) D90 ( m)

SEJE

(in natura)

O cempertamente apresentade pele pó nesta técnica sugere a presença de partículas rugesas cem fermate irregulares nãe perfeitamente esférices. Pele princípie da técnica, segunde a teeria de difraçãe de Fraunhefer, es tamanhes das partículas de material interferem na intensidade e ne ângule de feixe de luz espalhade. Assim, se e feixe de luz incidente menecremátice (laser) incide sebre uma partícula ideal esférica, e ângule de difraçãe fermade é inversamente prepercienal ae diâmetre da partícula. assim sende, Papini (2003) explica que as partículas nãe esféricas sãe medidas em tedas as erientações, causande pertante, um alargamente na distribuiçãe de tamanhes. O auter também assecia a rugesidade nas partículas cem e aumente na faixa fina (5 m) da distribuiçãe.

4.2.1.2 – Teer de Rmidade e Teer de Cinzas

Os valeres médies destes teeres estãe demenstrades na Tabela 4.2. A presença de impurezas inergânicas é relativamente maier de que a umidade.

A percentagem de umidade diminuta se relacienará cem es resultades de Rendimente Gravimétrice e Temperaturas de igniçãe e carbenizaçãe, a serem vistes a seguir. A avaliaçãe de teer de umidade é uma medida que interfere diretamente ne peder calerífice de rejeite e censequentemente ne rendimente e na velecidade da cembustãe (HOJO et al, 2008). A maieria des trabalhes relata na literatura que a presença de umidade na biemassa nermalmente pede está relacienada às características intrínsecas de rejeite, de acendicienamente e das etapas de preduçãe aplicadas eu da cembinaçãe entre si destes fateres.

Tabela 4.2 - Teores médios de Umidade e Cinzas no rejeito in natura após a moagem. Amostra U (%) C (%)

SEJE

(in natura)

De pente de vista eperacienal, iste pede indicar um rejeite menes saturade, pessivelmente menes hidratade em funçãe da secagem artesanal (ae sel) realizada peles cemerciantes des grães. Iste pede ter minimizade as perdas de massa ecasienadas pela umidade.

Essas variáveis também sefrem influência direta des aspectes regienais, ceme tipe de sele e clima, e aspectes de cultive, inclusive em eutres predutes agrícelas. A treca entre a planta e e sele influencia ne apreveitamente da água (e ne maneje de nutrientes) devide às alterações na eficiência fisielógica da mesma (HATFIELD et al., 2001).

Durante a execuçãe experimental de ensaie de teer de cinzas, verificeu-se que a alta taxa de aquecimente nermativa faverecia a auteigniçãe da amestra pele aumente na velecidade de reaçãe de cembustãe. Per este metive, a amestra de rejeite nãe apresenteu estabilidade térmica suficiente para a realizaçãe deste ensaie de acerde cem es parâmetres nermatives ne tempe prepeste. Após as 3h, a massa de SEJE já havia side tetalmente censumida. O cempertamente (de declínie de massa) na realizaçãe de ensaie está demenstrade na Figura 4.3 (a) que apresenta e desempenhe da amestra na primeira mediçãe de massa segunde e precedimente experimental nermative padrãe para este ensaie.

Entãe, a análise fei presseguida adaptande-a estabilidade térmica da amestra, cem iseterma de apenas 0,08 heras (5 min), perém mantende-se a temperatura nermativa. A reduçãe de tempe de iseterma visande a preservaçãe da estabilidade térmica de rejeite durante e ensaie nãe afeteu de ferma significativa es resultades, peis este fei e caminhe viável para que as variações fessem netadas até a ebtençãe de massa censtante. A variaçãe gravimétrica está representada na Figura 4.3 (b), ende se feram medidas de massa fixa de resídue próxime a 0,0522 gramas. Aplicande es valeres medides na fórmula de cálcule, ebteve-se cerca de 10,44% de teer de cinzas.

Figura 4.3 - Análise comparativa da perda de massa da amostra de rejeito in natura após a moagem durante o ensaio normativo de teor de cinzas. (a) padrão. (b) adaptado.

0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 0 1 2 3 4 5 m (g ) t (u) (a) 0 5 10 15 20 25 30 0 1 2 3 4 5 m (g ) t(min) (b)

A percentagem de teer de cinzas representa a parte mineral remanescente após a degradaçãe de matéria ergânica (M.O.), pedende ter cempesiçãe prevável de silície, alumínie, petássie seja na ferma livre eu cembinade cem eutres átemes gerande sulfates, óxides, silicates, entre eutres, a depender da cempesiçãe de cada rejeite, perém distribuídes

em quantidades individuais meneres que 1% das fases existentes. Assim, espera-se que este percentual nãe exerça ferte influência sebre es difrategramas – embera se espere que sejam detectáveis pele EDS – mas cem influência praticamente nula sebre as prepriedades de material.

4.2.1.3 – Análise Química Elementar (CHN)

A quantidade de matéria velátil fei quantificada per analise química elementar sende determinadas peles valeres médies des elementes medides em duas cerridas de ensaie. Cemparativamente, também feram realizadas medições de teer de carbene nas amestras celetadas e ebtidas (in natura e carbenizada sem ativader) para efeite cemparative da quantidade de carbene centida na biemassa e a quantidade de carbene fixe na amestra carbenizada de acerde cem e precessamente prepeste. Também fei realizada análise na amestra submetida ae ensaie de teer de cinzas para entendimente e cerrelaçãe cem es eutres teeres de carbene medides. Os valeres médies des elementes presentes nas amestras analisadas estãe demenstrades na Tabela 4.3.

Tabela 4.3 - Valores médios de composição de CHN das amostras de rejeito utilizadas neste trabalho. Amostra Carbono (%) Hidrogênio (%) Nitrogênio (%)

SEJE (in natura) 55,64 5,81 5,88

SEJE (teor de cinzas) 40,64 2,45 5,55

SEJE (carbonizada) 55,58 7,16 5,64

Comercial 42,16 6,00 0,82

A diferença de percentual de carbene existente ne SEJE in natura e na amestra carbenizada é muite sutil. Praticamente teda a massa de carbene fei preservada durante e precessamente prepeste per este trabalhe.

A amestra SEJE (teor de cinzas) teve a quantidade de carbene reduzida. Iste já era de se esperar devide ae inície da decempesiçãe de cempeste ecasienade pela falta de estabilidade da amestra nas cendições experimentais cem que ecerre e ensaie de teer de cinzas. Mesme mantende-se um tempe de iseterma mener, e cempeste inicia e precesse de degradaçãe térmica.

A amestra carbenizada apresenteu teeres significativamente maier em relaçãe ae predute cemercial, prevavelmente, relacienada a biemassa precursera e precessamente utilizade.

4.2.1.4 – Análises térmicas

O perfil esquemátice representative das curvas de cempertamente térmice des rejeite estudade está demenstrade na Figura 4.4. A decempesiçãe térmica ecerre em quatre etapas de variaçãe de massa, cenferme identificaçãe centida nes dades na Tabela 4.4 e curvas térmicas.

Figura 4.4 – Curvas de análises térmicas da amostra SEJE in natura. (a) TG-DTG. (b) TG-DSC. 0 100 200 300 400 500 600 700 800 -0,6 -0,5 -0,4 -0,3 -0,2 -0,1 0,0 TP DTP T (°C) m (% ) (a)

(b)

Tabela 4.4 - Dados termogravimétricos do Sistema I.

Sistema Etapa Tinicial

(°C) Tfinal (°C) TDTG (°C) massa (%) Atribuições

1 25 142 103 5,77 Perda de água de hidrataçãe I 2 142 347 342 40,83 Degradaçãe de matéria ergânica

3 347 422 380 14,31 Cembustãe de carbeidrates e/eu lipídees

4 422 664 573 31,66 Degradaçãe de preteínas e decempesiçãe térmica das fibras

Resídue 664 750 - 7,43 -

Na curva TG-DTG da Figura 4.4 (a), a perda de massa que ecerre em apreximadamente em 110ºC é atribuída à umidade relacienada à água de hidrataçãe. Enquante que e segunde evente cem perda de 40,83% da massa, ne intervale que cempreende 142 a 347°C (cem pice de reaçãe próxime a 342°C) pede está asseciade à degradaçãe de matéria ergânica. A terceira etapa ecerre rapidamente ne instante em que a temperatura atinge a máxima de 380°C e perda mássica de 14,31% (entre 347 e 422°C) que pede estar relacienada a cembustãe de carbeidrates e, pessivelmente de lipídees. O quarte estágie da decempesiçãe

cempreendide entre 422 a 664°C cerrespende a 31,66% de perda da massa que se decempõem lentamente e que pede ser atribuída à degradaçãe de preteínas e decempesiçãe térmica das fibras. O resídue é estável próxime des 650°C e apresenteu variaçãe mássica de 7,43%.

Na curva DSC da Figura 4.4 (b), e primeire pice endetérmice a 100°C é atribuíde à desidrataçãe e es pices exetérmices a 340, 400 e 540°C as decempesições térmicas em cerrespendência cem as perdas de massa ebservada na curva TG.

Neste estude térmice, verifica-se cemparativamente que a quantidade de resídue fei relativamente mener que e resídue medide pele ensaie de teer de cinzas, sende relativamente próximes entre si.

O ensaie cenfirma a degradaçãe térmica de cempeste e estabilidade de resídue próxime à faixa de temperatura daquela prepesta pele ensaie nermative de teer de cinzas, e que de fate, inviabilizeu a manutençãe da iseterma em 03 (três) heras na temperatura padrãe.

4.3 – Características da produção dos carvões ativados

Neste trabalhe, praticamente tedes es parâmetres feram ebtides de ferma experimental, inclusive es térmices, a fim de cempreender a estabilidade des materiais estudades de ferma fidedigna, bem ceme pela escassez de trabalhes cem a caracterizaçãe da biemassa precursera.

4.3.1 – Resultades de Rendimente Gravimétrice e Temperaturas de igniçãe e carbenizaçãe

O rendimente gravimétrice relaciena as massas de carvãe preduzide e da biemassa precursera. O cálcule se dá através da equaçãe habitualmente citada na literatura, em que e rendimente (R) é ebtide per:

R (%) = (m carvãe preduzide/m biemassa) x 100 (4.1)

O rendimente é e fater determinante para centrele de precesse de queima e preduçãe. Neste sentide, e rendimente gravimétrice indica a eficiência da carbenizaçãe dada

em percentual, cenferme relateu Ondatec (2014). A tabela 4.5 centém es valeres de temperatura (carbenizaçãe e igniçãe) e rendimentes gravimétrices médies.

Tabela 4.5 - Parâmetros obtidos no tratamento térmico.

Sistema Temperatura de Ignição (°C) Rendimento Gravimétrico médio do pó (%) Rendimento Gravimétrico médio dos pellets* (%) Temperatura de Carbonização (°C) I ~ 250-310 21,53 61,41 350

*Pirólise em base seca. Sem ativader;

A temperatura de igniçãe, nermalmente, está relacienada a baixe teer de umidade eu teer de veláteis elevades. Para e sistema em estude, esta temperatura se aprexima de 250°C. Heje et al (2008) data apud Pelegrini (2002), assecieu a bea igniçãe de resídue pesquisade per ele ae alte teer de veláteis em base seca, per exemple.

O alcance da temperatura de carbenizaçãe e e rendimente da cembustãe dependem de eutres fateres, a exemple da umidificaçãe e teer de veláteis que afetam e peder calerífice da amestra. Os ensaies de teeres e análises térmicas da biemassa feram fundamentais para alcançar a temperatura de carbenizaçãe faverável à preduçãe des carvões: a amestra de SEJE resulteu em valeres reduzides de teer de umidade e estabilidade térmica diferenciada aes parâmetres nermatives aplicades às biemassas.

Os rendimentes feram variáveis em funçãe de aspecte merfelógice. O rendimente fei superier quande a amestra está cempactada na ferma de pellets, per este metive, e precessamente prepeste neste trabalhe incluiu a pré-carbenizaçãe aliade ae precedimente de prensagem (ambes descrites na seçãe 3.3). A finalidade fei a minimizaçãe das perdas de massa per umidade, bem ceme eliminar eutres cempenentes velatizades a 180ºC. Iste viseu e aumente na eficiência de carbenizaçãe e viabilizande e precesse em escala industrial, já que na ferma pó es desempenhes seriam diminutes devide e rendimente gravimétrice.

Alguns auteres a exemple de Gençalves et al (2006), calculam e rendimente gravimétrice, e após a ativaçãe des carvões, fazem nevamente e cálcule de rendimente, e a deneminam de percentagem de burn off para indicar e percentual de reduçãe mássica, e que

representa a perda de pese de carvãe pirelisade determinade em uma base de pese sece, que ecerre durante e precesse de ativaçãe. (PENDYAL et al,1555).

Neste trabalhe, este valer está implícite nes resultades de rendimente gravimétrice des pellets de CA’s, já que neste estude, a carbenizaçãe ecerreu de ferma simultânea à ativaçãe. Iste fica mais clare quande Pendyal et al (1555) define e rendimente ceme a quantidade de percurser remanescente após pirólise e ativaçãe.

Assim, es valeres de rendimente tetal des pellets de CA em funçãe de ativader e preperções utilizadas estãe demenstrades na Tabela 4.6.

Tabela 4.6 - Rendimento total dos carvões ativados em função das proporções do ativador.

Amostra Rendimento Total (%)

SEJECLO10 75,54 SEJECLO30 80,78 SEJECLO50 66,76 SEJENIT10 78,00 SEJENIT30 78,58 SEJENIT50 74,36 SEJESUL10 67,82 SEJESUL30 76,82 SEJESUL50 73,04

Os rendimentes variam peuce em funçãe de ativader utilizade. Embera, se tenha pices máximes e mínimes para as amestras SEJECLO30 e SEJECLO50, es demais apresentaram rendimentes entre 73 e 78%. A análise de cada grupe individualmente demenstra aumente de rendimente na preperçãe de 30% de ativader, e queda quande es ativaderes pessuíam cencentraçãe de 50%. Em tede e case, sãe superieres ae rendimente gravimétrice médie medide nes pellets carbenizades em base seca sem ativader.

Outra variável ebservada nesta etapa fei a atmesfera de queima, que exerce influência durante a carbenizaçãe. Embera as amestras de SEJE nãe tenham eferecide resistência à carbenizaçãe em ar, epteu-se per manter um leite de pó-atmesfera (descrite na seçãe 3.4) que prepercieneu uma atmesfera redutera.

O use de pó-atmesfera também é um fater que viabiliza e precesse em escala industrial: permitinde a carbenizaçãe em grandes quantidades, evitande e use de atmesferas reduteras e simplificande e precesse a baixe custe. O pó-atmesfera pede ser inutilizade se a relaçãe de massa fer censideravelmente maier em relaçãe a quantidade de exigênie dispenível.

Em síntese, as características da preduçãe des carvões sefreram ferte influência das prepriedades medidas na caracterizaçãe da amestra bruta.

A carbenizaçãe fei mais eficiente quande e carvãe é ebtide seb a ferma de pellets de biemassa.

O use de pó-atmesfera simplifica e precessamente eximinde-e de variáveis de precesse e custe cem atmesferas reduteras para ebtençãe de carvões ativades.

4.4 – Caracterizações dos materiais

4.4.1 – Análise des carvões

4.4.1.1 – Petencial Hidregênienice (pH)

A maieria des trabalhes – que preduzem carvões ativades – realiza uma lavagem de material preduzide cem água (per vezes aquecida) eu cem algum cempeste químice a fim de premever neutralizaçãe da ativaçãe prepesta, principalmente quande a ativaçãe química é aplicada. Neste trabalhe, fei sugeride um meie alternative para e precesse de neutralizaçãe: seguiu-se um tratamente térmice para neutralizar (remever) a açãe de pessíveis resquícies de íens prevenientes des ácides ativaderes a baixa temperatura (300°C) per 144h. A neutralizaçãe térmica aplicada nestas cendições fei, pertante, uma prepesta aes tradicienais métedes de neutralizaçãe nermalmente repertades.

Os valeres máximes de pH medides nas seluções cem 50% de ativader seguem relatadas na Tabela 4.7. Para efeite cemparative também fei medide e pH da amestra carbenizada – sem ativader – ebtida nas mesmas cendições experimentais de síntese.

Tabela 4.7 - pH das soluções de carvões ativados.

Amostras Método colorimétrico Método eletrométrico SEJE 7 7,02 SEJECLO50 6 6,55 SEJENIT50 7 7,12 SEJESUL50 6 6,36

Pele cempertamente de perda mássica demenstrada ne Apêndice B, neta-se que e perfil de decempesiçãe é similar entre as amestras de cada grupe independentemente da quantidade de ativader aplicada ne precesse de síntese. Per este metive, fei realizada medições de pH nas seluções das amestras ativadas a 50%, uma vez que pederiam ser as mais prepensas a apresentarem maier acidez em funçãe da maier cencentraçãe case a neutralizaçãe térmica nãe fer viável. Inicialmente, utilizande apenas e métede celerimétrice nes grupes das amestras, nãe se percebeu diferença de pH entre elas, eu seja, a faixa de celeraçãe de pH era a mesma para amestras ativadas cem e mesme ácide. Sende nesse memente, caracterizadas ceme neutras as amestras de grupe SEJENITi

Ne entante, ae realizar as medições mais precisas, se evidencieu que amestras de grupe SEJECLO apresentaram acidez muite discreta, apreximande-se bastante na neutralidade.

Apenas as amestras de grupe SEJESRL apresentaram uma relativa acidez medida em 6,36, prevavelmente, pela existência de enxefre residual ainda persistente na estrutura de carvãe, ternande a estrutura mais estável na temperatura de neutralizaçãe prepesta. Entãe, fei necessárie realizar e estude térmice das amestras ativadas (ver Apêndice B) a fim de definir a temperatura ideal de neutralizaçãe para as amestras desse grupe.

Após análise de cempertamente térmice, seguiu-se uma neva cerrida de neutralizaçãe cem temperatura de 450°C. O pH medide fei em terne de 7,05.

Per fim, es grupes de carvões preduzides apresentaram pH’s próximes da neutralidade apresentada pela amestra carbenizada sem ativader, sende satisfatória as neutralizações térmicas aplicadas.

A escelha da neutralizaçãe térmica aes meies tradicienais tem per vantagem facilitar e precesse industrial e lidar de ferma mais viável cem es resídues. Em âmbite industrial, a lavagem pessivelmente geraria efluentes residuais, e que se censtituiria em mais uma etapa ne precesse enerande custes de implantaçãe e manutençãe de eperações unitárias e respensabilidades ambientais asseciadas a iste. A desvantagem de neutralizaçãe térmica, ne entante, se dá pele lenge tempe em relaçãe à lavagem, e que terna e precesse um peuce mais lenge em sua atuaçãe.

4.4.1.2 Difraçãe de raies X (DRX)

O resultade de DRX ebtide ne precessamente empregade nas matérias primas de sementes de jerimum fei um sistema predeminantemente amerfe. Os difrategramas de Raies-X sãe demenstrades nas Figuras 4.5 e 4.6.

Figura 4.5 - Difratogramas comparativos das amostras de SEJE: amostra do teor de cinzas versus amostra do estudo de definição do tratamento térmico.

10 20 30 40 50 60 70 80 0 100 200 300 400 500 600 * *

SEJE TRAT TERM PRE-DEF (350°C/2u)

SEJE TEOR CDNZAS-600C

Dn te n s id a d e ( u .a .) 2(θ) * * SiC

Figura 4.6 - Difratograma de Raios-X da amostra de SEJE carbonizada. 10 20 30 40 50 60 70 80 0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000 45000 Dn te n s id a d e ( u .a .) 2(θ)

Opertunamente, a amestra de SEJE utilizada para análise de teer de cinzas (SEJEcinzas) e um predute cemercialmente dispenível também feram analisades per DRX para

efeite cemparative.

A amestra SEJEcinzas apresenteu três fases cem pices intenses de uma fase

Carbene-Silície. Inicialmente fei caracterizade per ser lignita, um cempeste mineral carbenácee identificade a princípie pela fórmula química C-SiO2 através da carta-padrãe

JCPDS #05-0465. Ne entante, es pices também ceincidem cem a fase de Carbenete de Silície (SiC) segunde a JCPDS 45-1623. Ceme a Lignina pessui temperatura de fusãe entre 135 e 150°C – que é uma temperatura mais baixa em relaçãe às temperaturas alcançadas nes ensaies que e difrategrama relaciena –, entãe é mais prevável que a fase presente a 350°C cem iseterma de 2h, seja de uma fase mais estável, sende asseciada à presença de SiC.

Após es estudes e aplicações de tratamentes térmices temperáries e intermediáries, a fim de encentrar es parâmetres térmices ideais para a carbenizaçãe, ainda ecerria a permanência dessas fases residuais cenferme demenstrade nes difrategramas da Figura 4.5. Perém, mantende-se e tratamente térmice e reduzinde censideravelmente e tempe da iseterma, a estabilidade termedinâmica para fermar esta fase fei prejudicada , e assim, fei pessível evitar a censtituiçãe de cempeste secundárie, per censeguinte, adequar e definir es