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5. RESULTAT

5.2 Contingency

5.2.1 Strategi



p

Rocedimentos

T

o da s a s técnic a s ceno gráf ic a s, desde antes de S érlio até a constr uç ão de edif ícios esp ecíf icos para a represent aç ão, formaram um conjunto, um sistema de prátic a teatral: a C aixa Cênic a . Muit a s vezes, ao falar de Ceno graf ia , nos referimos ap ena s da b o c a de cena para dentro, ma s sua s convençõ es determinaram t amb ém a relaç ão do ar tist a com o esp ec t ador. O primeiro teatro público de al venaria que se tem registro é de 1 na cidade de Veneza . E xemplo seguido rapidamente p or v ária s cidades da It ália , Franç a e to da e Europa . Nest a ép o c a impressionar o esp ec t ador era fundament al para o sucesso de uma obra . E ste tip o de encenaç ão v isual e ilusionist a , que p edia uma cer t a dist ância da aç ão, para melhor apreensão da s imagens, e xigia um formato de grandes dimensõ es. Com o pa ssar do temp o foram sendo criados teatros de v ários t amanhos, ma s o sistema se manteve o mesmo fosse monument al como os grandes teatros de Óp era , ou singelos como p equenos teatros de municipalidades. O imp or t ante é que o sistema sempre funcionou (e funciona) muito b em.

O espaço cênico do edif ício teatral à It aliana , na sua forma complet a é comp ost a de palco, p orão, urdimento e coxia s. À frente disto, di v idindo o palco e a platéia , há uma parede com um recor te central. E ste v ão limit a a v isão



da cena deixando transparecer ap ena s a área de encenaç ão. É a chamada b o c a de cena . O palco é volume formado entre urdimento e fosso. S eu piso que tem largura igual a da b o c a de cena , com mais uma medida de palco para c ada lado (coxia s) e outra para o fundo. Sua altura é igual a da b o c a de cena mais um v ão sup erior de, no mínimo, igual medida até encontrar o urdimento. Neste v ão entre o a sof it a do urdimento e o palco, funcionam v ara s mov iment ada s p or corda s e contrap esos que tem funç ão de sustent ar p eç a s de cenário, luz e atores. E ste sistema to do, normalmente est á mais alto do que o ní vel do público de 80 a 10cm. E ste espaço cênico receb e ainda o que é chamado de ' vestiment a'. S ão tecido, normalmente de cor pret a , colo c ados horizont almente e ver tic almente que criam o limite entre a aç ão e a maquinaria . E ste volume forma uma c aixa pret a ou o que é denominado de C aixa Cênic a à It aliana .

Para o funcionamento deste sistema desenvol veu- se ao longo do temp o uma série de pro cedimentos de constr uç ão de cenários. O fundamento mais imp or t ante do sistema é a leveza e a praticidade na mont agem e no transp or te. A leveza consiste em projet ar a realizaç ão dos cenários em p eç a s com p eso e forma , que uma ou no má ximo dua s p essoa s p ossam c arregar. Para isso é preciso sempre seguir a relaç ão resistência x leveza . A p eç a tem que ser o mais leve e resistente p ossí vel em funç ão da necessidade. Por e xemplo: a p eç a de uma parede de fundo com a qual o intérprete não tem relaç ão f ísic a diret a p ermite uma estr utura



muito leve. Já os chamados pratic áveis, que são a s p eç a s com a s quais o intérprete tem cont ato f ísico e uso direto, como esc ada s, pisos elev ados, p or t a s, mobiliário, par tes de arquitetura em geral, e que sup or t am o p eso do ator, merecem uma atenç ão esp ecial no que diz resp eito à s sua s estr utura s. Para que a mont agem de cenários p ossa ser rápida e segura é preciso que a s p eç a s sejam projet ada s de maneira ló gic a e compreensí vel para qualquer prof issional. Isso p ermite menos esforço e menos temp o de mont agem. Nunc a se v iu t ão clara a funç ão da cenotécnic a como no sistema da c aixa cênic a à it aliana: a ar te de fa zer p ossí vel.

Um palco à it aliana clá ssico se parece muito com um barco, e não p or ac a so. Foi da navegaç ão que v ieram muitos dos seus pro cedimentos. Par te da nomenclatura que até hoje é utilizada dentro e fora deste formato t amb ém é náutic a . Devemos a eles to do o sistema de corda s, nós, moitõ es, t amb ores, roldana s e malaguet a s usada s para a maquinaria de cenários. Um dos p ontos de encontro da maquinaria cênic a com os pro cedimentos nav ais é a inserç ão da f igura humana , ou seja , to da a ati v idade est á ba seada na prop orç ão e na forç a do ser humano. S em a presenç a de máquina s de forç a elétric a ou mov ida s a combustí vel, e sem a p ossibilidade da traç ão animal, os sistema s mec ânicos dos teatros do século X V II e X V III eram feitos para que um ou dois homens movessem grande p eso e volume. É not ável como o palco se parece com um convés onde seus ma stros v iraram v ara s horizont ais e sua s vela s telõ es pint ados. A tripulaç ão



deste barco é formada p elos técnicos e seu c apit ão é o maquinist a chefe. Um lugar onde não é p ossí vel sobrev i ver de outro mo do que não em equip e. Para criar o desenho de c ada v iagem realizada nest a nau e xiste um prof issional que é chamado de cenó grafo -realizador. Por t ador de conhecimento ar tístico e técnico ele decupa o desenho ceno gráf ico e o transp õ e para a prátic a , av aliando qual a melhor maneira e a melhor técnic a para resol ver c ada quest ão ar tístic a . O corp o técnico - ceno gráf ico de um teatro é di v idido em dua s área s: a constr uti v a e a op eracional. A primeira área é comp ost a de uma equip e de cenotécnicos resp onsáveis p ela constr uç ão dos cenários. Dentro dest a há marceneiros, escultores, pintores, aderecist a s e costureira s. A equip e de palco resp onde p ela segunda área , resp onsável p ela op eraç ão da Ceno graf ia: são maquinist a s comandados p elo chefe de palco. A s técnic a s apresent ada s a seguir, aliada s a est a s equip es, fecham o funcionamento deste sistema cênico.

8

palco

O palco p o de ser considerado nest a descriç ão técnic a como o ní vel ‘0’ de to da aç ão ceno gráf ic a . Ele é o piso, o plano dos p és do ator. A par tir dele to do mov imento, nos eixos da largura , da altura e da profundidade é p ossí vel.

9

q

uaRteL adas

:

O palco em

si é feito de peças móveis de tábuas de madeira, não muito dura, no tamanho de m x 1m, tendo como base estruturas retangulares: são as quar teladas que, se retiradas da sua posição original no

nível do palco, permitem

0

p

a i n é i s

c

e n o G R á f i c o s

:

1- pa i n e L d e t e L a: É feito em tecido grosso com uma bainha em cima e outra em baixo, onde são colo c ados sarrafos ou c anos. Ele é preso p or corda s na s v ara s de cenários, e no chão é preso com pregos. Na horizont al são colo c ada s alguma s trav a s e x tra s para mantê -lo estic ado.

2- co R t i n a d o: É um tecido solto com cordinha s ou f itilhos para ser amarrado diret amente na v ara de cenário.

3/4 - pa i n e L a R m a d o: É estr uturado em sarrafo revestido. Normalmente é f ixado com tirantes ou

esquadros. Quando estes

painéis são muito grandes e não e xigem mov iment aç ão durante a funç ão eles são f ixados p or uma corda que corre ao longo da sua estr utura desde a ba se até o urdimento.

1

e

stRutuR a de

t

R ainéis e

t

apadeiR as

:

O trainel ou

ba stidor é uma estr utura feit a em sarrafo revestida de tecido, pap el ou plá stico. A t apadeira é a mesma estr utura revestida

em madeira . Normalmente

ele é ret angular ou quadrado, ma s p o de a ssumir outra s forma s. Para que este quadro f ique b em f irme, ele receb e dois mont antes na diagonal (f ig. A-/) e p elo menos três trav a s horizont ais (travessa s) distribuída s p ela sua altura . Ele t ambém pode ser reforç ado com v ária s trav a s menores a cada ângulo (f ig.E ). Nas f iguras B ,C ,D temos outra s maneira s de reforç ar os c antos. Para facilit ar o manuseio dest a s p eç a s a primeira trav a é colo c ada à altura de 80cm. Ela tem t amb ém um p é de  ou  centímetros de altura que ajuda o manuseio e ev it a o desga ste do tecido de revestimento provo c ado p elo atrito com o piso.



u

nião

:

E xistem alguma s maneira s de unir esses painéis para formar o fundo de uma ceno graf ia: com dobradiç a s, obser v ando sempre que o pino que une os dois lados

dev a ser móvel: e xemplo

(1); com um tip o de mor sa , que no teatro é chamado de sargento: e xemplo (); e com o sistema de corda que ev it a esc ada s e deslo c amentos de altura: e xemplo (). Neste sistema uma corda é amarrada no top o (c ab eç a) do painel e ap ena s com o mov imento de v ai e vem da s mãos do maquinist a s ela se prende em ganchos (de madeira ou met al () colo c ados ao longo da s b orda s do painel, ao ser amarrada na trave de baixo une e ajust a a emenda dos painéis



s

istema de

f

ix ação de

t

R aineL

:

A f ixaç ão p ela ba se de ba stidores, trainéis e p eç a s plana s de cenário é feit a através de esquadros e tirantes. T irantes p o dem ser feitos ap ena s com uma ha ste de ferro ou de madeira , f ixa ou alongável. Nest a s p eç a s uma da s p ont a s tem um furo (ou gancho) para ser f ixado na trav a do cenário. Na outra p ont a há um prego, ou gramp o roseira , f ixos no piso do palco.

E squadro é um triângulo

ret ângulo, estr uturado em

sarrafo, no qual um c ateto é signif ic ati v amente maior que o outro. O lado maior é f ixado na p eç a ceno gráf ic a , e o lado menor f ic a em cont ato com o chão. E ste p o de ser f ixado com um prego ou com p eso.



c

amBotas

:

É uma p eç a

cur v a recor t ada em madeira plana que ser ve de estr utura para a constr uç ão de p eç a s ceno gráf ic a s cilíndric a s ou esféric a s como coluna s e c antos cur vos. Ao unir dua s, ou mais c amb ot a s com ripa s, cria-se a volumetria desejada . Dep ois ela p o de ser revestida de tela , tecido ou pap el conforme o c a so.



p

R aticáveL

:

Praticável é,

a rigor, todo material de cenograf ia que possa ser usado pelo ator. É mais comumente usado ao nos referirmos a pequenos tablados: estruturas por sobre as quais o ator possa andar.



s

istema de

p

oLéia

:

Consiste em estr utura s

ret angulares, com trav a s

diagonais feit a s de sarrafo.

Colo c ada s na ver tic al e

trav ada s p or um piso mo dular

de madeira colo c ado na

horizont al, cria um volume resistente apropriado para c aminhar em cima . Muito utilizado para pisos elev ados.

Desmont ado é leve de

transp or t ar e fácil de esto c ar. Com a s mesma s p oléia s e com o piso mo dular p o de - se criar palcos de largura s e profundidades diferentes. Com os mesmos mó dulos de piso, mudando ap ena s o jo go de p oléia s p o de se obter volumes de v ária s altura s.



e

ncaixe

:

O sistema de

enc aixe não é muito usado na confecç ão de painéis

revestidos, ma s quando

a p eç a ceno gráf ic a est a à v ist a ou dela se e xige maior esforço e estr utura reforç ada é preciso usá-lo. A seguir uma t ab ela de tip os de enc aixe em madeira .

8

a p

eRspectiva e os

t

eLões

p

intados

:

A técnic a da p er sp ec ti v a é usada p ela Ceno graf ia de dua s maneira s. Através de uma seqüência s de trainéis paralelos à b o c a de cena , o que cria uma ilusão tridimensional. Neste c a so o desenho é feit a a par tir de um p onto central da platéia criav am uma únic a imagem. E o outro mo do é desenhá- la em um único plano, são os chamados telõ es de fundo. Re p R o d u ç ã o t R i d i m e n s i o n a L:

Ponto de v ist a: elev aç ão front al do palco. Toma-se uma ret a entre o p onto central inferior do palco p osicionado na linha do horizonte (P), até o c anto sup erior direito (F ). E st a linha ser v irá como p onto de fuga para a p er sp ec ti v a t anto do telão de fundo como para os ba stidores em arco. (Obser v ar ângulos: A ,B ,C ,D,E ). Nem sempre a prop orç ão

do ba stidor corresp onde

p er feit amente ao desenho. Quando isso o corre é preciso colo c ar um adendo de tela . (ver e xemplo no ângulo A ).

9

Re p R o d u ç ã o p L a n a:

Técnic a de quadrícula , para transferir e ampliar desenhos. Toma-se o desenho original

e sobre ele, num pap el

transparente (manteiga), cria-se uma quadrícula . Normalmente  altura s p or 10 largura s. A ssim chega-se a prop orç ão que deverá ser transferida em maior esc ala para o tecido (ou pap el) da tela do cenário.

0

d

oBR a de

p

iso e

t

eLões

:

To dos os telõ es,

p erna s, bamb olina s, pisos

e panos do teatro, quando soltos de sua s v ara s, devem ser dobrados em una medida má xima de xm. Há regra s na s dobra s que são p or b em serem resp eit ada s, p orque quando chegam ao palco

devem ser colo c ada s na

melhor p osiç ão para serem desdobrada s. A dobra deve sempre começ ar do p é para a c ab eç a , dep ois do meio para a c ab eç a , de ¼ para a c ab eç a e a ssim p or diante. S e o tecido for muito p esado

p o de acumular ar dentro

dele e dif icult ar a dobra . Para ev it ar isso sempre que p ossí vel tirar o ar com a s mãos ou com a ajuda de um ro do de madeira (K). S ó ent ão se dobra na lateral da mesma

maneira anterior: unindo

a s dua s p ont a s no centro

sucessi v amente até f ic ar

p equeno o suf iciente para c arregar.

1

m

udança

R

ápida de

c

ena

:

1- si s t e m a d e e L e va ç ã o:

E x: Terremoto.

Toma-se um gr up o de trainéis pint ados com c a sa s em b oa s condiçõ es ( A ). Outro gr up o (B) são pint ados com a s c a sa s dep ois do terremoto. O gr up o A é colo c ado diante do gr up oB . Quando se lev ant a o conjunto de c a sa s A revela- se a praç a destr uída . Isso é feito através de c ab os de aço amarrados na s v ara s contra- p esada s.



- si s t e m a d e d o B R a d u R a:

E x: Comédia em três atos. Cena- I: Ab er tura diante de um cenário de cor tina . Cena- II: uma sala . Cena- III: um jardim. A Cena- I esconde a sala que já est a mont ada . E ste cenário sai

p or iç amento, em v ara s

contrap esada s revelando a sala da Cena- II. A próxima mudanç a será feit a pi vot ando a parede esquerda do cenário (quar to) que na s sua s cost a s

já tem mont ado par te

do p ergolado do jardim.

( jardim). À esquerda da cena

revela-se (em c amada s):

ba stidor da ár vore, cerc a com est átua s, telão de fundo com paisagem.



3- pe R i a c t o: (p R i s m a G i R at ó R i o)

S ão plat aforma s em formato de prisma que colo c ada s ver tic almente (em p é), em seqüência , sobre um eixo giratório, p ermitem a mudanç a rápida de até três cenários (pint ados ou em relevo). Na imagem uma soluç ão de uso dest a s dessa s p eç a s prop ost a p or S abbatini

No ní vel do palco são

colo c ada s quatro plat aforma s giratória s de  ou  metros de diâmetro. C ada fa se é revestida de tecido pint ado. O cenário se complet a com uma seqüência de telõ es de fundo, conforme o tema da cena .



4 - ca R R o s:

S ão plat aforma s sobre ro da s que contém to da uma estr utura ceno gráf ic a . No desenho A um e xemplo de palco com guia s: três

cena s est ão preparada s:

uma diret amente no piso do palco que será desmont ada; outra que será comp ost a p ela entrada dos c arros laterais; e uma última complet a no c arro do fundo. No desenho B , a s três cena s já pront a s para o início do esp et áculo.



5 - pa L c o Gi R at ó R i o:

É uma plat aforma circular mont ada sobre ro da s e f ixa num eixo central. Ela p o de funcionar na dimensão

de um palco contendo

três cena s complet a s que aparecem conforme o palco gira conforme e xemplo A . E sse sistema p o de t amb ém ser usado em plat aforma s

menores que, como no

e xemplo E formam par tes do cenário.



poRão

(ou Fosso do Palco)

Porão é um espaço abaixo do piso do palco que deve ser de igual largura e profundidade da área lo go abaixo da s quar telada s e de igual altura da b o c a de cena . Nele est ão ancorados os sistema s de mov iment aç ão cênic a que necessitem de op eraç ão desde um p onto abaixo do ní vel do palco. O p orão p o de ter mais de um ní vel para facilit ar a s op eraçõ es.

a

Lçapão

:

Ab er tura em

qualquer par te do piso

do palco, normalmente

dissimulada aos olhos do público. S er ve para entrada s e saída s de cena , t anto de ar tist a s como de material ceno gráf ico e para encenaç ão de efeitos de apariç ão e desapariç ão. O acesso do ní vel do palco ao piso inferior p o de ser feito p or esc ada s ou elev adores.



e

LevadoRes

:

Os elev adores

p o dem ser op erados

manualmente ou p or contra- p eso, conforme o c a so.

8

A par tir do p orão p o de -se fa zer mov imentos laterais de p eç a s ceno gráf ic a s e atores. A s p ec a s são presa s num c arrinho que tem sua

ba se colo c ada abaixo do

ní vel do palco. O mov imento é feito p or sistema mec ânico de corda s e p olia s.

9

uRdimento

O urdimento é uma malha, na medida do palco, composta de traves de madeira, espaçadas entre si cerca de 8cm, colocadas paralelas a boca de cena. Nestes vãos são colocados gornes e polias, de ferro ou madeira, que ser virão de guia para as cordas. Esta malha de madeira é ancorada no teto formando um vão sendo assim possível andar sobre o urdimento. Quando esta malha é apenas um quadriculado preso ao teto com distância de poucos centímetros, sendo a sua operação possível apenas por baixo, ela é então chamada

de Grelha. O urdimento

mantém ainda a sua volta toda, uma ou mais varandas, conforme a altura do teatro. Elas devem ser de alvenaria ou ferro pois ser vem para que os maquinistas tenham acesso às alturas do vão da caixa cênica e que em seu beiral e piso possam ser ancoradas peças e amarradas cordas.

0

s

istema de

i

çamento

:

To do este

comple xo é feito para ser p ossí vel o iç amento de p eç a s e p essoa s. E ste sistema é chamado de contra-p esagem ou manobra s. Ele é feito p or c ab os de aço, corda s, roldana s, p esos e v ara s.

1

v

aR as

/a

meRicanas

:

No urdimento já est ão inst alada s e preparada s uma série de v ara s de cenário e v ara s de luz. E st a s v ara s p o dem ser tub os únicos de met al ou uma estr utura em trav a chamada de americ ana s que p ermitem maior esforço

e sustent aç ão de p eso.

Eventualmente p o demos ter est a s v ara s ou americ ana s em madeira . Conforme o c a so o cenário v ai preso diret amente nela s ou ainda em uma outra v ara menor que alc anç a a v ara de cenário do teatro.



c

oRdas e

c

aBos

:

A s v ara s f ixa s e americ ana s são presa s no urdimento p or c ab os de aço, ma s a s manobra s manuais, mais leves, são feit a s com corda s de sisal diret amente (ou material sintético como o nylon). A corda tem um comp or t amento próprio. Para conser v á-la é preciso obser v ar alguma s regra s Por e xemplo: ela s devem ter presa em si (p er to da p ont a um saco com areia (de  a kg), para que quando p endurada s em desc anso mantenham a corda ret a , em tensão. Uma corda deve ser guardada sempre enrolada em volt a s de no mínimo um metro.



t

R avas

:

A seguir uma

t ab ela de tip os nós e trav a s de ligaç ão entre v ara s e p eç a s de cenários.



n

ós

:

O nós são

ferrament a s de trabalho de to do maquinist a . Os princípios fundament ais dos nós são: Devem ser p ossí veis de ser feitos com uma únic a mão e devem ser desfeitos da mesma forma . Isso para que se p ossa utilizar a corda muit a s vezes sem nunc a cor t á-la em p edaços.



G

oRnes

, R

oLdanas e

t

aLhas

:

Gornes, roldana s e t alha s (ou p olia s) são, junto

com a s corda s, recur sos

bá sicos para a e xecuç ão de manobra s.de iç amento.



m

anoBR as de

t

eL as

:

E xistem v ária s

maneira s de se recolher

um telão para o urdimento. A seguir um desenho que mostra os tip os de manobra s: em primeira , em segunda e em terceira .



v

estimenta da

c

aix a

c

ênica

:

A c aixa cênic a tem o que chamamos de vestiment a . Normalmente são em tecido preto. Entende -se que est a cor deixa o espaço ”neutro” ao esconder a arquitetura do fundo