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No primeiro momento foi realizado uma breveintroduçãosobre a proposta detrabalhar a química das pimentas sobre uma perspectivadas religiões afro-brasileiras utilizando aenti­

dade exu,abordando o mesmo,sobre umolhar do candomblé e umbanda.E após esse momento

deintrodução,um debate foi iniciado com apergunta: como os residentes utilizariam essa te­

mática,quais seriam asdificuldadesdetrabalharessatemática,se fariam o trabalho pensando a perspectiva religiosa e o que elesnãotrabalhariam?

Bolsista 11: lendo otexto, pois, eu não sabia de muita coisa sobre essa partedecandom­ blé, sobre o exu que éuma formade espirito que você conversa para você poder passar mensa­ gem para outras divindades, as coisasque a gentenão tem conhecimento, é uma coisa que é interessante saber, porque temalgumas sociedades, dentro nanossa própria sociedade, depes­ soas que temessa cultura, eeu não acho que vocêdesrespeitandouma cultura vaiestar valori­ zandoaquela pessoa comocidadão igual, então não se pode desvalorizara cultura deninguém, então a ideia de se trabalhar issoaiem comum acordo com os alunos paramimé tranquilo, por que tem que irestudandopara saber falar as coisas.

Mediador: como assimem comum acordo?

Bolsista 11: é por que euacho, que nem quando eufaziapré-vestibular, tinha uma pro­ fessora de sociologia que ela frequentava esses... Como fala? Terreiro né, ai ela convidou a gente, a maioria da sala quis, tipo, amaioria quis, só que uma outra parteda sala não quis, aia escola não deixou que a gente perdesse umdiapara ir lá, por que uma parte não queria enten­ deu? Então não tem jeito, como você estátrabalhando com ensino médio,aspessoasláestão vinculadas com seus pais e responsáveisné, então não adianta vocêestar falando que vaiestar trabalhando aquilo lá só com os alunos porque seo conjunto não tiver uma maioria que respeita, você não vai ter uma aula você vai ter uma discussão e vai ficar só na discussão sem avançar no que você quer, agora, sevocê conseguir trabalhar isso no Riode Janeiro, lógico queteria

uma possibilidade boa, porquevocê está falando de muitos exemplos de pessoas lá que tem

essa religião enraizada, então você tem uma sociedadeali que vai estar mais aberta, mesmo aqueles que não aceitam essa ideia de que o aluno não pode entrar na escola porqueeleestava com vestimentas, mas euacho que ali vocêjá tem uma maior possibilidade porparte, porque ali tem pessoas que já está dentro da religião, eu mesmo não vou apontar o dedo para alguém que estáaquinasalaefalar assim- você é de uma cultura tal, porque euestou vendo que você é-então quando vocêusa a vestimenta, você aponta que é,entãosem a vestimentavocê não

sabe que é,então vou tratarissoeisso e aquilo, como você vaitratar aquilo de uma pessoada religiãodelaevai começar uma discussão.

Mediador: então você acha que essa discussão poderia trabalhar com maisfacilidade se você soubesse que você tem umnúmero significativo dealunos que frequentam o terreiro, por exemplo,se tivesse lánumaescolaem que você soubesse que a maioria dosalunos são católi­

cosou evangélicos, você pensando no Brasilnós temos estatisticamenteuma grande maioria

católica eevangélica,maisou menos a primeiracatólica easegundaevangélica, então se fosse pela estatística essa sala de aula representando oBrasilseria uma parte representando os cató­ licos e outra parte os evangélicos, entãonuma salatípica dessa forma você não trabalharia, você não se sentiria confortável pela sua fala?

Bolsista 11: eu me sentiria confortável, se eu falar que a maioria dos alunos talvez, a maioria dos alunos aqui em Ituiutaba, vou pegar o exemplodeItuiutaba,nocasodo pré-vesti­ bular com pessoas adultas que a maioria quise uma parte que não quis e com isso não conse­

guimos avançar,agora quando vocêpegao ensino médioque não tem adultos e os responsáveis

são de fora e, você pegar umatemática dessa, eu creio que numa aula você não vaipoderabordar a todas aquelas matérias, então você precisaria de uma aulade introdução e outras para dar

seguimentoeprovavelmente no próximo segmentovai ter umpai ou uma mãequeiráfalarque

não pode dar aquilo emsalade aula e tal, evaipedir você darseguimento, então vocêvai falar dotrabalho e aí você vai ter que interromper otrabalhoefica chato você interromper ao invés

dedarseguimento.

Bolsista 12: eu acho que essa parte de religião sempreé muito complicada, porque eu lembroquando eu fazia, tantono ensino médio e ensino fundamental a gente tinhauma matéria de ensinoreligioso, e aíchegou uma fase do cursoque começou a ter muitos alunosevangélicos, então assim,a professora obrigava a salaarezaroPaiNosso,mas o evangélico não reza oPai Nosso,eaí a professoraqueria sempreobrigar aqueles alunosevangélicosa fazer aquela oração, e aícomeçou a dar conflito comospais,porque o pai ia na escolareclamar,porque a professora estavaquerendo obrigar o aluno a fazer uma coisa e que ela não concordava, e aí a professora pedia então para menina se retirar parao resto dasalafazeraoração.

Mediador: mas você acha que essa professora estava sendopreconceituosa?

Bolsista 12: não sei preconceituosa,masela estava se impondo a parte dela eissonão se faz.

Bolsista 13: mas esse tema pode-se trabalharsem focar, digo sem abordar a religião em si, tipo empurrar a religião.

Bolsista 13: sim mas o foco seriaapresentar a religião?

Mediador: não, o foco aqui éutilizar essas religiõescomocaminho, porque quando você

pensa em pimenta primeiro você pensa na cozinha, então sair umpouco dessavisãodepimenta

só nacozinha, para que que ela serve na cozinha comocondimento elevara outra visão, levar umaoutra realidadeonde a pimenta é utilizada deum outro contexto.

Bolsista 14: não sei se você jáleu Os Botões de Napoleão, para quem não conhece, não entende oque apimenta-do-reinopode fazerao longo dahistória, ela foi capazde travar guerras etrocaremterras, era a preço deouro.

Bolsista 12: eu acho muito complicado você trabalhar um tema no ensino médio e não

deixarcom que os alunos levem aquiloparareligião em si, vocênão vai conseguirevitar dis­ torcer o foco.

Bolsista 15: enquantotivermos esse pensamento nãoiremos conseguir trabalhar isso.

Bolsista 13: mas eu acredito que dásimpara trabalhar isso.

Bolsista 14: a questão aqui é que ele nãovai estarte insinuando vocêseguir a religião, e você ter essareligião, e a você ser da religião, já começa por aí, estar só direcionando o tema, que é bom comentarcom os alunos depois do contexto cultural, e estar utilizando a química dentro daquilo, ele vai estar apresentando algo que o aluno não saiba, vai ter aquelesalunos que irão falar que isso ai queele é macumba tá ensinando macumba para agente.

Bolsista 11: tipoum lugar que poderia ser abordado isso aí seria o pessoal como a idade maior, como por exemplo noEJA, porque euacho que noEJA os alunos estão mais interessados

na aulaetambém éumpessoal de uma idade um pouquinho maisavançada, com cabeças mais

abertas, e quando há interesse deles a gente vê a complexidade das ideias que vai direcionando a ideia da pimenta através da religião, então quando você coloca a pimenta na parte da química você não fala necessariamente de religião, tá falandoque lá naquela religião éutilizado, estar citando como láefeito.

Bolsista 14: é tipo aquele tema transversal que ele vai tipo assim, trabalhar a pimenta

falando pesado no Exu.

Bolsista 15: euacho que para a gente pode explicar umpoucomais a raiz e entender como que utiliza naquela religião para poder tratardo assunto da pimenta, porque você pode falarde pimenta e logo depois falar exu, que nem ele falou isso éumaimagem demoníaca, é uma ima­

gem demonizada, e as pessoas automaticamente vão entender que aquilo é do demônio, vai

entendercomo aquilo sendo macumba, então tipo eu acho interessante você abrir isso no co­ meço paradepoisligar como uma imagem dele foi se distorcendo e trabalhara pimenta través dele.

Bolsista 14:eu acredito que teria queexplicar isso sem o exu(todos concordamno fundo). Bolsista 15:eu acho que não porque muitas pessoas não sabem quem éo que éo que é. Bolsista 14: não,mais você poderia estar pesquisando umpouco sobre o que é no Google. Bolsista 15: muitas pessoas não sabemo que é, e como era, euporexemplo não sabia o que eraatéentrarnauniversidadee conhecer pessoas

Mediador: vou explicaroseguinte, porque existem várias religiões de matrizes africanas e principalmente essas duascandomblé e umbanda aparece a figura do exu, então você tem a figura do exu sendo representada por outros nomes entendeu,porisso que existem essa confu­ são, pois no candombléo exu é o orixá que leva o as palavras para osoutrosorixás.

Bolsista 14:ele é tipoumcaminhopara alcançar as outras divindades.

Mediador: sim,no candombléele é o caminho para conversar com asoutrasentidades,

comosoutros orixás, nocasoorixá seria uma espécie dos “deuses”, já na Umbanda ele é muito procurado principalmente para cuidar da vida amorosa das pessoas, e na umbanda não existe

somente um tipo de exu existem vários tiposde exu, com imagens diferentes mas com essa

mesma função.

Bolsista 15:eletrazfertilidade?

Mediador: principalmente a paixões e amores eleestá ligado diretamente essas questões amorosasemgeralessa é a principal diferença entre o exu nasduasreligiões.

Bolsista 11: então você estáme dizendo que na umbanda não temmensageiro.

Mediador:não.

Bolsista 11: então não precisa fazer essa limpeza naboca com apimenta.

Mediador: não, porque você conversa diretamente com a entidade, com as entidades no

geral.

Bolsista 11: então issoaíparamimjáéamacumbao cara sai e jávaiconversar com os espíritos (risadas).

Bolsista 14: mostraraquelafotoda oferenda que tema vela ocaravai achar, o aluno de ensino médio vaiachar que táensinando macumba.

Bolsista 15:não,vocêjáviu a estátua do exu? Tem uma especificamente que eletemum pênis ereto gigante e vocêvai mostrar issono ensino médio o aluno ia ficar meio assim.

Bolsista 11:eu não sabia que você dava umaoferenda para o exu, no caso do candomblé, para falar com ele para depois fazer uma outra oferenda para outro orixá.

Mediador: não é uma oferenda, éumaespécie de ritual para você limpar o seu organismo das coisas negativas.

Bolsista14: é que por você falarpara alguém que se você nãopagarvocê não recebe ele é o caminho ali.

Mediador:a gente está indo para outro caminho da conversa, maseu fico pensando assim, porque parece que agentetá levando um pouquinho com humor a história, mas seagente for pensar, não sei qual religião de vocês, mas assim, se agente foi pensar a gente tambémtem uma dependência as diferentes religiões, elas têm alguns caminhos, alguns percursos que a gente faz, então,você é católico você vailá rezar para não sei quantasnossa senhoras diferentes para ajudar em algumas questões, como por exemplo aNossa Senhora dos Aflitos, cada umvai ter o seu a sua função,umapara as causas impossíveis, aquela dos endividados, essesanto aqui éparacolocarde cabeça para baixo paracasar, então assim, temos em comum nas outras reli­ giões, temos algumas crenças, então o importante é a gente entender que tem aproximações, comotinha comentado osincretismono caso, principalmente aqui no Brasil, porque assim, aqui no Brasil as nossasigrejas não são 100% puras, todas elas sofreram influências de muitas das religiões de matrizes africanas também, então já estamosfalando isso porque, parece que ele estáabrindopor outros caminhos que não é exatamente ofoco dessaquestão, mas assim, per­ cebe-se queessa proposta, só para esclarecer, éum texto queeu possoseguir ao pé da letra, eu posso caminhar ao pé da letra emvárias aulas, efazer outra discussãoutilizandopontaaponta, como ele pode ser um texto base para que eu possa conduzir a minha aula e utilizar algum daqueleselementos na minha aula, então assim,oque estou investigandoé como vocêsusariam, e se vocês usariam, e como vocês dariam esse texto, não necessariamente aproposta devocês usarem esse texto, se vocês forem usar vocês iriam usar esse texto literalmente, então assim, entender essa diferença paraquea gente possaencaminhar nesse sentido da conversa, aquestão éque agente está desviando dos aspectos de entenderoque é a religião enão necessariamente o que éa proposta da química, então assim se por um acaso a gente poderia começar encaminhar para esse lado primeiro, vocês dariam conta ou não levar essetextopara escola, alguns colo­ cando limitaçõescomo para turmas da EJA outros para turmasdo ensino médio aquiem Ituiu- taba, então em que situação quevocês conseguiriam levar esse texto ou nãoou essa proposta, você conseguiria de qualquer jeitolevaressaproposta? Então um caminho quea gente poderia levar é esse, a segunda é, se forem fazer quais cuidados vocês teriam, o que vocês nãofariam, o retirariamdessa proposta entenderam?

Bolsista14: para mim eu não trabalharia a questão dareligiãoesse igual você está pen­ sando, em fazer mostrandoparao aluno o quem é oexu, eupoderiaestar representando assim que ela como ela (pimenta) é utilizadanessa religião, eu faria mais no assunto sobre o desco­ brimento das Américas e dos continentes, que é onde as pimentas fizeram grande parte dos

descobrimentos, não só pimenta mas os condimentos em geral, então eu acho que foi láatrás que vocêaté falou da frase o caminho das especiarias, que apartir daí que eles foram atrás de buscarmais especiarias.

Mediador: buscar novas rotas né para essasespeciarias. Bolsista 14: sim.

Mediador: então você não trabalhariaapimenta com essa relação étnico-racial.

Bolsista 14: não eu poderia até falar que a pimenta é utilizada nessa religião, mas não entrar na questãode explicar quemé o exu, de tá explicando asreligiões, entraria mais do sócio cultural, porque aimportância da pimenta naquela época, qualqueé aimportância da pimenta, eupensariamais assim pela questão da intolerânciaque algunsalunos poderiam ter em relação àsreligiões.

Mediador:mas exatamente essa intolerância que eu quero entender e de “combater” ela também.

Bolsista 14: sim lógico, masaquestão da intolerânciaédifícil de você estar combatendo, isso que nem eu estava comentando aqui talvez o aluno...

Mediador: porque você achadifícil?

Bolsista 14: sempre mexer com alguémintolerante é difícil, um exemplo, vai te ignorar, pode te processarpor alguma coisa que você falarentendeu? Meu pensamento é esse porque, que nem o Bolsista 11 falou, existem lugares melhores parapoderestar apresentado essetema e tem outros quenão, porque você tem uma turma de 40 alunos eum pode ser intolerante com isso, enessa situaçãovai ter o aluno intolerante que não semanifesta, mas tem outros quevão semanifestarfalando professor isso émacumba, você tá ensinando macumbapara gente, você vai estar falando paraeles e exemplificando paraeles, não isso nãoémacumba, aí o aluno vai

pesquisaro que é o exu e podever essa imagem que ela falou entendeu do órgão sexual, pode

haver isso.

Mediador: você utilizariaimagem.

Bolsista 14: não.

Mediador: assim estou falando porque eu levo a imagem de uma oferenda na minha

apresentação.

Bolsista 14: não eu não levaria, não aquelaimagem da vela, não émaisdoporquê, é mais da certeza que iahaver piadinhasno meio, e talvez você estáfalando para o aluno que não é e tal, o aluno vai estar te retrucando podehaverdesavenças por causa disso, eunãotrabalharia de umaforma que você está trazendo bem focalizado coma religião,poderiaestar exemplificando, igual ao estar falando do sociocultural, o que épimentaItuaçu e teve uma grande participação

daquela época, poderia falar que existiam outros tipos de pimenta, por exemplo, pessoal de tal religião é, oferece para tal mensageiro, no caso doexu.

Mediador: você entraria no caso como exemplo e não seriaofoco principal da aula mas sim como exemplo umcontexto?

Bolsista 14: isso meu foco seria trabalhar a pimenta comosociocultural.

Mediador:entendi,evocê Bolsista 12?

Bolsista 12:então,eu acho quedessa forma aí não,porque tenhoesse pensamento quena aula de química ofocoprincipaldeveriaser química, lógico que temos que contextualizarcom outros elementosdodiaadia,a química dacozinha pode trazer essa temática, maso foco prin­ cipal deveria ser a parte da química em si, porque assim,nos outros estágios que eu fiz, os dois que eu acompanhei projetosque traziam no iníciodosemestre propostas prontinhas de tudoque deveriaser falado no semestre inteiro, só que o professor não sabe como a sala ia reagir com aquilo,e asala que eu consegui acompanhar aquela ideia que estava programada atéo fim do semestre,nas duas vezes que eu vi não teveum objetivo realizado,quandoeufizo estágio no Maria deBarros,a professora trouxe a proposta da química na agricultura, então ele explicou tudo sobre agriculturamas a química da agricultura elasócitou, então a químicafoium com­ plemento da aula e não foi a aula de química em si, porque eu acho que o objetivo é relacionar agricultura, naquele caso com aquímica,ela relacionar química dentrode uma aula de agricul­ tura, e também quando a gente estava falando no estágio 2, agentefez uma oficina sobre rela­ cionara química com direitos humanos, então assim, os objetivosera a gente ensinara química e tentar intercalar com essa questão dos direitos humanos, só que assim, a proposta era muito boa, só que a gente não conseguiu levar ao pé da letra atéo final,então a gentelevou muita questão social do que questõesde química e os alunosparticiparam bastante, falaramdotraba­ lho, da vida deles mas não surgiu aquela pergunta de química que a gente precisava, assim a oficina foi muito boa a gente teve umatrocamuito boa com os alunos, eles prestaram atenção no que agente estava falando mas a parte de químicafoimuito pequena,eassim,a gente poderia alcançar muito mais se fosse reformulado e deuma forma diferente.

Mediador: a sua ideia seriadepensarnessa proposta e abordarmenos aspectos religiosos do que aquímica?

Bolsista 12: isso, porque numa salade 40 alunos vocêconseguir fazer os40 alunos pensar aquilo na química.

Mediador:vocêacha que o curso daqui da UFU tepreparaparavocê abordar outras te­ máticas, igual a você citou o exemplo da agricultura, vocêacha que o curso daqui oferece essa

base para a gente poder contextualizar, paravocê trabalhar a química contextualizando com a temática agricultura como você deu oexemplo?

Bolsista 12: eu acho que a gente tem algumas matérias que faz a gente pensaremcon- textualizar,mas as matériasespecíficas que é aquela teoriaquea gente vai explicar para os alunoselas não ajudam, tipo, a gente sabe do contexto a gente sabe o conteúdo químico masa gente nãosabe transformar aquilo em conteúdo de química parao ensino médio que vaiabordar acasa daquele aluno.

Mediador: entendi, e você Bolsista 13.

Bolsista 13: esse temaé um difícil para mim trabalhar, porque para você abordar um

temacomo esse no ensino médiovocê tem que especificar que você vai trabalhara química

dentro daquela religião, esse não vaiser o enfoque, trabalhar religiãoesim a química em si, eu

acho que eu teria dificuldade para trabalhar esse conteúdo nessa contextualização mesmo e

diferenciar uma coisa da outra semtemum enfoque maior da religião em si.

Mediador:por que você acha?

Bolsista 13:aquestãodereligiãoparamiméumpouco difícil, atéeu estava comentando