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Os radicais livres são átomos ou moléculas bastante reativas, como o O2- (radical superóxido), o NO- (óxido nítrico) e o OH- (radical hidroxila), que possuem número ímpar de elétrons em sua última camada de valência. Dessa maneira, o não emparelhamento dos elétrons na última camada, induz tais compostos a terem enorme instabilidade eletrônica e, por esse motivo, mesmo possuindo “meia-vida” muito breve (indo de segundos a nanosegundos), têm grande capacidade reativa, uma vez que necessitam de elétrons para atingir a estabilidade (MATTOS, 2011). As espécies reativas de oxigênio, quando se encontram em concentrações elevadas, geram danos celulares, por intermédio da modificação em proteínas, lipídeos, DNA e carboidratos, provocando o chamado estresse oxidativo, o qual pode ter relação com o aparecimento de condições patológicas no ser vivo (RIBEIRO et al., 2005).

As membranas celulares são entidades dinâmicas constituídas por proteínas e lipídeos, que influenciam e regulam a atividade das enzimas incorporadas, para manter a homeostase celular (PALIYATH et al., 2008).

As enzimas de parede são os diversos conjuntos enzimáticos que agem nos tecidos, tanto na época de desenvolvimento como no amadurecimento, provocando alterações nas características de textura das paredes celulares. Elas compreendem as enzimas polimerizantes, desmetoxilantes e hidrolíticas, que provocam o amolecimento dos tecidos, sendo consideradas de maior importância as pécticas (pectinametilesterase e poligalacturonase), em conjunto com as celulases, hemicelulases, -galactosidases, entre outras (CHITARRA; CHITARRA, 2006).

Existem enzimas especiais que desempenham a função de sequestrar radicais livres, como por exemplo a superóxido-dismutase, a catalase, a ascorbato-peroxidase e outras, as quais são provenientes do estresse oxidativo, em vários sistemas biológicos, e a sua baixa atividade pode indicar envelhecimento dos tecidos ou condição excepcional de estresse (CHITARRA; CHITARRA, 2005).

Rabelo (2009), estudando o metabolismo oxidativo, durante o desenvolvimento e armazenamento de pedúnculos de clones de cajueiro-anão-precoce CCP 76 e BRS 189, avaliou que o armazenamento refrigerado (5 °C) dos pedúnculos maduros, ocasionou uma redução na atividade enzimática antioxidante; o estudo constatou ainda, que o clone BRS 189 obteve melhor performance para o armazenamento refrigerado a 5 °C, quando comparado ao CCP 76, uma vez que apresentou atividades enzimáticas antioxidantes mais elevadas.

Lopes et al. (2012), avaliando compostos bioativos e atividade antioxidante total de pedúnculos de cajueiro, durante o amadurecimento de clones de cajueiro-anão-precoce, verificaram que o clone CCP 76 obteve maior atividade antioxidante no último estádio de maturação, com valor de 41,45 µmol Trolox g-1, em relação aos clones CCP 09, BRS 189 e BRS 265, que obtiveram valores de 30,96, 36,62 e 36,60 µmol Trolox g-1, respectivamente.

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CAPÍTULO 2 - USO DE AVG E GA3 EM PRÉ-COLHEITA E SEUS EFEITOS NA