1. Innledning
1.3. Steroider
As entrevistas com o antigo coordenador e responsável pela implantação da UNIBACEN, Sr. Fernando Soares e com o Sr. Hugo Pena Brandão, coordenador e
stração, haja vista que na estrutura funcional do Banco Central não há uma diretoria exclusiva para a área de recursos humanos. O Departamento d
olvimento de programas internos e que faz o planejamento institucional em relação às necessidades de aprendizagem do Banco do Brasil. Esta divisão, além de indicar as n
Quanto à questão sobre o financiamento da UC, as respostas foram um pouco diferentes, talvez em função da natureza das operações das instituições. No caso do Banco Central, é uma
os. A UNIBACEN é mantida por recursos oriundo
ser implantada com o aporte destes recursos, pois os recursos do governo federal seriam responsável pela Gerência de Parcerias da UNIBB entre 2000 e 2003, transcorreram entre abril e maio de 2007, nos locais de trabalho dos entrevistados. Ambas foram gravadas no formato MP3 e, após literalmente transcritas, se tornaram uma importante fonte de dados para responder às questões da pesquisa.
Em relação ao questionamento sobre a estrutura organizacional das UC e o posicionamento delas em relação às respectivas áreas de treinamento, as respostas foram similares. Ambas são vinculadas às áreas de gestão de pessoas. No caso da UNIBACEN, a subordinação é em relação à Diretoria de Admini
e Gestão de Pessoas, juntamente com os departamentos de logística, informática, suprimentos e gestão de material, é subordinado à Diretoria de Administração. Em relação à UNIBB, a mesma se vincula à Diretoria de Gestão de Pessoas. Essa diretoria se divide em três comitês, gerenciados por três gestores executivos; um destes gestores é o responsável pela coordenação operacional da UC. Sobre a questão do treinamento, em ambos os casos toda a área de treinamento e desenvolvimento, relacionados à gestão de pessoas, são de incumbência das UC. No caso da UNIBB, o entrevistado destacou a existência de uma divisão que cuida do desenv
ecessidades, cuida da seleção das pessoas do quadro de profissionais do banco que comporão as soluções de aprendizado que a organização precisa. Por estas respostas, é possível inferir que as UC possuem uma importância estratégica na estrutura dessas organizações, ocupando um lugar de destaque na área de gestão de pessoas.
instituição de direito público, que, constitucionalmente tem por atribuição regulamentar e fiscalizar o setor financeiro do Brasil. Já o Banco do Brasil é um ente público de direito privado, ou seja, apesar de ter o governo federal como maior acionista, opera comercialmente e enfrenta a concorrência de outros banc
s do Orçamento Geral da União e, eventualmente com o reforço de um fundo gerido pela diretoria do Banco Central chamado RESERVA PARA O DESEVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DO BC (REDIBC). De acordo com o entrevistado, a UNIBACEN só pôde
de Desenvolvimento, que destinam recursos para qualificação de pessoas ligadas à área econômica e financeira. Seria difícil para o BC m
O modelo imaginado pelo Banco Central seria algo como o Instituto Rio Branco, vinculad
m relação aos seus patrocinadores. Porém, no caso de se optar por esta estratégia, há que se criar uma lei específica, no âmbito do Banco Central, para que isso aconteça.
A UNIBB não tem como meta se tornar uma fonte de recursos. Segundo o entrevistado, na UNIBB isto pode acontecer eventualmente, para agregar algum valor para a atividade-fim da empresa, ofertando cursos para fornecedores e clientes, porém, não há um insuficientes para a materialização da UC. As fontes desta reserva são o Banco Mundial, o Banco Nacional de Desenvolvimento Social, o Banco Interamericano
anter a estrutura da UC sem esta reserva, tendo em vista que o Orçamento Geral da União é reduzido a cada ano e é insuficiente para atender à demanda. Segundo o entrevistado da UNIBACEN, graças aos recursos do REDIBC, foi possível capacitar nos últimos dois anos 50 funcionários do banco através de programas de pós- graduação lato sensu e também contratar a Universidade de Brasília para consultoria no âmbito de implantação da educação corporativa.
No caso da UNIBB, no próprio orçamento do Banco do Brasil já é prevista uma verba para capacitação e treinamento. Em ambos os casos as UC têm autonomia administrativa para gerir os recursos financeiros. Ainda na área de financiamento das UC, foi feito um questionamento sobre a intenção destas unidades se tornarem fontes de captação de recursos para as mantenedoras. A UNIBACEN estabeleceu, na sua constituição, como objetivo permanente, buscar a auto-sustentação financeira para não depender totalmente dos recursos do orçamento geral da União, que a cada ano é reduzido e que pode colocar em risco o planejamento institucional.
o ao Ministério das Relações Exteriores ou o Instituto Serzello Correia do Tribunal de Contas da União. São instituições vinculadas a órgãos públicos que gozam de uma certa autonomia e
Conforme ressaltado pelo gestor da UNIBACEN, nas áreas onde o Banco Central possui excelência (macro economia, finanças, mercado de capitais) há intenção de estender para a sociedade em geral e para as empresas do setor financeiro em particular, cursos que venham a se tornar fonte de receita para a UC.
objetivo de se
Meister (1999) cita dois exemplos de empresas que transformaram a educação corpor
resa e ofertar somente cursos de cunho utilitarista, há que se verificar se o termo “universidade” em sua denominação
No caso da UNIBACEN, o entrevistado utilizou o termo “calcanhar de Aquiles” para il
custo, precisam ser avaliados.
tornar um centro de lucro para a instituição. Percebe-se, neste quesito, a diferença de paradigmas entre as UC brasileiras e as norte-americanas.
ativa em mais um centro de lucro. A Motorola University tem 63% de seus custos cobertos por serviços prestados a clientes e fornecedores, dando licenciamento dos programas de treinamento da universidade também para este público. Outra universidade corporativa, a Sun Microsystems University, conseguiu implementar um modelo máximo de obtenção de recurso, ou seja, 100% dos custos da UC são cobertos por clientes que usam o serviço da instituição. Segundo o diretor da UC, Jim Moore, citado por Meister (1999), a opção por tornar a universidade uma fonte de recursos apresenta algumas vantagens, tais como a implantação de programas e cursos que solucionem problemas empresariais reais e evita-se o perigo de isolamento dos clientes e a redução da necessidade de se construir modelos elaborados de retorno sobre o investimento para justificar a existência de cursos na corporação. A lógica de mercado que orienta as ações destas UC ainda é uma realidade distante, principalmente para aquelas cujas mantenedoras são órgãos do governo. Se a orientação for apenas tornar a UC mais uma fonte de obtenção de recursos para a emp
é pertinente.
O tópico “avaliação dos resultados em relação ao investimento em educação corporativa” gerou respostas distintas em função do tempo de existência das UC que foram objeto desta pesquisa.
ustrar que a avaliação ainda é um ponto fraco para a UC, ou seja, não foi desenvolvido instrumento que avaliasse o impacto do investimento em educação para a organização e também individualmente. Ele enfatizou, porém, que esta questão é prioridade para a instituição e que a Universidade de Brasília desenvolverá um instrumento para a avaliação, principalmente para os cursos de pós-graduação lato sensu que o Banco Central ofereceu a vários servidores e que, pelo alto
, essa sistemática avalia as soluções de aprendizagem em 4 níveis: 1º nível avalia a reação e a satisfação do participante com o curso; no 2º verifica-se a aprendizagem, o que
ele absorveu e s que foram ministrados; no 3º nível é
avaliado se os conhecimentos e habilidades aprendidos no treinamento fizeram com que ele mudasse seu com sempenho no ambiente de trabalho. No 4º e
último nível é v individual
gerou reflexos no desempenho organizacional. Ele ressalta, porém, que nem sempre todas as soluções são avaliadas nos quatro níveis, porque, principalmente no 3º e 4º níveis a avaliação é complexa e t lto. Apenas quando a solução de aprendizagem envolve um investimento mais significativo é que as avaliações nestes níveis são feitas.
Ele citou um exemplo recente onde a UNIBB ofereceu um curso de Masters
of Business Adm 00 funcionários, divididos em 10
turmas pelo Brasil, a um undação
Getúlio Vargas. Tendo em vista o montante total (R$ 3.000.000,00) não só a universidade
como também a tam de uma avaliação do impacto deste
investimento em nível organizacional.
ad et al (2006), destacam que as ações de treinamento, desenvolvimento e educação promovidas pelas organizações são caracterizadas pela intencionalidade de produzir efeitos
enhos dos indivíduos, d
Convém ressaltar que a UNIBACEN foi criada em 2004 e, pelo pouco tempo de existência, ainda não foi possível implantar tudo que é necessário para o pleno funcionamento.
Em relação à UNIBB, existe uma sistemática de avaliação que foi desenvolvida para que a direção do banco soubesse qual a contribuição que está sendo gerada pelas ações e soluções de aprendizagem promovidas e oferecidas pela UC. De acordo com o entrevistado
reteve de conhecimentos dos curso
portamento e melhorasse seu de
erificado em que medida essa mudança do desempenho em nível
em um custo financeiro a
inistration (MBA) em Marketing para 3
custo de R$ 10.000,00 por aluno, desenvolvido pela F
direção do Banco do Brasil necessi
Abb
. Neste sentido, destacam os autores, mensurar o impacto destas ações significa avaliar em que medida os esforços despendidos efetivamente geraram os efeitos desejados e principalmente avaliar se a ação empreendida gerou melhorias nos desemp
o grupo e da organização.
O citado sistema de avaliação foi desenvolvido através de uma parceria com Departamento de Psicologia Organizacional da Universidade de Brasília. Um fato que
merece destaque, que talvez justifique o porquê de uma melhor estrutura de avaliação da UNIBB em relação à UNIBACEN, seja o tempo de existência. Apesar de a UNIBB ter sido criada em 2001, desde 1965 o Banco do Brasil investe na área de capacitação, treinamento e desenvolvimento, porém sem a estrutura hoje proporcionada pela UC. Conforme destacado pelo antigo coordenador da UNIBB, em 2001 foi verificado que dos 10 componentes essenciais citados pela literatura sobre educação corporativa, o banco possuía 8 (entre elas, a avaliação). Meister (1999), destaca que os dez componentes fundamentais para um projeto de UC são:
1 Formar um Sistema de Controle; 2 Criar uma visão;
3 Recomendar o alcance e a Estratégia de Obtenção de Recursos; 4 Criar uma Organização;
5 Identificar interessados; 6 Criar Produtos e Serviços;
7 Selecionar Parceiros de Aprendizagem; 8 Esboçar uma Estratégia de Tecnologia; 9 Criar um Sistema de Avaliação; e
10 Comunicar para o público interno, parceiros e fornecedores a criação da UC e seus objetivos.
À época, chegou-se à conclusão que se era prática de mercado, adotada por grandes empresas, fundamentada cientificamente, o Banco do Brasil deveria implementar sua estrutura de educação corporativa e institucionalizar o que era feito de forma dispersa.
Em relação à pergunta sobre quais os cursos ofertados pelas UC, conclui-se que ambas possuem um bom portfolio de cursos, quase todos voltados para as áreas-fim das organizações mantenedoras, porém com algumas diferenças. No caso da UNIBACEN, existem ações de educação permanente e continuada e ações voltadas para o alinhamento de
anto o mestrado quanto o doutorado são realizados em universidades brasileiras e estrangeiras. Apenas no caso do doutorado é per
educação a distâ
ormática via WEB, até cursos de pós-graduação lato e stricto sensu. Os critérios para
. A UNIBB utiliza ainda uma solução tecnológica, quando é necessário um conhecimento específico que abranja todas as unidades do banco, que é a TV corporativa. O B
competências imediatas. Nas áreas de educação permanente e continuada, o entrevistado destacou o programa de pós-graduação com duas vertentes: lato e stricto sensu. No caso do lato sensu, foram criados cursos personalizados para o Banco Central nas áreas de gestão, direito econômico, finanças, economia monetária, dentre outros, em parceria com instituições de ensino reconhecidamente capacitadas naquelas áreas. Em relação ao stricto sensu t
mitido ao funcionário pleitear cursos no exterior. Segundo a classificação da CAPES, informada pelo entrevistado, os cursos de mestrado brasileiros estão qualificados e atendem perfeitamente à demanda educacional. Já o doutorado encontra um nível melhor na área finalística do Banco Central (economia) em países como os Estados Unidos, Inglaterra, França, dentre outros. Em ambos os casos (mestrado e doutorado) o servidor selecionado fica afastado de suas funções normais e se dedica integralmente aos estudos. Outro dado importante citado na entrevista e que demonstra a importância que a instituição dá para a educação é o número de funcionários que está sempre afastado à disposição de mestrado ou doutorado. Cerca de 100 funcionários se encontram nesta situação anualmente. Quanto aos cursos voltados para o alinhamento de competências imediatas, o banco oferece cursos de idiomas (inglês e espanhol) através de um convênio assinado com a escola de línguas da Universidade de Brasília para mais de 700 funcionários em 10 cidades brasileiras onde o Banco Central está presente, além de cursos de informática e de outras áreas de interesse da instituição. Na maioria dos casos, estes cursos são realizados através de
ncia ou semi presencialmente, com ampla utilização da INTERNET.
No caso da UNIBB, o entrevistado informou que a UC tem em seu catálogo algo em torno de 200 soluções de aprendizagem, desde cursos personalizados para a área-fim do banco, cursos de inf
a escolha do curso, da instituição e da seleção do funcionário são similares aos da UNIBACEN, incluindo também o regime de dedicação exclusiva para mestrado e doutorado. Outro ponto convergente é o uso da internet e da educação a distância como recurso e modalidade de ensino
anco do Brasil possui um canal exclusivo em um satélite, com pontos de recepção em todas as agências no país e no exterior. Além disto, a UC possui toda uma estrutura para produção e veiculação dos programas, com estúdios e equipamentos de áudio e
o, bolsas de estudo parciais ou totais, flexibilização do horário de trabalho, dentre outros.
essa avaliação, ambos os entrevistados ressaltaram as parcerias com a USP, UNB, UFRGS, UFPE, UFMG, PUC/R
instituições (Banco Central e Banco do Brasil) eram aproveitados como professores ou instrutores dos c
a para essas pessoas, vídeo. Este tipo de investimento demonstra a importância estratégica da educação e da disseminação do conhecimento para as organizações modernas. Outro ponto destacado pelo entrevistado é que cerca de 5.000 funcionários do banco que não possuíam curso superior se graduaram em diversas áreas com algum tipo de incentivo da instituição, como por exempl
Outro tópico importante da entrevista, diretamente ligado a um dos objetivos específicos da pesquisa (verificar a importância das parcerias para a criação e realização dos cursos nas UC) encontrou respostas que confirmaram a hipótese que guiou estas entrevistas: as parcerias com as universidades tradicionais são fundamentais para o sucesso das UC. Todos os cursos desenvolvidos tanto pela UNIBACEN quanto pela UNIBB foram criados em conjunto com instituições de ensino superior (I.E.S.), ou seja, as soluções de aprendizado passam necessariamente por universidades e fundações reconhecidas pela excelência e qualidade de ensino, alto nível e reputação do corpo docente, dentre outros fatores. Um dos principais indicadores que levam as UC, conforme os entrevistados, a optar por uma ou outra instituição é a avaliação da CAPES do Ministério da Educação, que avalia a qualidade dos programas de ensino e do corpo docente de todas as I.E.S. do Brasil. Tendo em vista
J, PUC/SP, Fundação Getúlio Vargas e outras, cada qual na sua área de expertise, como o principal fator de sucesso dos cursos criados em conjunto com as UC.
Perguntados sobre quem tomava a iniciativa em relação à parceria, os dois entrevistados relataram a mesma coisa: a maior parte das iniciativas parte das UC, porém, frequentemente, algumas instituições procuram as UC com algum projeto de soluções para aprendizagem.
Outro questionamento ainda sobre esse assunto (parcerias) foi em relação ao corpo docente dos cursos. A indagação foi com o objetivo de saber se funcionários das 2
ursos das UC.
No caso da UNIBACEN, o entrevistado ressaltou que existem hoje, no Banco Central, cerca de 400 funcionários com titularidade acadêmica (mestres e doutores). Segundo ele, um dos objetivos da UC é abrir oportunidade de docênci
boa parte forma
ecessário que ele se submeta a uma prova de conhecimento sobre o assunto, além de ser aprovado em um curso chamado “Funda
A análise das respostas deste tópico da entrevista (parcerias) revela alguns dados importantes. O primeiro deles se refere à escolha dos parceiros para a criação e realização dos
is, principalmente as públicas federais, e a reputação acadêmica dos professores dessas universidades, referendadas pelo Ministério da Educação através da CAPES, ou seja, apesar de a educação corporativa s
Outro dado importante obtido através desta resposta foi a questão da valorização do
da nos programas de qualificação do próprio banco. Assim, a docência seria uma forma de retornar este investimento. Por conta disto, mesmo nos cursos elaborados por outras universidades ou fundações, cerca de 30% dos professores são servidores do Banco Central, principalmente naquelas disciplinas mais focadas nas atividades-fim da instituição.
Já o UNIBB tem uma proporção diferente. De acordo com o entrevistado, durante muito tempo, 95% das soluções eram internas, ou seja, quem ministrava a maioria dos cursos eram funcionários do banco, capacitados e habilitados para multiplicar os conhecimentos daquela área. Atualmente, esta proporção é de 65% de pessoal interno (chamados de educadores corporativos) e 35% de pessoal externo (das I.E.S. contratadas). A UNIBB mantém um cadastro de funcionários aptos para esta função e, toda vez que há necessidade de uma solução de aprendizagem, este funcionário é acionado e, por alguns dias, deixa suas funções corriqueiras para ministrar um curso no qual ele foi habilitado. Porém, para que o funcionário atinja este status de educador corporativo, é n
mentos Didáticos e Pedagógicos” que tem duração de 15 dias e que, segundo a estatística informada pela UC, elimina 60% dos candidatos a educadores corporativos.
cursos. Apesar de atualmente no Brasil existirem muitas empresas de consultoria, treinamento e desenvolvimento em gestão de pessoas, inclusive algumas estrangeiras, as UC consideram mais importante a qualidade oferecida pelas universidades tradiciona
er uma modalidade de ensino relativamente recente no Brasil e gozar de um status de ferramenta moderna de gestão de pessoas, a chancela de uma universidade tradicional ainda é muito importante para o cenário corporativo.
pessoal interno, ou seja, mesmo contando com professores altamente qualificados das universidades parceiras, as UC utilizam seus funcionários para transmitir as competências e habilidades necessárias para a organização. Isto demonstra valorização da cultura organizacional e da gestão do conhecimento.
cebida do pesquisador era que os cursos, principalmente os voltados para as atividades-fim das instituições, não
lo de modo criativo e independente.
s também com o desenvolvimento sócio-cultural da pessoa.
No caso da UNIBB, a opção pelo construtivismo é mais antiga que a UC e tem um viés político. Segundo o entrevistado, na década de 1970, o Departamento de Desenvolviment
gidez das estruturas da época. Conforme a concepção dessa área, o conhecimento e a educação não poderiam ser atribuídos de for
Em relação à organização didático-pedagógica da UC, as respostas foram, em certo ponto, surpreendentes. Tendo em vista o caráter pragmático dos cursos, a expectativa era que este tópico não fosse tão importante para as UC. A idéia pré-con
dessem a devida importância para a questão da linha pedagógica. Tanto a UNIBACEN quanto a UNIBB citaram o construtivismo como uma das linhas didático- pedagógicas utilizada. Rossler (2000, apud Werneck, 2006) define o construtivismo como um conjunto de diferentes vertentes teóricas que, apesar de uma aparente heterogeneidade ou diversidade de enfoques, possuem como núcleo de referência básica a epistemologia genética de Piaget em torno da qual são agregadas certas características que compartilham um conjunto de pressupostos, conceitos e princípios teóricos. Segundo Werneck, o construtivismo propõe um modelo de aquisição do conhecimento em que o sujeito, de modo ativo, compreenda cada fase do processo, perceba os nexos causais existentes entre eles e incorpore como seu aquele conteúdo e que seja capaz de utilizá-
O entrevistado da UNIBACEN destacou que todo o modelo educacional da UC foi desenvolvido em parceria com a UNB. Por isto, houve preocupação não só com o viés de alinhamento de competências, ma
Ele destacou que a idéia da UC é possibilitar ao funcionário algo mais do que a aquisição de conhecimentos destinados à sua atuação no posto de trabalho. E é justamente isto que distingue uma UC de uma estrutura tradicional de treinamento de pessoas.
o e Aperfeiçoamento de Pessoal do Banco do Brasil era constituído basicamente por pessoas com formação acadêmica em Sociologia, Psicologia e Pedagogia.
Tendo em vista a situação política da época (a ditadura militar), este