I NNHOLDSFORTEGNELSE
2. Endringer i kommunens rolle som tjenesteprodusent og myndighetsutøver?
2.4. Statens styring av kommunal sektor
Nos limites convergentes ocorre colisão entre placas litosféricas, o que gera tensões compressivas. Considerando o tipo de placa litosférica envolvida, existem três tipos de limites convergentes, e nos quais ocorre colisão entre (Marshak, 2001):
o uma placa oceânica e uma placa continental – o que tem como consequência a subducção da placa oceânica (maior densidade) e o enrugamento e a elevação da litosfera continental (menor densidade), formando cadeias montanhosas. Estas são precedidas por uma massa de sedimentos resultantes da subducção, chamado de prisma acrecionário. Na região posterior ao prisma acrecionário, na litosfera continental, forma-se um arco vulcânico;
o duas placas continentais – decorre na sequência da colisão completa entre uma placa oceânica e uma continental. Tem como consequência o fecho de um oceano, o enrugamento da litosfera continental com formação de uma cadeia montanhosa de relevos acentuados;
o duas placas oceânicas – o que tem como consequência a subducção da placa mais densa, dando origem a uma fossa oceânica, e a formação de um arco vulcânico.
Toda esta geodinâmica gera tensões compressivas diferenciais, responsáveis pela ocorrência de sismos, pela formação de arcos vulcânicos e pelo desenvolvimento de paisagens características. Na litosfera oceânica, onde ocorre a subducção, formam-se zonas de fossa, e na litosfera continental é talhada uma
paisagem geológica caracterizada por montanhas de relevos acentuados, nas qu ocorrem dobramentos (figura 7)
3.1.7 Quais as consequências dos movimentos das placas litosféricas ao nível dos limites divergentes?
Nos limites divergentes há duas placas litosféricas que se afastam dando origem à abertura de um oceano.
de limite entre placas (rifte), ascende magma que solidifica de nova placa litosférica. Na zona adjacente ao rifte,
rocha basáltica é pouco densa, apresentando flutuabilidade elevada, por conseguinte, nesta região a litosfera apresenta
cada vez mais reduzido à medida que se Schubert, 2014).
Os movimentos divergentes da litosfera originam tensões distensivas ou extensivas que estiram as rochas (Marshak, 2001; Turcotte & Schubert, 2014). Estas, deformam-se produzindo um sistema de
se traduz, à superfície, por uma paisagem caracterizada por vales alongados e bacias de sedimentação, separados por blocos rochosos elevados
(Marshak, 2001).
Figura 8. Vale de rifte do Rio Jordão. Retirado de nationalgeographic.com/education/e
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paisagem geológica caracterizada por montanhas de relevos acentuados, nas qu (figura 7) das rochas que as constituem e falhas inversas
Figura 7. Dobramento (Costa Vicentina).
Quais as consequências dos movimentos das placas litosféricas ao nível dos limites divergentes?
Nos limites divergentes há duas placas litosféricas que se afastam dando origem à abertura de um oceano. À medida que as duas placas divergem, na zona de limite entre placas (rifte), ascende magma que solidifica permitindo a
érica. Na zona adjacente ao rifte, na dorsal médio oceânica, a rocha basáltica é pouco densa, apresentando flutuabilidade elevada, por conseguinte, nesta região a litosfera apresentam um relevo acentuado, que irá ser cada vez mais reduzido à medida que se afasta do rifte (Marshak, 2001; Turcotte &
Os movimentos divergentes da litosfera originam tensões distensivas ou extensivas que estiram as rochas (Marshak, 2001; Turcotte & Schubert, 2014).
se produzindo um sistema de falhas normais (horst e
se traduz, à superfície, por uma paisagem caracterizada por vales alongados e bacias de sedimentação, separados por blocos rochosos elevados
. Vale de rifte do Rio Jordão. Retirado de http://education. nationalgeographic.com/education/encyclopedia/rift-valley/?ar_a=1.
paisagem geológica caracterizada por montanhas de relevos acentuados, nas quais falhas inversas.
Quais as consequências dos movimentos das placas
Nos limites divergentes há duas placas litosféricas que se afastam dando À medida que as duas placas divergem, na zona permitindo a construção dorsal médio oceânica, a rocha basáltica é pouco densa, apresentando flutuabilidade elevada, por relevo acentuado, que irá ser Marshak, 2001; Turcotte &
Os movimentos divergentes da litosfera originam tensões distensivas ou extensivas que estiram as rochas (Marshak, 2001; Turcotte & Schubert, 2014). e graben), que se traduz, à superfície, por uma paisagem caracterizada por vales alongados e bacias de sedimentação, separados por blocos rochosos elevados (figura 8)
3.1.8 Quais as consequências dos movimentos das placas litosféricas ao nível dos limites transformantes?
Os limites transformantes caracterizam vertical ou aproximadamente vertical
desligamento. Este tipo de falhas tem origem nas tensões diferenciais que se geram dos diversos movimentos
aos sentidos como às suas velocidades de deslocação. Nestes limites as placas movem-se uma em relação à outr
actuação de tensões de cisalhamento, das quais result
intensidade elevada e uma paisagem relativamente plana e caracterizada por deslocações de terrenos (figura 9)
Figura 9. Falha de Santo André (EUA). Retirado de
elmundo.es/elmundo/2006/06/21/ciencia/1150904782.html
3.1.9 Como se comportam os materiais rochosos quando sujeitos a uma tensão?
As rochas da litosfera sofrem deformações como consequência das tensões que sobre elas atuam. Na Natureza os materiais exibem dois tipos de comportamento quando sujeitos a uma tensão:
após a remoção da tensão o corpo volta ao seu estado inicial;
plástico, quando após a remoção da tensão o corpo não retoma a sua forma inicial. O comportamento plástico das rochas induz dois estados de deformação, que têm origem a diferentes profundidades, e que depende
pressão, da taxa de deformação e da sua composição química (Marshak, 2001): o Deformação dúctil
forma sem fracturar, formando 24
Quais as consequências dos movimentos das placas litosféricas ao nível dos limites transformantes?
Os limites transformantes caracterizam-se pela existência de uma vertical ou aproximadamente vertical (90o, ou aproximado), denominada falha de
Este tipo de falhas tem origem nas tensões diferenciais que se geram dos diversos movimentos das placas litosféricas, tanto no que diz respeito aos sentidos como às suas velocidades de deslocação. Nestes limites as placas se uma em relação à outra, habitualmente de forma brusca, devido à tuação de tensões de cisalhamento, das quais resultam abalos sísmicos de intensidade elevada e uma paisagem relativamente plana e caracterizada por
(figura 9).
. Falha de Santo André (EUA). Retirado de http://www. elmundo.es/elmundo/2006/06/21/ciencia/1150904782.html
se comportam os materiais rochosos quando sujeitos a uma tensão?
As rochas da litosfera sofrem deformações como consequência das tensões Na Natureza os materiais exibem dois tipos de comportamento quando sujeitos a uma tensão: comportamento elástico, quando após a remoção da tensão o corpo volta ao seu estado inicial; comportamento , quando após a remoção da tensão o corpo não retoma a sua forma inicial. O comportamento plástico das rochas induz dois estados de deformação, que têm origem a diferentes profundidades, e que dependem da temperatura, da pressão, da taxa de deformação e da sua composição química (Marshak, 2001):
– ocorre quando o material rochoso muda a sua turar, formando dobras. Neste caso a rocha fica sujeita a se pela existência de uma falha
falha de Este tipo de falhas tem origem nas tensões diferenciais que se no que diz respeito aos sentidos como às suas velocidades de deslocação. Nestes limites as placas , devido à am abalos sísmicos de intensidade elevada e uma paisagem relativamente plana e caracterizada por
As rochas da litosfera sofrem deformações como consequência das tensões Na Natureza os materiais exibem dois tipos de , quando comportamento , quando após a remoção da tensão o corpo não retoma a sua forma inicial. O comportamento plástico das rochas induz dois estados de deformação,
da temperatura, da pressão, da taxa de deformação e da sua composição química (Marshak, 2001):
ocorre quando o material rochoso muda a sua este caso a rocha fica sujeita a
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uma deformação lenta, e a condições de pressão e temperatura elevadas (abaixo dos 10-15 km de profundidade, andar estrutural médio e inferior);
o Deformação frágil – ocorre quando o material rochoso atinge o seu limite de elasticidade e fractura, formando falhas. Neste caso a rocha fica sujeita a uma deformação rápida/repentina, a condições de pressão e temperatura baixas, ou a uma elevada pressão de fluidos (até aos 10- 15 km de profundidade, andar estrutural superior).
3.1.10 Quais as deformações que ocorrem nas rochas quando sujeitas a uma tensão compressiva?
Ao serem sujeitas a tensões compressivas, pressão e temperatura elevadas, as rochas podem assumir um comportamento dúctil, adquirindo a capacidade de fluir sem fundir, comportando-se como um fluido à escala de tempo geológica, formando dobras. As dobras são, assim, deformações geológicas nas quais as camadas das rochas se apresentam arqueadas, ou onduladas. Estas, são classificadas com base na sua morfologia em: dobra antiforma (abertura virada para baixo) e dobra sinforma (abertura virada para cima); e estratigraficamente em: sinclinal (camada mais recente no interior da dobra) e anticlinal (camada mais antiga no interior da dobra) (figura 10).
Figura 10. Classificação morfológica (A) e estratigráfica (B) de um dobramento. Adaptado de Silva et al., 2010.
As falhas são fraturas que ocorrem na crosta e que traduzem um comportamento frágil. As rochas, quando sujeitas a uma tensão intensa e brusca, em condições de pressão e temperatura baixas, comportam-se como um sólido, e ao ultrapassarem o seu limite de elasticidade, fraturam em dois blocos distintos, que se separaram e deslizam um em relação ao outro. No caso de a rocha sofrer a
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influência de uma tensão compressiva surge uma falha inversa, com um ângulo inferior a 90o, na qual o bloco que fica por cima do plano de falha (tecto) se desloca
no sentido contrário ao da sua inclinação, subindo em relação ao bloco que se situa por baixo do plano de falha (muro) (figura 11).
Figura 11. Falha inversa (Retirado de Campos & Dias, 2014).
3.1.11 Quais as deformações que ocorrem nas rochas quando