5. EMPIRISK ANALYSE
5.1 T IDSSERIEANALYSE
5.1.1 Stasjonæritet og grafisk presentasjon av data
Como uma unidade da rede de apoio à gestão e aos negócios, a Regional GEPES BH apresenta como atribuições as funções relativas à gestão de pessoas, educação e responsabilidade sócioambiental, no âmbito do Estado de Minas Gerais, que se traduzem em identificar necessidades; propor adequação de programas; realizar atividades diversas como coordenar, conduzir, orientar e acompanhar funcionários, projetos, processos internos. Assim, define-se o papel da GEPES BH como o de promover o desenvolvimento do ser humano, construindo e implementando ações regionais alinhadas à política de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Sócioambiental, visando ao cumprimento da missão do Banco do Brasil (BANCO DO BRASIL, GEPES BH, 2004 ).
A Figura 10 representa o desenho da estrutura organizacional da GEPES BH, com a finalidade de melhor descrever a distribuição funcional e pessoal dessa unidade.
Figura 10: Desenho da estrutura organizacional da GEPES BH Fonte: GEPES BH, 2003.
A GEPES BH compõe-se de várias células:
Ø Célula de Educação Corporativa – UNI-BB: responsáve l por ações de ordem educativa, treinamentos, cursos, palestras e parcerias entre outras.
Ø Célula de Talentos e Oportunidades: responsável por ações relativas à identificação de talentos internos, posse e remoção de funcionários, entre outras. Ø Célula de Relações Trabalhistas: responsável por ações relativas à conciliação trabalhista e afins.
Ø Célula de Comunicação e Responsabilidade Sócioambiental: responsável por ações relativas à qualidade de vida, comunicação interna, relacionamento com funcionários e com entidades patrocinadas (PREVI, CASSI, outras), medicina do
Gerente de Núcleo
Gerente
Regional
GEPES- BH
Estrutura Proposta
2003
trabalho entre outras.
Compõem essa estrutura o gerente regional, o gerente de núcleo ou administrativo, apoiados por analistas plenos, analistas juniores, escriturários, estagiários, médico do trabalho, adolescente trabalhador45 e profissionais terceirizados, totalizando 21 profissionais. Desse quadro, seis funcionários estão ligados diretamente à UNI-BB – um analista pleno, dois analistas juniores, um escriturário e dois estagiários.
Toda a rede GEPES conta com estrutura física e tecnológica em boas condições de espaço, recursos e instalações.
A rede GEPES surgiu efetivamente nos anos de 1999 e 2000, como uma iniciativa de descentralização dos sistemas de gestão de pessoas do Banco. Até então, as unidades regionais atuavam exclusivamente com a execução dos treinamentos determinados em Brasília. A estratégia de se criar a rede GEPES visava à descentralização dos sistemas de gestão de pessoas, tornando-os mais próximos da realidade dos funcionários, considerando a diversidade cultural, econômica e social dos Estados e, portanto, mais efetivos às necessidades locais, pois, além da execução dos processos, a GEPES assumia também a responsabilidade de adequar e propor soluções regionais, sempre alinhadas com a estratégia da área de gestão de pessoas e com a estratégia de cada área negocial. Os trechos a seguir, ilustram bem esse processo.
“Em cada regional dessa só se cuidava de treinamento. Era quase uma secretaria de escola mesmo; chegavam os cursos, tinha que dar os cursos, totalmente desalinhados estrategicamente. Curso pra quem ou pra quê eu não sei; escreveu, faz curso. Isso foi mudando um pouco em 98/99. A estratégia era toda centralizada, pensada em Brasília, tinha gente que pensava isso lá e alguém que operacionalizava na ponta. Aí em final de 99/2000, criou-se a GEPES, unidade regional de GP, que além de T&D, recebeu a descentralização de praticamente todos os processos de GP: RS, saúde, trabalhistas, hoje a maioria dos sistemas estão descentralizados e a gente assumiu a função operacional dessa estratégia muito forte e também muito estratégica de como é que na ponta eu faço isso acontecer; e como é que eu passo para as pessoas que estão mais próximas os subsídios, de forma que elas absorvam, para melhorar os processos de GP. “ (Informante Gerente 6)
“Antes nós implementávamos os programas que vinham de Brasília. Eles (em Brasília) continuam sendo a estratégia do Banco, mas temos uma autonomia maior para identificar necessidades locais e propor soluções e alternativas regionais.” (Informante Analista 2)
45 O adolescente trabalhador é um programa do Banco do Brasil em parceria com entidades sem fins lucrativos, destinado a adolescentes carentes, que se tornam aprendizes em serviços bancários, cujo objetivo está na qualificação profissional (RELATÓRIO ANUAL BANCO DO BRASIL, 2002).
Normalmente, a rede GEPES não cria ou desenvolve cursos, mas pode desenvolver projetos locais, internamente ou mesmo junto a clientes, parceiros, fornecedores, visando a solução de determinado problema detectado localmente. Exemplificando, a GEPES BH realizou internamente, no ano de 2003, um seminário com todo o agrupamento gerencial do Estado para discussão e proposta de melhoria e aperfeiçoamento da performance gerencial, em decorrência dos resultados de um levantamento interno. Externamente, a GEPES BH também desenvolveu um projeto de formação de consultores com foco em soluções eletrônicas, por meio de um curso disponibilizado, para o Câmara dos Dirigentes Lojistas – CDL/BH – junto aos formandos de Administração da Unicentro Newton Paiva46, para atuarem com pequenas e médias empresas, que normalmente desconhecem todas as possibilidades de prestação de serviços por via eletrônica.
Do ponto de vista estratégico, todas as definições relativas à educação corporativa continuaram sendo originadas em Brasília, via diretoria de gestão de pessoas e suas gerências executivas. Por outro lado, a descentralização trouxe a possibilidade de as regionais conquistarem certa autonomia para negociarem soluções regionais e, de fato, poderem estar oferecendo ações mais ligadas e adequadas às necessidades dos funcionários e da cadeia de valor.
Conhecendo como está estruturada a gestão de pessoas, a GEPES BH e conforme o esquema proposto, segue uma breve evolução histórica sobre a área de treinamento e desenvolvimento do Banco do Brasil, objetivando contextualizar a evolução para a UNI-BB.