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SPESIELT FOR FØRPERIODEBESTILLINGER NSB-tog:

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4. SPESIELT FOR FØRPERIODEBESTILLINGER NSB-tog:

1.3.1 Pesquisa Bibliográfica enfocando trabalhos que enfatizassem a educação musical na atualidade e metodologias aplicadas ao ensino da música, mais diretamente os relacionados ao campo do ensino instrumental e da guitarra. Trabalhos na área da educação sobre os temas: contexto formais, não formais e informais. Também analiso “métodos” de ensino de guitarra publicados no Brasil e no exterior, além de livros e artigos que tratam da história da guitarra, da música e de alguns gêneros musicais (especialmente o rock, o blues e o jazz). Outros textos que foram importantes dão destaque à formação de cursos formais e músicos populares na atualidade a partir das novas perspectivas do mercado musical.

1.3.2 Entrevistas semi-estruturadas realizadas com os professores que caracterizam essa pesquisa como “qualitativa”, onde os dados “são colhidos interativamente, num processo de idas e voltas, nas diversas etapas da pesquisa e na interação com seus sujeitos” CHIZZOTTI (1998, p. 89). Porém, este trabalho também conta com informações e dados quantitativos apresentados a partir de tabelas e gráficos no corpo do texto.

O roteiro das entrevistas se encontra em anexo (ver anexo 7.3), porém, é preciso que se entenda que tal roteiro ficou, sempre, em posse do pesquisador, e auxiliava no decurso do dialogo com cada professor. Assim, apesar de as entrevistas terem sido pensadas para uma duração media de trinta minutos, um destes momentos chegou a se prolongar três vezes mais. Pois foi, então, permitido, a cada sujeito, um detalhamento de suas respostas. Assim como, algumas questões, e respostas, geravam outras informações pertinentes ao trabalho.

1.3.3 Questionário (ver anexo 7.2), respondidos pelos estudantes neste caso, foi coletado o maior número de questionários possível – correspondendo ao número total de alunos de cada professor durante o período da coleta de dados, e não somente os alunos observados em aula. O questionário, único e igual para todos os respondentes, abordou temas como: perfil (nível de escolarização, idade), gostos musicais, atuação musical e profissional (levando em conta alunos que já atuam como músicos na cidade e outros que possuem outros trabalhos sem ligação direta com a música), cotidiano de estudo, dificuldades e alegrias relacionadas ao estudo da guitarra.

1.3.4 Observação, para este fim, foram observados seis encontros (aulas), em seqüência, de cada aluno ou grupo de alunos, totalizando 12 observações por cada professor e 36 no total do trabalho. Durante as observações, como pesquisador, permaneci em um dos cantos do ambiente das aulas, com o objetivo de interferir minimamente no encontro. Cada encontro também foi registrado em áudio e/ou vídeo, de acordo com as devidas autorizações de cada envolvido no processo.

Para melhor guiar as observações realizadas, foi elaborado um roteiro (ver anexo 7.3) que permitisse uma análise de pontos comuns a partir do olhar do pesquisador, pois, mesmo sabendo que cada contexto possui sua particularidade, é necessário ao pesquisador criar parâmetros para sua análise. Deste modo, foram destacados quatro tópicos que poderiam se subdividir em outros menores e de maior especificidade: a) caracterização da turma – professor e aluno(s), caracterização do ambiente da aula, b) relações sociais professor x aluno(s), aluno x aluno, aluno x ambiente da aula, debates extra musicais, c) conteúdos teóricos, técnico-musicais e instrumentais abordados, além da forma como foram abordados pelos professores e recebidos pelos alunos, d) repertório.

Destaco ainda que os exercícios técnicos e de repertório, aplicados em aula pelos professores, esses serão transcritos em notação musical tradicional, além da utilização de tablatura e indicações especificas do instrumento (como posições, utilização de palheta ou dedilhado e técnicas específica como bend). O intuito é possibilitar um melhor entendimento dos mesmos, sendo o mais claro e específico para guitarristas, músicos e pesquisadores em geral. Quando o professor disponibilizar ao aluno qualquer tipo de grafia (impressa ou eletrônica) em aula, tal exercício ou repertório será apresentado como o disposto pelo educador.

1.3.5 Diário de campo com a utilização de um pequeno caderno, durante cada encontro eram registradas as impressões do pesquisador sobre a prática dos professores e a receptividade dos alunos em relação aos conteúdos e exercícios. As anotações feitas no diário já trazem grande carga analítica auxiliando a construção do trabalho.

Sua utilização foi fundamental, pois nele também estão descritos, de forma textual, musical, gráfica e caricata (desenhos) os exercícios e digitações utilizadas pelos professores e alunos. Assim puderam ser considerados outros pontos das aulas de guitarra que localizavam- se fora do alcance da câmera e que teriam sidos esquecidos.

1.3.6 Registros fotográficos com destaque para os espaços e ferramentas utilizados na prática de ensino, buscando detalhes do ambiente onde ocorrem as aulas. Esses registros serviram como importante ferramenta para ilustrar e complementar aspectos descritos nos

textos. No corpo deste trabalho utilizo três tipos de imagens, sendo que, em todas, foi intencionalmente evitado, a divulgação dos sujeitos participantes:

1) Registros fotográficos captados por mim durante o período das observações com ênfase no ambiente, material de apoio e instrumentos utilizados pelos professores de cada contexto.

2) Registros fotográficos disponíveis em sites da internet, especialmente as imagens que fazem parte do capítulo dois, referentes à história, desenvolvimento da guitarra, assim como propagandas comerciais. Além disso, como a escola de música Studio possuía um site próprio, foi preferível a utilização desses registros como disponibilizado na internet.

3) Como me propus a fazer observações e que essas fossem minimamente participantes, buscando a neutralidade, não poderia pedir para que alunos ou professores ficassem estáticos aguardando que eu captasse o angulo ideal para fotografias específicas. Assim, algumas fotos ilustrativas das posições dos dedos dos guitarristas aplicados a escala do instrumento são registros de minha própria mão e instrumento. Esse tipo de registro foi uma necessidade a partir do momento em que se buscou maior detalhamento da execução de alguns exercícios, digitações ou posições abordados pelos guitarristas.

1.3.7 Registros em áudio/vídeo captando aspectos gerais do ensino e aprendizagem da guitarra, como execução musical, práticas e ações dos indivíduos. Esses registros ampliaram as possibilidades analíticas e servem como ferramenta importante para a retomada dos dados em outras análises futuras. Apesar da autorização por escrito dos professores e dos alunos em utilizar suas imagens, durante a realização das gravações, evitei a captação frontal dos estudantes, até porque alguns eram menores de idade.

Para os registros de áudio e vídeo, a câmera filmadora era sempre posicionada em pedestal, controlado por mim, em um dos cantos de cada espaço. Os vídeos referentes às aulas deram voz e foco especial aos professores, suas falas e ações educativas e musicais, mas também foram feitas tomadas do tipo close (aproximação) dos instrumentos e mãos dos alunos, sempre que possível.