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Spesiell biologi og atferd

In document ARSMELDING 1984 (sider 45-49)

“A evolução tecnológica é essencialmente responsável para a alteração dos parâmetros da base da condição humana, tais como: a dimensão da população do mundo, a esperança de vida, níveis de educação, padrões de vida materiais, o tipo de trabalho, comunicação, cuidados com a saúde, guerra e os efeitos dos humanos sobre o ambiente natural. Outros aspectos da sociedade e nossas vidas individuais também são influenciados pela tecnologia, de muitas maneiras, diretas ou indiretas, como formas de governo, programas, relações humanas e nossos pontos de vista sobre a natureza humana, cosmologia e ética.”

Nick Bostrom, Diretor do Instituto do Futuro da Humanidade da Faculdade de Filosofia da Universidade de Oxford – Introdução do artigo: “Technological Revolutions: Ethics and Policy In The Dark”.

“Uma enorme avalanche de mudanças assolou a sociedade acidental durante os últimos 300 anos. Esta avalanche, longe de se esmaecer, está tomando mais vigor agora.”

Alvin Toffler, “Future Shock”, 1970.

Este capítulo tem a finalidade de mostrarmos a velocidade e aceleração do desenvolvimento das descobertas científicas, desde o Big Bang a bilhões de anos atrás, acelerando um pouco a partir do século XIX e com uma aceleração exponencial na entrada do século XXI.

O grande exemplo do que queremos mostrar nesta tese, está representado pelo Calendário Cósmico de Carl Sagan, que será mostrado no sub capítulo 2.2. Ele retrata muito bem a curva de evolução exponencial que estamos vivendo, desde o início dos tempos. O que não está mostrado é a exponencialidade da aceleração da velocidade das mudanças tecnológicas atuais. O estágio de desenvolvimento atual e as descobertas que relatamos servem de embasamento teórico para justificarmos os argumentos que levam o estudo do pós- humanismo, em sua vertente tecnológica, que desaguam no assunto do título “A questão do futurismo pós-humano e da vida artificial”, ou seja, a discussão da imortalidade.

Também serve para mostrarmos a forma de comunicação científica e de divulgação nas ciências da complexidade, onde os assuntos que se tornaram consenso ou, pelo menos, tiveram a aceitação da maioria dentre os pesquisadores, são tratados com o formalismo acadêmico requerido nas divulgações de revistas científicas, e os mais atuais que pela

40 velocidade de acontecimento não permitem a burocracia de análises por comitês editoriais e outros, tornando-se quase que relatos jornalísticos.

Nesta viagem desde o lento desenvolvimento da formação do nosso universo, das descobertas cosmológicas, depois, da vida até o ritmo vertiginoso que a ciência tem imposto as novas descobertas, utilizando-se destas novas descobertas e conceitos para desenvolver outras descobertas que estão fazendo a tecnologia avançar num ritmo alucinante, verificamos o caráter exponencial dos acontecimentos que geram a divulgação científica mais informal, sem fugir da fusão destas descobertas científicas com o conceito de pós-humanismo puramente baseado na tecnologia.

No centro de tudo, ou mesmo na razão de se pesquisar novas descobertas científicas, está a inserção da tecnologia dentro do humano, de forma a facilitar a estafante tarefa de sobreviver. Esta luta pela permanência, em que nos colocamos como o mais recente estágio na evolução darwiniana, nos faz acreditar que seremos o mais recente, o último, e o definitivo. Mesmos os pós-humanistas mais céticos e conservadores, admitem que a partir do ciborgue, pode haver um novo estágio nesta evolução. Os mais ufanistas acreditam numa simbiose carbono/silício ou o que vier a sucedê-lo onde o que chamamos de homem pós- humano vence a batalha pela permanência e de alguma forma se torna imortal.

Aproveitando este histórico, a intenção é mostrar a forma como isto foi divulgado à comunidade científica. Na sequência dos fatos, os primeiros artigos foram escritos de forma protocolar, de forma a garantir a consistência, a credibilidade e a ética do trabalho. Não usaremos os artigos originais dos cientistas pesquisadores e/ou descobridores. Utilizaremos algo já bastante popularizado, mas que tem a consistência e a credibilidade citadas acima, que são os artigos de uma revista científica respeitada, a Scientific American (Sciam).

A revista fundada pelo inventor e editor Rufus M. Porter em 1845 como um jornal semanal de quatro páginas, tinha como objetivo, a divulgação das novidades científicas baseadas nos registros do U.S. Patent Office. Nasceu com o espírito de divulgação e de se tornar uma revista de ciência popular. Tem uma longa história de levar informações científicas mensalmente ao público em geral. Mais de 140 cientistas, laureados com o Prêmio Nobel, escreveram ou têm escrito para a Sciam, muitos deles, descrevendo seu trabalho anos antes do reconhecimento pelo Comitê do Prêmio Nobel. Nomes como Albert Einstein, Francis Crick, Jonas Salk, Linus Pauling, John Kenneth Galbraith, Lester Thurow, Mitchell Kapor, Michael Dertouzos, Nicholas Negroponte têm contribuído com artigos neste mais de cento e

41 sessenta e nove anos de existência. Tem edições em 18 línguas estrangeiras, inclusive o português brasileiro.

No capítulo anterior, fizemos uso de farta literatura disponível, pois retratamos o advento do pós-humano. A forma como desenvolvemos o assunto é bastante formal, com bastante citações, e com um formato de texto bem acadêmico e tradicional. À medida que entramos no Século XXI, ficam mais escassos os materiais de pesquisa, e o texto mais e mais se aproxima de um texto jornalístico, e uma boa explicação para isso foi dada por Miguel Nicolelis na introdução.

Ainda assim, existe um farto material de pesquisa em revistas científicas, e elegemos para utilizar os artigos da Scientific American (Sciam), citados no rodapé, sendo que alguns trechos foram complementados por artigos de divulgação da internet.

Esta parte do capítulo que envolve os sub capítulos 2.1 ao 2.7 (Do Big Bang a Teoria das Cordas), já está no formato de um material de divulgação científica, nos moldes da Sciam, e com algumas inserções de estilo jornalístico. Do sub capítulo 2.8 ao 2.10 (Da computação a Convergência Tecnológica), avança-se mais para esta forma de divulgação científica ágil, e concisa e quase jornalística.

O último tópico 2.11 foi pesquisado inteiramente na internet, em artigos de magazines populares e também de jornais e periódicos, porque ainda não interessaram aos conselhos editoriais das revistas científicas e, portanto, não estão disponíveis. Outra razão é que estão aparecendo muitos avanços científicos desenvolvidos por empresas privadas que focam no seu negócio, ao contrário dos Centros Acadêmicos, que na maioria das vezes focam em interesses comuns à humanidade, quando não desenvolvem um projeto dedicado sob encomenda ou através de doações de instituições privadas com interesse específico.

42 2.1 - O início de tudo...o BIG BANG

O modelo científico mais aceito para explicar por que o universo é da maneira como conhecemos é a teoria do Big Bang, que descreve o seu desenvolvimento do momento imediatamente posterior ao seu surgimento até os dias de hoje.

Com diversas previsões, muitas das quais puderam ser confirmadas por meio de observações, a teoria tem a expansão como mais importante conceito. Embora seja visto por muitos como o momento no qual toda a matéria e energia concentrada em um ponto ínfimo explodiu, disparando-se matéria pelo espaço para o nascimento do universo, o Big Bang, na realidade, explica a expansão do espaço em si, ou seja, tudo que estava contido dentro desse espaço está se afastando cada vez mais.

No início do Big Bang, toda matéria, energia e espaço estavam comprimidos em uma área de volume zero e densidade infinita, extremamente denso e quente. Como havia tanta energia, a matéria, tal qual conhecemos, não podia surgir, mas o universo se expandiu rapidamente, ou seja, foi ficando menos denso e se resfriando. Nesse processo de expansão, iniciou-se a formação da matéria e a perda de energia da radiação. E o universo se formou, em apenas alguns segundos, a partir de uma singularidade que se estendeu pelo espaço.

Como resultado tivemos a formação das quatro forças básicas do universo: eletromagnetismo, interação nuclear forte, interação nuclear fraca e gravidade. Foi apenas pouco depois de seu início que essas forças, até então unificadas no começo do Big Bang, se separaram para a forma como se apresentam hoje.

A maneira como essas forças estiveram unidas, no entanto, ainda é um mistério para os cientistas, tanto que muitos físicos e cosmólogos continuam trabalhando para desenvolver a Teoria da Grande Unificação, que explicaria também de que forma elas se relacionam umas com as outras.

A Universidade de Cambridge refere ao estudo desses momentos iniciais do Big Bang como cosmologia quântica. Como o universo era tão pequeno, a física clássica ainda não era aplicável, diferentemente da física quântica, a qual lida com a física em escala subatômica. Mas o comportamento das partículas em escala quântica desafiam a compreensão que se tem da física clássica. Nesse sentido, para descobrir mais informações sobre o funcionamento do universo, os cientistas buscam a conexão entre a física quântica e a clássica.

Em t = 1 x 10-43 segundos, o universo era pequeno, denso e quente, com uma área homogênea que abarcava uma região de apenas 1 x 10-33 centímetros – hoje, ele se estende

43 por bilhões de anos-luz. Para os teóricos do Big Bang, durante essa fase, matéria e energia eram inseparáveis e as quatro forças primárias do universo eram uma força única. A temperatura desse universo era de 1 x 1032 graus Kelvin. Em frações de segundo, o universo se expandiu rapidamente, em um processo chamado pelos cosmólogos de inflação, dobrando de tamanho diversas vezes em menos de um segundo.

À medida que se expandia, o universo se resfriava e, em t = 1x 10-35 segundos, matéria e energia se separaram. Neste momento, designado como bariogênese, em que a matéria (bariônica) pode ser observada, o universo se encheu de quantidades quase iguais de matéria e antimatéria. Embora a maioria das partículas e antipartículas tenham se aniquilado mutuamente, algumas partículas sobreviveram e, mais tarde, se combinariam para formar toda a matéria do universo.

A partir de t = 1 x 10-11 segundos, segue-se um período de cosmologia de partículas à era quântica, fase que cientistas conseguem recriar em condições de laboratório por meio de aceleradores de partículas, gerando dados observacionais sobre a provável configuração do universo no momento. A força unificada se dividiu em seus componentes. Embora os fótons – partícula elementar da força eletromagnética – fossem mais numerosos que as partículas de matéria, o universo era denso demais para que a luz brilhasse em seu interior.

Do período da cosmologia padrão, iniciado 0,01 segundo depois do começo do Big Bang em diante, os cientistas acreditam que dominavam razoavelmente bem a maneira pela qual se desenvolveu o universo, que continuou a se expandir e a se resfriar. Formadas durante a bariogênese, as partículas subatômicas começaram a se combinar dando origem a nêutrons e prótons e que, passado o primeiro segundo, já eram capazes de formar os núcleos de elementos leves como o hidrogênio (na forma do isótopo deutério), hélio e lítio, em um processo conhecido como nucleossíntese. A densidade e temperatura ainda elevadas o universo, no entanto, ainda não permitiam que os elétrons se unissem a esses núcleos para formarem átomos estáveis.

Foram necessários 100 segundos para a temperatura do universo se resfriar para cerca de um bilhão de graus Kelvin (um bilhão de graus Celsius), enquanto as partículas subatômicas continuavam a se combinar. Em termos de massa, a distribuição dos elementos era de cerca de 75% de núcleos de hidrogênio e 24% de núcleos de hélio (o 1% restante consistia em outros elementos leves, como o lítio).

44 A temperatura elevada do universo ainda impedia a ligação entre os núcleos e elétrons, que colidiam com outras partículas subatômicas conhecidas como pósitrons, criando mais fótons. Mas o universo ainda era denso demais para que a luz pudesse brilhar em seu interior.

Depois de cerca de 56 mil anos, ele havia se refrigerado a 9.000 graus Kelvin (8.726 graus Celsius), quando a densidade da distribuição de matéria do universo se equiparava à densidade da radiação. Somente após mais 324 mil anos, o universo atingiu a expansão suficiente para se refrigerar a 3.000 graus Kelvin (2.727 graus Celsius), para, enfim, prótons e elétrons se combinarem e formarem átomos neutros de hidrogênio.

Foi neste momento, 380 mil anos após o evento inicial, o universo se tornou transparente, permitindo que a luz pudesse brilhar através dele. O lugar foi ocupado pela radiação que os humanos mais tarde identificariam como o a radiação cósmica de fundo em micro ondas.

O processo de radiação e expansão do universo prosseguiu pelos 100 milhões de anos seguintes aproximadamente, com diversas pequenas flutuações gravitacionais que fizeram com que partículas de matéria formassem aglomerados. Com a gravidade levando os gases a se contrair em bolsões apertados, eles se tornaram mais densos e mais quentes. E, a partir desses bolsões, se formaram estrelas entre 100 e 200 milhões de anos depois da criação inicial do universo.

As estrelas começaram a se aglomerar para formar galáxias e, com o tempo, algumas se tornaram supernovas. A explosão das estrelas ejetava no universo matéria, que incluía todos os elementos mais pesados que encontramos na natureza, todos eles, até o urânio). As galáxias, por sua vez, uniam-se em aglomerados. Nosso sistema solar se formou, cerca de 4,6 bilhões de anos atrás.

Hoje, a temperatura do universo é de 2,725 graus Kelvin (-270 graus Celsius), ou seja, apenas dois graus acima do zero absoluto. A seção homogênea do universo sobre a qual podemos teorizar tem centenas de milhões de anos-luz (cada ano-luz é cerca de 1013 km).

Se vivemos em um universo fechado, chegará o momento em que ele se contrairá e se fechará sobre si mesmo. Esse fenômeno é designado pelos cosmólogos como big crunch. Alguns teóricos acreditam que o nosso universo é apenas o mais recente de uma série de outros gerados em um ciclo de contração e expansão do espaço.

45 Os dados contidos neste tópico foram obtidos na internet, em um artigo de Jonathan Strickland 10.

Cientistas americanos revelaram, em 17/03/201411, a detecção inédita de ecos do Big Bang. Trata-se de uma importante descoberta para entender as origens do universo.

A “primeira evidência direta da inflação cósmica” foi observada com um telescópio no polo sul e foi anunciada por especialistas do Centro de Astrofísica (CfA) de Harvard-Smithsonian. A existência destas ondulações de espaço-tempo, primeiro eco do Big Bang, demonstra a expansão extremamente rápida do universo na primeira fração de segundo de sua existência, uma fase conhecida como inflação cósmica, que já foi explicada acima.

As ondas gravitacionais foram detectadas pelo telescópio BICEP2 (Imagem de Fundo de Polarização Cósmica Extragalática, na sigla em inglês), que fica no polo sul. O instrumento, que escaneia o céu a partir dessa região, examina o que os cientistas chamam de micro-onda cósmica de fundo, uma radiação extremamente fraca presente em todo o universo.

Modelos de computador previram um padrão espiral particular na radiação de fundo que combinaria com o que seria esperado com a inflação do universo após o Big Bang.

A equipe não só encontrou o padrão, mas descobriu ser consideravelmente mais forte do que o esperado. “Foi como procurar uma agulha no palheiro, e ao invés disso achar um pé de cabra”, disse o co-líder do estudo Clem Pryke, da Universidade de Minnesota, em um comunicado. Para o físico teórico Avi Loeb, da Universidade de Harvard, o avanço “representa um novo esclarecimento sobre algumas das questões mais fundamentais para saber o por que de nossa existência e como o universo começou”.

10

STRICKLAND, Jonathan. How the Big Bang theory Works. How Stuff Works

(http://science.howstuffworks.com/dictionary/astronomy-terms/big-bang-theory.htm), 18/6/2008. Acessado em 28/02/14.

11CIENTISTAS DETECTAM pela primeira vez ecos diretos do Big Bang. Portal G1( http://g1.globo.com/ciencia-

46 2.2 - O desenvolvimento das tecnologias.

Desde o Big Bang, o universo permanece em constante evolução e continua transformação, passando, em sequência, por processos físicos e químicos, a evolução biológica até chegar a atual evolução tecnológica. Esta última, comparada as anteriores, segue num ritmo exponencialmente acelerado, abrindo possibilidades quase ilimitadas, embora o destino seja ainda desconhecido.

Mesmo com a continuidade da evolução biológica, ela ainda é muito lenta para atingir sozinha os estágios da evolução pós-humana. É necessária a sua fusão com a evolução tecnológica. A seleção técnica com projeto de engenharia pode agora substituir a seleção natural com a tentativa e erro. E, com esta reengenharia, podemos mudar fundamentalmente o modo como funciona nossa sociedade, levantando questões fundamentais da nossa identidade e status moral como seres humanos.

Carl Sagan, astrônomo conceituado, popularizou o Calendário Cósmico12 quatro décadas atrás, para exemplificar a linha do tempo da evolução. Ele escreveu um cronograma para o universo, começando com o Big Bang há 15 bilhões de anos atrás. Hoje, pensa-se que tudo começou cerca de 13,7 bilhões de anos atrás, e continua-se a atualizar e a melhorar o conhecimento da vida, do universo e tudo mais.

No Calendário Cósmico de Sagan, cada mês, representa pouco mais de um bilhão de anos. O astrônomo datava os grandes eventos durante os primeiros 11 meses do ano (de janeiro a novembro).

Tudo que estudamos na evolução biológica ocorreu a partir de 16 de dezembro quando surgiram na terra os primeiros vermes.

Calendário cósmico: janeiro-novembro  01 de janeiro - Big Bang.

 01 de maio - Forma-se a Via Láctea.  09 de setembro - Forma-se o sistema solar.  14 de setembro - Forma-se a Terra.

 25 de setembro - As rochas mais antigas conhecidas na Terra.  02 de outubro - Vida na Terra.

 09 de outubro - Fósseis mais velhos.

 01 de novembro - Desenvolvimento de sexo.

47  12 de novembro - Os mais antigos fósseis de plantas fotossintéticas.

 15 de novembro - Os Eucariontes floresceram.

 01 de dezembro - Se começa a formar a atmosfera de oxigênio.  17 de dezembro - Primeiros invertebrados.

 18 de Dezembro - Primeiro plâncton oceânico.

 19 de dezembro - Apareceram os peixes e os vertebrados.

 20 de dezembro - Apareceram as plantas vasculares. As plantas começam a colonização da terra.

 21 de dezembro - Apareceram os insetos, os animais começam a colonização da terra.

 22 de dezembro - Apareceram os anfíbios e insetos alados.  23 de dezembro - Aparecem as árvores e répteis.

 24 de Dezembro - Os dinossauros aparecem e dominam a Terra por 160 milhões de anos.

 26 de dezembro - Primeiros mamíferos.

 27 de dezembro - Primeiras aves, primeiras flores.

 28 de dezembro - Extinção massiva do Cretáceo-Terciário, muitas formas de vida morreram, incluindo os dinossauros.

 29 de dezembro - Primeiras primatas.

 30 de dezembro - A evolução do cérebro das primeiras primatas, hominídeos.  31 de Dezembro Hora 13.30.00 - Antepassados dos macacos e dos homens.  31 de Dezembro Hora 22.30.00 - Apareceram os primeiros humanos.  31 de Dezembro Hora 23.00.00 - Uso de ferramentas de pedra.  31 de Dezembro Hora 23.46.00 - A domesticação do fogo.  31 de Dezembro Hora 23.56.00 - O mais recente período glacial.  31 de Dezembro Hora 23.59.00 - Pintura rupestre na Europa.  31 de Dezembro Hora 23.59.20 - Agricultura.

 31 de Dezembro Hora 23.59.35 - Civilização Neolítica

 31 de Dezembro Hora 23.59.50: Fim da pré-história e o início da história, as dinastias de Suméria, Ebla e Egito, a Astronomia.

 31 de Dezembro Hora 23.59.51: Alfabeto, inventa-se a roda, Império acadiano.  31 de dezembro Hora 23.59.52: Código de Hamurabi (Babilônia), Reino Médio do Egito.

48  31 de Dezembro Hora 23.59.53: Metalurgia do Bronze, a Civilização

Micênica, Guerra de Troia, os olmecas

 31 de Dezembro Hora 23.59.54: Metalurgia do Ferro, o Império Assírio, Reino de Israel, fundação de Cartago.

 31 de Dezembro Hora 23.59.55: O nascimento de Buda e Confúcio, a China da Dinastia Qin, a Atenas de Péricles, o Estado da Índia de Asoka, as Sagradas

Escrituras Rig Veda foram concluídas.

 31 de Dezembro Hora 23.59.56: A geometria euclidiana, a física de Arquimedes, a astronomia de Ptolomeu, os Jogos Olímpicos gregos, o Império Romano, nascimento de Cristo.

 31 de Dezembro Hora 23.59.57: O nascimento de Maomé, o zero e os decimais inventados em aritmética, Índia, Roma cai, as conquistas muçulmanas.

 31 de Dezembro Hora 23.59.58: A civilização maia, a Dinastia Sung da China, o Império Bizantino, invasão mongólica, as cruzadas.

 31 de dezembro, Hora 23:59:59: Viagens do descobrimento de Europa e da Dinastia Ming da China, Colombo chega a América, a Renascença na Europa.

 31 de Dezembro Hora 24.00.00: Começo da cultura moderna, o

desenvolvimento da Ciência e tecnologia, a Revolução Francesa, a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial, o Apollo XI chega à Lua, as naves espaciais a exploração planetária, a busca de vida extraterrestre.

Aparentemente, no primeiro segundo do próximo ano, deduzimos que apareceram:

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