8 Ein heilskapleg ressurskontroll 111
9.7 Vurderingane til departementet
9.7.1 Spørsmålet om å vidareføre det
- Desenho:
O desenho é das mais antigas formas de arte expressivas do ser humano (Sousa, 2003).
De acordo com o Ministério da Educação (2006) o desenho infantil é uma atividade espontânea e que deve ocorrer ao longo dos quatro anos do 1.º Ciclo do ensino básico de uma forma livre. Os suportes utilizados não deverão ser de dimensão inferior a A4.
O desenho das crianças não deve ser considerado como forma de arte mas sim uma forma de aprendizagem (Sousa, 2003). Essa aprendizagem deve ser livre, espontânea e natural e não o querer representar a realidade, tal como a maioria dos professores da primeira metáde do século XX defendiam (ibidem). Os desenhos das crianças são exteriorizações do seu ser e o reflexo do desenvolvimento geral, não do desenho mas da criança (ibidem). O desenho é a atividade mais solicitada pelas crianças e é uma técnica que não requer obrigatoriamente a pintura, pois basta ter ao dispor um suporte e um riscador para que as crianças possam expressar o que sentem e pensam (Santinha, 2004). O desenho infantil é essencialmente ideográfico, uma vez que as crianças refletem/representam mais o que sabem das coisas do que o que se vê (Gonçalves, 1991; & Rodrigues, 2002).
- Pintura:
A pintura é uma forma de arte em que o artista preenche uma superfície com pigmentos coloridos recorrendo a vários materiais e técnicas (Sousa, 2003). Nas ideias do autor citado anteriormente, a pintura é uma técnica que não deve ser utilizada para representar o real, mas primordialmente para transmitir e comunicar uma “imagem mental, formada pela mente (imaginação, criatividade, inteligência)” (ibidem, p.225).
Para realizar atividades de pintura é importante que as crianças estejam num espaço adequado ou adaptado para o efeito, que tenham ao seu dispor várias tintas e materiais como pincéis grossos e finos, recipiente com água, e panos de limpeza para evitar eventuais “acidentes” (Santinha, 2004). “Pintar é uma atividade que implica o sujar, mas em seguida, o limpar, tal como outras do dia a dia…tudo isto é a aprendizagem da relação corpo-espaço, da relação interpessoal” (Leite & Malpique, 1986, p.93).
3 - Recorte e colagem:
Os recortes e as colagens são técnicas que podem ser aplicadas em vários materiais, no entanto eles estão bastante ligados ao papel (Sousa, 2003). Para proceder ao recorte, as crianças podem utilizar a tesoura de ponta redonda ou o x-ato. É importante que o último instrumento seja utilizado sob o olhar atento do professor ou que seja este mesmo a utilizá-lo, caso os alunos ainda não tenham a coordenação motora suficientemente desenvolvida (ibidem). Para efetuar os trabalhos, as mesas devem estar revestidas com jornal ou papel, para não deixar passar vestígios de cola (ibidem).
A colagem é uma técnica que se designa na composição elaborada a partir da aplicação de diversos tipos de materiais. A composição é feita com a utilização de cola sobre um suporte (Madeira, 2011). É uma técnica que estimula a criatividade e possui um caráter lúdico (Gonçalves, 1991). Ainda segundo o autor, a colagem foi uma técnica utilizada por vários autores em vários movimentos artísticos, designadamente: cubismo, futurismo, surrealismo e dadaísmo.
- Frottage (textura por fricção):
Frottage é uma técnica de expressão plástica que consiste em captar a textura colocando uma folha de papel fina sobre uma superfície rugosa e riscar ou friccionar com um lápis de cera, pastel ou grafite (Gonçalves, 1991 & Rodrigues, 2002). Max Ernst foi o artista que mais utilizou esta técnica para estimular a capacidade visionária (Rodrigues, 2002).
- Montagens objetuais:
Esta técnica desenvolve-se com a utilização de uma grande variedade de materiais, principalmente reaproveitando objetos já sem utilidade. Esses materiais podem ser: latas, frascos, rolhas, trapos, garrafas de plástico, brinquedos estragados, entre outros. Com os objetos, as crianças podem construir as suas próprias brincadeiras ou outros objetos lúdicos e expressivos (Gonçalves, 1991). As crianças ao usufruíram desta experiencia têm a possibilidade de explorar o material, ou seja, de o tocar, se é mole ou duro, se é rígido ou flexível, leve ou pesado. É uma atividade que as crianças se divertem bastante “pela variedade de soluções inesperadas e surpreendentes, que não se limitam às relações lógicas de causa e efeito ou de forma-função” (Rodrigues, 2002, p. 213).
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- Ocultação/desocultação: ou descolagens de Mimmo Rotella
A ocultação e desocultação consistem em cobrir parcialmente uma fotografia ou desenho, ou seja, transfigurar uma imagem fotográfica alterando o seu sentido, originando uma nova imagem (Rodrigues, 2002).
Materiais:
- Lápis de grafite:
É um material comum mais utilizado nos desenhos. É constituído por uma “mina”, um fino cilindro de grafite de argila, revestido por uma camada de madeira (Sousa, 2003). As “minas” vão desde o muito duro ao muito macio e são utilizados dependendo do traço que se pretende (ibidem).
- Papel:
Pode ser utilizado como suporte no uso de variadas técnicas (Sousa, 2003).
- Pincel:
O pincel é um instrumento que serve para desenhar e pintar. É constituído por um cabo e por um conjunto de pelos colados no mesmo. Há pincéis de vários tamanhos e são designados por números escritos no cabo. Para prolongar a sua duração é necessário ter algum cuidado, principalmente lavar sempre depois da sua utilização (Sousa, 2003).
- Lápis de cor:
A técnica de um lápis de cor é muito semelhante ao lápis de grafite. As “minas” em vez de serem em grafite são constituídas por mistura de pigmentos de cor, argila e um aglutinante de cera ou verniz e é revestido por madeira (Sousa, 2003).
- Guache:
Guache é um material espesso e opaco, solúvel em água e de secagem rápida, que depois de seco permite a sobreposição de cores. Os alunos devem ter o mínimo de conhecimento da utilização deste material para que não haja misturas de cores contrárias
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como, por exemplo, o vermelho e o verde, porque se anulam e dão um tom de sujidade (Creus & Boix, 1986).
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