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Kapittel 4: Fra første krigsvinter til operasjon Barbarossa

4.2 Vinterkrigen bryter ut

4.3.3 Et spørsmål om et todelt Norge

Em testes de laboratório, a corrosão uniforme de réplicas, usualmente, varia em torno de 10% para as mesmas condições de ensaio. Exceções nas quais uma ampla diferença é observada, podem ocorrer em condições de vizinhança da passividade dos metais ou ligas, as quais dependam do filme de passivação para apresentarem resistência à corrosão. Desta forma pelo menos duas réplicas são necessárias para cada teste.

O tamanho e a forma dos corpos de prova variam com o propósito do teste, natureza do material e aparelhagem utilizada. Uma ampla superfície com uma menor quantidade de bordas é o mais desejado; essas razões podem ser obtidas através de amostras quadradas ou circulares com a menor espessura possível. Máscaras podem ser utilizadas quando apenas uma região do corpo de prova for de interesse na quantificação da taxa de corrosão. É importante que todos os corpos de prova sejam medidos cuidadosamente para permitir um cálculo acurado das áreas expostas em cada um.

Resultados mais uniformes são esperados quando uma remoção das camadas mais superficiais dos corpos de prova é realizada, antes de iniciarmos o teste, para que sejam eliminadas variações da superfície original. Isto pode ser obtido através de tratamento químico, remoção eletrolítica, jateamento com partículas abrasivas ou através de lixamento, tendo-se, entretanto, o cuidado de não se provocar um endurecimento da superfície. No intervalo de tempo decorrido, entre a realização da preparação e a imersão, o corpo de prova deve ser mantido no interior de um dessecador.

O corpo de prova deve ser desengraxado e limpo com água e um solvente adequado (como acetona, metanol ou uma solução 50% de metanol) e seca no ar. Limpeza em ultrassom também é sugerida. As amostras secas devem ser pesadas em uma balança analítica com uma acurância mínima de 0,1 mg. A seleção das condições para um teste de laboratório deve ser determinada de

acordo com o propósito do teste. O volume da solução deve ser grande o suficiente para se evitar apreciáveis mudanças na corrosividade durante o ensaio. Estas alterações podem ocorrer tanto devido à exaustão dos constituintes corrosivos, quanto através da acumulação de produtos de corrosão que possam afetar processo futuro de corrosão. A margem recomendada é a de que disponhamos de 40 ml da solução corrosiva para cada cm2 de superfície do corpo de prova, no mínimo.

Embora a duração de qualquer ensaio seja determinada pela natureza e pelo propósito do ensaio, muitas formas de se avaliar a duração de um ensaio de corrosão por imersão estão disponíveis na literatura e a definição desta duração irá depender do material a ser avaliado, do meio corrosivo e das informações disponíveis de ambos.

Após o ensaio de imersão ser encerrado torna-se necessário uma limpeza da superfície para que a taxa de corrosão seja avaliada, no entanto, antes dos corpos de prova serem limpos, sua aparência deve ser observada e registrada. Localização dos depósitos, variações nos tipos de depósitos, ou a variação nos produtos de corrosão são extremamente importantes na avaliação de corrosão localizada, como a ocorrência de pitting. A limpeza dos corpos de prova após a realização do ensaio é um passo vital na realização do teste e se não realizado de forma adequada pode ser responsável pelo comprometimento dos resultados. Esta limpeza deve ser responsável pela remoção dos produtos de corrosão e evitar a remoção de material não corroído. Não existem regras fixas que possam ser aplicadas, uma vez que os procedimentos irão variar, dependendo do tipo de material que está sendo limpo e da aderência dos produtos de corrosão. Os métodos de limpeza podem ser mecânicos, químicos ou eletrolíticos.

mesma acurância da pesagem inicial. A perda de massa durante o período de teste é utilizada como a principal avaliação da corrosão. Após a repesagem dos corpos de prova deve-se examinar a presença de pits, e se esses existirem devemos quantificar a sua ocorrência e a sua profundidade, bem como observar seus tamanhos, formas e distribuição.

O cálculo da taxa de corrosão requer algumas informações e algumas suposições:

• A utilização de taxas de corrosão implica que toda a massa foi perdida

devido à corrosão uniforme e não devido a corrosão localizada, como ocorrência de pitting e corrosão intergranular de áreas sensitizadas.

• Também devemos supor que nenhuma corrosão interna como

dezincificação ou corrosão intergranular ocorreram

Uma vez que assumamos que uma corrosão interna e/ou localizada não está presente, a taxa média de corrosão pode ser calculada através da seguinte equação:

(

)

(

)

taxa K W A T D = × × × (40) onde:

K = uma constante (ver tabela III.3);

T = tempo de exposição em horas com precisão de 0,01h; A = área em cm2 com precisão de 0,01 cm2;

W = perda de massa em g com precisão de 1 mg; D = densidade em g/cm3.

A tabela III.3, apresenta os valores da constante k para o cálculo da taxa de corrosão em diversas unidades.

Tabela III.3 : Tabela dos valores da constante K para a obtenção da taxa de corrosão em diversas unidades (40).

Unidade desejada para a taxa de corrosão

Constante (k) na equação da taxa de corrosão milésimo de polegada por ano (mpy) 3.45 x 106

polegadas por ano (ipy) 3.45 x 103 polegadas por mês (ipm) 2.87 x 102 milímetros por ano (mm/y) 8.76 x 104 micrometros por ano (µm/y) 8.76 x 107 picometro por segundo (pm/s) 2.78 x 106 gramas por metro quadrado por hora

(g/m2.h)

1.00 x 104 x D*

miligramas por decímetro quadrado por dia (mdd)

2.40 x 106x D*

segundo (µg/m2.s)

3 . 8 . 3 . 2 . Ensaio Potenciodinâmico para avaliação da resistência