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4. INNSAMLING OG ANALYSE AV DATA

4.1 Innsamling

4.1.1 Spørreundersøkelse

novos ouvidos, bem como o apresentar, com boca pérfida, às pessoas as faltas

das pessoas mesmas. Nenhuma lealdade haverá em seus nascidos, mas um ex-

tremo desejo lhes obrigará o espírito ardente a atravessar o fogo. É que Citeréia

transformou-se em peixe, quando, mergulhando nas águas da Babilônia, escapou

de Tífon dos pés de serpente, que movia os alados ombros, e inseriu seu próprio

fogo entre o dos escamosos Peixes. E não será de um só indivíduo o nascimento

sob os gêmeos Peixes: haverá um irmão ou uma querida irmã, ou uma mãe de

gêmeos.

Agora aprende as constelações que exercem seu domínio sobre diferentes partes da terra. Mas é preciso antes apre- sentar um quadro geral das coisas. O globo celeste divide- se em quatro partes: a parte onde o dia nasce, aquela em que o dia se põe, aquela dos calores do meio, e aquela onde estás tu, Hélice. Um mesmo número de ventos irrompem dessas mesmas partes e movem guerras entre si através do vazio do espaço. Do pólo rui o áspero Bóreas, Euro escapa do orien- te, Austro ama o sol do meio-dia, e Zéfiro aprecia o sol que já partiu. De cada intervalo entre estes duas brisas lançam seus sopros, semelhantes, mas de nome diferente. A terra mesma flutua, cercada pela coroa do pélago, que em seu meio cinge o orbe com abraços líquidos, recebendo a terra, em seu seio, o mar, que, deixado entrar a partir do escuro poente, banha, pela direita, os númidas, e a tórrida Líbia, e os baluartes da outrora poderosa Cartago, e faz seus litorais recuarem, curvando-os em direção às Sirtes repletas de bancos de areia, e daí sobe novamente com suas ondas direcionadas ao Nilo. Pela esquerda, as águas do mar passam pelas nações da Espanha, e a ti, Gália, que estás

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apegada à terra vizinha, e as cidades da Itália, que se vai curvando rumo à margem direita do mar, até aos teus cães, Cila, e à ávida Caribdes. Tão logo por esta porta o mar passe, nada a fora pelo Jônio aberto e vaga em suas exten- sas águas, e, assim como antes, espalhando-se pela esquer- da, perfaz o circuito da Itália inteira, mudado em sua de- signação para Mar Adriático, e bebe as águas do Erídano, e impede, com suas ondas, a guerra ilírica, e banha Epiro e a ilustre Corinto, e corre à volta da ampla costa do Pelopo- neso; e novamente reflui para a esquerda e, num vasto con- torno, passa pelos confins da Tessália e pelos campos da Acaia. A partir daí, o estreito do jovem e da menina mergu- lhada é impelido, contra a sua vontade, para o interior, e o Propôntide junta o seu canal ao amplo Ponto Euxino e às ondas da Lagoa Meótida, a qual permanece unida à parte tra- seira do Euxino e lhe proporciona, assim, uma fonte. Daí, quando o navegante, levado novamente àqueles estreitos ca- nais, sai outra vez das águas do Helesponto, corta então o mar Icário e o Egeu, e à esquerda admira os belos povos da Ásia, e tantos troféus quantos os lugares, e incontáveis nações, e o Touro a ameaçar as ondas, e os povos da Cilí- cia, e a Síria, devorada pelo fogo, e as terras a escaparem do mar por meio dum grande golfo, até que, curvando-se através das águas, os litorais retornam ao Egito, a morre- rem nas margens nilíacas. Esta é a linha que, ao redor das terras, perfaz o circuito ao redor do mar central, e com estes litorais restringe o avanço de suas ondas. Mil terras jazem ao meio, espalhadas pela extensão do mar. Pegadas hu- manas marcam a Sardenha; no mar líbico, a Trinácria separa- se da Itália apenas por um corte, a Grécia admira as monta- nhas da Eubéia, de frente para elas, Creta, à qual coube a sorte de ter o Tonante entre os seus cidadãos, é tocada pe- las ondas do Egeu, e Chipre é banhada pelas águas do rio do Egito. Além destas terras, as quais a maior fama torna cé- lebres, e além de tantos litorais de menor extensão mas que, ainda assim, emergem do mar, as Cíclades desiguais, e Delos, e Rodes, e Áulida, e Tênedos, e os litorais da Cór- sega, vizinhos da terra da Sardenha, e Ébuso, vitoriosa so- bre o Oceano quando este entra pela primeira vez no interi-

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or do círculo das terras, e os campos das ilhas Baleares, além destas terras, incontáveis são os escolhos e montanhas que surgem acima da superfície do mar em toda a sua exten- são.

E não de um lado apenas o mar franqueou para si a ter- ra, rompendo-lhe os estreitos; pois Fórcis lançou contra o oceano outros litorais, mas pelas altas montanhas foi impe- dido de dominar com suas águas a terra toda. Pois, entre o Bóreas e o levante que brilha no estio, a água do mar, pe- netrando ao longo dum estreito canal, vai até o fim e só então se espalha por vastos campos e, semelhante ao Ponto Euxino, forma o Mar Cáspio. Igualmente, sob o sol do meio, o Oceano moveu duas outras guerras contra a terra. Pois sua onda ocupa os campos pérsicos, tendo roubado seu nome de mar aos lugares que ela mesma banha, e se espalha por uma larga abertura. E não longe, em direção aos efeminados ára- bes e à sua terra, produtora de delícias e perfumes exóti- cos a partir de variadas plantas, um mar verte suavemente as suas águas sobre litorais repletos de pedras preciosas, tendo o nome da terra por ele banhada. Esta fica, assim, ao meio dos dois mares.

[lacuna]

Aí235, coube a Cartago, pelas armas, o poder, no tempo

em que Aníbal arrasou com o fogo as fortalezas alpinas e tornou eterno o Trébia, cobriu Canas de sepulcros e fez a Líbia introduzir-se nas cidades do Lácio. Em Cartago, a na- tureza, contrária a futuras guerras, reuniu pestes de vária espécie e uma variedade de feras monstruosas. Essa terra selvagem tem horrendas serpentes, e animais cujos membros são habitados por veneno, e seres cujo pasto é a morte, acusações contra a terra, e ainda enormes elefantes tem, produzindo, ainda, a selvagem terra, fértil de seu próprio castigo, cruéis leões, divertindo-se com o parto de mons- truosos macacos; e, pior do que se fosse estéril, ela in- festa de maus frutos suas áridas areias, até que abandona sua autoridade junto aos habitantes do Egito. A partir daí estão os povos da Ásia, e uma terra em tudo rica: correm

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rios de ouro, e de pérolas rebrilha o mar, perfumadas flo- restas sopram o aroma de plantas medicinais: a Índia, maior que o conhecimento que dela se tem, e os partos, ou (se queres) um outro mundo, e as muralhas do Tauro, que se ele- vam ao céu, e as tantas raças, em redor dele, com diferente nome, nações junto ao Tânais, que separa as terras236

com as águas cíticas, e junto ao lago Meótida e aos perigos do Ponto Euxino.237

Este é o limite que a natureza impôs à po- derosa Ásia. O que resta é a Europa que ocupa, a primeira que recebeu Júpiter, quando nas ondas ele nadava, e que pôs o touro em liberdade, aceitando que ele satisfizesse os seus desejos, unindo-o ao seu fardo. Ele presenteou com o nome da menina o litoral, consagrando com tal título o mo- numento de seu amor. É, pelos seus varões, a terra mais ilustre e a mais fecunda em doutas artes: Atenas, flores- cente no seu poder sobre a palavra; Esparta, reconhecida por sua força militar; Tebas, por seus deuses; e Péla, por um único rei, a sua morada principal, reconhecimento pela guerra troiana; a Tessália, e Epiro poderosa, e a costa, vizinha, da Ilíria; e a Trácia, à qual coube a sorte de ter Marte por habitante; e a Germânia, admirada entre os seus filhos; a Gália, por suas riquezas; a Hispânia, grandiosa por suas guerras; e, acima de todas, a Itália, que Roma, a maior de todas, impôs ao mundo, unindo-se ela mesma ao céu.

Tais são os limites em que a terra e o mar devem ser examinados, mundo que o deus divide em partes e correspon- dentes signos, e a cada signo protetor deu um domínio espe- cífico sobre a terra, atribuindo a tais signos, também, na- ções e poderosas cidades, próprias deles, sobre as quais se arrogassem suas influências principais.

E, assim como a figura humana é distribuída entre os diferentes signos, e,

conquanto se estenda por todo o corpo uma proteção igual, esta, ainda assim, se

encaminha também para um membro específico, divididos os membros entre os

signos (pois Áries está ligado à cabeça; o Touro, ao pescoço; os braços contam-

se sob o domínio dos Gêmeos; o peito, sob Câncer; os ombros chamam a ti, Ne-

meu; e o ventre, a ti, Virgem; Libra cuida das nádegas; e do Escorpião é o domí-

nio da virilha; e o Arquitenente dedica-se às coxas; e Capricórnio, aos joelhos; e

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