4.1 Kommunikasjon og meningsskaping i animasjonsfortellingene
4.1.1 Sosialsemiotisk og multimodal analyse med hovedfokus på film 4
Em Marketing Interno, vive-se em curto prazo, por isso os profissionais encontram dificuldades para planejar adequadamente questões relacionadas ao conteúdo. Isso pode ser amenizado se a empresa realizar uma divisão dos conteúdos em grupos criados a partir dos objetivos estratégicos de cada empresa (BRUM, 2010).
18 Rego (1986) lista onze setores responsáveis por locomover a comunicação: a identidade cultural e a visual; o
jornalismo; as relações públicas empresariais e as governamentais; o Marketing cultural; a publicidade comercial/industrial e a institucional; a editoração; a prospecção, a seleção e o tratamento da informação; o armazenamento e a disseminação da informação.
Dentre o grupo de conteúdos obrigatórios estão as informações sobre as atividades que os funcionários devem executar. Pois, todos devem ter acesso aos conteúdos que informem como o funcionário deve realizar o trabalho da maneira adequada. Isso irá possibilitar que as ações dos funcionários estejam de acordo com a estratégia da empresa. Portanto, faz-se necessário que as organizações possuam um sistema de informação que trabalhe o conteúdo sobre processos internos de forma eficiente, conforme afirmações abaixo:
A linha de comunicação deve estabelecer um amplo sistema de informações capaz de dar subsídios para que todos possam cumprir suas tarefas com eficiência. Todos - do gerente ao servente - precisam de informações sobre as expectativas do cliente, o que a publicidade está prometendo aos clientes, sobre rotinas de serviços etc. (BEKIN, 2004, p.67).
(...) gerentes, supervisores, pessoal de contato e pessoal de suporte precisam de informações para poder executar suas tarefas como chefes e gerentes, e como prestadores de serviços para clientes internos e externos. Eles precisam de informações sobre rotinas de trabalho, características de bens e serviços, promessas feitas a clientes mediante, por exemplo, campanhas de publicidade e vendedores, e assim por diante. (GRÖNROSS, 2009, p. 341).
Angeloni (2010, p.71) reforça também que é necessário deixar os funcionários informados sobre o que acontece no ambiente externo: “A comunicação interna deve não apenas suprir o público interno com informações relativas ao negócio em si, mas também com informações referentes ao que se passa no ambiente externo.
Como a Comunicação Interna deve estar de acordo com a externa, os funcionários não devem estar voltados apenas para o que acontece dentro da empresa. Além disso, é essencial que os funcionários sejam os primeiros a receber as informações que serão transmitidas para os clientes externos. Conforme Grönross:
(...) os funcionários quase sempre compõem um público-alvo interessado e receptivo a campanhas de publicidade, comunicação pela internet e outros meios de comunicação de massa. Campanhas publicitárias, folhetos e comerciais devem ser apresentados aos funcionários antes de serem lançados externamente. Isso pode criar um compromisso e reduzir a confusão. (GRÖNROSS, 2009, p. 349).
Outro exemplo de conteúdo importante são as informações que agregam valor ao elemento companhia. Fazem parte desse grupo de conteúdo informações sobre a identidade da empresa (valores, missão, posicionamento, marca, etc.), objetivos, estratégia, política salarial, benefícios, dentre outros. Trabalhar esse tipo de conteúdo é essencial no processo de identificação que deve ocorrer entre funcionário e empresa. Além disso, ela evita que a
empresa deixe de informar sobre as vantagens que oferece. Sobre as informações relacionadas aos benefícios, Brum (2010, p.53) comenta: “As empresas oferecem muito mais benefícios do que imaginam, mas acabam se tornando reféns da percepção do público interno. Como o empregado não reconhece a quantidade e a importância dos benefícios, a empresa também acaba por não acreditar no valor daquilo que oferece.”
Seguem outros exemplos de grupos de conteúdos (BRUM, 2010):
• produção – informação sobre as metas que devem ser cumpridas pelos funcionários;
• celebração – datas comemorativas, aniversário da empresa, aniversário de funcionários, resultados alcançados etc.;
• programas de reconhecimento – conteúdo sobre promoções, reconhecimento por tempo de empresa etc.;
• diretrizes e normas da empresa – informações sobre o código de ética, padrões e procedimentos;
• mercado – informações sobre o que a empresa produz, para qual mercado produz e quais são seus concorrentes.
A consistência da informação é outro quesito importante inerente ao conteúdo. É imprescindível que o conteúdo da informação trabalhada esteja de acordo com a política da empresa, de Marketing e de Marketing Interno. Segundo Brum (2010, p. 66): “A consistência de um esforço de Endomarketing acontece exatamente pelo seu conteúdo que deve ser coerente com a gestão, com a atitude da direção da empresa, com a imagem de marca de seus produtos e serviços e com o nível cultural e social da maioria dos funcionários.”
Trabalhar corretamente o conteúdo também pode ser uma forma de se evitar a famosa rede de boatos, conforme abaixo:
Nas crises, algumas empresas adotam a postura do encolhimento, o que é um erro. Primeiro, porque os empregados sabem o que está ocorrendo no meio ambiente. Quando as empresas sonegam as informações para a comunidade interna, geram um clima de incertezas, dúvidas e expectativas. E isso pode criar uma turbulência interna que prejudica o clima de trabalho, atrasando a produção. (CHINEM, 2010, p. 79).
A comunicação informal é inevitável e de difícil controle, mas pode ser utilizada a favor da empresa. Para isso, é necessário que alguns cuidados, referentes ao conteúdo, sejam tomados por quem realiza a comunicação formal: estar atento a comunicações vagas, valorizar a comunicação saudável e pontual, evitar esconder notícias ruins e corrigir comunicações
erradas. Desta forma, é possível que a rede informal ao invés de fazer circular de forma fácil e rápida informações divergentes reforce as informações repassadas pela comunicação formal, trazendo benefícios ao invés de prejuízos (TERCIOTTI; MACARENCO, 2010).
A avaliação das necessidades de informação deve ser vista como um processo periódico, já que tanto o ambiente interno quanto o externo mudam constantemente (BEAL, 2008). Avaliar de forma sistêmica permitirá que o processo seja otimizado. Desta forma, o fator tempo não irá prejudicar a comunicação. Segundo Brum (2010, p.69): “O menor espaço possível entre a decisão ou o fato e a informação sobre ele é fator decisivo para uma maior ou menor entropia da informação, ao mesmo tempo em que determina, também, um maior ou menor grau de sofrimento para o público interno.”
Para que a informação escolhida seja útil, três cuidados devem ser levados em relação ao conteúdo, conforme Terciotti e Macarenco (2010): a precisão e a confiabilidade; se ele está suficientemente completo; e, se é relevante, ou seja, livre de dados desnecessários. Brum (2010, p. 66) complementa, segundo ela: “O irrelevante, o conhecido, o que não interessa e o que não se aplica na percepção do público interno, devem ser esquecidos quando o assunto é conteúdo.”