5 Empiri og drøfting
5.2 Akutt-fasen AMK
5.2.3 Smarttelefonen som en kilde til visuell informasjon
Neste experimento, para a amplitude dos quadrados médios dos resíduos das análises individuais para cada característica, foram verificados valores menores que 7 para a relação entre o maior e o menor
quadrado médio do resíduo (informação não mostrada), o que demonstra homogeneidade entre as variâncias residuais, podendo ser realizadas as análises conjuntas para os ambientes com e sem estresse hídrico.
As análises de variância conjunta revelaram a existência de significância para a variância genética entre as progênies, entre os ambientes, irrigado e o não irrigado, e significância para interação G x A (P< 0,01) (Tabelas 10, 11, 12).
A análise de variância individual é útil, pois evidencia a existência de variabilidade genética entre as médias das famílias testadas em cada ambiente, bem como o conhecimento da magnitude dos parâmetros genéticos nestes ambientes. Entretanto, a avaliação da interação genótipo x ambiente torna-se de grande importância, considerando que o melhor genótipo em um ambiente pode não o ser em outro. Este fato influencia o ganho de seleção e dificulta a recomendação de cultivares em ampla região. Portanto, cabe ao melhorista avaliar sua magnitude e significância e fornecer subsídios que possibilitem adotar procedimentos para sua minimização e, ou, seu aproveitamento (CRUZ et al., 2004).
Foram detectadas interações significativas entre genótipo x ambiente para produção e prolificidade (Sem x Com, G1, 2006; Tabela 8). Do experimento instalado no ano de 2007, houve interação significativa para todos os caracteres, exceto para altura de espigas nas progênies dos Grupos 1 e 2 (Tabelas 11 e 12). Das análises conjuntas temporais, houve interações significativas para todos os caracteres, exceto para altura de plantas e altura de espigas, no ambiente sem estresse e folhas mortas no ambiente com estresse (Tabelas 13 e 14).
Tabela 10. Análise de variância conjunta entre os ambientes sem e com estresse hídrico, no ano de 2006, para as características intervalo entre florescimento masculino e feminino (IFMF), altura da planta (AP), altura da espiga (AE), porcentagem de folhas mortas (FM), prolificidade (PROL) e produção de grãos (PG)
** e * efeitos significativos pelo teste F a 1% e 5% respectivamente, ns = não significativo QM FV GL IFMF AP AE FM PROL PG Blocos/Amb 4 1,87 1341,33 870,42 0,08 0,25 1893754 Genótipos (G) 99 2,00** 537,54** 314,85** 0,04ns 0,16** 5267204** Ambientes (A) 1 8,64ns 12881* 145,04ns 7,64** 12,73** 442670614** G X A 99 0,91ns 68,71ns 56,83ns 0,04ns 0,07** 1101729** Resíduo 396 0,98 101,47 69,07 0,03 0,04 461705 Média -0,57 134 66,96 0,30 0,95 2961 C.V. (%) -173,33 7,52 12,41 61,24 20,87 22,94 h2(%) 51,29 81,12 78,06 11,77 75,28 91,23 0,17 72,68 40,96 0,00 0,02 800916 -0,01 -5,46 -2,04 0,00 0,00 106670 CVg (%) -72,61 6,36 9,56 9,13 14,87 30,22 CVg/CV 0,42 0,85 0,77 0,15 0,71 1,32
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Tabela 11. Análise de variância conjunta entre os ambientes sem e com estresse hídrico, no ano de 2007, Grupo 1, para as características intervalo entre florescimento masculino e feminino (IFMF), altura da planta (AP), altura da espiga (AE), porcentagem de folhas mortas (FM), prolificidade (PROL) e produção de grãos (PG)
** e * efeitos significativos pelo teste F a 1% e 5% respectivamente, ns = não significativo QM FV GL IFMF AP AE FM PROL PG Blocos/Amb 4 29,25 1207,42 369,79 0,03 0,27 15171845 Genótipos (G) 99 11,79** 717,04** 447,94** 0,06** 0,09** 3880307** Ambientes (A) 1 235,63* 13020,04* 0,17ns 9,35** 7,81** 446786995** G X A 99 2,99** 123,75** 82,15ns 0,05** 0,05** 1074637** Resíduo 396 1,97 79,09 70,76 0,004 0,16 606677 Média -0,78 138,36 65,18 0,26 0,87 2880 C.V. (%) -180,67 6,43 12,90 25,24 14,62 27.04 h2(%) 83,31 88,97 84,20 92,80 82,41 84,36 1,64 106,32 62,86 0,009 0,01 545605 0,17 7,44 1,89 0,007 0,005 77993 CVg (%) -164,77 7,45 12,16 36,98 12,49 25,65 CVg/CV 0,91 1,16 0,94 1,47 0,85 0,95
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Tabela 12. Análise de variância conjunta entre os ambientes sem e com estresse hídrico, no ano de 2007, Grupo 2, para as características intervalo entre florescimento masculino e feminino (IFMF), altura da planta (AP), altura da espiga (AE), porcentagem de folhas mortas (FM), prolificidade (PROL) e produção de grãos (PG)
** e * efeitos significativos pelo teste F a 1% e 5% respectivamente, ns = não significativo QM FV GL IFMF AP AE FM PROL PG Blocos/Amb 4 11,81 1876,62 1128,83 0,02 0,07 5868167 Genótipos (G) 99 7,44** 921,46** 512,77** 0,03** 0,07** 2979947** Ambientes (A) 1 199,53** 24193,5** 135,38 ns 7,97** 8,56** 578748093** G X A 99 2,14** 106,38* 75,11ns 0,03** 0,03** 705551* Resíduo 396 1,33 79,07 62,71 0,00 0,02 545398 Média -0,58 136,7 66,41 0,25 0,89 2873,01 C.V. (%) -197,59 6,50 11,93 22,87 14,50 25,70 h2(%) 82,15 91,42 87,77 90,79 78,00 81,69 1,02 140,40 75,00 0,00 0,01 405758 0,14 4,55 2,07 0,00 0,00 26692 CVg (%) -173,05 8,67 13,04 29,31 11,15 22,17 CVg/CV 0,88 1,33 1,09 1,28 0,77 0,86
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Tabela 13. Análise de variância conjunta entre os ambientes sem estresse hídrico, nos anos de 2006 e 2007, Progênies do Grupo 1, para as características intervalo entre florescimento masculino e feminino (IFMF), altura da planta (AP), altura da espiga (AE), porcentagem de folhas mortas (FM), prolificidade (PROL), número de espigas (NE) e produção de grãos (PG)
** e * efeitos significativos pelo teste F a 1% e 5% respectivamente, ns = não significativo QM FV GL IFMF AP AE FM PROL PG Blocos/Amb 4 1,45 1903,33 855,25 0,07 0,24 12193561 Genótipos (G) 99 3,55** 581,35** 320,97** 0,00** 0,09** 5062401** Ambientes (A) 1 13,5ns 2882,04 ns 759,38ns 0,39* 1,75* 894076ns G X A 99 1,76** 127,24 ns 85,55ns 0,00** 0,04** 1076497** Resíduo 396 0,92 109,77 77,77 0,00 0,03 639343 Média -0,3 140,83 66,33 0,16 1,04 3781,69 C.V. (%) -319,09 7,44 13,29 22,21 16,36 21,14 h2(%) 74,18 81,12 75,77 49,86 67,74 87,37 0,44 78,59 40,53 0,00 0,01 737176 0,14 2,91 1,30 0,00 0,00 72858 CVg (%) -220,79 6,29 9,60 9,04 9,68 22,70 CVg/CV 0,69 0,85 0,72 0,41 0,59 1,07
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Tabela 14. Análise de variância conjunta entre os ambientes com estresse hídrico, nos anos de 2006 e 2007, Progênies do Grupo 1, para as características intervalo entre florescimento masculino e feminino (IFMF), altura da planta (AP), altura da espiga (AE), porcentagem de folhas mortas (FM), prolificidade (PROL), número de espigas (NE) e produção de grãos (PG)
**e*efeitos significativos pelo teste F a 1% e 5% respectivamente, ns = não significativo QM FV GL IFMF AP AE FM PROL PG Blocos/Amb 4 29,67 645,42 384,96 0,04 0,28 4872038 Genótipos (G) 99 7,65** 625,82** 414,14** 0,16** 0,19** 4487950** Ambientes (A) 1 76,33ns 2816,67 ns 253,50ns 0,11ns 0,30 ns 1088169ns G X A 99 4,73** 112,63** 81,11* 0,02 ns 0,04** 697030** Resíduo 396 2,03 70,79 62,06 0,02 0,03 429039 Média -1,05 131,53 65,82 0,40 0,78 2059,82 C.V. (%) -136,08 6,39 11,97 36,04 20,85 31,80 h2(%) 73,49 88,69 85,01 86,92 86,46 90,44 0,94 92,50 58,68 0,02 0,03 676485 0,45 6,97 3,17 -0,00 0,00 44665 CVg (%) -92,51 7,31 11,64 37,92 21,51 39,93 CVg/CV 0,68 1,14 0,97 1,05 1,03 1,26
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As estimativas de herdabilidade para maioria dos os caracteres foram de elevada magnitude, isto pelo fato de as variâncias genéticas terem sido altas. Para o caráter produção de grãos, as estimativas de herdabilidade no sentido amplo de médias de progênies F2:3 ( ) variaram entre 81,69 e 91,23% para os anos de 2006 e 2007 (G1 e G2). Para os caracteres prolificidade e folhas mortas, as estimativas de variaram de 67,74 a 86,46% (PROL) e de 11,44 a 92,80% (FM).
Aliada às estimativas de herdabilidade de alta magnitude, que podem ser indicativo de que pouco da variação do caráter é devido ao ambiente ou erro experimental (FLINT-GARCIA et al., 2005), pode-se dizer que grande parte da interação G x A resultou de alterações na ordem de mérito dos genótipos, de um ambiente para outro. Observa-se que a variância genotípica ( ) foi de magnitude de 7 a 15 vezes mais elevada do que o componente de variância da interação ( ) constatado por = 800,92 = 106,67 (Tabelas 10 a 14). Isto indica que a interação G x A não absorveu muito do desempenho das progênies, embora os fenótipos tenham sido influenciados pelas condições ambientais. Por este motivo, é possível, portanto, selecionar os genótipos com base nas médias das progênies.
Das análises de variâncias conjuntas temporais, anos 2006 e 2007, no ambiente sem estresse, as características IFMF, FM, PROL e PG foram altamente significativas (p< 0,01), e no ambiente com estresse, todas as características foram significativas para o Grupo 1, exceto FM (Tabelas 13 e 14). As estimativas aqui obtidas para a condição de estresse hídrico estão em concordância com as relatadas na literatura: Chapman e Edmeades (1999) obtiveram médias de 2,35 ton/ha para produção de grãos de milho tropical sob condição de estresse hídrico e Monneveux et al. (2006) obtiveram médias de 1,2 a 2,65 ton/ha, para duas populações de milho tropical, provenientes do CIMMYT, em experimento para seleção em ambiente de estresse hídrico.
A relação CVg/CVno ambiente com estresse foi superior a 1 para a maioria dos caracteres. Estas relações indicam alterações no
comportamento das progênies nas duas épocas de plantio, nos ambientes de seca, e a possibilidade de obter ganhos com sua seleção.
Frova et al. (1999), utilizando linhagens endogâmicas recombinantes avaliadas em ambientes, com e sem estresse hídrico, com duas repetições por ambiente, reportaram estimativas de herdabilidade no sentido amplo para produção de grãos variando de 86 a 94%. Câmara et al. (2007) obtiveram estimativas de herdabilidade de 86,79 e 94,84% (PG), 73,52% (PROL) e 94,12% (FM), em duas populações F2:3 milho tropical, sob estresse hídrico.
As estimativas de herdabilidade aqui obtidas foram elevadas, portanto, sob essa perspectiva é possível obter ganhos com a seleção para produção de grãos nos ambientes sem e com estresse. Smalley et al. (2004) citam que as estimativas de h2 auxiliam no programa de melhoramento para determinar a alocação de recursos necessários para selecionar um caráter de interesse e adquirir máximo ganho genético utilizando menos tempo e recursos.
Byrne et al. (1995) avaliaram ciclos de seleção de uma das populações do CIMMYT (Tuxpeño Sequía) em múltiplos ambientes, incluindo o efeito de seca, e observaram que enquanto o efeito de genótipos e o efeito de ambientes eram significativos, o efeito da interação genótipo x ambiente também era significativo. Observou-se que se a resposta total do genótipo ao longo dos ambientes for considerada uma combinação dos efeitos de genótipo e dos efeitos da interação G x A, o acúmulo da interação G x A explica o aumento da variância de genótipos, relação esta comumente encontrada em experimentos de múltiplos ambientes.
A interação entre genótipos e ambientes é considerada um dos principais e persistentes problemas no melhoramento de plantas. Para Van Eeuwijk (2003), entre os melhoristas de plantas é mais fácil encontrar concordâncias nas consequências da interação G x A que o entendimento do seu mecanismo. Uma das maiores consequências da interação G x A pode ser constatada na avaliação de um conjunto de genótipos em um particular conjunto de ambientes. Nesse caso, o desempenho dos
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genótipos é, na melhor das hipóteses, um preditivo parcial do valor dos mesmos genótipos em outras condições ambientais. Este fato influencia os ganhos com a seleção e dificulta a recomendação de cultivares com ampla adaptação. A seleção indireta para produção de grãos com base em caracteres pouco influenciados pelo ambiente e que apresentem correlação alta e significativa com PG poderia proporcionar maiores ganhos que a seleção direta para o caráter.