• No results found

Skjøtsel og tiltak

In document Ula Naturminne (sider 21-25)

Foi obtida através da diferença de conversão alimentar entre os tratamentos e o preço médio do kg da ração no período do experimento. Esta é a maneira que a Agroindústria em questão utiliza para a validação econômica de seus ensaios relacionados à cadeia de perus.

32

4.5 DELINEAMENTO EXPERIMENTAL E ANÁLISE

ESTATÍSTICA

Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, com quatro manejos alimentares, que constituíram os tratamentos, com dez repetições de vinte e três aves para as avaliações de desempenho zootécnico. Para análise de rendimento de carcaça foram utilizados os dados de duas aves por parcela, abatidas nas diferentes idades (140 e 154 dias).

Os resultados foram submetidos à análise de variância considerando os períodos como uma medida repetida no tempo e quando observada diferença entre as médias dos tratamentos, estas foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância pelo pacote estatístico MINITAB 16 (2010). Para verificar o efeito dos tratamentos sobre o rendimento de carcaça nas diferentes idades (140 e 154 dias), foi utilizado o teste T de Student a 5% de probabilidade nas variáveis que apresentaram significância.

33 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

5.1 DESEMPENHO ZOOTÉCNICO 5.1.1 Consumo de ração

O consumo de ração foi menor (P<0,05) nas aves que receberam o manejo com fornecimento diário de ração restrito em 90% (Cont90) em todos os períodos em relação ao manejo à vontade (AV), (ver Tabela 2).

Tabela 2 - Consumo de ração (kg) de perus submetidos a diferentes manejos alimentares de acordo com a idade¹.

Manejos Alimentares

Idade AV Cont Cont95 Cont90 EPM² Prob³

91 a 98 3,25 a 3,20 ab 3,08 ab 3,01 b 0,03 * 99 a 105 7,45 a 6,71 b 6,65 b 6,16 c 0,04 *** 106 a 112 11,77 a 10,54 b 10,31 b 9,72 c 0,05 *** 113 a 119 15,75 a 14,85 b 14,38 c 13,59 d 0,06 *** 120 a 126 19,93 a 18,89 b 18,38 c 17,44 d 0,07 *** 127 a 133 23,92 a 23,10 b 22,34 c 21,16 d 0,07 *** 134 a 140 27,86 a 27,23 b 26,22 c 24,79 d 0,08 *** 141 a 147 31,74 a 30,91 a 29,77 b 28,12 c 0,11 *** 148 a 154 35,61 a 34,75 a 33,40 b 31,59 c 0,12 *** 91 a 154 19,70 a 18,91 b 18,28 c 17,29 d 0,025 ***

¹Médias seguidas de letras diferentes na linha, diferem estatisticamente pelo teste de Tukey (P<0,05). ²Erro padrão da média. ³Grau de Significância: ***:P<0,0001; *: P<0,05. Fonte: produção do próprio autor.

34

Entretanto, a partir dos 140 dias, aves do grupo AV e as aves do grupo que recebeu o manejo dividido e distribuído em 2 tratos diários, mas com 100% do volume recomendado pelo manual da linhagem, também chamado controlado (Cont), passaram a ter consumos semelhantes (P>0,05), porém maior que as aves do grupo que recebeu fornecimento de ração diário restrito em 95% (Cont95) e Cont90.

Observou-se interação significativa (P<0,05) entre idades e tratamentos para o efeito consumo de ração.

Estes resultados indicam que a restrição da quantidade diária de ração recomendada pelo manual da linhagem tem efeito direto sobre o consumo, pois à medida que se restringiu a ração, o consumo diminuiu. Assim, torna-se mais interessante o fornecimento de ração à vontade, pois, entre outros pontos, reduz a mão de obra devido ao menor tempo diariamente para fornecer a ração de forma controlada.

De acordo com Howie et al (2010), o comportamento de perus nas idas aos comedouros é um pouco distinto quando comparado com frangos e patos, especialmente pela maior maturidade ao abate e pela pouca oferta de luz artificial. Assim, aves mais jovens tendem a fazer mais acessos aos comedouros com ingestão de menor quantidade ao longo do dia, enquanto aves mais velhas podem consumir sua demanda diária em até metade dos acessos quando comparadas a aves jovens. Isto sugere que uma vez que se tenha um método controlado de alimentação, além de comportamento alterado em relação ao tamanho de cada refeição, as aves podem ter dificuldade de ingerir sua demanda diária de nutrientes, não se saciando completamente e afetando, por consequência, os indicadores de desempenho.

Embora a formulação de ração possa influenciar a ingesta, há grande sensibilidade aos fatores externos como qualidade de pellet, sexo, acessibilidade ao alimento e temperatura. Além disso, a ingestão também é influenciada pelos requerimentos de energia da ave, que no caso dos perus está relacionado aos requerimentos de manutenção, que por sua vez, está diretamente relacionado ao tamanho da ave (ZUBAIR & LEESON, 1994). Assim, entende-se que machos e fêmeas terão comportamentos alimentares diferentes e que se modificam à medida que as aves atingem a sua maturidade. Machos tendem a fazer menos acessos aos comedouros ao dia, mas com maior duração, sendo o inverso observado nas fêmeas (HOWIE et al, 2010; SWALANDER, s/d.).

Como pode ser observado no Anexo 2, as temperaturas se mantiveram dentro da faixa desejada dos animais na parte inicial do

35 experimento. A partir dos 121 dias, a temperatura ambiental no interior do galpão esteve acima da zona de termoneutralidade das aves, que deve situar-se, de acordo com o manual da linhagem Nicholas (s/d), entre 11 e 18 graus. Isto pode ter influenciado o padrão de consumo do grupo Cont, que não estava condicionado às refeições diárias. Contudo, salienta-se que todas as aves foram submetidas à mesma condição ambiental durante o período experimental.

5.1.2 Peso Vivo

O peso vivo médio dos animais aos 98 dias foi semelhante (P<0,05) entre os diferentes manejos alimentares conforme dados apresentados na Tabela 3. No entanto, a partir de 105 dias de idade, pode-se observar que os manejos alimentares foram significativamente diferentes (P<0,05), com pesos maiores ao abate em ambas as idades, 140 e 154 dias, para as aves submetidas à condição à vontade (AV), ocorrendo interação (P<0,05) entre as idades dos perus e os tratamentos para o efeito peso vivo das aves.

Os resultados verificados coincidem com os reportados por Nixey (1989), que indica que o peru é um animal que multiplica seu peso rapidamente. Conforme pode ser observado no manual da linhagem Nicholas (ver Anexo 3) e considerando o peso médio da ave de um dia de 55 a 62 gramas, as 20 semanas, os machos terão seu peso inicial multiplicado por aproximadamente 380 vezes. Os resultados obtidos de 91 a 154 dias neste experimento indicam que apenas o manejo alimentar à vontade teve resultado de acordo com o indicado pelo manual da linhagem (aproximadamente 380 vezes), sendo os demais abaixo de 370 vezes.

Entende-se que os resultados de peso vivo encontrados neste ensaio estão ligados ao consumo de ração, pois ao restringir a quantidade ingerida, menor é a capacidade de transformação de ração em peso vivo, com uma evidente vantagem no manejo com fornecimento à vontade. Assim, a hipótese presumida para este trabalho não se confirmou. Esperava-se que as aves tivessem resultado zootécnico semelhante, incluindo peso vivo, nos tratamentos com fornecimento controlado em relação ao método à vontade, equilibrando os nutrientes ingeridos entre mantença e ganho, não gastando energia para se locomover aos comedouros várias vezes ao dia e otimizando o ganho de peso em detrimento de condições ambientais e de homeostase não adequadas.

36

Tabela 3 - Peso médio vivo (kg) de perus submetidos a diferentes manejos alimentares de acordo com a idade¹.

Manejos Alimentares

Idade AV Cont Cont95 Cont90 EPM² Prob³

98 12,36 12,19 12,18 12,16 0,031 NS 105 13,94 a 13,26 b 13,22 b 13,00 c 0,028 *** 112 15,55 a 14,50 b 14,37 b 14,07 c 0,024 *** 119 16,95 a 16,18 b 15,97 c 15,59 d 0,027 *** 126 18,43 a 17,51 b 17,36 b 16,91 c 0,031 *** 133 19,67 a 18,91 b 18,62 c 18,00 d 0,037 *** 140 20,73 a 20,08 b 19,64 c 19,00 d 0,045 *** 147 21,87 a 21,17 b 20,63 c 19,79 d 0,057 *** 154 22,91 a 22,16 b 21,62 c 20,73 d 0,054 *** ¹Médias seguidas de letras diferentes na linha, diferem estatisticamente pelo teste de Tukey (P<0,05). ²Erro padrão da média. ³Grau de Significância: NS: P > 0,05; ***:P<0,0001. Fonte: produção do próprio autor.

Estudos indicam que os perus possuem um claro senso de comprimento do dia e podem antecipar-se ao final deste, respondendo com um comportamento alimentar diferente (SWALANDER, s/d). Desta maneira, entende-se que por intuito e condicionamento de comportamento, a ave sabia que a ração estaria permanentemente disponível nos comedouros no método à vontade, não necessitando de antecipação ou alteração de comportamento alimentar, diferente dos métodos controlados utilizados neste estudo.

Sabe-se ainda, que, quando colocado em condições não limitantes, um peru imaturo mudará em tamanho e forma no tempo de uma maneira que define seu potencial de crescimento, ou seja, à medida que aumenta a idade, aumenta o peso médio das aves. (EMMANS, 1989)

37 5.1.3 Ganho de Peso

Observa-se na Tabela 4 que houve diferença (P<0,05) entre os tratamentos na análise global no ganho de peso semanal. Também observou-se interação significativa (P<0,05) entre idades e tratamentos para o efeito ganho de peso. Entretanto, na última semana de avaliação (148 a 154 dias) esta diferença não foi observada (P>0,05).

Tabela 4 - Ganho de peso (kg) de perus submetidos a diferentes manejos alimentares de acordo com a idade¹.

Manejos Alimentares

Idade AV Cont Cont95 Cont90 EPM² Prob³

91 a 98 0,121 ab 0,124 a 0,108 ab 0,097 b 0,025 * 99 a 105 0,225 a 0,155 b 0,148 b 0,120 c 0,020 *** 106 a 112 0,231 a 0,177 b 0,164 bc 0,153 c 0,013 *** 113 a 119 0,199 c 0,240 a 0,228 ab 0,217 bc 0,017 *** 120 a 126 0,212 a 0,191 b 0,212 ab 0,189 b 0,018 *** 127 a 133 0,177 b 0,199 a 0,180 b 0,156 c 0,016 *** 134 a 140 0,150 ab 0,167 a 0,145 b 0,143 b 0,018 *** 141 a 147 0,164 a 0,156 a 0,143 ab 0,117 b 0,030 *** 148 a 154 0,149 0,142 0,141 0,134 0,026 NS 91 a 154 0,181 a 0,172 b 0,162 c 0,147 d 0,049 ***

¹Médias seguidas de letras diferentes na linha, diferem estatisticamente pelo teste de Tukey (P<0,05). ²Erro padrão da média. ³Grau de Significância: NS: P > 0,05; ***:P<0,0001; *: P<0,05. Fonte: produção do próprio autor.

Observa-se que o ganho de peso semanal no método AV tem o pico de ganho antecipado (a partir dos 99 dias) em relação aos demais manejos alimentares (a partir dos 113 dias). Tal situação faz com que o manejo AV seja mais interessante do ponto de vista de ganho de peso,

38

pois pode-se antecipar a idade de abate em relação aos demais tratamentos.

O limite superior da ave de perder calor em função de altas temperaturas ou dietas com relação proteína:energia baixas pode deprimir as taxas de crescimento em um dado ambiente, especialmente na fase final de vida das aves. Isto quer dizer que se o ambiente está muito quente ou se a dieta está desbalanceada, ou ambos, a taxa de crescimento será diminuída. Além disso, dependendo das combinações, as aves podem tornar-se magras ou com maior teor de gordura corporal em um determinado peso comparado ao previsto em seu potencial (EMMANS, 1989).

Uma vez que diferentes consumos de ração refletem em diferentes pesos e diferentes taxas de crescimento, as aves podem ter se adaptado metabolicamente a esta condição, conforme citado por Yu & Robinson (1992), possuindo de acordo com os diferentes manejos alimentares diferentes demandas de energia para mantença, o que justifica os diferentes ganhos de peso observados no presente trabalho.

Na Tabela 5 é apresentado o ganho de peso médio acumulado, no qual observa-se que os tratamentos diferem estatisticamente (P<0,05) sendo que as aves que consumiram ração à vontade (AV) obtiveram maior ganho ao final.

Neste caso em que o consumo de energia metabolizável foi prejudicado pela restrição de alimento, é de se esperar que o resultado final obtido e as diferenças em ganho de peso sejam a favor das aves do grupo AV.

Para que o peso ideal de abate seja atingido, há uma grande demanda de nutrientes pelas aves. Assim, três fatores principais podem afetar o ganho de peso e contribuem para a explicação dos resultados obtidos: a energia metabolizável, a forma de apresentação da ração (farelado ou peletizado) e a temperatura ambiente. Se a resposta nutricional é diferente do esperado, podem acontecer severas manifestações, sendo o maior efeito sobre o ganho de peso (HAVENSTEIN et al., 2007; ZUBAIR & LESSON, 1994; YAHAV et al, 2008).

39 Tabela 5 - Ganho de peso (kg) semanal acumulado de perus submetidos

a diferentes manejos alimentares de acordo com a idade¹.

Manejos Alimentares

Idade AV Cont Cont95 Cont90 EPM² Prob³

91 a 98 0,121 ab 0,124 a 0,108 ab 0,097 b 0,025 * 91 a 105 0,346 a 0,279 b 0,256 b 0,216 c 0,024 *** 91 a 112 0,577 a 0,456 b 0,419 c 0,369 d 0,025 *** 91 a 119 0,776 a 0,696 b 0,648 c 0,586 d 0,028 *** 91 a 126 0,989 a 0,886 b 0,846 c 0,775 d 0,029 *** 91 a 133 1,166 a 1,086 b 1,027 c 0,931 d 0,036 *** 91 a 140 1,316 a 1,253 b 1,172 c 1,069 d 0,043 *** 91 a 147 1,480 a 1,409 b 1,314 c 1,186 d 0,054 *** 91 a 154 0,181 a 0,172 b 0,162 c 0,147 d 0,049 ***

¹Médias seguidas de letras diferentes na linha, diferem estatisticamente pelo teste de Tukey (P<0,05). ²Erro padrão da média. ³Grau de Significância:***:P<0,0001; *: P<0,05. Fonte: produção do próprio autor.

Como pode ser observado no Anexo 2, as temperaturas se mantiveram dentro da faixa adequada para os animais na parte inicial do experimento. A partir dos 121 dias, houve uma tendência de temperaturas superiores à zona de termoneutralidade, o que pode justificar os dados semelhantes de ganho de peso nos últimos períodos do experimento (a partir dos 133 dias), especialmente entre os tratamentos AV e Cont. É importante salientar que todas as aves foram submetidas à mesma condição durante todo o período de avaliação experimental.

5.1.4 Conversão Alimentar

Os manejos alimentares para os perus em terminação influenciaram (P<0,05) a conversão alimentar em todos os períodos

40

avaliados (ver Tabelas 6 e 7). Observa-se que o tratamento Cont90 apresenta diferenças significativas (P<0,05) quando comparado aos demais tanto na conversão alimentar semanal quanto na acumulada. Também observou-se interação significativa (P<0,05) entre manejos alimentares e idades para o efeito conversão alimentar.

Tabela 6 - Conversão alimentar (kg/kg) semanal de perus submetidos a diferentes manejos alimentares de acordo com a idade¹.

Manejos Alimentares

Idade AV Cont Cont95 Cont90 EPM² Prob³

91 a 98 3,461 c 3,717 bc 4,092 ab 4,519 a 0,065 *** 98 a 105 2,617 c 3,251 b 3,468 ab 3,769 a 0,040 *** 105 a 112 2,676 b 3,097 a 3,205 a 3,321 a 0,035 *** 113 a 119 2,868 a 2,564 b 2,551 b 2,541 b 0,024 *** 120 a 126 2,823 a 3,042 a 2,879 a 2,915 a 0,033 NS 127 a 133 3,241 ab 3,019 b 3,150 ab 3,441 a 0,039 *** 134 a 140 3,848 a 3,561 a 3,849 a 3,803 a 0,069 NS 141 a 147 3,538 ab 3,444 b 3,655 ab 4,080 a 0,071 *** 148 a 154 4,025 a 4,166 a 3,872 a 3,811 a 0,013 NS 91 a 154 3,123 c 3,202 bc 3,280 b 3,422 a 0,013 ***

¹Médias seguidas de letras diferentes na linha, diferem estatisticamente pelo teste de Tukey (P<0,05). ²Erro padrão da média. ³Grau de Significância: NS: P > 0,05; ***:P<0,0001. Fonte: produção do próprio autor.

Os resultados verificados nesta pesquisa são contrários daqueles observados por Zubair e Leeson (1994), os quais indicam melhorias na conversão alimentar observadas com o uso de programas de restrição alimentar devido à redução de requerimentos de manutenção. Esta redução ocorre provavelmente pelo decréscimo no metabolismo basal das aves com alimentação restrita. Neste experimento observou-se que a

41 curva de crescimento e como consequência, de conversão alimentar, não foi retomada a partir de uma restrição alimentar tardia, o que sugere que mesmo que tivessem acontecido períodos de realimentação, as aves não teriam mais se adaptado fisiologicamente.

Tabela 7 - Conversão alimentar (kg/kg) acumulada de perus submetidos a diferentes manejos alimentares de acordo com a idade¹.

Manejos Alimentares

Idade AV Cont Cont95 Cont90 EPM² Prob³

91 a 98 3,461 c 3,717 bc 4,092 ab 4,519 a 0,065 *** 91 a 105 3,096 c 3,438 b 3,734 b 4,091 a 0,042 *** 91 a 112 2,919 c 3,304 b 3,522 b 3,776 a 0,029 *** 91 a 119 2,901 c 3,049 b 3,174 ab 3,319 a 0,019 *** 91 a 126 2,879 c 3,046 b 3,104 ab 3,219 a 0,016 *** 91 a 133 2,930 c 3,040 bc 3,110 b 3,254 a 0,016 *** 91 a 140 3,023 c 3,105 bc 3,198 ab 3,321 a 0,016 *** 91 a 147 3,063 c 3,136 bc 3,237 b 3,391 a 0,015 *** 91 a 154 3,123 c 3,202 bc 3,280 b 3,422 a 0,013 ***

¹Médias seguidas de letras diferentes na linha, diferem estatisticamente pelo teste de Tukey (P<0,05). ²Erro padrão da média. ³Grau de Significância:***:P<0,0001. Fonte: produção do próprio autor.

Como a conversão alimentar é uma relação entre consumo de ração e ganho de peso, e como estes aumentaram linearmente, é compreensível que a conversão alimentar tenha o mesmo comportamento, ou seja, aumentar com a idade. Tal situação foi observada por Havenstein et al (2007) e também em outras espécies como em frangos de corte por Butzen (2012) e Lovato & Sauvant (2003) em suínos.

Pode-se ainda observar que a medida que aumenta a idade, a conversão alimentar acumulada também aumenta. Tal comportamento

42

corresponde ao esperado pela linhagem (ver Anexo 3). Observa-se também que o resultado final obtido é melhor que o esperado pela linhagem (ver Anexo 4).

In document Ula Naturminne (sider 21-25)