7 3D simulations of the blast wave propagating through the human brain
7.3 Simulation description
DSC – Em um determinado momento da minha vida profissional, um cliente me ameaçou de morte; em outro momento outro cliente corria risco de suicídio. No quinto ano de formada após especialização em Psicologia hospitalar e Psicooncologia durante 2 anos trabalhei no hospital Darcy Vargas com crianças em quimioterapia e terminais, foi muito .
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do Sujeito Coletivo (DSC)Esta categoria foi estruturada para investigar a fase da profissão em que o foi mais intenso, na entrevista semidirigida, agrupados em 7 categorias; podemos verificar que 6 sujeitos representando (30%) relataram que o primeiro ano foi o mais . No primeiro porque foi o inicio, e quando eu retomei;no primeiro ano pela clara noção da inexperiência na época, pela preocupação em saber ver o fundamental, pois gastava muito com terapia, supervisão. aluguel da sala e ganhava pouco, insegurança, medo de fazer besteira ou não saber o que fazer.
Enquanto 5 sujeitos representando (25%) relata ter sido do 2° ao 3° ano, 4 sujeitos representando (20%) afirma ter sido do 4° ao 8°, nos primeiros 8 anos de formação em Bioenergética, Quando estava fazendo a formação em Análise Bioenergética, sinto que foi a mais ante pela cobrança, pelas exigências, etc. Nos primeiros 8 anos de formação em Bioenergética, porque o treinamento é muito voltado para o corpo como objeto a ser trabalhado.
Por falta de suporte institucional / Universidade; os currículos diferentes das instituições. Nesta época tentativa de produção intelectual, cultural, formativa. Fundou uma instituição e foi expulso, desta sociedade; também foi mencionada a especialização em Psicologia hospitalar e Psicooncologia onde durante 2 anos trabalhou no hospital Darcy Vargas com crianças em quimioterapia e terminais, foi
muito .
Podemos verificar ainda que 2 sujeitos representando (10%) dos sujeitos pesquisados relataram ter sido 9° ao 12°, e 1 sujeito representando (5%) do 13° ao 16°, justificando este período como mais ante devido a temas pessoais de
2. Mudança de Clientela 1. Início/ Reinício 3. Questionamento Profissional 4. Condição Física 5. Vida Pessoal 6. N° reduzido/ Excessivo de Clientes 7. Ameaça de Morte: Terapeuta/ Cliente
$ vida junto com desentendimento com Instituições. e 2 sujeitos (10%) diz ter sido do 17° em diante, justificando que com a experiência clinica, muitas vezes, há consciência da ineficácia, ou da duvida.Isso causa . E que o corpo não acompanha como acompanhava.
Logo, 11 sujeitos representando (55%) dos psicoterapeutas considera que; do 1Iao 3° ano a fase da profissão em que o foi mais argumentando que, no inicio o que mais provocava era o medo; com certeza é o medo de você não estar entendendo muito bem o processo, é o medo de você trabalhar com algo que ainda você não domina de fazer algum mal para o seu paciente, o medo de ser julgado, e dizerem que você não é um bom (a) terapeuta.
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N° 4 A:
QUAIS SÃO AS MAIS IMPORTANTES FONTES DE SOFRIMENTO NO TRABALHO NA SUA VISÃO COMO PSICOTERAPEUTA CORPORAL?Idéias Centrais
IC: 1. ADOECIMENTO E MORTE.
DSC – Lidar com a morte em relação ao cliente vejo como fontes de sofrimento o adoecimento morte. O maior risco da psiquiatria é a morte.
IC: 2. QUESTÕES EXISTENCIAIS.
DSC – Questões existenciais: separações, perda de vinculo, perda de emprego e questões de identidade.
IC: 3. NÃO CONSEGUIR COMPREENDER OS PACIENTES.
DSC – Pacientes com temas que eu não consegui compreender a tempo e abandonarão a terapia; às vezes com sentimentos negativos.
IC: 4. FALTA DE EMPATIA.
DSC – A principal fonte é o não estar totalmente empatisado com a questão apresentada pelo sujeito ou com ele como um todo em determinados momentos e às vezes com a sensação de que não estou conseguindo efetuar uma “entrada” total do paciente no trabalho.
IC: 5. AUTORITARISMO DOS INSTITUTOS CREDENCIADOS.
DSC – A ditadura aqui no Brasil de ter que utilizar o repertório de trabalhos corporais nas sessões (vinda dos institutos credenciados). Como homeopata tratar casos quadros infecciosos somente com medicamento homeopático e dar suporte á família.Ex: Tratar uma pneumonia somente com homeopatia.
1. Adoecimento e Morte 2. Questões Existenciais 3. Não conseguir compreender os pacientes 4. Falta de Empatia 5.Autoritarismo dos Institutos Credenciados 7. Impotência em Ajudar 8. O próprio toque corporal 9. Questões Pessoais do Psicoterapeuta 6. Ineficácia da Psicoterapia
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IC: 6. INEFICÁCIA DA PSICOTERAPIA.
DSC – A pouca resposta ao trabalho com pacientes que com o passar do tempo, sua atuação como psicoterapeuta se torna ineficaz.
IC: 7. IMPOTÊNCIA EM AJUDAR.
DSC – Perceber no corpo do outro, tensões que você poderia ajudar a dissolver e percebe a impotência diante do outro e diante de si pois, nem sempre é possível ajudar. A maior fonte para mim foi lidar com o ser “empacotado” num rótulo, e não ser vista e ouvida. Com os clientes, a busca de recursos ou em supervisão ou troca com o grupo de estudos ou terapia ajuda neste sofrimento que no geral tem haver com a falta de recursos internos ou externos.Talvez o que mais me angustiou foi observar em classes de terapeutas corporais, a mobilização de determinada carga e conteúdo, e descarga dessa “coisa”. Depois da catarse, o que acontece com o conteúdo liberado?Como é processado? Parte da energia liberada pode ser descarregada, mas e o conteúdo ideacional, é reintegrado, reorganizado, elaborado. Em sessões seguidas de trabalho corporal, sem processamento, elaboração dos conteúdos, para onde vai essa energia? A observação de muitos casos de adoecimento somático desses terapeutas me fez pensar na hipótese de que um dos caminhos do conteúdo liberado através do trabalho corporal, e não reintegrado é da manifestação pela via somática.Fui então buscar a especialização em Psicossomática para entender melhor esse processo. As situações de impotência, um exemplo: Há cinco anos, quando um cliente se suicidou de uma maneira muito violenta; com uma faca de sobremesa cortou a garganta.
IC: 8. O PRÓPRIO TOQUE CORPORAL.
DSC –1. Invasão ao corpo do outro e a seu próprio 2. Visão do corpo como objeto. 3. A necessidade de intervir no corpo sem respeito à temporalidade do Outro e de si próprio.
IC: 9. QUESTÕES PESSOAIS DO PSICOTERAPEUTA.
DSC – A atenção dedicada ao outro que sofre, sacrificar um tempo que poderia dedicar a mim mesmo.Não ter tempo suficiente para ler, escrever e estudar, como é difícil lidar com a ingratidão e sei que faz parte meu Deus. A prontidão corporal do terapeuta para realizar o trabalho corporal.
& Há uma ansiedade que surge no decorrer de uma dificuldade com a evolução favorável de um cliente. O próprio corpo do terapeuta, com o decorrer do trabalho com o cliente fica mais explicito os problemas do terapeuta. .ö preciso estar aberto a lidar com questões pessoais,a responsabilidade às vezes pesa também.
IC: 10. ADMINISTRAR TRANSFERÊNCIA E CONTRATRANSFERÊNCIA
DSC – Acompanhar pessoas ao longo de um processo terapêutico implica em sempre se surpreender, deparar com questões difíceis, com opções complexas, mexer com os meus próprios pontos cegos e feridas.
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(Foram assinaladas mais de uma fonte de sofrimento pelos sujeitos)
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IDÉIAS CENTRAIS:
Número de sujeitos
1. Adoecimento e Morte (3)
2. Questões Existenciais (1)
3. Não conseguir compreender os pacientes (1)
4. Falta de Empatia (1)
5. Autoritarismo dos Institutos Credenciados (2)
6. Ineficácia da Psicoterapia (1)
7. Impotência em Ajudar (5)
8. O próprio toque corporal (1)
9. Questões Pessoais do Psicoterapeuta (7) 10. Administrar Transferência Contratransferência (1)
TOTAL: (23)
4 B.
Foram assinaladas mais de uma fonte de sofrimento pelos sujeitos Como podemos ver, dos sujeitos referem que as mais importantes fontes de sofrimento no trabalho como psicoterapeuta vem de Questões Pessoais do Psicoterapeuta; explicando que, a atenção dedicada ao outro que sofre, sacrificar um tempo que&& poderia dedicar a mim mesmo e não ter tempo suficiente para ler, escrever e estudar, como é difícil lidar com a ingratidão, a prontidão corporal do terapeuta para realizar o trabalho corporal; foi o mais escolhido ; 5 dos sujeito atribui á Impotência em Ajudar
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3 dos sujeitos considera o Adoecimento e Morte vivida pelo sujeito como psicoterapeuta, o Autoritarismo dos Institutos Credenciados foi considerado por 2 sujeitos fonte de sofrimento e cada um dos sujeitos considera ser, as questões existenciais; não conseguir compreender os pacientes, falta de empatia, onde a principal fonte de sofrimento é o não estar totalmente empatisado com a questão apresentada pelo sujeito ou com ele como um todo em determinados momentos e às vezes com a sensação de que não estou conseguindo efetuar uma “entrada” total do paciente no trabalho.A ineficácia da Psicoterapia, o próprio toque corporal, ou seja, quando o terapeuta Invade o corpo do outro e a seu próprio, tendo uma visão do corpo como objeto, esta necessidade de intervir no corpo sem respeito à temporalidade do outro e de si próprio.
Administrar transferência e contratransferência, acompanhar pessoas ao longo de um processo terapêutico implica em sempre se surpreender, deparar com questões difíceis, com opções complexas, mexer com os meus próprios pontos cegos e feridas;são as mais importantes fontes de sofrimento no trabalho como psicoterapeuta.
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N° 5 A!
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