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SIKKERHET VED VEDLIKEHOLD AV SIGNALANLEGG

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skader for flere personer

4 SIKKERHET VED VEDLIKEHOLD AV SIGNALANLEGG

Nesse capítulo foi possível avaliar como ocorre o fluxo de informações entre as cinco regiões do País, e isso foi bastante útil para se compreender melhor, numa perspectiva mais macrossocial, a rede associada. Desse modo, abordou-se as 25 CNCDO como componentes das cinco regiões do país, o que resultou em uma matriz quadrada de tamanho 5x5, como pode ser visto na Figura 105 a seguir:

Percebe-se que a Região Nordeste, pelo fato de ter maior número de estados, mesmo com as ausências de dois (PE e CE), apresentou-se com destaque nos tráfegos de informação, uma possível consequência do maior número de estados existentes e participantes. Observou- se também que, diferentemente do tratado até o momento, essa matriz faz uso de loops, situações em que um ator possui laços com ele próprio, são os autolaços (self-ties). Assim, quando uma Central da Região Centro-Oeste manteve relações com outra Central na mesma região, aqui foi computado um loop, ou seja, o Centro-Oeste se relacionando com ele mesmo. Nesse aspecto, o Nordeste também se destaca com um elevado índice de autoconexões.

O passo seguinte foi a modelagem do grafo associado para uma visualização gráfica da rede modelada por meio do energizamento circular. A seguir é possível vê-lo na Figura 106 na sequência:

Fonte: Desenvolvimento nosso Figura 105 – Matriz associada

Essa perspectiva valoriza a observação já que coloca numa mesma espacialidade todas as regiões, o que mostra novamente a supremacia do Nordeste no tocante à centralidade da Rede. Mesmo não ocupando o eixo do grafo, o Nordeste destaca-se assim pelo peso de seus laços, sugerindo maior poder centrado naquele ator. As dimensões das regiões apresentaram- se idênticas, pois não foi utilizado o recurso para desenhar os atores em tamanhos proporcionais aos seus graus. Como se tratava de um número reduzido de atores, preferiu-se demonstrar os graus diluídos nos valores dos laços. Os tons de cinza desses laços também transmitem a informação do peso daquela relação.

Optou-se ainda, pela criação de um grafo sob a perspectiva geográfica, o que resultou na Figura 107 que se segue:

Fonte: Desenvolvimento nosso Figura 106 - Grafo associado

Desse modo, destacou-se uma grande força nos laços entre as Regiões Nordeste e Sudeste, e na sequencia, entre Nordeste e Sul. Vale ressaltar que tratam-se de ações recíprocas uma vez que a rede foi simetrizada, entendendo-se assim que não importa o sentido em que flui a informação, ambos atores se beneficiam com a troca de conhecimentos. Foi intrigante também constatar que a Região Sul, liderada por Santa Catarina, apesar de geograficamente estar vizinha às Regiões Sudeste e Centro-Oeste, suas conexões mais fortes são com o Nordeste e Norte. Contudo, é salutar destacar que apesar de terem sido amenizadas as ausências de estados não-respondentes por meio da transformação de arcos em laços simples (edges), o Sudeste, que contou apenas com 04 estados, reflete-se que de fato essa região foi Fonte: Desenvolvimento nosso

prejudicada com as baixas do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas-Gerais, 3/4 das centrais que compõem a região.

Na abordagem dos graus de cada região foi levantado o seguinte:

Com a métrica extraída, entende-se o motivo do destaque para a região Nordeste como referência, já visual, e nesse momento, também métrica. Contudo, quando se partiu para uma análise considerando as proporções, sua média de laços atingiu 34,22 laços por CNCDO. A segunda região (Sul), com maior número, registrou 165 laços, ou uma média de 55 laços por Central. A Região Sudeste resultou em 34,00 conexões por CNCDO, já a Norte, com 5 estados (RR e TO não participaram), computou 22,60 laços de média por central. Por fim, a Centro-Oeste com quatro CNCDO atingiu uma media de 25,5 laços por Central. Assim, por média, a Região Sul desponta com estados mais produtivos, seguida da Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.

Destaque-se assim e por fim que o Sul é proeminente sob essa perspectiva, resultado da liderança que a CNCDO Santa Catarina assume para toda a região.

6.3.3 Considerações parciais

A Rede valorada e simetrizada das centrais estaduais com 25 atores proporcionou outra perspectiva quando da centralidade. Viu-se que sua estrutura, muito similar à Rede A da

Rede Simetrizada e Binária das Centrais Estaduais, mas similar à Rede D também

simetrizada e binária, que elegeu a CNCDO de Santa Catarina sendo o centro social. Com a rede valorada pôde-se perceber o quanto a união da análise visual com a métrica fortalecem de sobremaneira as considerações levantadas, permitindo aos analistas uma segurança maior quando das propostas futuras de ações.

Acompanhando a CNCDO-SC, destacaram-se as Centrais de RN, MA e SE que se mostraram muito relevantes na dinâmica social. Apesar desses atores, juntamente com SC serem coadjuvantes intermediários na Rede A simetrizada e binária estudada anteriormente, uma vez que se relacionavam com um número inferior de atores dos demais então líderes, na

Figura 108 – Grau do ator

rede valorada proposta para análise neste capítulo, na qual foi feita o uso da ponderação dos laços, aplicando-se o peso em cada laço mantido, percebeu-se que a importância da Central de Santa Catarina cresceu vertiginosamente.

De maneira regionalizada, também se buscou observar o fluxo entre as cinco regiões e quais os parceiros mais produtivos analisando par a par. Desse modo, destacaram-se o Nordeste e o Sul (em números absolutos) e Sul e Nordeste (em proporcionalidade), respectivamente, como aqueles que mais promovem a troca de informações, seja pelo número de laços, seja pela sua intensidade de relacionamentos, caracterizando-os como pilares estruturais, tamanha suas forças nas conexões para manter a estrutura da rede como um todo.

Utilizar os laços valorados foi importante uma vez que com ele pôde-se pensar no estrangulamento ou não da informação trafegada. Imagine-se os canais Fac-Símile (fax) e correio eletrônico (e-mail) para envio e recebimento de informações. Se na rede binária, interessou se houve ou não interação entre atores (0 ou 1), na valorada, buscou-se dar peso menor a um par de atores que fez uso apenas do Fax que outro par que, além desse meio, utilizou também o correio eletrônico. Desse modo, para o segundo par, as possibilidades para envio de informação são maiores, o “gargalo” é mais largo que o primeiro par, e isso necessitou ser levado em consideração nas análises dos analistas desta pesquisa. Com isso, foi possível de se obter um ponto de vista mais acurado, não contrastante, já que não houve inversão de liderança tão radical, mas mais afunilada, daqueles que pudessem ser de fato intitulados líderes sociais da rede.

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