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1.4 Signaling Pathways and signaling pathway-related proteins

1.4.1 p53 signaling pathway

Recursos Financeiros

! " 22. Total de Investimento por Cliente, em Euros

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No Gráfico n. º 22, Total de Investimento por Cliente, em Euros, observamos que o total de investimento por cliente dos SMAS – Sintra foi o mesmo nos anos de 2001 e 2002. Contudo, no ano de 2003 esse investimento teve um decréscimo. As Águas de Cascais, S.A., enveredou por um acréscimo do investimento de 2001 para 2002, mas no período de 2002 a 2003 diminui consideravelmente. Existe uma diferença nos valores totais investidos por estas organizações: SMAS – Sintra – com um máximo de 58.7€ por cliente em 2002 e um mínimo de 41.7€ por cliente em 2003; Águas – Cascais – com um máximo de 122.7€ por cliente em 2002 e um mínimo de 76€ por cliente em 2003.

No Gráfico n. º 23, Custos Operacionais por Cliente, em Euros, identificamos uma variação significativa entre as organizações. Os custos operacionais por cliente são menores nos SMAS – Sintra quando comparados com as Águas – Cascais. Contudo, o ano de 2003 – o último ano em análise – foi o mais dispendioso nos SMAS – Sintra,

com um custo de 10€ por cliente. O mesmo aconteceu nas Águas – Cascais, mas existe uma enorme diferença nos custos operacionais por cliente (216.3€) comparativamente aos SMAS – Sintra.

! " 21. Custos Operacionais por Cliente, em Euros

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No que concerne aos custos não operacionais por cliente, ambas as organizações apresentam acções semelhantes, isto é, variação – diminuição e aumento – no período em análise. Os SMAS – Sintra apresentam um total de custos não operacionais no valor de 22€ por cliente em 2001, diminuiram para 8.6€ em 2002 e subiram em 2003 para 9.2€ – embora o resultado do último ano tenha sido superior ao anterior, foi claramente superior ao de 2001. Contrariamente a esta, surge as Águas – Cascais, com o seu menor resultado no primeiro ano (2001) com 5.4€ por cliente, um resultado máximo no ano de 2002 com 15.3€ por cliente e o último ano de 2003 com 11.5€.

$ )') +') -)') -+') ()') (+') ((') +'* .'/ -+'0 1'( --'+ ())- ())( ())0 Recursos Humanos

Os custos totais com colaboradores por cliente tem vindo a crescer nos SMAS – Sintra, de 45.8€ em 2001 para 49.8€ em 2002 e cresceram novamente para 52€ em 2003. Nas Águas – Cascais testemunhamos que os custos por cliente no ano de 2001 foram de 60.1€. Nos subsequentes períodos os custos dmiminuíram para 56.7€ no ano de 2002 e cresceram para 93.3€ em 2003. Em ambos os casos os custos totais com colaboradores por cliente aumentaram, exceptuando o ano de 2002 nas Águas – Cascais.

$ )') ()') *)') /)') .)') -))') *+'. /)'- *1'. +/', +(') 10'0 ())- ())( ())0 Recursos Materiais

Se nas Águas – Cascais o total de investimento por cliente foi superior ao efectuado pelos SMAS – Sintra, o mesmo se sucede com os recursos por cliente. No início da sua actividade, 2001, as Águas – Cascais tinham um valor de 43.7€ por cliente em recursos materiais, tendo passado para 185.1€ em 2002, aumentando novamente no ano de 2003 para 269.7€. Por outro lado, os SMAS – Sintra mantiveram os valores em 2001 – 2002 e diminuíram em 2003 para 41.6€.

$ )') +)') -))') -+)') ())') (+)') 0))') +.'0 *0', +.'* -.+'- *-'/ (/1', ())- ())( ())0

Como haviamos escrito no capítulo dedicado à metodologia, a utilização do Single Price Model apresenta algumas restrições na sua utilização para medição dos índices de eficiência global. Contudo, éUnos possível o arranjo de um índice de eficiência relativo e analisar a sua evolução temporal. Tendo em consideração a informação existente, pareceUnos pacífico optar pelo índice de rentabilidade das organizações – volume de negócios – e comparáUlo aos resultados líquidos.

Assim temos que, para o período em análise, 2001 – 2003, constatamos nas duas organizações um aumento do volume de negócios – vide Quadro n.º 10, Valor do Volume de Negócios, em Euros.

=> , !"#H. Valor total do Volume de Negócios, em Euros A >E +

; ()

2HH# 2HH2 2HH1

3 5 & 42.464.803 € 42.740.262 € 43.907.367 € O > , ! ! 24.725.431 € 26.464.048 € 29.332.119 €

A outra dimensão adoptada diz respeito aos resultados líquídos. Através da análise do Quadro n. º 11, Resultado Líquido do Exercício, em Euros, averiguamos que os SMAS – Sintra apresentam um resultado negativo no ano de 2001, mas nos anos de 2002 e 2003 os resultados foram positivos, embora tenha havido um decréscimo de 2002 para 2003 – vide Gráfico n.º 27, Evolução do Resultado Líquido. As Águas – Cascais têm, por sua vez, resultados negativos nos três anos em exame – vide Quadro n.º 12, Resultado Líquido do Exercício, em Euros. Contudo é importante realçar que as Águas – Cascais têm vindo a melhorar, num processo sempre em crescendo, os resultados económicos da sua acção – vide Gráfico n. º 27, Evolução do Resultado Líquido. Não nos podemos esquecer aqui dos avultados investimentos que a organização está obrigada a cumprir aquando da contratualização com os SMAS – Cascais. ! " 28 $ D >() , > & , TY> , $ 2*3)))3))) 2(3)))3))) ) (3)))3))) *3)))3))) 21**0,, 2(0(.,,/ 0)+1*(- 2-+/.(+( (+/.(*1 2(11+/) ())- ())( ())0

=> , !" ##. Resultado Líquido do Exercício, em Euros > & , TY> , F T ; () 2HH# 2HH2 2HH1 3 5 & U 944.377 € 3.059.421 € 2.568.249 € O > , ! ! U 2.328.776 € U 1.568.252 € U 299.560 €

De seguida iremos fazer uso do Single Price Model para medição dos índices de eficiência relativa, dividindo o output – Yh – pelo input – Xh:

=> , !" #2. Índice de Eficiência Relativa

, & D ; () 2HH# 2HH2 2HH1 3 5 & U 0,02 0,07 0,06 O > , ! ! U 0,09 U 0,06 U 0,01

Resulta da aplicação do índice de eficiência relativa: K = Yk/Xk

SocorrendoUnos do Quadro n. º 12, Índice de Eficiência Relativa, podemos constatar que os SMAS – Sintra apresentaram em 2001 um resultado negativo (U0,02) e em 2002 um resultado positivo (0,07). Houve uma evolução positiva do saldo das suas contas. Saldo positivo que se manteve no ano de 2003 (0,06) embora tenha sido ligeiramente inferior ao anterior. As Águas – Cascais, e socorrendoUnos novamente do Quadro n. º 12, apresentaram no período em análise resultados negativos. AcresceUse o facto de que esta organização tem vindo a melhorar significativamente os seus saldos. Através do Gráfico n.º 28, Evolução do Índice de Eficiência Relativa verificamos que os SMAS – Sintra são mais eficientes do que as Águas – Cascais, embora se verifique uma diminuição da área de eficiência relativa. Uma possível explicação para este facto poderUseUá encontrar no inicío da actividade das Águas – Cascais, que pode no futuro, mantendo esta tendência, atingir um nível superior de eficiência em relação ao SMAS – Sintra. Não nos esqueçamos que as Águas de Cascais, SA, está obrigada a fazer avultados investimentos nos cinco anos iniciais, previstos no contrato de concessão.

!" 20, Evolução do Índice de Eficiência Relativa

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AtenteUse que, e como anteriormente disseramos, estes resultados não medem de modo algum os índices de eficiência global.

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