• No results found

Related Work

4.6 Second Iteration

Registre-se o resgate de 40 tipos de ex-líbris apostos em 60 obras, sendo 22 brasileiros, 14 portugueses, três franceses. Além destes, foi recuperado um super libros inglês. Neste cômputo, observa-se a predominância de exemplares brasileiros, pertencentes a bibliófilos, escritores, políticos e intelectuais, e de portugueses, entre eles os detentores de títulos de nobreza e os bibliófilos.

Resgatou-se, na soma acima, ex-líbris institucionais num total de quatro exemplares inventariados, a saber: os carimbos com a divisa Da Real Bibliotheca, da “Bibliotecas de Sua Magestade Imperial e Real” e a marca da Livraria de J. G. Mazziotti Salema Garção, ambas de Portugal e o da Bibliothéque Cercle Artistique et Littéraire, da França.

As divisas revelam o sentimento de liberdade, do culto ao livro, da esperança e das alegrias do estudo, da valorização da vida, conforme pode ser observado: Vita- nobilis-et-utilis (Vida nobre e útil), Le cvlte des livres console de tovtes les réalités dovlovrevses (O culto dos livros consola de todas as realidades dolorosas), Vivere ad vitam (Viver para a vida), In angello cum libelo (Num canto com o livro), Ab multis ad unum (De muitos para um), Glo-ri-a in Excelsis de-o (Glória a Deus nas alturas), Amor et sacrificium (Amor e sacrifício), Sub lege libertas (Liberdade, sob a lei), Attacco la mia caretta nelle stelle, MCMXXXVII (Amarro minha carruagem às estrelas, 1937), Ne Quid Nimis (Nada demais. Todo excesso é condenável), Nobilis ira avito viret honore (Nobre indignação; honra à memória dos antepassados), La loi, la liberte, l’amitié (A lei, a liberdade, a amizade).

No tocante às obras nas quais os ex-líbris estão inseridos, denota-se a representatividade de várias áreas do saber, tendo-se como escopo a predominância de temática alusiva à história do Brasil. Evidencia-se, ainda, exemplares da legislação portuguesa, as crônicas, os atlas e os dicionários. Nessa linha, percebe-se que não apenas a procedência dos livros foi aclarada. Tal levantamento permitiu, além disso, distinguir o evidente “interesse do público leitor na época em que circularam” (CAMARGO, 2000, p. 27).

trazidos por D. João VI em sua transferência para o Brasil, além de virem estampados nos livros da Real Bibliotheca. Nessa perspectiva, a marca de posse que remete, sobremaneira, à nossa história e a de Portugal, apresenta, em forma de carimbo, o símbolo Da Real Bibliotheca, transformada na Biblioteca Imperial e Pública, em 1822, e, em 1876, na Biblioteca Nacional, hoje Fundação Biblioteca Nacional (SILVESTRE, 2016, p. 47).

Mencione-se também o carimbo com os dizeres “Bibliotecas de Sua Magestade Imperial e Real”, pertencente a D. João VI.

Na coleção bibliográfica em exame, constam exemplares raros de ex-líbris heráldicos como o de D. Luiz Vasques da Cunha Ataíde (1697-1761), Conde de Povolide, no qual figura o brasão dos Cunha (ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA TORRE DO TOMBO, 2016). Trata-se de um dos ex-líbris mais antigos trazidos ao Brasil (BERTINAZZO, 2012, p. 124).

Há, por outro lado, quanto aos brasileiros, o do Monsenhor Nabuco, neto de Nabuco de Araújo, com a divisa Amor et sacrificium, afixado em 11 obras, incluindo os volumes meritórios dos atlas de Joaquim Nabuco, seu pai, apresentados na defesa do Brasil no arbitramento sobre a fronteira com a Guiana Inglesa (NABUCO, 2005 apud SILVESTRE, 2016).

Em ambiente intelectual e cultural, sobressai a marca de Eduardo Prado, milionário, “amigo paulista de Eça de Queiroz” (LAGO, 2014, p. 584), “sendo hoje de extrema raridade” e a do nobre, político e diplomata Miguel Calmon du Pin e Almeida, executada pela Maison Agry (SILVA; MACIEL, 2014, p. 135). Em sentido semelhante, o ex-líbris do bibliófilo Rubens Borba Alves de Moraes, reconhecido intelectual e o mais eminente estudioso da bibliografia sobre o Brasil (MARTINS FILHO, 2008), merece destaque. A Biblioteca possui dois tipos de ex-líbris atribuídos ao bibliotecário. Ainda na esfera dos destaques nacionais, é relevante e requer distinção, sendo considerado “admirável” (BERTINAZZO, 2012, p. 15), o ex-líbris, elaborado pela casa parisiense Stern, de Alfredo Pujol, detentor da maior biblioteca privada de São Paulo no início do século XX.

Há de se ressaltar, no levantamento arrolado, a marca inglesa do super libris, super libros ou supralibris, inserido na capa da obra Portugal cuidadoso, e lastimado

Maria Cristina Rodrigues Silvestre Análise sobre a ocorrência de ex-líbris no acervo bibliográfico raro da Biblioteca Pedro Aleixo, da Câmara dos Deputados

com a vida, e perda do senhor rey D. Sebastião, de 1737, na cor dourada, em baixo- relevo, que pertenceu ao embaixador Lord Stuart.

Certamente, no caso em exame, cabe assinalar a inexistência de ex-líbris fixados nos periódicos raros, concentrando-se nas obras raras.

Duas observações são particularmente dignas de nota quanto às maiores coleções bibliográficas, de Márcio Moreira Alves e Pedro Moacyr, adquiridas pela Câmara dos Deputados: a primeira é a comprovação de que 13 obras raras com exemplares de ex-líbris fazem parte da coleção Márcio Moreira Alves. A segunda, devido à inexistência de registros, não é possível identificar se foram oriundas da coleção do ex-parlamentar Pedro Moacyr ou de outras aquisições.

Note-se, assim, a vantagem de bibliotecas particulares terem sido incorporadas a uma biblioteca parlamentar, aberta à consulta pública, em que a divulgação, quer seja por meio de catálogos virtuais, quer seja por meio de inclusão em bibliotecas digitais, proporciona maior visibilidade e, consequentemente, amplia as possibilidades de acesso. O desafio é “transformar a posse em bem comum” (BIBLIOTHECA..., 2000, p. 16).

7 CONCLUSÃO

Embrenhar-se no universo do ex-líbris abre oportunidade de admirar as pequenas gravuras de uma época, coladas em obras invulgares. É a fruição da arte de “personalizar” livros, da arte visual de gosto e temas diversificados, a associação realizadora de notáveis artistas capazes de concretizar as aspirações do bibliófilo. É a inserção da “arte-miniatura” (SILVA; MACIEL, 2014, p. 37, 141), na obra, pós-edição, dotando-a de beleza e de valor artístico. Enfim, trata-se da exemplaridade de uma aliança próspera entre o designer e o proprietário da obra, em diálogo criativo traduzido no amor pelos livros.

É importante distinguir que o acervo raro da Biblioteca Pedro Aleixo da Câmara dos Deputados possui exemplares de ex-líbris com ilustrações bem executadas, criados em casas impressoras estrangeiras, por renomados artistas brasileiros e estrangeiros especializados no gênero. Foram demandados com a clara intenção de idealizar a marca de posse. Cite-se a Maison Agry e a Stern, ambas de Paris, o

Wasth Rodrigues. Não foi possível recuperar o nome dos artistas que criaram os ex- líbris de portugueses e de franceses.

É certo que o conjunto dos ex-líbris apostos nas obras raras é bastante significativo, tendo pertencido a ilustres luso-brasileiros. Um olhar panorâmico sobre as marcas bibliográficas aqui reconhecidas – originárias da Europa e da América Latina – permite vislumbrar os temas ilustrativos idealizados, destacando-se os heráldicos, os paisagísticos, os simbólicos e os ornamentais.

Há um dado bastante ilustrativo. Sob a perspectiva de gênero, entre os ex-líbris levantados, figura apenas o de uma mulher, a portuguesa Júlia Cândida de Sá Barros Freire, evidenciando a prevalência masculina no âmbito do ex-librismo (SILVESTRE, 2016, p. 52). A maioria das marcas de propriedade relacionadas pertenceu ao universo dominado pelos homens, o que revela, na ocasião, o papel da mulher na sociedade patriarcal, distanciada do protagonismo social.

Nesse périplo, objetivamente falando, seria muito indicada a inserção do nome do proprietário do ex-líbris no campo notas do sistema de gerenciamento da biblioteca, atualmente o Automated library expandable program (ALEPH), na intenção de atingir a completude da informação, bem assim de link remetendo à imagem do mesmo. Será, ainda, bastante recomendável, a digitalização de todas as obras raras cujos ex-líbris encontram-se apostos, depositando-as na Biblioteca Digital da Câmara dos Deputados, além de incluir em campo específico a anotação quanto ao ex-líbris, de modo a conferir maior divulgação desta vertente.

Merece nota, ainda, o fato de que esta pesquisa não abrangeu as obras especiais e as do acervo geral, as quais deverão, oportunamente, na medida do possível, ser objeto de varredura, a fim de inventariar os ex-líbris que porventura existam, completando-se a identificação das marcas de propriedade existentes na Biblioteca Pedro Aleixo da Câmara dos Deputados.

Por tudo quanto exposto, a expectativa é a de que este artigo se constitua em incentivo para que sejam feitos levantamentos desta espécie nos acervos das bibliotecas. Certamente, a intenção é oferecer aos bibliófilos, à comunidade acadêmica, aos bibliotecários, aos pesquisadores, aos artistas plásticos, aos colecionadores e aos demais interessados a divulgação e o acesso, como fonte de consulta e estudo deste notável aspecto da história do livro e das artes plásticas.

Maria Cristina Rodrigues Silvestre Análise sobre a ocorrência de ex-líbris no acervo bibliográfico raro da Biblioteca Pedro Aleixo, da Câmara dos Deputados

Ciente da carência de investigações desta natureza, faz-se, então, um convite aos responsáveis pelas bibliotecas para que reúnam esforços a fim de trazer à luz, como um novo produto da instituição, os ex-líbris de suas próprias coleções. A pretensão é fascinante e, caso realizada, será gratificante.

É nesse contexto, portanto, que seria recomendável desprender-se, a despeito das profecias virtualistas, por alguns períodos, dos meios eletrônicos e dedicar a atenção ao interessante universo dos ex-líbris. Após realizada a tarefa, será a hora e a vez de se valer dos fundamentais avanços advindos das tecnologias da comunicação e da informação para multiplicar as possibilidades de divulgação e acesso aos ex- líbris.

AGRADECIMENTOS

Na pesquisa referente à identificação e elaboração da síntese biográfica dos detentores de ex-líbris deve ser ressaltada a proficiência, com entusiasmo e determinação, da bibliotecária Vera Lúcia Nunes de Souza, a quem dedico agradecimento especial.

REFERÊNCIAS

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Olegário Mariano. Academia.org.br. 30 mar. 2016. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/olegario-mariano/biografia. Acesso em: 8 maio 2017.

ALBERTI, Gabriel Richi. In sinu Populli Dei: espiritualidad presbiteral tras los pasos del Vaticano II. Madrid: Ed. Univ. San Dámaso, 2015.

ARCHIVES NATIONALES (França). E. Peltereau. culture.gouv.fr. 29 abr. 1858. Disponível e m : h t t p : / / w w w . c u l t u r e . g o u v . f r / p u b l i c / m i s t r a l / l e o n o r e _ f r ? ACTION=CHERCHER&FIELD_98=NOM&VALUE_98=%27PELTEREAU%27&DOM=All. Acesso em: 8 maio 2017.

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA TORRE DO TOMBO. Luís Vasques da Cunha Ataíde. aatt.org. 1999. Disponível em: http://www.aatt.org/site/index.php?op=Nucleo&id=1656.

BERTINAZZO, Stella Maris de Figueiredo et al. Ex-líbris: pequeno objeto do desejo. Brasília: EdUnB, 2012. 405 p.

BIBLIOFILIA: ex libris na BRG. Biblioteca Rodolfo Garcia Informa, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, jan./fev. 2011. Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/media/Bibliofilia %20Ex-Libris.pdf. Acesso em: 12 abr. 2016.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Divisão de Obras Raras. Planor. Critérios de raridade [e] Catálogo Coletivo do Patrimônio Bibliográfico Nacional (CPBN): séculos XV e XVI. Rio de Janeiro: FBN, [2001?]. 1 CD-ROM: il., color.

BIBLIOTHECA universitatis: livros impressos dos séculos XV e XVI do acervo bibliográfico da Universidade de São Paulo. São Paulo: Edusp, 2000.

BRASIL. Congresso. Câmara dos Deputados. Biografia San Tiago Dantas. camara.leg.br

Disponível em: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/plenario/discursos/ escrevendohistoria/discursos-em-destaque/serie-brasileira/decada-1960-69/ biografia-san-tiago-dantas. Acesso em: 22 abr. 2016.

BRASIL. Congresso. Câmara dos Deputados. Processo nº 115.645, de 17/5/1999. Classificação: Recursos Informacionais, Gestão da documentação e informação, seleção e aquisição de publicações e informações. Origem interna. Interesse particular. Nome: Marcio Moreira Alves. Status: arquivado em 18 jun. 2004.

CAMARGO, Ana Maria de Almeida. Obras antigas, preciosas e raras: o livro como documento. In: BIBLIOTHECA universitatis: livros impressos dos séculos XV e XVI do acervo bibliográfico da Universidade de São Paulo. São Paulo: Edusp, 2000.

CÂNDIDO LUÍS MARIA DE OLIVEIRA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2017. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/w/index.php? title=C%C3%A2ndido_Lu%C3%ADs_Maria_de_Oliveira&oldid=47968754. Acesso em: 22 abr. 2016

CATÁLOGO de obras raras da Biblioteca da Câmara dos Deputados: Brasil por escrito. Brasília: Câmara dos Deputados/Coord. Publicações, 2004. 254 p.

CATARINO, Maria de Lurdes. Os ex libris portugueses da colecção João Jardim de Vilhena da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Coimbra: Univ. de Coimbra, 1980.

Maria Cristina Rodrigues Silvestre Análise sobre a ocorrência de ex-líbris no acervo bibliográfico raro da Biblioteca Pedro Aleixo, da Câmara dos Deputados

COSTELLA, Antonio F. Carlos Rizzini: um jornalista precursor. In: SILVA, Carlos Eduardo Lins da et al. (org.). Ciências da comunicação no Brasil: 50 anos, histórias para contar. São Paulo: Fapesp; Intercom; Unesp; ECA-USP, 2015. v. 2: Século XX: pragmatismo utópico. p. 41-47. Disponível em: http://200.144.189.84/ebooks/arquivos/ f295a1fc82979bddecdfc89a1d51a105.pdf. Acesso em: 8 maio 2017.

EX-LÍBRIS brasileiros. Cultura e conhecimento. brasilcult.pro.br. Disponível em: http:// www.brasilcult.pro.br/ex_libris/catalogo_lista.htm. Acesso em: 22 abr. 2016.

EX-LIBRIS do conde do Bonfim. Arquipelagos. 2003. Disponível em: http:// www.arquipelagos.pt/arquipelagos/imagePopUp.php?details=1&id=60987. Acesso em: 4 abr. 2016.

FARIA, Francisco Leite de. Livros impressos em Portugal no século XVI: existentes na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Coimbra, 1979.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio: [rede]. Versão 6.0.1. Curitiba: Ed. Positivo, 2008. Acesso em: 2 maio 2017.

LAGO, Pedro Corrêa do (org.). Brasiliana Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro: cento e setenta e cinco. Rio de Janeiro: IHGB; Capivara, 2014. 720 p.

LOURENÇO, Mariana Simões; FONSECA, Vitor Manoel Marques da. A história nas m a r c a s g r á f i c a s d o A r q u i v o N a c i o n a l . D i s p o n í v e l e m : h t t p : / / revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/640/700. Acesso em: 6 abr. 2017.

MARIANO, Olegário. Cantigas de encurtar caminho: poemas. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1949. 90 p., il.

MARQUÊS DE ANGEJA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2005. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Marqu %C3%AAs_de_Angeja&oldid=47906701. Acesso em: 19 abr. 2016.

MARTINS FILHO, Plinio (org.). Ex-líbris: coleção livraria Sereia de José Luís Garaldi. Cotia, SP: Ateliê, 2008.

MATIAS DE LIMA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2 0 0 4 . D i s p o n í v e l e m : h t t p s : / / p t . w i k i p e d i a . o r g / w / i n d e x . p h p ?

MEDEIROS, Benicio. Um caçador de autógrafos. Anais da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, v. 123, p. 113-114, 2007.

MIGUEL CALMON DU PIN E ALMEIDA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2006. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/w/index.php? title=Miguel_Calmon_du_Pin_e_Almeida&oldid=46480302. Acesso em: 5 abr. 2016. MIRANDA, Camila Santos. Ex libris: uma perspectiva histórica e contemporânea. 2009. 93 f., il. Monografia (Bacharelado em Biblioteconomia) – UnB, Brasília, 2009. Disponível em: http://bdm.unb.br/bitstream/10483/9326/1/2009_CamilaSantosMiranda.pdf. Acesso em: 11 jul. 2016.

NABUCO, Joaquim. Diários: Joaquim Nabuco. [Rio de Janeiro]: Bem-Te-Vi; [Recife]: Massangana, [2005].

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Divisão de Bibliotecas e Documentação (org.). Ex-libris: exposição. 2002. Disponível em: http://www.dbd.puc- rio.br/ex-libris/pg/libris.htm. Acesso em: 8 maio 2017.

POTTKER, Gisele. Ex libris: resgatando marcas bibliográficas no Brasil. 2008. 139 f., il. Monografia (Curso de Design – Habilitação Design Gráfico) – Centro de Artes/Udesc, Florianópolis, 2008. Disponível em: http://docplayer.com.br/16282754-Gisele-pottker- ex-libris-resgatando-marcas-bibliograficas-no-brasil.html. Acesso em: 12 abr. 2017. REIFSCHNEIDER, Oto Dias Becker. A bibliofilia no Brasil. 2011. 303 f., il. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – UnB, Brasília, 2011. Disponível em: http:// repositorio.unb.br/bitstream/10482/10744/1/2011_OtoDiasBeckerReifschneider.pdf. Acesso em: 8 maio 2017.

RIBEIRO, Sousa (coord.). ANNUARIO de Moçambique. [Rio de Janeiro]: Impr. Nacional, 1908.

RICARDO Xavier da Silveira. Revista Genealógica Brasileira, São Paulo, v. 3-4, p. 260, 1943?.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. O livro dos livros da Real Biblioteca. [São Paulo]: Fundação Odebrechet, 2003. 384 p. Título em inglês: The Royal Library's book of books.

SILVA, Alberto da Costa e; MACIEL, Alberto (org.). Livro dos ex-líbris. São Paulo: Imp. Of. Est. de São Paulo, 2014. 215 p.: il.

Maria Cristina Rodrigues Silvestre Análise sobre a ocorrência de ex-líbris no acervo bibliográfico raro da Biblioteca Pedro Aleixo, da Câmara dos Deputados

SILVESTRE, Maria Cristina Rodrigues. Riquezas bibliográficas: as origens da coleção de obras raras da Biblioteca da Câmara dos Deputados. Cajur: Cadernos de Informação Jurídica, Brasília, v. 3, n. 2, p. 6-68, jul./dez. 2016. Disponível em: http:// www.cajur.com.br/index.php/cajur/article/view/96/99. Acesso em: 8 maio 2017. SORGINE, Juliana; MOTTA, Lia; GRIECO, Bettina. Salvemos Ouro Preto: a campanha em benefício de Ouro Preto 1949-1950. Rio de Janeiro: Iphan/Copedoc, 2008. 344p. (Série Pesquisa e Documentação do Iphan; 2). Disponível em: http:// portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/SerPesDoc2_SalvemosOuroPreto_m.pdf. Acesso em: 11 maio 2016.

SOUSA, Osvaldo Macedo de. Fernando Correira Dias: um poeta do traço. Ed. especial, tiragem de 1000 exemplares. Brasília: Batel, 2013. 262 p.

UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Arquivo. Salema Garção. auc.uc.pt. 1994?. Disponível

em: http://pesquisa.auc.uc.pt/details?id=134942. Acesso em: 20 abr. 2016.

Recebido em: 13/05/2017 Aceito para publicação em: 27/06/2017

Como citar este artigo:

SILVESTRE, Maria Cristina Rodrigues. Análise sobre a ocorrência de ex-líbris no acervo bibliográfico raro da Biblioteca Pedro Aleixo, da Câmara dos Deputados. Cadernos de Informação Jurídica, Brasília, v.4, n.1, p. 26-81, jan./jun. 2017. Disponível em: http://www.cajur.com.br/.