2 Kapittel – Hva er det med klesprisene?
2.3 Mulige forklaringer på prisfallet
2.3.5 Sammendrag
a) POP-RL
Entre as progênies na população natural de C. brasiliense estudada verificou-se a presença de alelos por loco (Â) da ordem de 28 alelos para o primer CB03 e de 25, 29, 24, 26, 36, 22, 29 e 24 para os primers CB03, CB05, CB06, CB09, CB11, CB12, CB13, CB20A e CB20B (Tabela 8). Os valores da diversidade alélica presente, nesta população, localizada no município de Três Lagoas-MS para muitos locos foi superior ao encontrado por Collevatti et al. (1999). Vale ressaltar que Collevatti et al. (1999) trabalharam com uma população “core” (população que se localiza na área central de ocorrência da espécie, que é o planalto central brasileiro). Diante disso, a população estudada apresenta boa diversidade gênica. O número de alelos no loco (k) variou de 22,0 a 36,0.
A partir da análise das frequências alélicas das árvores adultas de C. brasiliense foram estimados os índices de diversidade genética. Para todos os oito locos analisados, os valores de heterozigosidade observada, em relação à esperada, forneceram índices de fixação (F) positivos e diferentes de zero, evidenciando uma tendência de excesso de homozigotos em relação ao equilíbrio de Hardy-Weinberg, sugerindo forte endogamia nas árvores adultas para os locos analisados.
b) POP-TE
Entre as progênies de C. brasiliense no interior do Talhão (POP-TE) verificou-se a presença de alelos por loco (Â) da ordem de 22, 27, 28, 25, 24, 27, 27, 27 e 35, para os primers: CB03, CB05, CB06, CB09, CB11, CB12, CB13, CB20A e CB20B, respectivamente (Tabela 8). A diversidade alélica encontrada entre as progênies dessa população C. brasiliense, foi superior aos valores encontrados por Collevatti et al. (1999).
A partir das frequências alélicas e do índice de fixação (F), obtido pela estatística de Wrigth, foi caracterizado a diversidade genética da população. O número de alelos nos loco (k) entre as progênies no Talhão variou de 22,0 a 35,0, evidenciando valores mais baixos que os valores físicos, o que corresponde que um número menor de alelos está efetivamente atuando com importância na população (Tabela 8).
Para todos os locos avaliados nas progênies da POP-TE, os valores do índice de fixação foram positivos e maiores que zero, sugerindo que na população está ocorrendo
endogamia, com excesso de homozigotos, pois a população apresenta poucos alelos com alta frequência, tendendo a valores baixos de heterozigosidade (NEI, 1978).
c) POP-RL vs POP-TE
Na análise conjunta das populações POP-TE e POP-RL foram detectados 331 alelos no conjunto dos oito locos. Deste total de alelos, 76 foram encontrados por serem exclusivos da POP-TE e 73 da POP-RL, embora as amostras nas árvores matrizes destas populações apresentassem um número total de alelos muito semelhante (Tabela 8). As matrizes da POP-TE (169) tinham praticamente o mesmo número de alelos que as matrizes da POP-RL (170), sugerindo que estas populações têm mesma diversidade genética. A presença de alelos exclusivos nas populações de C. brasiliense, também foi encontrada por Moura (2011), que analisou indivíduos de C. brasiliense de nove regiões (populações) do Cerrado, e constatou que os alelos não estão distribuídos aleatoriamente entre e dentro de regiões, indicando o mesmo comportamento da distribuição de alelos encontrados no presente estudo e na região central de ocorrência de C. brasiliense.
Os níveis de heterozigosidade observada e esperada não foram significativamente diferentes entre as amostras destas populações. O índice de fixação foi positivo, alto e significativamente diferente de zero em praticamente todos os locos, indicando altos níveis de endogamia, com exceção dos locos CB03, CB11 e CB20A, nas matrizes da POP-TE (Tabela 8). As frequências alélicas de cada uma das populações encontram-se no Apêndice (Tabelas 5A e 6A). No entanto, Moura (2011), analisando indivíduos de C. brasiliense em várias regiões dos Estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso, encontrou altos níveis de polimorfismo para seis locos microssatélites, tanto dentro como entre as regiões, com o índice de fixação variando de 0,039 a 0,176.
Como conclusão, os níveis de diversidade genética e de endogamia são praticamente os mesmos nas árvores localizadas na POP-TE e na POP-RL. Isso possivelmente ocorre devido ao fato destas populações estarem localizadas espacialmente próximas e a espécie ser polinizada por morcegos, os quais têm potencial para atingirem grandes distâncias de voo, durante o processo de polinização e, portanto, possivelmente as árvores de ambas as populações são na realidade indivíduos de uma mesma população.
aberta de Caryocar brasiliense, localizadas na POP-TE e na POP-RL, em que: k é o número de alelos nos locos; Ho é a heterozigosidade observada; He é a heterozigosidade esperada em Equilíbrio de Hardy-Weinberg; F é o índice de fixação.
Matriz POP-TE (n=20) Matriz POP-RL (n=20)
Loco k R Ho He Fp k R Ho He Fp CB03 18 16,1 0,900 0,955 0,058 17 15,3 0,700 0,958 0,269* CB05 19 16,8 0,400 0,962 0,584* 18 15,9 0,651 0,961 0,323* CB06 19 16,6 0,600 0,958 0,374* 20 17,0 0,650 0,958 0,321* CB09 18 15,5 0,600 0,943 0,364* 20 17,6 0,550 0,972 0,434* CB11 22 18,1 0,750 0,950 0,211 16 14,7 0,550 0,942 0,416* CB12 18 18,0 0,534 0,974 0,452* 24 20,3 0,750 0,979 0,234* CB13 14 13,2 0,400 0,950 0,579* 19 16,9 0,250 0,972 0,743* CB20A 20 17,6 0,800 0,963 0,169 18 15,7 0,500 0,954 0,476* CB20B 21 18,1 0,600 0,968 0,380* 18 15,8 0,450 0,958 0,530* Média 18,8 16,7 0,620 0,958 0,353* 18,9 16,6 0,561 0,962 0,416* CI95% 2,3 1,6 0,171 0,010 2,2 1,7 0,152 0,011 Total 169 -- -- -- -- 170 -- -- -- --
Progênies POP-TE (n=400) Progênies POP-RL (n=400) Loco k R Ho He Fp k R Ho He Fp CB03 22 13,6 0,578 0,930 0,379* 28 14,8 0,698 0,938 0,256* CB05 27 14,9 0,460 0,934 0,507* 25 14,2 0,526 0,933 0,436* CB06 28 14,5 0,494 0,929 0,468* 29 14,2 0,500 0,928 0,461* CB09 25 13,4 0,538 0,918 0,414* 24 14,8 0,374 0,941 0,603* CB11 24 14,0 0,644 0,924 0,303* 26 14,0 0,446 0,924 0,517* CB12 27 14,5 0,380 0,936 0,594* 36 17,7 0,681 0,958 0,289* CB13 27 13,3 0,354 0,923 0,617* 22 14,0 0,139 0,932 0,851* CB20A 27 15,6 0,619 0,945 0,345* 29 14,1 0,438 0,926 0,527* CB20B 35 15,7 0,489 0,944 0,482* 24 13,3 0,447 0,917 0,512* Média 26,9 14,4 0,506 0,931 0,457* 27 14,6 0,472 0,933 0,494* CI95% 3,1 0,9 0,100 0,009 4,1 1,3 0,166 0,012 Total 242 -- -- -- -- 243 -- -- -- -- P<0,05.
3.5.6. Sistema de reprodução
As estimativas da taxa de cruzamento multilocos na POP-TE e na POP-RL, embora altas (mínimo 0,852) foram significativamente diferentes da unidade (1,0), o que indica a ocorrência de autofecundações (Tabela 8). Contudo, não foram detectadas diferenças na taxa de cruzamento entre estas populações. Na POP-TE a taxa de cruzamento individual variou de 0,577 a 0,993 e na POP-RL, variou de 0,577 a 0,992, confirmando a ocorrência de autofecundações. A alta variação individual na taxa de cruzamento entre árvores matrizes também foi evidenciada na estimativa da correlação de autofecundação, as quais foram também altas na POP-TE (rs=0,565) e na POP-RL (
s
r =0,590). Estes resultados indicam que as árvores localizadas na POP-TE não estão sendo afetadas pela alteração ambiental causada pelo plantio de eucalipto até o momento. As taxas de cruzamento multilocos encontradas na POP-TE (tˆm 0,852) e na POP-RL (tˆm 0,894) ficaram abaixo da média (tˆm 0,92) encontrada para várias espécies arbóreas (Tabela 1), indicando maior ocorrência de autofecundações nas populações de C. brasiliense estudadas.
Autofecundações eram esperadas, visto que a espécie C. brasiliense é auto- compatível. Os resultados aqui obtidos são também coerentes com os previamente publicados para a espécie em uma população do Brasil central, onde foram detectadas taxas de cruzamento variando entre árvores matrizes de 0,590 a 1,0, como média de 0,891 (Collevatti et al., 2010).
A diferença entre a taxa de cruzamento multilocos e unilocos (tmts) foi significativamente diferente de zero e alta em ambas as populações: POP-TE (tm ts
=0,565) e POP-RL (tm ts=0,590), indicando a ocorrência de cruzamentos entre parentes. Essas estimativas estão muito acima da encontrada para a média das espécies arbóreas (0,11) citada na Tabela 1. Contudo, não foram detectadas diferenças entre a POP-TE e a POP-RL, indicando um mesmo padrão em ambos os casos. Estes cruzamentos entre parentes podem ser explicados pela presença de estrutura genética espacial intrapopulacional nas populações, como detectado nas análises prévias. Estes resultados, juntamente com as autofecundações explicam os altos níveis de endogamia detectados nas progênies da POP-TE e da POP-RL (Tabela 8) e sugerem que esta endogamia foi gerada principalmente pelo cruzamento entre parentes.
A correlação de paternidade foi alta, significativamente e diferente de zero e não diferente entre a POP-TE (rp(m)=0,985) e a POP-RL (rp(m)=0,975), o que indica
que as progênies eram compostas principalmente por irmãos-completos (Tabelas 9 e 9). A estimativa da correlação de paternidade encontrada está muito acima da média para as espécies arbóreas citadas na Tabela 1 (0,40).
Outro fator a ser considerado é que os quatro pares mais frequentes de coancestria, nas duas populações, foram: progênies de irmãos completos aparentados (
CP IC
Pˆ ); progênies de irmãos completos parentes e não aparentados (PˆICCP,np); progênies de irmãos completos (Pˆ ) e progênies de irmãos de autofecundação e IC cruzamento entre indivíduos parentes (PˆAC CP ), totalizando 86,86% na POP-TE e 89,49% na POP-RL, evidenciando a maior porcentagem de progênies de irmãos completos, tendo um forte componente de cruzamento entre indivíduos aparentados. A coancestria entre as progênies de irmãos de autofecundação (PˆIA) e entre as progênies de irmãos de autofecundação e cruzamento (PˆAC) é maior na POP-TE (11,99%) do que na POP-RL (8,44%), indicando uma maior ocorrência de autofecundações na POP-TE, fato este também constatado pelo estudo do número de pirênios por fruto (Tabela 8). A coancestria com a participação de progênies de meios irmãos é maior na POP-RL (2,06%), do que na POP-TE (1,15%). No entanto, o que predomina é a coancestria entre progênies de meios irmãos aparentados (PˆMI CP ), vindo a seguir progênies de meios irmãos parentes e não aparentados (PˆMICP,np) e por último foram às progênies de meios irmãos (PˆMI), ocorrendo a mesma ordem nas duas populações de Caryocar brasiliense (Tabela 10).
O número de árvores efetivamente polinizando as matrizes foi estimado em aproximadamente uma árvore, o que fica muito abaixo da média para as espécies tropicais que está em torno de 4,8 (Tabela 1). Em consequência disso e das autofecundações, a coancestria dentro de progênies (mínimo =0,355) foi muito maior e o tamanho efetivo (mínimo Ne(v)=1,37) muito menor do que o esperado em
populações panmíticas (=0,125, Ne(v)=4). Pela análise destes parâmetros não se verificou diferenças entre a POP-TE e a POP-RL. Consequentemente, o número de árvores matrizes, necessárias para a coleta de sementes, com o intuito de se obter lotes
de sementes com a representatividade genética de 150 indivíduos não parentes e não endogâmicos foi exatamente o mesmo, ou seja, 109 (Tabela 9). Esse número é superior ao encontrado por Melo Júnior (2003) que foi de 82 indivíduos (matrizes) para garantir a variabilidade genética. Encontrar essa quantidade de indivíduos em uma população natural de Caryocar brasiliense não é tarefa fácil, pois os principais fatores de risco de erosão genética são o extrativismo predatório (coleta de quase todos os frutos) e o desmatamento de áreas de Cerrado, os quais prejudicam a regeneração natural e a dispersão dos genótipos, diminuindo ou exterminando as populações de espécies polinizadoras e dispersoras do pequi (LOPES et al., 2010).
De maneira geral, a análise dos resultados evidencia que as árvores localizadas no interior do talhão de eucalipto (POP-TE), são árvores que não estão reproduzindo, ou seja, não estão dando frutos. Elas têm ainda o mesmo comportamento reprodutivo do que as árvores da POP-RL e a mesma utilidade para fins de coleta de sementes, visando à conservação e o melhoramento genético, do que as árvores da POP- RL. O grande número de alelos exclusivos da POP-TE, por sua vez mostra a grande importância em preservar estas árvores matrizes. Possivelmente, estas servem de trampolim entre as duas áreas naturais que são cortadas pelo respectivo talhão de eucalipto.
Tabela 9. Estimativa de parâmetros do sistema de reprodução em árvores matrizes de em duas populações de Caryocar brasiliense: POP-TE e POP-RL, na região de Três Lagoas-MS.
Parâmetro POP-TE POP-RL
Taxa de cruzamento multiloco: tˆm 0,852 (0,799-0,908) 0,894 (0,836-0,941)
Taxa de cruzamento uniloco: tˆs 0,287 (0,263-0,345) 0,305 (0,274-0,364)
Taxa de cruzamento entre parentes: tˆmtˆs 0,565 (0,518-0,579) 0,590 (0,538-0,608) Correlação de autofecundação: rˆs 0,316 (0,234-0,422) 0,285 (0,128-0,366) Correlação multiloco de paternidade: rˆp(m) 0,985 (0,929-0,997) 0,975 (0,891-0,997) Número médio de árvores polinizadoras: Nˆ 1,0 (1,0-1,1) ep 1,1 (1,0-1,1)
Coancestria média dentro de progênies: ˆ 0,355 (0,314-0,385) 0,357 (0,308-0,384) Tamanho efetivo de variância: ˆ ( )
v e
N 1,38 (1,28-1,55) 1,37 (1,28-1,57)
Número de matrizes: mˆ 109 (97-117) 109 (95-117)
mˆ : estimativa do número de árvores matrizes necessárias para a coleta de sementes, visando reter o tamanho efetivo de 150.
Tabela 10. Estimativa de parâmetros do sistema de reprodução em duas populações de Caryocar brasiliense: POP-TE e POP-RL, na região de Três Lagoas-MS.
Progênie tˆm tˆmtˆs rˆp(m) Nˆep ˆ Nˆ e POP-TE 1 0,728±0,096 0,375±0,076 0,653±0,036 1,53 0,246 1,94 2 0,670±0,102 0,310±0,078 0,770±0,024 1,30 0,264 1,81 3 0,946±0,045 0,436±0,039 0,837±0,009 1,19 0,232 2,03 4 0,808±0,086 0,353±0,057 0,776±0,029 1,29 0,241 1,97 5 0,761±0,093 0,411±0,077 0,861±0,007 1,16 0,254 1,88 6 0,992±0,000 0,514±0,026 0,919±0,002 1,09 0,240 1,98 7 0,992±0,000 0,521±0,031 0,879±0,014 1,14 0,235 2,01 8 0,946±0,045 0,515±0,039 0,893±0,008 1,12 0,239 1,99 9 0,946±0,047 0,535±0,046 0,904±0,002 1,11 0,240 1,98 10 0,949±0,045 0,559±0,036 0,913±0,002 1,10 0,241 1,97 11 0,808±0,081 0,390±0,067 0,878±0,004 1,14 0,249 1,91 12 0,991±0,000 0,442±0,039 0,798±0,036 1,25 0,225 2,09 13 0,993±0,000 0,445±0,038 0,895±0,010 1,12 0,237 2,00 14 0,946±0,044 0,508±0,043 0,851±0,020 1,18 0,234 2,02 15 0,808±0,080 0,433±0,061 0,787±0,019 1,27 0,242 1,96 16 0,946±0,045 0,471±0,047 0,835±0,037 1,20 0,232 2,04 17 0,761±0,091 0,426±0,073 0,864±0,007 1,16 0,254 1,87 18 0,761±0,089 0,449±0,070 0,804±0,016 1,24 0,250 1,90 19 0,761±0,089 0,396±0,072 0,733±0,030 1,36 0,245 1,94 20 0,577±0,101 0,339±0,081 0,554±0,061 1,81 0,276 1,74
Tabela 10. (Cont...) Progênie tˆm tˆmtˆs rˆp(m) Nˆep ˆ Nˆ e POP-RL 1 0,937±0,067 0,468±0,071 0,678±0,047 1,47 0,216 2,18 2 0,577±0,249 0,324±0,237 0,594±0,054 1,68 0,278 1,73 3 0,761±0,091 0,472±0,074 0,812±0,015 1,23 0,251 1,90 4 0,991±0,000 0,524±0,022 0,883±0,005 1,13 0,236 2,01 5 0,949±0,043 0,455±0,047 0,799±0,040 1,25 0,228 2,07 6 0,993±0,000 0,490±0,028 0,921±0,004 1,09 0,240 1,97 7 0,816±0,151 0,474±0,142 0,877±0,006 1,14 0,248 1,92 8 0,669±0,113 0,324±0,089 0,738±0,027 1,36 0,263 1,82 9 0,946±0,044 0,505±0,042 0,894±0,004 1,12 0,239 1,98 10 0,854±0,075 0,486±0,059 0,843±0,009 1,19 0,241 1,97 11 0,900±0,066 0,559±0,056 0,906±0,003 1,10 0,243 1,95 12 0,946±0,047 0,384±0,040 0,772±0,042 1,30 0,225 2,09 13 0,992±0,000 0,481±0,025 0,895±0,011 1,12 0,237 2,00 14 0,992±0,000 0,526±0,027 0,924±0,001 1,08 0,241 1,97 15 0,946±0,046 0,484±0,036 0,883±0,007 1,13 0,238 1,99 16 0,992±0,000 0,593±0,029 0,910±0,006 1,10 0,239 1,98 17 0,900±0,061 0,567±0,051 0,888±0,005 1,13 0,241 1,97 18 0,854±0,121 0,466±0,108 0,853±0,009 1,17 0,242 1,96 19 0,992±0,000 0,534±0,024 0,885±0,011 1,13 0,236 2,01 20 0,895±0,065 0,550±0,056 0,837±0,013 1,19 0,236 2,00 m
tˆ é a taxa de cruzamento multilocos; tˆmtˆs é a taxa de cruzamento entre parentes; )
( ˆp m
r é correlação multilocus de paternidade; Nˆ é o número de árvores polinizadoras ep ˆ é a coancestria dentro de progênie; Nˆ é o tamanho efetivo da progênie; média e erro padrão da média 95% de probabilidade.
Tabela 11. Estimativas das frequências dos pares de coancestrias entre: a) progênies de irmãos de autofecundação: PˆIA; b) progênies de irmãos de autofecundação e cruzamento: PˆAC; c) progênies de irmãos de autofecundação e cruzamento entre indivíduos parentes: PˆAC CP ; d) progênies de irmãos completos: Pˆ ; e) progênies de IC meios irmãos: PˆMI; f) progênies de irmãos completos aparentados: PˆIC CP ; g) progênies de meios irmãos aparentados: PˆMI CP ; h) progênies de irmãos completos parentes e não aparentados: PˆICCP,np; i) progênies de meios irmãos parentes e não aparentados: PˆMICP,np em duas populações de Caryocar brasiliense: POP-TE e POP- RL, na região de Três Lagoas-MS.
Pares de
Coancestria1 POP-TE POP-RL
IA Pˆ 0,0618 6,18 0,0382 3,82 IC Pˆ 0,1448 14,48 0,1496 14,96 MI Pˆ 0,0022 0,22 0,0038 0,38 AC Pˆ 0,0581 5,81 0,0462 4,62 CP AC Pˆ 0,1144 11,44 0,0893 8,93 CP IC Pˆ 0,3909 39,09 0,4055 40,55 CP MI Pˆ 0,0060 0,60 0,0104 1,04 CPnp IC Pˆ , 0,2185 21,85 0,2505 25,05 CPnp MI Pˆ , 0,0033 0,33 0,0064 0,64 TOTAL 1 100% 1 100% 1Sebbenn (2006).