• No results found

A aplicação dos avanços tecnológicos nos serviços de saúde vem contribuindo para melhores resultados na assistência à saúde, possibilitando o aumento da expectativa de vida. Observa-se que os serviços de assistência à saúde dependem dos avanços tecnológicos; no entanto precisam do gerenciamento dos sistemas operacionais a eles relacionados, buscando a redução de erros.

A OMS considera que a segurança do paciente é a redução ao mínimo aceitável do risco de dano desnecessário associado ao cuidado da saúde.

A segurança do paciente emergiu como questão de qualidade importante e de política pública na área da saúde, em diversos países e recentemente no Brasil, com o Programa de Nacional de Segurança do Paciente.

Percebe-se que a medição da qualidade na assistência à saúde vem evoluindo seu foco, para transparência e responsabilidade relacionada à assistência ao paciente e de que cada etapa do processo traz um risco de dano, portanto não se busca mais a “identificação dos culpados” e sim a avaliação dos processos.

A qualidade aplicada nas instituições hospitalares é um grande desafio a sua aplicabilidade prática, pois elementos estruturais e as especificidades do serviço de saúde podem inviabilizar seus resultados quando aplicados de modo superficial.

É importante salientar que o desenvolvimento contemporâneo da saúde de segurança do paciente permite um novo olhar sobre o cuidado de saúde, conforme sofre influencia das disciplinas de outros campos do conhecimento que se dedicam a estudar o erro humano, os acidentes e sua prevenção, representando uma importante contribuição para a melhoria do cuidado em saúde.

Assim, as falhas humanas são ameaças à assistência segura ao paciente, como as falhas humanas decorrentes da comunicação entre os membros da equipe e podem ser uma barreira fundamental para a assistência segura e efetiva.

Dai a importância das atividades de formação continuada dos profissionais que contribuem para o desenvolvimento de competências dos profissionais no desempenho de suas atividades e na segurança do paciente.

Na última etapa desta revisão integrativa aponta-se que os principais resultados evidenciados na análise das publicações científicas que abordam o tema educação continuada e a Segurança do Paciente, aumentaram com o passar dos anos, provavelmente devido à importância que a Segurança do Paciente tem adquirido nos últimos anos, embora, nenhuma pesquisa em periódico brasileiro tenha sido encontrada, apontando para a necessidade de desenvolvimento desta temática em âmbito nacional.

Os artigos abordaram as estratégias de segurança relacionadas sobretudo à comunicação no ambiente dos serviços de saúde. A melhoria da comunicação é uma das 5 metas internacionais da JCI para a segurança do paciente e às estratégias educativas relacionada a comunicação envolvem abordagem multiprofissional, fato pelo qual a maior parte dos artigos desta revisão destinava-se a público-alvo multiprofissional e não apenas para a equipe de enfermagem.

A identificação das necessidades de formação continuada relacionada à segurança do paciente visa desenvolver um novo conjunto de competências na aprendizagem no local de trabalho, para que possam adquirir os conhecimentos e habilidades que são essenciais para a prestação de um cuidado adequado e seguro aos pacientes.

Os estudos desta revisão identificaram necessidades de aprendizagem para os profissionais de enfermagem relacionadas à prática clínica segura na assistência ao paciente, envolvendo a identificação de sinais de alteração clínica, à tomada de decisão, assim como o levantamento das competências profissionais para a segurança do paciente.

Os estudos evidenciaram a adoção de práticas educativas convergentes com o conceito de Educação Permanente por incorporarem situações de aprendizagem ao trabalho, modificando as estratégias educativas como fonte de conhecimento e problemas, colocando o profissional como individuo ativo e crítico no processo de aprendizagem e abordando o grupo ou equipe para favorecer a interação por meio das estratégias educativas de Simulação realística, CRM e Team Stepps.

O uso da simulação realística como estratégia de ensino relacionada à segurança do paciente é valorizado por permitir ações educativas envolvendo a equipe multidisciplinar e abordagem de habilidades técnicas e comportamentais.

A avaliação de resultados e os impactos dos processos educativos dos profissionais de saúde relacionados à segurança do paciente nos artigos deste trabalho envolveram os diferentes níveis de avaliação, parâmetros e estratégias, porém prevaleceu a avaliação em nível de comportamento no cargo, sendo medida por meio de questionários de autoavaliação aplicados em modelos pré e pós- intervenções educativas.

É por meio das avaliações de resultado que podemos rever as experiências, analisar os obstáculos, subsidiar novas atividades e evidenciar o impacto do treinamento no comportamento do cargo ou em último nível nos resultados da organização.

Cada nível de avaliação tem um objetivo distinto e claramente definido. É importante alinhar com os objetivos do treinamento, a fim de identificar qual a melhor estratégia ou parâmetro de avaliação.

O enfermeiro de educação continuada é o profissional de enfermagem diretamente envolvido com desenvolvimento de competências da equipe de enfermagem e sua participação junto aos gerentes representa a interface entre o processo de trabalho administrativo e o educacional.

A educação continuada deve ser um meio para promover o desenvolvimento das pessoas e assegurar a qualidade e a segurança no atendimento aos pacientes, devendo também ser voltada à realidade institucional, e necessidades dos profissionais, envolvendo sempre as lideranças, pela proximidade e contato com os todos os membros da equipe multiprofissional, podendo atuar diretamente sobre as necessidades do trabalhador no momento que executa suas atividades, percebendo o real interesse da equipe diante das situações cotidianas e alicerçando a transferência do conhecimento para a prática.

Este estudo pode ter tido como limitação a ausência de publicações científicas nacionais, não permitindo evidenciar as práticas de educação continuada em enfermagem para a segurança do paciente no país.

Por meio da presente revisão integrativa, foi possível identificar e caracterizar as atividades de educação continuada em enfermagem para a segurança do paciente, apontando para a utilização de abordagens de formação continuada no trabalho em equipe e a necessidade de adoção de ferramentas para medir o impacto

dessas atividades para contribuir e promover a qualidade da assistência e segurança do paciente.

REFERÊNCIAS

 ABBAD, Gardênia da Silva; ZERBINI, Thaís; SOUZA, Daniela Borges Lima de. Panorama das pesquisas em educação a distância no Brasil. Estud.

psicol. Natal , v. 15, n. 3, dez. 2010 . Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

294X2010000300009&lng=pt&nrm=iso>.Acesso em: 01 de setembro de 2013.  ABBAD, Gardênia; GAMA, Ana Lídia Gomes; BORGES-ANDRADE, Jairo

Eduardo. Treinamento: análise do relacionamento da avaliação nos níveis de reação, aprendizagem e impacto no trabalho. Rev. adm. contemp., Curitiba, v. 4, n. 3, dez. 2000. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-

65552000000300003&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 15 de janeiro de 2014  ABEN. Associação Brasileira de Enfermagem. ABEN. Seção SP. História.

Sociedades. Disponível em: http://www.abensp.org.br/abensp/historia. Acesso em: 10 de agosto de 2013.

 AMARO CANO, María del Carmen. Florence Nightingale, la primera gran teórica de enfermería. Rev Cubana Enfermer, Ciudad de la Habana, v. 20, n.3, dic. 2004.Disponible en

<http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0864-

03192004000300009&lng=es&nrm=iso>. accedido en 21 agosto 2013.  ANTUNES, Arthur Velloso; TREVIZAN, Maria Auxiliadora. Gerenciamento da

qualidade: utilização no serviço de enfermagem. Rev. Latino-Am.

Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, Jan. 2000. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-

11692000000100006&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 21 de fevereiro de 2014.

 AQUINO, Celice Romero; GIAPONNESI, Ana Lucia; SANTOS, Iraci Nunes. Enfermagem e Acreditação Hospitalar. In: LEAO, Eliseth Ribeiro; et al. (org).

Qualidade em saúde e indicadores como ferramenta de gestão. São Caetano

do Sul, Yendis Editora, 2008, cap. 2.

 ARAUJO, Aline Corrêa de; SANNA, Maria Cristina. Ciências Humanas e Sociais na formação das primeiras enfermeiras cariocas e paulistanas. Rev.

bras. enferm., Brasília, v. 64, n. 6, dez. 2011 . Disponível em

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-

71672011000600018&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 09 de agosto de 2013.  BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt. O suporte oferecido pela pesquisa na

área de treinamento. Revista de Administração da USP, São Paulo, v. 26, n. 4, p.87-102, 1991. Disponível em: <http://www.rausp.usp.br/>. Acesso em: 20 de setembro de 2013.

 BEZERRA, Ana Lucia Queiroz. O contexto da educação continuada em

enfermagem. São Paulo: Lemar e Martinari, 2003.

 BEZERRA, Ana Lucia Queiroz. Perfil do enfermeiro de educação continuada.

Rev. Paul. Enf., v, 16, n. 1/3, p. 72-82, 1997.

 BEZERRA, Ana Lucia Queiroz. Treinamento do enfermeiro recém-admitido;

Visão do treinador e do treinando. Dissertação (Mestrado). Escola de

Enfermagem da USP. São Paulo, 1995, 85 p.

 BIREME / OPAS / OMS (org.). Guia da BVS 2011. Versao 19. / São Paulo: 2011. 50 p. Disponível em: <

http://bvsmodelo.bvsalud.org/download/bvs/Guia_da_BVS_2011_pt>. Acesso em: 10 de setembro de 2013.

 BIREME. Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. DeCS – Descritores em Ciências da Saúde. São Paulo: BIREME. Disponível em URL:

http://decs.bvs.br/P/aboutvocabp.htm. Acesso em 20 de novembro de 2013.  BIREME. Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da

Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. DeCS – Descritores em Ciências da Saúde. São Paulo: BIREME. Disponível em

http://wiki.bireme.org/pt/index.php/Elabora%C3%A7%C3%A3o_de_estrat%C3 %A9gias_de_busca. Acesso em 20 de novembro de 2013.

 BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo, ABBAD, Gardênia da Silva e MOURÃO, Luciana (Orgs.). Treinamento, desenvolvimento e educação em organizações

de trabalho: Fundamentos para a gestão de pessoas. Porto Alegre: Artmed,

2006. 576 p.

 BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo. Desenvolvimento de medidas em avaliação de treinamento. Estud. psicol. (Natal), Natal, v. 7, n. spe, 2002. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

294X2002000300005&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 28 fev. 2014.

 BRASIL(a). Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente. 2013. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.ht ml>. Acesso em: 10 de setembro de 2013.

 BRASIL (b). Ministério da Saúde. RDC 36/2013. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2013. Disponível em:<

http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/anvisa+portal/anvisa/sala+de+imprensa /menu+-

+noticias+anos/2013+noticias/norma+da+anvisa+regulamenta+a+seguranca+ do+paciente >. Acesso em: 10 de setembro de 2013.

 BRASIL. Conselho Nacional da Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Brasília: 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf. Acesso em 30 de agosto de 2013.

 BRASIL. Decreto-Lei n.º 94.406, de 08 de Junho de 1987. [Regulamenta a Lei n.º 7.498, de 25 de Junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da

enfermagem, e dá outras providências.]. Disponível em:

<http://www.portalcofen.gov.br/sitenovo/node/4173. >Acesso em:15 de agosto 2013.

 BRASIL. Lei 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a Regulamentação do Exercício da Enfermagem e dá outras providências. Brasília: Ministério da Saúde; 1986. Disponível em:<

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7498.htm>. Acesso em 24 de agosto de 2013.

 BRASIL. Lei número 9394, 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: <

http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/leis/lein9394.pdf>. Acesso em: 15 de agosto de 2013.

 BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007. Dispõe sobre as diretrizes para a implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde e dá outras providências. Brasília: Ministério da Saúde; 2007. Disponível em:<

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Portaria_1996-

de_20_de_agosto-de-2007.pdf>. Acesso em: 30 de agosto de 2013.

 CALAINHO, Daniela Buono. Jesuítas e medicina no Brasil colonial. Tempo, Niterói, v. 10, n. 19, Dec. 2005. Available from

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

77042005000200005&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 5 de agosto de 2013.  CALIL, Ana Maria. Estrutura organizacional de um serviço de emergência. In:

Calil, Ana Maria; Paranhos, Wana Yeda (orgs.). O enfermeiro e as situações

de emergência. São Paulo, Atheneu, 2007.

 CAMPOS, Paulo Fernando de Souza. História social da enfermagem

brasileira: afrodescendentes e formação profissional pós-1930. Rev. Enf. Ref., Coimbra, v. ser III, n. 6, mar. 2012. Disponível em:

<http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874- 02832012000100016&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 05 ago. 2013.

 CARRARO, Telma Elisa. Os postulados de Nightingale e Semmelweis: poder/vital e prevenção/contágio como estratégias para a evitabilidade das infecções. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 12, n. 4, Aug. 2004. Available from

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-

11692004000400011&lng=en&nrm=iso>. access on 21 Feb. 2014.  CASTRO, Susane de Fátima Ferreira de; et al. Acreditação no contexto de

um hospital público: achados da avaliação externa diagnóstica. Revista Acred. v. 3, n. 6, 2013.

 CONSÓRCIO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO (CBA). Unidades Acreditadas no Brasil. Disponível em:<http://www.cbacred.org.br/site/no- brasil/>.Acesso em:22 de janeiro de 2014.

 CHIAVENATO, Idalberto. Administração Geral e Pública Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

 COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. Código de Ética dos Profissionais

de Enfermagem. 2007. Disponível em

<http://www.portalcofen.gov.br/sitenovo/node/4158>. Acesso em:02 de julho de 2013.

 COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. Comissão de Business

Intelligence. Produto2: análise de dados dos profissionais de enfermagem existentes nos Conselhos Regionais. Produto 2. 2013. Disponível em:<

http://www.portalcofen.gov.br/sitenovo/sites/default/files/pesquisaprofissionais. pdf >Acesso em 02 de julho de 2013.

 COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. RESOLUÇÃO COFEN-293/2004. Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de

Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde. 2004. Disponível em:< http://novo.portalcofen.gov.br/wp-

content/uploads/2012/03/RESOLUCAO2932004.PDF> Acesso em : 10 de outubro de 2013.

 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES N. 3, de 07 de novembro de 2001. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Portal MEC. Disponível em:

<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf.>.Acesso em: 28 de agosto de 2013.

 COSTA, Roberta; et al . O legado de Florence Nightingale: uma viagem no tempo. Texto contexto - enferm., Florianópolis , v. 18, n. 4, Dec. 2009 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 07072009000400007&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 22 de agosto de 2013.

 D’ INNOCENZO, Maria (coord). Indicadores, auditorias, certificações:

ferramentas de qualidade para gestão em saúde. São Paulo; Martinari, 2006.

 DAVINI, María Cristina; NERVI, Laura; ROSCHKE, María Alice. Capacitación

del personal de los servicios de salud. Washington-DC: Organización

Panamericana da la Salud. Programa de Desarrollo de Recursos.2002. Disponível em: http://www.paho.org/Spanish/HSP/HSR/HSR02/libro3- obsrrhh.htm>. Acesso em: 23 de setembro de 2013.

 DONABEDIAN, Avedis. An introduction to quality assurance in Health Care. Oxford University Press, 2003.

 ERDMANN, Alacoque Lorenzinni; FERNANDES, Josicelia Dumêt; TEIXEIRA, Giselle Alves Teixeira. Panorama da educação em enfermagem no Brasil: graduação e pós-graduação. Enfermagem em Foco.2011;2(supl):89- 93.Disponível em:

<http://revista.portalcofen.gov.br/index.php/enfermagem/article/view/91/76.> Acesso em: 30 de agosto de 2013.

 FELDMAN, Liliane Bauer; GATTO, Maria Alice Fortes; CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm. História da evolução da qualidade hospitalar: dos padrões a

acreditação. Acta paul. enferm., São Paulo , v. 18, n. 2, June 2005 .

Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103- 21002005000200015&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 03 de fevereiro de 2014.

 FONTANA, Rosane Teresinha. As infecções hospitalares e a evolução

histórica das infecções. Rev. bras. enferm., Brasília , v. 59, n. 5, Oct. 2006. Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 71672006000500021&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 03 de fevereiro de 2013.

 GALLEGUILLOS, Tatiana Gabriela Brassea; OLIVEIRA, Maria Amélia de Campos. A gênese e o desenvolvimento histórico do ensino de enfermagem no Brasil. Rev Esc Enf USP, v.35, n. 1,p. 80-7, mar. 2001. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v35n1/v35n1a12.pdf >. Acesso em: 01de julho de 2013.

 GALVAO, Cristina Maria; SAWADA, Namie Okino; TREVIZAN, Maria

Auxiliadora. Revisão sistemática: recurso que proporciona a incorporação das evidências na prática da enfermagem. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto , v. 12, n. 3, June 2004 . Available from

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-

11692004000300014&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 15 de dezembro de 2013.

 GARVIN, David A. História e evolução. In: Gerenciando a qualidade: A visão

 GEOVANINI, T.; et al. História da enfermagem: versões e interpretações. 2ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.

 GIANINI, Marcelo Márcio Siqueira. Relações entre educação e saúde:

formação continuada para o enfrentamento da situação de morte por

profissionais de enfermagem. 2012.138p. Tese (Doutorado em Psicologia da

Educação) – Programa de Estudo Pós-Graduados em Psicologia da Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.  GOMES, Annatalia Menezes de Amorim. Os desafios na implantação e

desenvolvimento de gestão de qualidade total em hospital público: Um estudo de caso- O Hospital Geral de Fortaleza, 1998. Monografia- Universidade

Estadual do Ceará, Fortaleza, 1998.

 GONÇALVES, Ernesto Lima. Estrutura organizacional do hospital moderno.

Rev. Adm. Emp. V. 38, n. 1, p. 80-90, 1998.

 GURGEL JUNIOR, Garibaldi Dantas; VIEIRA, Marcelo Milano Falcão.

Qualidade total e administração hospitalar: explorando disjunções conceituais.

Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 7, n. 2, Jan. 2002 . Available from

<http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

81232002000200012&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 de dezembro de 2013.

 HADDAD, Jorge; MOJICA, Maria Jesús; CHANG, Mayra Isabel. Proceso de educación permanente en salud. Educ Med Salud. v. 21, n. , 1987. Disponível em: < http://hist.library.paho.org/Spanish/EMS/938.pdf>. Acesso em: 01 de outubro de 2013.

 INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). A trajetória dos cursos de graduação na área da saúde: 1991-2004 / Organizadores: Ana Estela Haddad; et al. Brasília : 2006.15 v. : il. tab. Disponível em:<

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Enfermagem.pdf>.Acesso em: 01de julho de 2013.

 ITO, Elaine Emi; PERES, Aida Maris; TAKAHASHI, Regina Toshie; LEITE, Maria Madalena Januário. O ensino de enfermagem e as diretrizes

curriculares nacionais: utopia x realidade. Rev Esc Enferm USP. 2006; 40(4):570-5. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v40n4/v40n4a16.pdf >. Acesso em: 01 de julho de 2013.

 KLETEMBERG, Denise Faucz et al. O processo de enfermagem e a lei do exercício profissional. Rev. bras. enferm., Brasília , v. 63, n. 1, Fev. 2010 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 71672010000100005&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 22 de agosto de 2013.

 LABADDIA, Lilian Lestingi; et al. O processo de acreditação hospitalar e a participação da enfermaria. Rev. Enf. UERJ. Rio de Janeiro, 2004; 12: 83-87.  LACERDA, Érika Rodrigues Magalhães; ABBAD, Gardênia. Impacto do

treinamento no trabalho: investigando variáveis motivacionais e

organizacionais como suas preditoras. Rev. adm. contemp., Curitiba, v. 7, n. 4, Dec. 2003. Available from

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-

65552003000400005&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 02 de fevereiro de 2013.

 LEITE, Maria Madalena Januario; Pereira, Luciene Lúcio. Educação

Continuada em enfermagem. In: KURCGANT, Paulina. et al. Administração

em enfermagem. Cap. 12. São Paulo, EPU, 1991.

 LIMA, Suzinara Beatriz Soares; ERDMANN, Alacoque Lorenzini. A enfermagem no processo de acreditação hospitalar em um serviço de emergência. Acta Paul. Enf. 2006; 19(3): 271-8.

 LIMA-GONÇALVES, Ernesto. Estrutura organizacional do hospital

moderno.Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.38, n.1, p.80- 90, 1998.

 LOPES, Ilza Leite. Uso das linguagens controlada e natural em bases de dados: revisão da literatura. Ciência da Informação. Inf. Brasília, v.31, n.1,