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SAKER DER OMBUDSMANNEN HAR GJORT FORVALTNINGEN OPPMERKSOM

In document Dokument 4 (2011–2012) (sider 36-44)

Os entrevistados foram confrontados com a Questão f) – “De todas as freguesias do município de Vieira do Minho, quais são as mais e as menos visitadas pelos turistas? Porquê?”, cuja infirmação obtida se sistematiza no Quadro 31.

Quadro 31. Freguesias que os agentes municipais e locais consideram que são mais visitadas pelos turistas

Agentes municipais e locais Categoria

Presidente da câmara 2

Vereador da economia 2

Presidente de Ruivães e Campos 3

Presidente de Louredo 4 Presidente de Rossas 4 Presidente da APIFC 1 Presidente da ADLL 1 Presidente da ADIR 1 Sócio da CAVA 1 Veterinária da ACERG 2

Vice-presidente da Pedalar Vieira 2

Presidente da ACRPB 4

Nota: Para efeitos de hierarquização das freguesias que são mais visitadas pelos turistas, foi atribuída uma importância as freguesias perante as respostas dos agentes municipais e locais, fez-se uso da escala seguinte: Categoria 1 – aldeias de Portugal (Campos, Lamalonga, Espindo, Louredo e Agra);

Categoria 2 – aldeias de Portuga e o centro da vila; Categoria 3 – aldeias de Portugal e as aldeias envolventes; Categoria 4 – aldeias de Portugal e as barragens.

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Como se pode verificar tendo por base o Quadro 31, todos os entrevistados falaram das Aldeias de Portugal como as mais procuradas pelos turistas, ainda que também tenham referido o centro da vila e as barragens.

O porquê de procurarem mais estes locais, como refere o presidente da câmara, é porque as aldeias turísticas de Campos, Lamalonga, Espindo, Louredo e Agra são as mais visitadas porque são as que “têm de fato um maior património arquitetónico”, porque “são as mais divulgadas e onde o património arquitetónico está mais preservado (…) e são aldeias mais antigas” como refere o vereador da economia. Também o presidente da ADIR mencionou “(…) o sossego e a paz”, que do seu ponto de vista é o que as pessoas procuram para descansar.

O vice-presidente da Pedalar Viera acredita que a vila é mais visitada por causa “(…) das romarias e das festas que são feitas anualmente”, já que acredita que a autarquia e a população só se foca nas festas.

Considerou-se ser oportuno perguntar, na sequência da questão anterior, qual é a visão que têm sobre os turistas, como por exemplo, a Questão f1) – “São portugueses ou estrangeiros? De onde vêm?”; Questão f2) – “Em que época do ano vêm? Que locais visitam? Quais são as suas principais motivações de visita e o que visitam?”; Questão f3) – “Considera que há infraestruturas de apoio aos visitantes? Quanto tempo permanecem?”; Questão f4) – “Que tipo de alojamento e meio de transporte utilizam?” e por último Questão f5) – “Qual é o gasto médio que fazem os visitantes?”.

Os entrevistados concordaram que eram mais portugueses, sendo que recentemente verificam um aumento de turistas estrangeiros e que são mais espanhóis, franceses, alemães e brasileiros. Todos concordaram que os turistas vêm mais no verão, mas também vêm nas épocas altas como no natal e na páscoa. Pode-se dizer que a informação dada pelos entrevistados vai de encontro aos dados extraídos do INE, como se pode verificar no Quadro 25, onde temos o número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros no ano 2015 e verifica-se um maior número de dormidas de turistas vindos da Espanha.

No que diz respeito à pergunta dos recursos e elementos que visitam os turistas, as respostas foram muito diversificadas, predominando a categoria 1, que se refere às albufeiras e à natureza, seguindo-se a categoria 4, que corresponde ao sossego (Quadro 32).

Do ponto de vista do presidente da câmara, as albufeiras e a natureza poderão ser a principal razão devido “às condições climáticas, à topografia e à morfologia existentes”, bem como ao sossego.

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Quadro 32. Motivações dos turistas que vêm visitar o município de Vieira do Minho na perspetiva dos agentes

Agentes municipais e locais Categoria

Presidente da câmara 1

Vereador da economia 2

Presidente de Ruivães e Campos 3

Presidente de Louredo 1 Presidente de Rossas 1 Presidente da APIFC 1 Presidente da ADLL 1 Presidente da ADIR 4 Sócio da CAVA 5 Veterinária da ACERG 4

Vice-presidente da Pedalar Vieira 4

Presidente da ACRPB 1

Nota: Para efeitos de hierarquização das motivações de visita o que visitam, foi atribuída uma importância as freguesias perante as respostas dos agentes municipais e locais, fez-se uso da escala seguinte:

Categoria 1 – Albufeiras e natureza; Categoria 2 – Gastronomia e natureza; Categoria 3 – Aldeias turísticas e a natureza; Categoria 4 – Pelo sossego;

Categoria 5 – Cultura ancestral e gastronomia.

Fonte: Elaboração própria com base no guião das entrevistas realizadas no mês de Janeiro de 2018. No que se refere à pergunta se os agentes consideram que há suficientes infraestruturas de apoio aos turistas e o tempo que estes permanecem no destino, a maioria dos entrevistados referiram que existem várias infraestruturas e suficientes, mas só se focaram nas casas de habitação, avançando com 160 casas de habitação para receção de turistas. O vice-presidente da Pedalar Viera destacou que no município não existem hotéis e que as casas de habitação são caras para as pessoas que viajam sozinhas.

No que se refere ao tempo que permanecem no município, a maioria é de opinião que os portugueses visitam o município aos fins-de-semana e que os outros permanecem mais tempo, podendo ir até uma semana. Já o gasto médio que fazem, parece ser uma incógnita, sendo que alguns referiram que é de aproximadamente 50 euros por pessoa e por dia (o presidente da câmara, o presidente de Rossas e o presidente da ACRPB). Outros foram mais

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modestos no montante, como o sócio da CAVA, que acreditava que não excedia os 40 euros por pessoa e por dia. A dormida e a alimentação foram os elementos mais destacados em termos de gastos.

Os agentes locais concordaram que o automóvel é o meio de transporte utilizado pelos turistas, devido à falta de meios de transporte no município e à escassez de horários. Já o alojamento que utilizam é preferencialmente o alojamento local, o turismo de habitação e o parque de campismo.

In document Dokument 4 (2011–2012) (sider 36-44)