4. Straffelovens kap.23: Ærekrenkelser
4.3. Straffelovens §390: Krenkelser mot privatlivets fred
Escola Planificação de Aula
Escola:
Orientador(a) cooperante: Faixa etária: 3 anos Data: dezembro de 2016
Estagiária: Sara São Bento Ano: 1.º ano de MPE1C N.º 13
Área de Expressão e Comunicação: Domínio da Matemática
Hora Componentes Estratégia Recursos
15h30 -
16h
Números e operações:
- Identificar quantidades através de diferentes formas de representação;
- Resolver problemas do quotidiano que envolvam pequenas quantidades com recurso à adição e subtração.
Distribuir o material não estruturado pelas crianças, sentadas nas cadeiras.
Aludir à história contada inicialmente, para remeter para as peças de vestuário.
Analisar as características das figuras de vestuário em relação à sua cor, forma e tamanho. Ex: As peças de roupa são todas iguais? Qual é a peça de roupa maior? As camisolas são todas iguais? Em que é que diferem?
Solicitar a contagem das peças de roupa, realizando pequenos cálculos. Ex: Quantas camisolas estão em cima da mesa? Coloca duas na mala. Com quantas ficaste?
- Caixas de papel; - Figuras em musgami imitando peças de vestuário;
Planificação sujeita a alterações consoante o decorrer da aula.
Os componentes desta planificação do Quadro 10 são: Números e Operações, nomeadamente, “Identificar quantidades através de diferentes formas de representação” e “Resolver problemas do quotidiano que envolvam pequenas quantidades com recurso à adição e subtração” (Silva et al., 2016, p.77), enquadram- se na área de Expressão e Comunicação, no Domínio da Matemática, segundo as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Silva et al., 2016).
Esta planificação deu seguimento ao conteúdo da Área de Conhecimento do Mundo, o vestuário, para o Domínio da Matemática recorrendo a pequenas figuras em musgami - camisolas e calças. Este material não estruturado foi idealizado não só para o contexto da temática da aula (vestuário) mas também para que as crianças dispusessem de um material manipulável que AS coadjuvasse no seu raciocínio matemático. Assim como referem Silva et al., (2016):
O desenvolvimento do raciocínio matemático implica o recurso a situações em que se utilizam objetos para facilitar a sua concretização e em que se incentiva a exploração e a reflexão da criança. A partir dessas situações, a criança é encorajada a explicar e justificar as suas soluções, sendo a linguagem também essencial para a construção do pensamento matemático. Comunicar os processos matemáticos que desenvolve, ajuda
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a criança a organizar e sistematizar o seu pensamento e a desenvolver formas mais elaboradas de representação (p.75).
Barbosa (2013) menciona que a Matemática surge “nos primeiros anos através de tarefas que refletem contextos significativos e a conexão entre conteúdos” (p.580). Corroborando com Barbosa, dei continuidade à atividade com a seguinte estratégia: “Aludir à história contada, para remeter para as peças de vestuário.”. Desta forma, realizei uma passagem pelos dois Domínios, fundamentais na Educação Pré-Escolar, aludindo ao mesmo conteúdo - vestuário, transpondo-o assim para os conteúdos e componentes matemáticos.
Apoiar as crianças a relacionar a Matemática com outros domínios do saber, desenvolve conhecimentos específicos e permite o reconhecimento da aplicabilidade da Matemática, ou seja, como já referi anteriormente, o facto de a Matemática estar sempre presente e poder ser aplicada nas mais diversas situações.
Após distribuir as caixas representativas de uma mala de viagem, contendo as figuras de vestuário, prossegui com a seguinte estratégia: “Analisar as características das figuras de vestuário em relação à sua cor, forma e tamanho.” Na Educação Pré- Escolar, as crianças são capazes de seriar e ordenar, isto é, reconhecer as pro- priedades que permitem estabelecer uma classificação ordenada de progressões que podem relacionar-se com diferentes qualidades dos objetos, como, por exemplo: quantidade (mais, igual, menos), altura (alto, médio, baixo), tamanho (grande, pequeno) (Silva et al.,2016 p.75).
Uma outra estratégia que coloquei em prática foi: “Solicitar a contagem das peças de roupa, realizando pequenos cálculos.” (Ex: Quantas camisolas estão em cima da mesa? Coloca duas na mala. Com quantas ficaste?).
As crianças são propensas para contar tudo o que as rodeia: o número de rebuçados que comem, o número de degraus de escada que vão subindo ou descendo, o número de berlindes que têm…Assim contar é uma das primeiras atividades matemáticas experienciadas pelas crianças. O significado associado à contagem é uma ideia chave, sendo, cada vez mais, reconhecido que é a partir de experiencias de contagem que as crianças atribuem significado e que se desenvolvem muitos outros conceitos numéricos e aritméticos: “as experiencias de contagem são a chave para a compreensão dos números e da aritmética pela criança” (Baroody, 2002, p.348).
Conhecer a sequência numérica e contar é um bom ponto de partida para as crianças se apropriarem de ideias fundamentais tais como as noções
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de correspondência biunívoca, cardinal, inclusão hierárquica, relação parte‐todo e compensação que são consideradas marcos essenciais do processo de ensino e aprendizagem dos números e das operações (Fosnot e Dolk, 2001). Além disso, o seu envolvimento em várias e diversificadas experiências de contagem que lhes permitem desenvolver estratégias de contagem progressivamente mais eficientes, contribuiu para que aumente a sua capacidade de resolver problemas aritméticos (Brocardo et al., 2008).
Neste âmbito, aprender a contar e aprender a calcular são atividades interdependentes. De facto, o cálculo mental, como defende Thompson (2009), não só desenvolve um bom sentido de número, como também promove o desenvolvimento de competências da resolução de problemas. Existe assim uma profunda relação entre o desenvolvimento do sentido de número, cálculo mental e resolução de problemas.
Segundo Castro e Rodrigues (2008a), as competências de cálculo das crianças em idade Pré-Escolar desenvolvem-se em simultâneo com as suas competências de contagem (p. 29). Os mesmos autores esclarecem que as crianças modelam os problemas recorrendo a materiais concretos (p. 29). Deste modo, e utilizando o material não estruturado representativo do vestuário, a relevância do material como suporte das ações mentais das crianças foi notória.
Contudo, esta aula não decorreu como idealizei. As crianças vinham agitadas de um ensaio para a festa de Natal e com o manuseio das peças de vestuário gerou- se alguma confusão. Por se tratar de uma aula programada para a educadora titular, a sua apreciação foi que deveria ter lecionado este Domínio no horário matinal, pois a concentração das crianças é maior. Penso que a abordagem da Matemática não deve limitar-se a um determinado período do dia, mas sim procurar explorar-se ao longo do dia, atravessando as várias áreas de conteúdo.
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2.3.7. Planificação do Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita