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s.m.

Ó

no qual ocorre o processo de digestão dos Nele estão situados a vesícula melífera [...], o estômago das abelhas (conhecido como ventrículo), seu intestino delgado, as glândulas cerígenas (responsáveis pela produção de cera). {LV-04}

Var: estômago verdadeiro; ventrículo.

Cf:

estômago de mel [

]

s.m.

O abdômen também armazena um sistema digestivo que parece com um tubo e inclui um papo, ou um estômago de mel, onde a abelha guarda o néctar. {ST-08}

Var: papo*; bolsa de mel; papo de mel; vesícula melífera.

Cf:

estômago verdadeiro

[

]

s.m.

O abdômen é o local de armazenamento do corpo da abelha e é coberto de pêlos, nele encontramos: aparelho reprodutor; estômago de mel; estômago verdadeiro; os intestinos; aparelho circulatório; aparelho respiratório; aparelho digestivo; gânglios nervosos; glândulas salivares, glândulas de veneno, entre outras. {LV-04}

Var: estômago*; ventrículo.

Cf:

exoinvólucro [

]

s.m.

I

cerume mais externas que envolvem as células O exoinvólucro, como o nome indica, é o que está em contato com o exterior, constituindo o envoltório ou capa externa do ninho. {LV-06}

Cf:

extrativismo de mel [

]

s.m.

A

No semi-árido brasileiro, o extrativismo de mel de abelha nativa é uma prática tradicional dos sertanejos. {AC-36}

extrato de própolis [

]

s.m.

Produto proveniente da extração dos

Com a recente suspensão do mercado de produtos que tinham esta inalidade, como o Mertiolate e o Mercúrio Cromo, o extrato de própolis, que é um produto natural e bem mais eiciente do que os produtos atualmente questionados, poderia ser mais utilizada no Brasil. {AP-07}

faca [

]

s.f.

I

potes de mel, remover o invólucro que envolve as células de cria e romper ligamentos de Com a faca se faz um pequeno buraco no pote e com uma seringa [...] retira-se o mel, que é colocado em uma vasilha limpa e esterilizada. {CA-03}

fanerógama [

]

s.f.

P

A grande vantagem dos meliponíneos brasileiros não é a produção de mel nem de pólen, e sim a polinização das nossas fanerógamas. {AC-34}

Cf:

favo [

]

s.m.

C

Sobre a manduri, se o ninho se instala em oco grande, os potes circundam o favo como um bolo, entretanto se o oco é pequeno, os favos icam sempre debaixo dos potes de alimento. {AD-07}

Cf:

favo de cria [

]

s.m.

C

Às vezes, quando um favo de cria é helicoidal (tipo escada em caracol) poderia parecer necessário destacar a parte do favo onde há uma célula real, a im de levar a mesma (sempre na fase de casulo) para uma das colônias em processo de divisão. {LV-06}

Cf:

faxineira [

]

s.f.

O

E esta atividade já começa momentos após o nascimento, quando ela executa o trabalho de faxina, limpando alvéolos, assoalho e paredes da colméia. Daí a denominação de

faxineira. {LV-04}

Cf:

fecundação [

]

s.f.

Fusão de um gameta feminino com um gameta masculino que resulta em um ovo Três dias após a fecundação, a abelha rainha começa a desovar, botando um ovo em cada alvéolo. {LV-04}

feiticeira [

]

s.f.

A T

Trigona recursa (Feiticeira). Localização do ninho: Ninhos subterrâneos. {CA-06}

fêmur [

]

s.m.

Parte mais desenvolvida da perna da

As pernas das abelhas têm as mesmas partes básicas das de outros insetos. Começando com a parte mais próxima do corpo da abelha, elas são coxa, trocânter, fêmur, tíbia e tarso. {ST-08}

Cf:

104

fermentação [

]

s.f.

C

mel para álcool, ocasionada pela presença de A maior possibilidade de fermentação do mel está ligada ao teor de umidade e à presença de leveduras, que ao encontrarem um meio propício irão converter o açúcar presente em álcool. {LV-07}

Cf:

feromonal [

]

adj.

R

Recomenda-se a primeira vistoria de postura nas famílias novas [...], e tal inspeção pode interferir no desenvolvimento feromonal do novo ninho. {AP-09}

Cf:

feromônio [

]

s.m.

S

no comportamento do enxame e ter diferentes As abelhas sabem que precisam criar uma nova rainha quando param de receber a quantidade suiciente de feromônio da rainha, que é produzido em suas glândulas mandibulares. {ST-08} Cf:

ferrão [

]

s.m.

Ó

Os meliponíneos possuem um ferrão atroiado e se defendem enroscando nos pêlos, depositando resina e mesmo cortando com auxílio das mandíbulas, a pele do intruso em locais delicados como pálpebras e entre os dedos. {ST-06}

Cf:

siogástrica

]

adj.

Numa colônia de Jataí temos: uma rainha isiogástrica - ou fertilizada ou duas, quatro zangões e 98% de operárias, para um universo de em torno de ate 5 mil abelhas. {BO-02}

Var: sogástrica Cf:

sogástrica

]

adj.

A

Quando são fecundadas, o abdômen cresce muito, e a rainha torna-se isogástrica e não consegue mais voar. {AP-09}

Var: siogástrica Cf:

agelo

]

s.m.

P

Porção ventral dos lagelos, mandíbulas exceto pelo ápice e base escurecidos. {AC-39}

Cf:

agelômero

]

s.m.

P

Escapo direito, como nos machos normais, mais curto e largo, portando 11 lagelômeros. {AC-43}

Cf:

ora

]

s.f.

C

A lora é essencial para o sucesso da criação. {AP-09}

Cf:

ora meliponícola

]

s.f.

C

determinada região que fornecem néctar e

As colônias de abelhas indígenas sem ferrão são mais comuns em alguns lugares que em outros. Isso, naturalmente, depende de diversos fatores, entre os quais a lora meliponícola é um dos mais importantes. {AC-16}

Cf:

oração

]

s.f.

P

O meliponário está localizado próximo a uma área nativa em recuperação, onde existe uma riqueza vegetal que provavelmente possibilite diferentes períodos de loração. {AC-66}

Cf:

orada

]

s.f.

C

O aroma e o sabor desses méis possuem características únicas, dependendo da lorada e da espécie de abelha que os produziu. {LV-08}

106

oral

]

adj.

R

O comportamento forrageiro das espécies de abelhas sem ferrão pode variar de acordo com a estratégia da espécie, competição inter- especíica, preferência loral e fenologia da planta. {DT-07}

orescência

]

s.f.

A

Observaram os sertanejos, aliás, que o mel de uma só e mesma espécie de abelha pode ser, em épocas diversas, nocivo ou inofensivo, conforme a lorescência de certas plantas. {LV-06}

Cf:

orescer

]

v.

P

As hortaliças podem variar sua época de floração de acordo com o plantio, podendo assim florescer praticamente o ano todo. {LV-05}

Cf:

orífera

]

adj.

P

A capacidade reprodutiva das espécies de plantas loríferas que icarem sem abelhas será diminuída de maneira semelhante à ação de um gene detrimental, semi-letal e, mesmo letal. {AP-06}

Cf:

forídeo [

]

s.m.

I

D

Os forídeos podem por ovos nessa cria e se multiplicar de modo perigoso e destruidor. {LV-06}

Cf: Nota: A

formão [

]

s.m.

Ferramenta de ferro em formato de L com as

O formão é usado na abertura das caixas, como também, na raspagem e retirada dos excessos de própolis, cerume e batume. {LV-04}

Var: formão do apicultor; formão apícola.

formão apícola [

]

s.m.

Tomei o cuidado de não usar os mesmos estiletes em colônias diferentes e sempre lavei as mãos com água e sabão e limpei bem o formão apícola, com "palha de aço" tipo Bombril, com água corrente e sabão, antes de passar essa ferramenta de uma colônia a outra. {LV-06}

107

formão do apicultor [

]

s.m.

Para destacar uma melgueira da outra, pode-se usar o próprio formão do apicultor ou uma faca forte de cozinha. {AM-25}

Var: formão*; formão apícola.

forrageira [

]

s.f.

Desta forma, reforçamos a nova caixa com a chegada das forrageiras (campeiras) que estavam trabalhando no campo. {CA-01}

Var: campeira*; operária-campeira; abelha- escoteira; operária-forrageira.

Cf:

frutose [

]

s.f.

A

Os teores de frutose e glicose são extremamente importantes para o estabelecimento de uma série de características do mel. {LV-07}

Var: levulose.

G - g

galeria [

]

s.f.

T

Para capturar uma colônia subterrânea, os meladores caipiras introduzem na galeria de acesso ao ninho um io de arame ino ou cipó, à medida que fazem a escavação. {LV-06}

geleia real [

]

s.f.

S

As abelhas sem ferrão alimentam-se obviamente do mel que produzem. Suas crias ou larvas são alimentadas com pólen e a rainha com uma alimentação especial, que é a geléia real. {SL-04} Nota: O E A M

geoprópolis [

]

s.m.

Mistura de barro ou argila com resinas e,

Estudos relativos ao comportamento dos meliponíneos demonstram que são capazes de defender suas colônias fechando a entrada do ninho quando são atacados por outros insetos e, mesmo possuindo ferrão atrofiado, podem atacar os invasores com as mandíbulas, enrolando-se nos pêlos, envolvendo-os com

geoprópolis ou penetrando em orifícios dos inimigos de maior porte. {DT-08}

Cf:

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