na Serra do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. Dissertação [Mestrado em Gerontologia Biomédica]-PUCRS; 2014.
36. Oliveira CAF, Germano PML. Estudo da ocorrência de enteroparasitas em hortaliças comercializadas na região metropolitana de São Paulo, SP, Brasil. I – Pesquisa de helmintos. Revista de Saúde.Pública 1992;26:283-89.
37. Organizacion Mundial de la Salud. Comité de Expertos en Prevención y Control de Infecciones Parasitarias Intestinales. Genebra. 1986. Informe. Genebra; 1987.
38. Mesquita VCL, et al. Contaminação por enteroparasitas em hortaliças comercializadas nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro, Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.1999;32(23):363-66.
39. Grillo LP, Carvalho LR, Silva AC, Verreschi ITN, Sawaya AL. Influência das condições socioeconômicas nas alterações nutricionais e na taxa de metabolismo de repouso em crianças escolares moradoras em favelas no município de São Paulo. Revista. Associação. Medica Brasileira-SP. 2000; 1 (46):7-14.
40. Blumenthal UJ, et al. Redução dos riscos para saúde com a utilização agrícola de águas residuais. Organização Mundial da Saúde – OMS. Ministério da Agricultura. 2010
41. De Carli GA, Tasca T. Incidência de enteroparasitos na cidade mais fria do Brasil: São José dos Ausentes, RS. Revista Brasileira de Análises Clínicas. 2001;1(33):10-20.
42. De Carli, GA.; Candia, EF. Saraiva, OJ. Epidemiologia da Giardia lamblia nas vilas periféricas da Grande Porto Alegre. Revista. Brasileira Farmácia.1990;46(2):77-80.
43. De Carli GA. Parasitologia Clínica – Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o Diagnóstico de Parasitoses em Humanos. 2ª.ed. São Paulo: Editora Atheneu. 2007.
44. Marzochi MCA. Estudo dos fatores envolvidos na disseminação dos enteroparasitas. II - Estudo da contaminação de verduras e solo de hortas na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Revista Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. 1995; 28(3): 237-241. 45. Cantos GA. Estudo comparativo da prevalência de enteroparasitas de pacientes atendidos em dois laboratórios de Florianópolis - SC. NewsLab. Espírito Santo. 2002; 54(1):126-30.
46. Botero D. Persistencia de parasitosis intestinales endémicas en América Latina. Boletín de la Oficina Sanitaria Panamericana.1981;90:39-37.
47. Hoffman WA, Pons JA, Janer SL. The concentration methods in Schistosomiasis
mansoni. American Jornal Public Health Association.1934; (9):281-98.
48. De Carli GA, Tasca T. Atlas de Atlas de Diagnóstico em Parasitologia Humana. São Paulo-SP. ed: Atheneu, 2014.
49. Girotto K, Guimarães GDF, Da Cunha MJR, Faria ESM, Limongi JE, Pinto RMC, et al . Prevalence and risk factors for intestinal protozoa infection in elderly residents at Long Term Residency Institutions in Southeastern Brazil. Revista Instituto de Medicina Tropical de São Paulo.2013; 55 (1)19-24.
50. Tavares-Dias M, Grandini AA. Prevalência e aspectos epidemiológicos de enteroparasitoses na população de São José da Bela Vista, SP, Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 1999;32(1):63-65.
51. Failace R. Hemograma - Manual de Interpretação. 4ª.ed:Porto Alegre. Editora Artmed.2003.
52. Rezende KO, Sarmento RR, Rodrigues-Junior V. Interaction of Trypanosoma cruzi with cells of Innate Immune Response.Revista da Sociedade Brasileira de Medicina
Tropical.2012; 45(1):45-50.
53. Castellano LR, Filho DC, Argiro L, Dessein H,PRATA A, Dessein A, Rodrigues Junior V. Th1/Th2 immune responses are associated with active cutaneous leishmaniasis and clinical cure is associated with strong interferon- production. Human Immunology. 2009;70(1):383- 90.
54. Van Berlo D, Knaapen AM, Van Schooten FJ, Schins RP, Albrecht C: NF-kappaB dependent and independent mechanisms of quartz-induced proinflammatory activation of lung epithelial cells. Particle and Fibre Toxicology.2010;(7):13.
55. Schunk M, Jelinek T, Wetzel K, Nothdurft HD. Detection of Giardia lamblia and
Entamoeba histolytica in stool samples by two enzyme immunoassays. European Journal
Clinical Microbiology Infection Disease.2001; 20(1):389–91.
56. Castellano LR, Silva-Teixeira DN, Antonelli EJ, Rodrigues V JR, Cavalcanti-Cordeiro MB. Cytokine and nitric oxide production in an adult patient with staphylococcal scalded skin syndrome. Journal of Clinical Investigation.2008;(4):547-52.
57. Green LC, Wagner DA, Glogowski J, Skipper PL, Wishnok JS, Tannenbaum SR. Analysis of nitrate, nitrite, and [15N]nitrate in biological fluids. Analytical Biochemistry.1982; 126(1):131-8.
58. Bender AL. Imunoensaios. In: Parasitologia Clínica: Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o Diagnóstico das Parasitoses Humanas. 2ª edição. Editora Atheneu, São Paulo, 2007: 525-37.
59.Jardim JR, Oliveira JC, Rufino R. Projeto Diretrizes. São Paulo: Associação Médica Brasileira/Conselho Federal de Medicina; 2012. Editors. Adobe Acrobat document, 8p.]. Available from. http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes.
60. Ministério da Saúde (BR). SVS. Esquistossomose. In; Cadernos de Atenção Básica- Vigilância em Saúde. 2ª. Ed. Brasília:MS; 2008;21(1):48-65.
61. Silva MCM et al. Determinação da infecção por Entamoeba histolytica em residentes da área metropolitana de Belém, Pará, Brasil, utilizando ensaio imunoenzimático (ELISA) para detecção de antígenos. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro,2005; 21(3):969-73. 62. Jae-Eun P et al. Age-related Decline of Inducible Nitric Oxide Synthase Gene expression. In Primary Cultured Rat Hepatocytes. Molecules and Cells.2002;13(3):399-406.
63. Junyang J, Changhyun N, Youngbuhm H. Alterations in Nitric Oxide Synthase in Aged CNS. Oxidative Medicine and Cellular Longevity. 2012;1(3):1-7.
64. Torregrossa AC, Aranke M, Bryan NS. Nitric oxide and geriatrics: Imprications in diagnostics and treatment of the elderly. Jornal of Geriatric Cardiology. 2011; 8(4):230-42. 65. Singh N et al. Ageing is associated with impairment of nitric oxide and prostanoid dilator pathways in the human forearm. Clinical Science. 2002; 102(1):595-600.
66. Tessari P et al. Roles of Insulin, Age, and Asymmetric Dimethylarginine on Nitric Oxide Synthsis In Vivo. Diabetes Journals. 2013; (62): 2699-708.
67. Cau SBA, Carneiro FS, Tostes RC. Differential modulation of nitric oxide synthases in aging: therapeutic opportunities. Frontiers in Physiology. 2012; 218(3):1-11.
68. Montesanto A et al. Common polymorphisms in nitric oxide synthase (NOs) genes influence quality of aging and longevity in humans. Biogerontology. 2013; 14(1):177-86. 69. Litman GW, Cannon JP, Dishaw LJ. Reconstructing immune phylogeny: new
perspectives. Nature Reviews. Immunology, 2005;5(11):866–79.
70. Medzhitov R. Recognition of microorganisms and activation of the immune response. Nature; 2007;449(7164):819–26.
71. Esquenazi D, Imunosenescência. As alterações das defesas do corpo no envelhecimento.Rio de Janeiro: Editora da UERJ; 2012.
APÊNDICE