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Fez-se o estudo de 70 amostras (14 em ALC-S, 16 em CAR-S, 20 em ROS-T 04 e 20 em ROS-T 05/06) tendo sido triados cerca de 2721 ostracodos atribuídos a 10 espécies.

O perfil que apresentou maior abundância foi o do Rosário, na amostragem de 2004 (ROS-T 04) com 1957 indivíduos distribuídos por 6 espécies, com maior número atribuído à espécie Loxoconcha elliptica. O perfil que apresentou menor número de ostracodos foi o de Alcácer do Sal com 83 indivíduos, apenas no Outono.

Os sapais do rio Sado e do rio Tejo são habitados por uma associação de ostracodos tipicamente salobra comum a muitos outros estuários do Atlântico Norte, britânicos, franceses, espanhóis e marroquinos.

O estudo das biocenoses de ostracodos mostrou que são constituídas essencialmente por populações de Loxoconcha elliptica no estuário do Tejo e Cyprideis torosa no estuário do Sado. A determinação das medidas das valvas e carapaças nestas espécies permitiu caracterizar a sua estrutura populacional e desse modo inferir sobre as características das populações (autóctones/alóctones, biocenose/tanatocenose) e estabelecer uma relação entre elas e as condições de hidrodinamismo do meio em que foram recolhidas, concluindo-se que vivem em meios de energia média ou baixa.

No estuário do Sado um efeito importante é o transporte de valvas de ostracodos desde a o estuário inferior até ao estuário médio como indica a tanatocenose de L. elliptica. O predomínio do fluxo de maré sobre o escoamento do rio manifesta-se assim nesta importante tanatocenose possivelmente arrastada desde o estuário inferior até ao interior do canal de Alcácer do Sal. Inicialmente as valvas mortas são arrastadas em suspensão pelo canal, depositando-se finalmente nos bordos do canal.

111

No estuário do Tejo, o fluxo de marés introduz, no sapal do Rosário, fauna alóctone marinha a pouco salobra representada por Loxoconcha rhomboidea, Leptocythere

muellerfabaeformis eXestoleberis sp.

Em resumo deve assinalar-se que a análise detalhada da relação biocenose/tanatocenose, assim como aspectos biométricos, podem ajudar a diferenciar as zonas de um estuário, separando claramente associações microfaunísticas anómalas e proporcionando um método interessante no estudo das direcções de correntes e ciclos de marés.

112

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118

Estampas

Legenda das Estampas:

VLVD - Vista lateral da valva direita

VLVE - Vista lateral da valva esquerda

VLD - Carapaça, vista lateral direita

VLE - Carapaça, vista lateral esquerda

VD - vista dorsal

M - Macho

F - Fêmea

J - Juvenil

119

Estampa 1

Fig.1 - 5 - Leptocythere lacertosa (Hirschmann, 1912).

1 - VLE m; ROS-T Outono 04 - P3, baixo sapal. 2 - VLE f; ROS-T Outono 04 - P3, baixo sapal. 3 - VD m, ROS-T Outono 04 - P3, baixo sapal. 4 - VLE j; ROS-T Primavera 04 - P2, raso de maré. 5 - VLD f; ROS-T Outono 05 - P4, baixo sapal.

Fig. 6 - 8 - Leptocythere porcellanea (Brady, 1869).

6 - VLE j; ROS-T Primavera 04 - P4, baixo sapal. 7 - VLE f; ROS-T Outono 06 - P4, baixo sapal. 8 - VLD m; ROS-T Outono 05 - P4, baixo sapal.

Fig. 9 - Leptocythere muellerfabaeformis (G. W. Müller, 1894). VLVD f; ROS-T

Primavera 04 - P1, raso de maré.

Fig. 10 - 14

-

Loxoconcha elliptica Brady, 1868.

10 - VLVD m; ROS-T Outono 05 - P1, raso de maré. 11 - VLVE m A-1?; ROS-T Outono 05 - P1, raso de maré. 12 - VD f; ROS -T Primavera 04 – P1, raso de maré. 13 - VLVD f; ROS - T Primavera 04 - P1, raso de maré. 14 - VLVD j; ROS -T 0utono 04 - P1, raso de maré.

121

Estampa 2

Fig. 1 - Loxoconcha rhomboidea (Fischer, 1855), VLVE f; ROS-T Outono 05 - P1, raso

de maré.

Fig. 2 - 7 - Cyprideis torosa (Jones, 1850).

2 - VLVE m; CAR-S Outono 05 - P1, raso de maré. 3 - VLVD f; CAR-S Outono 05 - P1, raso de maré. 4 - VLVD m; CAR-S Outono 05 - P1, raso de maré. 5 - VD f; CAR-S Outono 05 - P1, raso de maré. 6 - VLVE j; CAR-S Outono 05 - P1, raso de maré. 7 - VLVD j; CAR-S Outono 05 - P1, raso de maré.

Fig. 8 - Callistocythere murrayi Whittaker, 1978. VLVE; ROS -T 0utono 04 - P1, raso

de maré.

Fig. 9 - 11 - Cytherois fischeri (Sars, 1866)

9 - VLD f; ROS-T Outono 04 - P1, raso de maré. 10 - VD f; ROS-T Primavera 04 - P2, raso de maré. 11 - VLD j; ROS-T Outono 04 - P1, raso de maré.

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