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Recent Energy Efficiency Measures

5 Energy efficiency measures

5.1 Recent Energy Efficiency Measures

Este capítulo discute os aspetos do planeamento no MNA. Faz-se a análise de como são elaborados os vários níveis de planeamento no MNA.

Não podemos abordar o planeamento orçamental, tratado em sede de revisão bibliográfica, porque, como vimos no capítulo referente aos recursos financeiros, o orçamento é gerido pela DGPC.

Anualmente o MNA deve fazer, um plano de atividades para o ano seguinte. Esse plano é entregue à DGPC, na forma de um modelo específico que contém os seguintes elementos40:

 Programas anuais ou plurianuais o Exposições

o Edições o EMEE

o Serviços de Coleções

 Projetos não inseridos em programas o Guião

o Clubes de Arqueologia o Sector Educativo

o Dia Internacional dos Museus o Belém Art Fest

o 5ªs à Noite

o Festival dos Oceanos

o Jornadas Europeias do Património

 Atividades não inseridas em programas ou projetos o Biblioteca

o Arquivo Histórico Ação Educativa o Desinfestação

39 Na terminologia do Facebook, fãs são aqueles que que gostam de uma página nesta rede

social.

40 Informação retirada do plano de atividades para 2014, disponibilizado pelos serviços

62 Cada elemento tem a descrição, os objetivos, as entidades envolvidas, os recursos humanos a afetar, o orçamento total e as fontes de financiamento. Por último, o plano de atividades faz a calendarização dos programas, projetos e atividades descritas anteriormente.

O MNA produziu em 2014 um documento intitulado “Introdução relativa à estratégia para o MNA – 2015” que se pode considerar um documento de apoio ao planeamento. Este documento começa por referir que “As atividades(…) para 2015 devem ser observadas no âmbito da linha de continuidade que se iniciou em 2012.” Considera-se positiva esta linha de continuidade na estratégia, pois permite uma coerência na linha de atuação e na imagem da instituição.

O MNA tem um plano estratégico que foi definido em Dezembro de 2014 para os anos 2015-2017, resultado do trabalho da formação do Diretor no FORGEP.

É um plano estratégico constituído por 16 páginas, com o seguinte índice: 1. Mensagem do Diretor

2. Diagnóstico

3. Missão, Visão e Valores

4. Objetivos Estratégicos e Estratégias

5. Key Performance Indicators

6. Anexos

a. Análise de Stakeholders b. Análise PEST

c. Análise SWOT d. Anexo documental

O documento divide-se na estratégia ao nível interno e externo. Ao nível interno é referida a intenção de fidelização do público habitual e de captação de novos públicos, implicando o aumento de visitantes e de receitas

É dada uma atenção aos recursos humanos, onde se refere que são indispensáveis para os bons resultados das ações desenvolvidas pelo MNA.

O plano de requalificação da área do monumento afeto ao museu, com a realização de pequenas obras, também está previsto. Finaliza referindo a necessidade, urgente, de reprogramação da exposição temporária «Religiões da Lusitânia: Luquuntor Saxa», inaugurada em 2002.

63 Ao nível externo refere: a parceria com o Governo Autonómico da Extremadura para a realização em Lisboa do «Estremadura es Cultura»; protocolos realizados com os Museus de Cáceres e de Badajoz e da participação na exposição internacional «Augusto y Emérita» em conjugação com o Museo Nacional de Arte Romano, em Mérida.

Refere, ainda, que se encontra em elaboração uma política de internacionalização do MNA. Faz também alusão às parcerias estabelecidas com o CCB e com o Museo de Arqueologia Subaquática de Cartagena, e outras instituições, no âmbito da exposição «O Tempo Resgatado ao Mar».

Realçam-se no plano estratégico a Missão, a Visão, os 3 objetivos estratégicos e a análise SWOT, que se transcrevem:

Missão

Asseguramos e promovemos a salvaguarda, a gestão, o estudo e a divulgação das coleções arqueológicas à sua guarda, em colaboração com outras organizações nacionais e internacionais que possuam missões similares no âmbito da arqueologia e da museologia.

Visão

Como “casa-mãe” da arqueologia portuguesa, afirmamo-nos como a instituição emblemática no panorama de entidades com coleções de arqueologia, posicionando-nos como plataforma de encontro de diferentes comunidades, nacionais e internacionais, em todos os projetos que envolvam os espólios arqueológicos de referência nacional.

Objetivo estratégico 1 – Reconhecimento internacional do museu; Objetivo estratégico 2 – Valorização das coleções museológicas; Objetivo estratégico 3 – Aumento da visibilidade do museu. Análise SWOT

Ambiente Interno

Weakeness (pontos fracos) Strengths (pontos fortes)

1. Sistema de bilhética com necessidades de desenvolvimento

1.Equipa experiente, dedicada e alinhada 2. Ausência de um sistema de gestão

documental

2.Direção dinâmica e empenhada 3. Equipa subdimensionada e carecendo de

rejuvenescimento

3.Localização privilegiada do Museu

64

Tesouros Nacionais em Portugal)

5. Inexistência de exposição permanente 5.História Centenária da Instituição

6. Inexistência de loja e cafetaria 6.Reconhecimento internacional da coleção

no meio da arqueologia e da museologia Ambiente Externo

Threats (ameaças) Opportunities (oportunidades)

1.Novo modelo de gestão 1.Novo modelo de gestão

2.Congelamento das pensões e reformas 2.Longevidade da população e aumento do

turismo sénior 3.Ausência de subsídios de apoio às visitas

escolares

3.Aumento do turismo internacional em Portugal, especialmente em Lisboa 4.Desinvestimento do Orçamento do Estado

na Cultura

4.Contexto nacional favorável ao incremento de parcerias nacionais e internacionais 5.Ausência de um plano estratégico para a

Cultura em Portugal

6.Novo quadro comunitário de apoio (20-20) 7.Contexto legal restritivo a novos

recrutamentos de Recursos Humanos e à contratação de bens e serviços

7.Aumento da função social dos museus

Anualmente é elaborado o relatório de atividades referente ao ano anterior. Neste relatório, para além de outra informação, é feita uma avaliação do cumprimento das funções museológicas, onde é possível analisar como está a ser realizado e quais os resultados.

Nos documentos de planeamento não há qualquer referência ao planeamento de marketing, no entanto, os públicos e a comunicação, áreas do marketing, deverão ser objeto de planeamento.