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Para evidenciar textualmente o que foi relatado acima, iremos apresentar as produções finais dos alunos:

RELATO 1 – Produção final

Um Pouco da Minha História

Em setembro de 2010, eu viajei para uma cidade do interior do estado da Paraíba.

Quando eu voltava para casa com minhas filhas, eu conheci um homem. Depois de cinco anos separada, comecei a me relacionar com ele. Ficamos juntos um certo tempo. Depois, ele me enganou dizendo que era solteiro, mas ele era mesmo casado. Então fiquei muito triste porque já estava começando a gostar dele de verdade.

Depois de muito tempo, tivemos uma longa conversa, terminamos tudo. Hoje estou sozinha outra vez. Só fiquei triste porque ele mentiu para mim. Ele ficou doente, eu cuidei dele, ele teve até de fazer uma cirurgia. Eu cuidei dele, mas mesmo assim, ele continuou mentindo para mim.

Então resolvi que não queria isso para minha vida. Nós nos separamos. Faz cinco meses que estou sozinha, mas estou feliz porque não estou vendo ele falar tantas mentiras.

RELATO 2 – Produção final

Sobrevivi a um acidente de moto

Sofri um acidente no dia primeiro de maio de 2013, no bairro de Jaguaribe, na rua Primeiro de Maio.

Estava na minha moto, trafegando quando um carro entrou na esquina sem prestar atenção. Não tive como evitar o acidente, o carro bateu na minha moto e fraturei minha perna em dois lugares. Fui internado por 16 dias a espera de uma cirurgia.

Foi um momento muito complicado na minha vida, pois fiquei parado sem trabalhar por nove meses, sem poder andar! Tive que fazer fisioterapia para reaprender a andar.

Hoje vivo com nove pinos e uma placa na perna, mas, graças a Deus, estou me recuperando. Fonte: Dados da pesquisa, 2014.

RELATO 3 – Produção final

Meus Filhos

Quando eu descobri que ia ser mãe, eu fiquei muito emocionada, pois ser mãe é uma dádiva de Deus, porque nem todas as mulheres têm essa chance.

Tive meu primeiro filho com 17 anos. Passei muitas noites acordada com ele, mas valeu a pena, porque pense em um tesouro que é o amor dele.

Depois tive outro filho que também foi muito importante para mim. Logo no começo, eu não sabia nem cuidar, mas depois, aprendi.

Hoje em dia, eles são a minha companhia quando meu esposo sai para ir ao trabalho, eu não fico mais só.

Meus filhos me chateiam, mas, acima de tudo, amo-os. Fonte: Dados da pesquisa, 2014.

RELATO 4 – Produção final

A minha história de vida

O meu nome é K. F. de S., eu tenho 22 anos, sou casada com A. A. da S., nós dois temos um filho lindo de 3 anos de idade e ele se chama A. A. F. da S. Agora eu vou contar um pouco da minha história e da minha vida.

Eu nasci no dia 06 de junho de 1992, no Hospital e Maternidade General Edson Ramalho, às 00:55 minutos numa sexta-feira em um parto cesáreo. Assim que eu nasci, os médicos constataram que eu tinha uma deficiência nas duas pernas que eram tortas, contaram a minha mãe sobre a minha deficiência. Logo que a minha mãe se recuperou do resguardo, ela correu atrás e ela soube que eu tinha possibilidades de ajeitar as minhas pernas e ficar normal. Eu coloquei gesso com 2 meses de vida, passei um bom tempo usando. Depois, tirei o gesso, entre 1 a 3 anos de idade comecei a usar botinhas para ajeitar definitivamente. Depois de 2 anos usando botinhas, eu tirei de vez. Não precisei usar mais nada nas minhas pernas e, graças ao meu bom Deus, as minhas pernas se ajeitaram e hoje em dia não parece que tive e nasci com as duas pernas completamente tortas.

Quando eu comecei a falar com 3 anos de idade, a minha mãe descobriu mais outra deficiência em mim, infelizmente, a minha deficiência continua que é na voz (fala) e isso não teve jeito e até hoje eu continuo com essa deficiência. Depois de muito tempo, agora no início do ano, eu resolvi procurar um especialista (fonoaudiólogo) para me tratar, para poder fazer a minha fisioterapia da voz. Já fiz a triagem com a fonoaudióloga, agora em março, vou fazer a primeira consulta, para ver se eu melhoro definitivamente dessa deficiência.

RELATO 5 – Produção final

Um relato de vida

O meu sonho era ser avó e meu filho realizou o meu sonho. Ele engravidou uma garota de 17 anos e ela teve uma menina.

Quando o bebê completou seis meses, eles se separaram. Nesse momento, começou o sofrimento daquele bebê.

Quando ele completou dois aninhos, a mãe chegou na minha casa e disse: “tu fica com Maria Eduarda, enquanto eu vou resolver um problema.” Eu nunca vou esquecer daquela tarde de domingo. O pior desta história é que ela não quis mais criar a menina e a deixou comigo de vez.

O nome dela é Maria Eduarda. Ela já tem oito anos e a amo como se fosse minha filha de verdade.

Não é muito fácil criar um filho só, mas a minha família me ajuda muito por isso eu sou muito feliz. Isso foi para mim uma grande experiência porque eu tive três filhos homens e ela é uma menina.

Fonte: Dados da pesquisa, 2014.

RELATO 6 – Produção final

Um momento difícil para mim

Eu passei por um momento muito difícil da minha vida há 14 anos, pois perdi minha mãe. Era um dia de domingo, às 15 horas, quando ela sentiu uma dor de cabeça, foi para o hospital e passou dias internada. A dor de cabeça foi aumentando mais ainda e a pressão dela subiu. Eu fiquei desesperada.

No hospital, fiquei doente também por ver o sofrimento dela. Eu estava tão desesperada que orei: “Deus, não aguento mais ver a minha mãe sofrer, se for para vê-la sofrer, que o senhor a leve”.

Com oito dias, ela piorou, entrou em coma e não voltou mais. Deus a levou. Fonte: Dados da pesquisa, 2014.