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Rapporten «Nordisk samarbeid i en ny tid»

In document Nordisk samarbeid St.meld. nr. 30 (sider 128-132)

Tillegg til St meld nr 30 (1999-2000) Rapport fra den norske delegasjon til Nordisk Råd om virksomheten

5.4 Organisasjonsstrukturen og reformprosessen i Nordisk Råd

5.4.2 Rapporten «Nordisk samarbeid i en ny tid»

Concluída a coleta de dados foram realizadas análises exploratórias, estatísticas descritivas, análises correlacionais, de comparação entre médias e de regressão múltipla, com a ajuda do software SPSS versão 15, que são relatadas nas próximas subseções.

5.7.1 Análises exploratórias

Nesta seção são descritas as análises exploratórias realizadas nos dados coletados pelos questionários de auto e de heteroavaliação.

Inicialmente, foram realizados procedimentos para identificar eventuais casos omissos e casos extremos univariados e multivariados. A análise descritiva de freqüência dos 80 itens do questionário de autoavaliação (41 referentes ao instrumento de impacto em profundidade, 30 do instrumento de impacto em amplitude e 9 do instrumento de suporte)

mostrou a existência de 126 respondentes para os dados sócio-demográficos e para os dois primeiros instrumentos. Para o instrumento de suporte foi registrado um número menor de respostas (115), embora o programa de informática devesse exigir o preenchimento de todos os itens do questionário eletrônico. A primeira possível explicação para a ausência de 11 casos no instrumento de suporte é que tenha havido desistência, o que é compreensível depois de o participante já ter respondido a 71 questões com duas escalas cada uma, embora, em tese, o programa não devesse permitir o término da sessão antes de respondidas as 80 questões. A segunda hipótese é que o sistema tenha “travado”, pois ele fazia um reenvio da tela ao final do preenchimento dos dois primeiros instrumentos e, dessa forma, não tenha apresentado o último instrumento a esses participantes. Não foram encontrados casos omissos em nenhum dos instrumentos.

Com relação a casos extremos univariados, foi feito um somatório dos escores em três grupos:

a. grupo do instrumento de impacto em profundidade (itens 1 a 41, 126 casos): o valor mínimo seria 41 e o máximo 205. Foram encontrados os casos 61 (soma = 41) e 91 (soma = 204);

b. grupo do instrumento de impacto em largura (30 itens, 126 casos): o valor máximo seria 150 e o mínimo 30. Foram encontrados os casos 61 (soma = 150) e 91 (soma = 150); e

c. grupo do instrumento de suporte (9 itens e 115 casos): o valor mínimo seria 9 e o máximo 45. Foi encontrado o caso 7 (soma = 9).

Outro procedimento foi a padronização das variáveis não dicotômicas (0 e 1), preenchidas com o número de desvios padrões da resposta de cada sujeito, para cada variável, permitindo nova forma de visualização dos casos extremos, o que confirmou as descobertas iniciais. Todos os casos extremos univariados identificados por esses procedimentos foram retirados.

Os casos extremos multivariados foram investigados por meio de regressão linear, pela qual foi criada uma variável (MAH_1) com as distâncias mahalanobis encontradas para cada sujeito. Calculada a distância para o instrumento de impacto em profundidade (MAH_2 = 73,40; GL=40), foram encontrados, dois casos extremos, os sujeitos 7 (76,19) e 76 (78,42). Considerando as pequenas diferenças em relação à distância mahalanobis, esses casos foram mantidos. Não foram encontrados casos extremos multivariados nos outros instrumentos.

Concluídas as análises exploratórias dos dados de autoavaliação, foram realizados procedimentos para identificar eventuais casos omissos e casos extremos univariados e multivariados nos dados de heteroavaliação A análise descritiva de frequência dos 48 itens do questionário de heteroavaliação (18 referentes ao instrumento de impacto em profundidade e 30 do instrumento de impacto em amplitude) mostrou a existência de 68 respondentes para os dois instrumentos, não tendo sido registrados casos omissos.

Com relação a casos extremos univariados, foi feito um somatório dos escores em dois grupos:

a. grupo do instrumento de impacto em profundidade (itens 1 a 18, 68 casos): o valor mínimo seria 18 e o máximo 90. Foram encontrados dois casos (13 e 39) de soma igual a 90;

b. grupo do instrumento de impacto em largura (30 itens, 68 casos): o valor mínimo seria 30 e o máximo 150. Foram encontrados os mesmos dois casos do instrumento anterior com soma igual a 150.

Assim como foi feito na análise exploratória da autoavaliação, foi executado procedimento de padronização das variáveis não dicotômicas, permitindo nova forma de visualização dos casos extremos, o que confirmou as descobertas iniciais. Os dois casos extremos univariados identificados por esses procedimentos foram retirados, tendo o número de participantes se reduzido a 66.

Os casos extremos multivariados foram investigados por meio do cálculo das distâncias mahalanobis encontradas para cada sujeito. Não foram encontrados casos extremos multivariados no banco de dados de heteroavaliação.

5.7.2 Análises descritivas, fatoriais, correlacionais, comparação de médias e regressão-padrão

Concluídas as análises exploratórias, que determinaram a retirada de casos extremos verificados nos questionários de auto e de heteroavaliação, foram realizadas análises descritivas das variáveis da pesquisa (média, desvio padrão, moda, mínimo e máximo e concentração de resultados em três pontos da escala). Em seguida realizaram-se análises fatoriais das duas escalas de impacto em profundidade – autoavaliação, escala de uso de competências (EUC) e escala de contribuição do DGEx (ECD); das duas escalas aplicadas ao instrumento de impacto em amplitude (com as mesmas denominações); do instrumento de impacto em profundidade – heteroavaliação; do instrumento de impacto em

amplitude – heteroavaliação e do instrumento de suporte. Ao todo, foram realizadas análises fatoriais em sete escalas.

Um dos objetivos específicos desta pesquisa foi a construção e validação de uma escala que minimizasse a sua exposição a quebras da validade interna. Nesse sentido, foi adotado o uso de duas escalas para os instrumentos de impacto em profundidade e em amplitude, conforme descrito em detalhes na seção 5.1. Para aferir o desempenho dessa alternativa efetuaram-se comparações de médias e análises correlacionais. Por outro lado, a pesquisa coletou dados de auto e heteroavaliação para impacto do treinamento nas dimensões profundidade e amplitude com o objetivo de alcançar maior grau de confiabilidade do que seria alcançado apenas com as medidas de autopercepção. Em vista disso, tornou-se necessário efetuar comparações entre os resultados das duas medidas. Por outro lado, foram analisadas as correlações entre as medidas de impacto em profundidade e em amplitude, entre as escalas que as compõem e entre os respectivos fatores. Para efetuar as análises utilizaram-se as técnicas teste T de Student e correlação de Pearson.

Por fim, para atender a um dos principais objetivos da pesquisa que é investigar modelos de predição da variável critério impacto do treinamento em suas duas dimensões (profundidade e amplitude), utilizou-se a técnica de análise de regressão linear padrão. Todas as análises estatísticas relatadas nesta seção foram realizadas com o uso do software SPSS versão 15.

Concluiu-se aqui o capítulo destinado a descrever as opções metodológicas do estudo. O próximo capítulo descreve os resultados obtidos na pesquisa.

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