Riksrevisjonens undersøkelse av forvaltningen og kontrollen av
Vedlegg 1: Rapport fra Riksrevisjonens oppfølgingsundersøkelse
Como se pode observar na Figura 5.42 todas as amostras recolhidas são recentes e por isso são apresentadas a verde quando se utiliza o modo de visualização relativo à idade das fingerprints.
Quanto à densidade de amostras recolhidas, a Figura 5.43 mostra que o mapa de rádio está maioritariamente a verde, indicando que cada ponto verde tem pelo menos 4 amostras associadas. Os pontos amarelos estão associados a pontos com 3 amostras recolhidas.
Através dos outros modos de visualização é possível determinar os espaços onde a cobertura Wi-Fi é melhor, os espaços onde existe elevada densidade de APs e os locais onde os níveis de sinal Wi-Fi são baixos para utilização destas redes.
Foram identificados espaços onde existe uma densidade elevada de APs, principalmente no lado exterior do edifício no LAP 6 e nos serviços técnicos. Trata-se de salas que estão viradas para outro edifício onde poderão ser detetados APs desse edifício. Existem casos onde foram detetados mais do que 40 APs no mesmo local, sendo que isto prejudica seriamente a infraestrutura Wi-Fi. As extremidades do edifício são as zonas onde são detetados menos APs em cada ponto, o que se deve à densidade mais reduzida de pontos de acesso nessas zonas.
Quanto à sobreposição de canais, os canais com mais sobreposição são os canais 1, 6 e 11. Estes valores são de prever uma vez que esses são os canais cujas frequências não se sobrepõem entre si. De qualquer forma, existem zonas do edifício onde existem várias redes com sobreposição do mesmo canal. Na Figura 5.48 verifica-se que no LAP 6 existem vários pontos onde existem entre 7 e 9 redes com o canal 11. Tal como foi verificado anteriormente, esta é a zona mais afetada pela densidade de APs e com mais sobreposição de canais, existindo um caso onde existem entre 13 e 15 redes configuradas para transmissão no canal 11. A Figura 5.45 demonstra que as extremidades do edifício são as zonas onde a sobreposição de canais é menor.
Figura 5.48: Visualização dos locais com mais sobreposição de canais
Relativamente aos níveis de sinal, os locais onde são detetados mais APs estão associados aos níveis de sinal mais fortes dentro do edifício. Nos limites do edifício estão os locais onde os níveis de sinal são mais fracos, esses locais surgem com as cores mais claras na Figura 5.46. Mais uma vez, a zona do LAP 6, LAP 4 e Serviços Técnicos surgem como as zonas que se destacam, desta vez com os níveis de sinal mais fortes (Figura 5.49).
Figura 5.49: Visualização dos locais com níveis de sinal mais fortes
5.4.3. Conclusões
A construção do mapa de rádio do DSI foi feita com sucesso através da aplicação de calibração, que facilita o processo através da recolha de várias fingerprints. Foram recolhidas várias amostras em cada local de modo a fornecer mais dados criando mapas de rádio mais ricos.
A aplicação de calibração também permite ver o estado atual de calibração, os locais que ainda não foram calibrados, as zonas em que os dados recolhidos estão associados a fingerprints antigas e ainda os locais calibrados com mais densidade de amostras. À medida que é feita a calibração o utilizador pode gerir da melhor forma os locais a calibrar, através deste feedback que o sistema fornece.
Os modos de visualização também dão a capacidade de analisar a cobertura Wi-Fi do edifício. Foram detetadas zonas onde existe uma sobrecarga de redes Wi-Fi que prejudica os utilizadores principalmente porque nos locais com mais pontos de acesso existe mais sobreposição de canais. Também foram identificados os espaços onde a cobertura de redes Wi-Fi é mais reduzida, existe menos densidade de APs que consequentemente apresenta menor sobreposição de canais. Nessas zonas estão associadas aos pontos onde foram detetados sinais Wi-Fi mais fracos.
CAPÍTULO 6 – O SISTEMA WHERE@UM
O sexto capítulo descreve o desenho e implementação da componente de visualização da localização integrada no sistema Where@UM. Este sistema estima a localização através da correspondência das fingerprints recolhidas com os dados obtidos pelos sensores do dispositivo em tempo real.
O módulo integrado na aplicação Where@UM será parte central do sistema sendo dedicado à visualização das posições estimadas em tempo real. Os utilizadores da aplicação Where@UM podem consultar a sua própria localização e a localização dos seus amigos ao nível de uma sala/espaço interior através da componente de visualização (módulo integrado).
A apresentação das plantas no dispositivo Android é feita através da API Android desenvolvida na solução das plantas dos edifícios.
6.1. Apresentação do sistema Where@UM
O sistema Where@UM foi introduzido anteriormente na secção 2.4.8 onde foram analisadas as suas principais funcionalidades como sistema de posicionamento de interiores colaborativo.
O funcionamento do sistema depende da colaboração dos utilizadores que podem adicionar novos locais que ainda não são suportados pelo sistema. A estimação da localização dos utilizadores é feita através de Wi-Fi fingerprinting, e permite que os utilizadores consultem a sua localização e a dos seus amigos.
Atualmente o sistema mostra a localização dos utilizadores no formato textual, tal como mostra a Figura 6.1 e a Figura 6.2. Além disso, não existe forma de perceber exatamente onde é que os amigos do utilizador se encontram, não permite consultar a localização dos amigos com um mapa.
Figura 6.1: Localização dentro da UM Figura 6.2: Localização fora da UM
No âmbito dos sistemas de posicionamento, a apresentação da localização através das plantas dos edifícios é mais rica e interativa do que a representação em forma de texto. Com as plantas dos edifícios os utilizadores podem perceber com facilidade a sua localização dentro de um edifício. Para a perceção do estado atual da localização dos amigos, uma vista geral com recurso a um mapa fornece aos utilizadores a possibilidade de saberem a sua localização juntamente com a localização dos seus amigos distribuídos num mapa.
Relativamente ao servidor do sistema Where@UM (Figura 2.17), a comunicação fornecida pelo servidor não apresenta qualquer tipo de segurança na troca de dados efetuada entre a aplicação e o servidor. Os dados dos utilizadores e das fingerprints recolhidas são trocados sem verificação da integridade e confidencialidade dos mesmos e sem mecanismos de encriptação. A implementação de mecanismos de controlo de sessão permite aumentar a segurança na comunicação e nos dados trocados entre aplicação e servidor. Também é importante garantir que os dados críticos (passwords) não são enviados “às claras” na comunicação porque podem estar sujeitos a ataques man-in-the-middle.
6.2. Requisitos
O módulo de visualização para a app Where@UM deverá permitir que os utilizadores consultem a sua localização e a localização de cada utilizador (amigo) ao nível de uma sala/espaço de um edifício ou de um modo geral onde aparecem os utilizadores amigos espalhados num mapa. Esta componente exige um serviço que apresente ao utilizador as informações da sua localização e dos outros utilizadores (amigos).
A visualização da localização na app Where@UM deverá ser feita de duas formas: a primeira é uma overview dos utilizadores num mapa através de um par de coordenadas (latitude, longitude); a segunda permite observar a localização ao nível de um edifício em que é mostrada a localização do utilizador e dos seus amigos como pontos na planta do espaço interior do piso.
Este módulo necessita de acesso às plantas dos espaços interiores e da API Android que permite fazer o rendering das plantas no dispositivo móvel.