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Este estudo foi limitado a quatro turmas, todas de anos de escolaridade diferentes. Como tal, seria importante alargar este estudo a mais turmas, em cada nível de escolaridade, de meios socioeconómicos diferentes para poder obter mais resultados e fazer um estudo comparativo do mesmo, obtendo assim um estudo mais abrangente com a possibilidade de uma maior generalização das conclusões deste estudo. No entanto, há outras sugestões que nos parecem fazer sentido aquando da implementação de futuras investigações nesta área, tais como:

- prolongar a realização das atividades na perspetiva IBSE durante todo o ano letivo numa mesma turma de forma a perceber por um lado se as aprendizagens dos alunos foram significativas e portanto perduram no tempo, por outro lado permitir uma avaliação formativa do aluno que, tal como refere Leite (2000) se torna bastante produtiva já que vai informando o aluno sobre o que está a correr bem e o que está a correr mal, acompanhando-o assim no seu processo de aprendizagem, permitindo-lhe assim ir corrigindo os seus erros;

- implementar atividades numa perspetiva IBSE de outros temas da área das Ciências;

- aplicar o pós-teste uma segunda vez, meses mais tarde, de forma a verificar até que ponto as aprendizagens dos alunos foram significativas;

- refletir sobre as estratégias de planeamento e de desenvolvimento no âmbito das ciências experimentais, quer na Formação Inicial de Educadores e Professores do Ensino Básico, quer na Formação Contínua dos mesmos.

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Questionário – Educador de Infância