8. DISKUSJON OG IMPLIKASJON
8.1 D RØFTELSE
A produção de massa seca da parte aérea do capim-marandu sob crescimentos sucessivos, e o respectivo resumo da análise de variância, são apresentados na Tabela 4.
Tabela 4. Produção de massa seca da parte aérea de capim-marandu em função dos solos e doses de K. Crescimentos Solos (S) 1 2 3 4 5 6 7 ---g/vaso--- MTor1 7,7 7,7 11,6 11,1 10,7 6,1 3,3 PVAe2 11,4 9,0 10,6 8,8 11,1 5,9 3,6 NVef3 15,5 12,4 13,7 12,5 15,3 7,9 4,4 LVd4 10,2 9,8 10,7 8,6 12,7 6,8 3,6 RQo5 10,9 6,1 8,0 6,7 7,7 4,4 2,8 Teste F 88,73** 82,15** 144,19** 143,11** 36,70** 49,24** 59,13** Dose K (D) mg kg-1 0 10,1 7,1 7,8 8,6 10,8 5,6 3,2 30 12,0 9,6 10,3 9,5 11,6 6,3 3,6 60 11,1 9,1 11,5 8,9 10,8 6,2 4,4 120 11,1 9,2 11,7 9,7 11,8 6,2 3,6 180 11,6 9,9 13,2 11 12,6 6,6 2,2 Teste F 5,71** 17,90** 137,74** 24,32** 2,69* 3,56* 2,72* Interação SxD Teste F 4,68** 2,35* 7,12** 18,35** 1,86* 3,01** 4,89** C.V. (%) 10,23 11,11 5,99 7,61 15,47 11,67 11,90
* e ** = significativo a 5% de probabilidade e significativo a 1% de probabilidade, respectivamente.
Produções distintas de massa seca da parte aérea foram observadas entre os solos, para todos os crescimentos sucessivos, observando-se também, que as doses de K promoveram incrementos significativos para a variável estudada.
No primeiro crescimento, observou-se uma maior produção de massa seca para as plantas cultivadas no PVAe. No segundo, terceiro e quarto crescimento, as maiores produções de massa seca, foram para as plantas cultivadas no NVef, NVef e MTor, respectivamente. No quinto crescimento, apenas as plantas cultivadas no MTor que responderam aos incrementos das doses de K, para a produção de massa seca. Já no sexto e sétimo crescimento, a variável estuda foi incrementada com as doses de K, para as plantas cultivadas no MTor/PVAe e MTor/PVAe/RQo, respectivamente.
Figura 4. Produção de matéria seca da parte aérea de capim-marandu em crescimentos sucessivos em função da adição de potássio em diferentes tipos de solos.
Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 7,80NS PVAe: y = 15,78 [1 + e-0,02 (x + 97,31)]-1 (R2 = 0,93**) NVef: y = 11,48NS LVd: y = 11,97 (1 + e-0,08 (x + 6,10))-1 (R2 = 0,90**) RQo: y = 8,65 + 0,02x (R2 = 0,97**) 1º crescimento Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 6,90 - 0,003x + 0,00003x2 (R2 = 0,89**) PVAe: y = 7,71 + 0,04x - 0,0002x2 (R2 = 0,89**) NVef: y = 10,55 + 0,05x - 0,0002x2 (R2 = 0,91**) LVd: y = 7,72 + 0,06x - 0,0002x2 (R2 = 0,89**) RQo: y = 7,69 (1 + e-0,04 (x - 4,68))-1 (R2 = 0,86**) 2º crescimento Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 12,85 [1 + e-0,04 (x + 32,81)]-1 (R2 = 0,99**) PVAe: y = 8,85 + 0,02x (R2 = 0,87**) NVef: y = 15,09 (1 + e-0,09 (x + 4,8))-1 (R2 = 0,95**) LVd: y = 7,81 + 0,04x (R2 = 0,92**) RQo: y = 5,59 + 0,05x - 0,0001x2 (R2 = 0,83**) 3º crescimento Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 8,10 + 0,03x (R2 = 0,85**) PVAe: y = 11,09NS NVef: y = 15,26NS LVd: y = 12,69NS RQo: y = 7,69NS 5º crescimento Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 5,21 + 0,01x (R2 = 0,98**) PVAe: y = 4,39 + 0,02x - 0,00007x2 (R2 = 1,00**) NVef: y = 7,96NS LVd: y = 6,78NS RQo: y = 4,36NS 6º crescimento Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 2,63 + 0,008x (R2 = 0,81**) PVAe: y = 4,36 [1 + e-0,02 (x + 30,77)]-1 (R2 = 0,95**) NVef: y = 4,40NS LVd: y = 3,59NS RQo: y = 1,54 + 0,007x (R2 = 0,96**) 7º crescimento Doses de K, mg kg-1 0 30 60 120 180 Massa seca, g/vaso 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 MTor: y = 9,25 + 0,06x - 0,0001x2 (R2 = 0,89**) PVAe: y = 7,70 + 0,005x + 0,00007x2 (R2 = 1,00**) NVef: y = 8,78 + 0,03x (R2 = 0,99**) LVd: y = e2,01 + 0,0008x + 0,000007x2 (R2 = 0,88**) RQo: y = 5,01 + 0,02x (R2 = 0,97**) 4º crescimento
Visualmente, pode-se observar nos tratamentos com adição de K, um maior número de perfilhos e ocorrência de folhas mais largas, o que poderia explicar o aumento de produção de massa seca observado. Assim, tem sido relatado por Rodrigues et al. (2006) que o fornecimento de K aumenta a AF das gramíneas forrageiras com reflexo na produção de massa seca.
O fornecimento de K promove incrementos significativos na produção de massa seca das plantas forrageiras, principalmente quando os teores de K no solo são considerados baixo ou muito baixos. Incrementos significativos com o fornecimento de K foram encontrados por Monteiro et al. (1980) com capim-Colonião e por Silva et al. (1995) com capim-Tanzânia-1 na produção de massa seca. Silva (1992) com capim-Setária e Colonião, respectivamente, constataram respostas significativas a diferentes doses de K, em relação à produção de massa seca da parte aérea.
De modo geral a baixa resposta do capim-marandu em relação à adubação potássica, está relacionado aos teores médios e altos de K para a maioria dos solos (MTor, PVAe e NVef). Os resultados obtidos no presente estudo também foram encontrados por Paulino et al. (1986). Andrade et al. (1997) obtiveram respostas semelhantes a estes e aos de, com o cultivo de Brachiaria decumbens em um argissolo. Com a sequencia de crescimentos, os efeitos positivos da adubação potássica foram mais evidentes devido à redução da concentração de K nos solos, ou seja, a partir do quarto crescimento sucessivo.
5 CONCLUSÕES
A adubação potássica promoveu incrementos significativos na concentração de K na parte aérea, na área foliar e na produção de massa seca do capim-marandu sendo mais evidente até o terceiro crescimento sucessivo das plantas. Os solos estudados apresentaram capacidade distinta no fornecimento de K para as plantas.
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