O valor de uma análise ex durante a sua execução e elemento estrutural sob aná
Dentro desta perspectiva, automatização dos ensaios, dados, buscando-se assim descritos a seguir os proced
Extensometria: para med extensômetros elétricos de deformação nos materiais extensômetros elétricos, um mm, e outro para o concreto
Capítulo 5 – P
(a) temperatura e (b) carga distribuída controla
VIGAS
experimental está associado à qualidade das in e sua relevância para a compreensão do c nálise.
a, idealizou-se um sistema em que fosse po s, tanto do ponto de vista de carregamento qua im, garantir a qualidade e fidelidade destes
edimentos para a execução dos ensaios:
edições de deformações do aço e do concret de resistência, um meio de se medir e registr ais constituintes das vigas. Foram utilizad um de menor dimensão específico para o aço e
eto de maior dimensão (6 × 36) mm (Figura 27
Programa Experimental oladas sobre o PRFC informações obtidas comportamento do possível a completa uanto de aquisição de tes resultados. Serão
reto foram utilizados istrar o fenômeno da ados dois tipos de e PRFC com (3 × 9) 27).
Capítulo 5 – Programa experimen
Figura 27 (a) Tipos de ex PRFC (b) i
Para que a deformação apli foram adotadas algumas indesejáveis.
Inicialmente fez-se a locaçã barras de aço, na superfície
Em seguida foi feita a limpe colagem e dos próprios e agentes prejudiciais à boa c materiais como limas finas,
Após a limpeza, utilizou-s existir na superfície onde e pois não reage com o mater
Com a superfície perfeitam extensômetros. Esta operaç réguas e riscadores. Depois nova limpeza com solven
ental
extensômetros utilizados, no meio do vão no co ) instalados nas armaduras inferiores do concre
plicada no extensômetro seja a mesma que a d as técnicas durante sua aplicação que e
ação do ponto em que se deseja a medida da de ie do concreto e na lâmina de PRFC.
peza da superfície de maneira a evitar a contam extensômetros, como óleos, graxas, óxidos a colagem. Esta operação foi feita com o auxíl as, esmeril e lixas.
se um solvente para eliminar todo resíduo o era colado o extensômetro. O solvente utiliz terial que estava sendo limpo.
mente limpa e isenta de contaminantes, proced ração foi feita com auxílio de ferramentas p ois de marcada a posição na superfície de cola ente. Esta operação foi feita com gaze emb
concreto inferior e reto
da peça examinada, eliminaram efeitos
deformação tanto nas
taminação do local de os, poeiras e outros xílio de ferramentas e
oleoso que pudesse ilizado foi a acetona,
edeu-se à locação dos para traçados como olagem, foi feita uma bebida em acetona,
friccionando por várias vez uma gaze limpa.
Após o extensômetro ter si das condições elétricas, co seguida foi medido o isola faz com uma ponta do ohm ponta ligada à peça.
Compensadores de tempe para cada ponto de controle em corpos de prova (concre que não sofreu deformação Esse extensômetro é chama na viga é chamado de exten extensômetro com relação prova. Nos ensaios para s PRFC com compensadore aferição das deformações d concretagem, na face infer ponte.
Figura 28 - Corpos de pro
Capítulo 5 – P
ezes em uma única direção. Refez-se esta op
sido colado e convenientemente curado, foi n com o auxílio de um ohmímetro com esca
lamento entre o extensômetro e a peça onde e hmímetro ligado em uma das pernas do exten
peratura: a técnica previu a instalação de pare
ole da deformação. Para cada par, um extensô creto, aço e PRFC) semelhante ao material da ão nenhuma devido a carregamento, como o v mado de compensador de temperatura enquant tensômetro ativo. O objetivo desta ligação é an ão à variação de temperatura ambiente sofrid simular atmosfera aquecida os corpos de pr res de temperatura foram colocados dentro s do aço foram colocados dois extensômetros ferior e superior.Todos os extensômetros foram
rova com extensômetros compensadores de tem concreto e PRFC, respectivamente
Programa Experimental
operação até obter-se
i necessário um teste cala apropriada. Em e está colado. Isto se tensômetro e a outra
res de extensômetros sômetro foi instalado a viga ensaiada, mas o visto na Figura 28. nto o outro instalado anular a variações no rida pelos corpos de prova do concreto e ro do forno. Para a os por barra antes da ram instalados em ½
Capítulo 5 – Programa experimen
Deslocamento vertical: p vão durante os ensaios fo
Differencial Transformer) (
Figura 29 - L
Sistema de aquisição de
dos valores dos ensaios, monitoramento de forças, medidos pelos transdutores
Figura 30 – Sis
Forno do tipo câmara utilizado nos ensaios com a
ental
para controle e medições de deslocamentos da foram utilizados transdutores do tipo LVDT
(Figura 29).
LVDT utilizado no ensaio, no meio do vão da
de dados: foi utilizado um sistema para aquis
, este aparelho acoplado a um computador , deformações por meio de extensômetros es indutivos, conforme pode ser visto na(Figura
Sistema de aquisição de dados utilizados nos en
a com montagem modulada: foi projetado u
as vigas de concreto armado sujeita a variaçõ
das vigas no meio do DT (Linear Variable
a viga
isição e visualização or foi usado para o ros e deslocamentos ura 30).
ensaios
um forno para ser ações de temperatura.
O forno está em processo d principais.
O forno foi construído em c independentes para facilita Controle de temperatura com
Este sistema não sofre desg homogeneização e econom recirculação indireta mante isolamento foi feito com pa
Figura 31
Carregamento: impleme
hidráulico conectado à uma se possível a condução d
Capítulo 5 – P
o de patente, portanto somente serão informada
chapas de aço inoxidável com estrutura comp itar a montagem durante os ensaios. É dotado com programador que desliga o forno automatic
sgaste mecânico e reduz o efeito da inércia térm mizando energia durante a permanência no pa ntendo um fluxo constante do calor irradiado p
painéis em lã de rocha (Figura 31).
31 – Forno construído e suas partes principais.
entou-se um sistema de carregamento atrav ma célula de carga com capacidade 500 kN. D
de um ensaio com deslocamento controlad
Programa Experimental
das as características
posta por 6 módulos ado de um Painel de aticamente.
érmica, melhorando a patamar. Existe uma o pelos elementos. O
is.
ravés de um atuador Desta forma, tornou- lado. Em função da
Capítulo 5 – Programa experimen
configuração da prensa (pis com o carregamento sendo estruturas auxiliares, para apresentado na Figura 32.
Figura 32 –
O esquema da viga com o r notar a célula de carga sobr
ental
pistão localizado em sua parte superior), as vig do aplicado de cima para baixo. Foram, const ra abrigar os apoios. Um esquema do sis
Componentes e esquema do ensaio(corrigir o
o reforço pode ser observado na Figura 33 e na bre a viga de distribuição de carga (perfil I de a
igas foram ensaiadas nstruídas, então, duas sistema de ensaio é
r o 2).
na Figura 34 pode-se e aço).
Figura 33
Figura 3 O ensaio das vigas foi reali
bend). com duas cargas con
O esquema de carregament (entre apoio e aplicação aplicação da carga que v carregamento usual na pr
Capítulo 5 – P
33 – Ensaio realizado em temperatura ambiente
34 - Ensaio com forno à elevada temperatura. alizado com aplicação de carga do tipo quatro oncentradas aplicadas em seus terços médios da
ento gera um esforço cortante constante, no vã o de carga), com um momento constante e vai a zero nos apoios. Embora não se car prática, onde freqüentemente são mais com
Programa Experimental
nte.
ro pontos (four points da viga.
vão de cisalhamento entre os pontos de aracterize como um muns carregamentos
Capítulo 5 – Programa experimen
distribuídos, esta configura simplificada e precisa dos r na aderência do reforço em ensaios conforme Figura 35
Figura 35 – Posicion
ental
ração é geralmente utilizada, uma vez que pe s resultados. As vigas reforçadas foram projet em situação de ruptura prematura do eleme
35 e Figura 36.
ionamento e dimensão dos elementos utilizados
permite uma análise jetadas para falharem ento de adesão nos
Figura 36 – Esquema de cortante respec
Capítulo 5 – P
de aplicação de carga e esforços gerados na vig ectivamente, para provocar o descolamento pre
Programa Experimental
viga, momento e precoce.