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§ Realizar os pensos com intervalos de 3 a 4 dias;

§ Manter o OS sempre seco;

§ Colher culturas se a cicatrização não evoluir;

§ Retirar agrafos/pontos ao 15º dia após a colocação de cateter Tenckhoff;

§ Efetuar ensino para realização de penso no domicílio (monitorização frequente no início).

Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky § Perfeito § Bom § Equívoco § Infeção aguda § Infeção crónica Categorias Especiais: § Traumatismo da saída § Infecção do cuff 16 Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky Perfeito:

§ apenas epiderme visível no OS § sem exsudado, eritema ou

pigmentação estranha § crostas menos frequentes que

de 7/7 dias

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Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky

Bom:

§ pode apresentar tecido de granulação (além da epiderme junto do sinus)

§ crostas menos frequentes que de 2/2 dias

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Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky

Equívoco:

§ p o d e a p r e s e n t a r t e c i d o d e granulação exuberante em redor do sinus

§ exsudado líquido apenas no sinus

§ sem dor ou endurecimento

§ o rubor pericateter é < 1,3cm

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Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky

Infeção aguda:

§ apresenta tecido de granulação exuberante em redor do sinus

§ existe dor e endurecimento

§ exsudado líquido § rubor pericateter é > 1,3cm § duração < 4 semanas 20 Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky Infeção crónica:

§ apresenta tecido de granulação exuberante em redor do sinus)

§ presença de exsudado no OS

§ sem dor ou endurecimento

§ inflamação com duração > 4 semanas

Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky Infeção crónica:

§ apresenta tecido de granulação exuberante em redor do sinus)

§ presença de exsudado no OS

§ sem dor ou endurecimento

§ inflamação com duração > 4 semanas

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Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky

Traumatizado:

§ depende da natureza e gravidade do traumatismo

§ pode aparecer: dor, rubor, sangue e/ ou outros

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Fatores de Risco

§  Colocação imprópria do cuff subcutâneo;

§  Perda de fluído rico em glicose (leak);

§  Cuidados impróprios ao OS;

§  Contaminação externa ou traumatismo;

§  Irritação e inflamação causada por traumatismos com o cateter;

§  Seleção inadequada do local do OS;

§  Construção defeituosa da saída e do túnel;

§  Estado portador nasal de Staphylococus aureus.

27 Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky Infeção do cuff 23 Complicações § Complicações Clínicas § Peritonite § Infecção do OS/ túnel § Hemoperitoneu

§ Complicações Técnicas

§ Leak (fuga de efluente da cavidade intraperitoneal para órgãos / espaços adjacentes.)

§ Entrada de ar na cavidade intraperitoneal § Dificuldade na drenagem

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Modalidades de Diálise Peritoneal

DPCA – Diálise Peritoneal Contínua Ambulatória

§  Diálise contínua 24h

§  Movimenta-se enquanto faz diálise

§  Trocas manuais adaptadas ao estilo de vida e horários dos doentes

24

DPA – Diálise Peritoneal Automatizada

§  Diálise efectuada durante a noite (período de sono)

§  Utiliza uma cicladora para efetuar as trocas

§  Permanência diurna de dialisante (Icodextrina)

Classi&icação do OS – Escala de Twardowsky Infeção do cuff 23 Modalidades de Diálise Peritoneal

DPCA – Diálise Peritoneal Contínua Ambulatória

§  Diálise contínua 24h

§  Movimenta-se enquanto faz diálise

§  Trocas manuais adaptadas ao estilo de vida e horários dos doentes

24

DPA – Diálise Peritoneal Automatizada

§  Diálise efectuada durante a noite (período de sono)

§  Utiliza uma cicladora para efetuar as trocas

§  Permanência diurna de dialisante (Icodextrina)

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Complicações

§ Complicações Clínicas

§ Peritonite § Infecção do OS/ túnel § Hemoperitoneu

§ Complicações Técnicas

§ Leak (fuga de efluente da cavidade intraperitoneal para órgãos / espaços adjacentes.)

§ Entrada de ar na cavidade intraperitoneal § Dificuldade na drenagem

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Peritonite

Manifestado por: Efluente turvo, dor

abdominal, diarreia, náuseas/vómitos, febre

Causas prováveis:

- Contaminação do cateter ou dos equipamentos, relacionado com má higiene das mãos;

- IOS não tratada

Causas Internas: doenças diverticular

Causas iatrogénicas: realização de colonoscopia sem

profilaxia

Intervenções Possíveis:

1. Confirmação da suspeita com colheita de efluente e sangue;

2. Lavagem peritoneal (alívio da dor) 3. Início de antibioterapia empírica.

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Infeção do OS Manifestado por: Aparecimento de pus/exsudado

Causas prováveis:

- Maus cuidados ao OS; - Maus cuidados de higiene.

Intervenções Possíveis: 1. Cuidados adequados ao OS, 2. Higiene pessoal adequada, 3. Em caso de suspeita efetuar zaragatoa e ins>tuir an>bioterapia empírica – não tratado pode gerar infecção do túnel e peritonite. 29 Leak Manifestado por:

Pulmão: derrame pleural;

Órgãos genitais: edema dos grandes lábios/hidrocelo;

Pele/tecidos subcutâneos: edema da parede abdominal, aparecimento de godet.

Independentemente do órgão, podem ocorrer problemas de drenagem e redução da UF.

Causas prováveis:

-  Início precoce da DP;

-  Infusão de volumes superiores ao tolerável pelo utente; -  Mau funcionamento do cateter que leve ao sobreenchimento..

Intervenções Possíveis: 1. Interrupção do tratamento; 2. Redução dos volumes de infusão; 3. Introdução do “dia seco” no utente em DPA 30 Registos § Cateter peritoneal:

•  - realização do penso de proteção

•  - avaliação das caraterísticas do OS

§ Diálise:

•  - esquema do domicílio (soluções e volume IP)

•  - caraterísticas do drenado

•  - otimizar esquema dialítico e de terapêutica

§ Sinais vitais (PA, pulso e dor)

§ Peso

§ Diurese

§ Balanço hídrico (relativamente às 24h anteriores)

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Bibliogra)ia

§ Franco, R., Sá, C., Torgal, C. Procedimentos de Enfermagem em Diálise Peritoneal – Guia orientador. Hospital de Santa Maria.

§ Chamney, M. (2007). Competency Framework: EDTNA/ERCA. Acedido em 14/10/2015 em http://www.edtnaerca.org/pdf/education/CompetencyBook.pdf. § Coronel , F [et al])– Manual Prático de Diálise Peritoneal. Algés: Revisfarma,

2006. ISBN 972-99288-5-1.

§ Fresenius Medical Care (2008). Kidney Options – Ao seu Lado na Doença Renal. Programa de Educação do Doente Renal. Maia

§ Fresenius Medical Care. O Seu Guia Pessoal de DP - Para o ajudar a começar. Maia.

§ Montenegro, J., Correa-Rotter, R., Riella, M. Tratado de Diálisis Peritoneal. Barcelona: Elsevier, 2009. ISBN 978-84-8086-394-0.

§ Thomas, N. (2005). Enfermagem em Nefrologia (2nd ed.). Lusociência.

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Obrigada!

Apêndice II