2.2 Prosjekt- og prosjektledelsesteori
2.2.1 Prosjektteori
Após guardar os brinquedos, passei no quarto para falar com Guilherme que estava sentado em seu leito brincando, tinha sua mãe ao lado. Ele me entregou os brinquedos, disse que queria desenhar. Perguntei a ele se gostaria de ficar com umas folhas da pasta, ele sorridente disse que gostaria e que ia embora logo. No leito ao lado, estava Sílvio, também deitado. Fiz a mesma pergunta para ele. Então, deixei as folhas com os garotos. Despedi-me deles e de suas mães. Nesse momento já eram mais de oito horas da noite.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A humanização no hospital envolve desde aspectos direcionados à gestão e à garantia de condições mais favoráveis para o tratamento do paciente até a promoção de relações interpessoais mais humanas. Em relação a esse último aspecto, esta pesquisa pode trazer alguma contribuição, seja direta ou indiretamente, ao tratamento da criança.
A rotina hospitalar baseia-se fundamentalmente no rodízio de pessoas que cuidam da criança hospitalizada; em virtude disso, é mais difícil para a criança eleger, consciente ou inconscientemente, uma pessoa a quem irá se vincular, o que desencadeia relacionamentos menos subjetivos.
De antemão, a criança e sua família possuem um conceito sobre hospital carregado de significados particulares. Assim, além da própria doença a criança leva consigo suas ansiedades, fantasias e desejos. Por outro lado, a equipe de saúde reage emocionalmente à figura do paciente. Em razão de contatos humanos superficiais no contexto hospitalar os vínculos transferenciais e contratransferenciais ficam potencializados.
A forma com que o adulto se relaciona com a criança pode ajudá-la no enfrentamento do estar doente e do estar hospitalizada. Segundo Winnicott: “Quando uma criança ansiosa é tratada de maneira compreensiva, o que geralmente significa uma observação inativa sem ansiedade por parte do médico, o retorno à saúde pode, em muitos casos, ser acelerado” (WINNICOTT, 1988, p. 93).
A criança é um ser em desenvolvimento e como tal, pode não estar preparada emocionalmente o bastante para lidar com a experiência total de uma internação; portanto, a hospitalização torna-se um evento traumático para ela e é capaz de provocar um bloqueio no seu vir-a-ser.
instituição hospitalar sustenta ao paciente uma dinâmica dissociada, concentrando-se nos aspectos físicos do caso. Diante do exposto, posso afirmar que é necessário um ambiente emocional acolhedor para a criança hospitalizada e a Psicanálise pode contribuir para isso, pois tem outra lógica. A Psicanálise tem condições de oferecer um outro sentido àquilo que é percebido apenas como rotineiro e como óbvio, pode sem qualquer dúvida, acolher tanto a equipe de saúde como a criança internada e seu acompanhante.
Winnicott, em seu texto intitulado Notas sobre normalidade e ansiedade (1931) afirma:
O poder do inconsciente sobre o corpo está apenas começando a ser avaliado, mas parece ser verdade que o metabolismo possa ser reduzido praticamente a zero, que os ferimentos possam ser impedidos de cicatrizar e que o cabelo possa cair, simplesmente como resultado de um desejo proveniente das camadas profundas. Parece também que, às vezes, machucados não saram simplesmente devido a uma falta geral de interesse, por parte da criança e dos tecidos em viver. (WINNICOTT, 1988, p. 88).
A psicanálise pode perceber a criança hospitalizada além de um corpo que sofre, porque compreende o adoecer de um ponto de vista psicodinâmico. Mais especificamente percebo o brincar como um recurso favorável para a hospitalização infantil. Winnicott afirma: “É no brincar, e somente no brincar que o indivíduo criança, ou adulto, pode ser criativo e utiliza sua personalidade integral: e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (self)”. (WINNICOTT, 1975, p. 80). Assim, numa dinâmica dissociada, o brincar é uma oportunidade de vivência total de uma experiência, ao oportunizar a integração psique-soma.
O brincar envolve a espontaneidade e a criatividade, elementos característicos de um viver criativo, também é autocurativo, terapêutico e configura-se como sinal de saúde. Em suma, o brincar no hospital é uma forma da criança lidar criativamente com a sua realidade.
Penso o brincar tomando por base a teoria psicanalítica que o define como forma de expressão de conflitos, possibilidade de elaboração psíquica e experimentação. Fiz essa distinção, pois ele próprio pode ser capturado pela lógica cindida do hospital, vivenciado
como mais uma especialidade na instituição: do corpo cuida o médico; do brincar, o brinquedista; do espiritual, o padre.
A original contribuição do brincar para o hospital está no entendimento de utilizá- lo como espaço de investimento afetivo. Compreendo o brincar com base no conceito de Winnicott denominado espaço potencial. “O espaço potencial dá ao ser humano a possibilidade de lidar com a realidade objetiva de modo criativo, possibilitando assim um contato com o mundo externo amplo e saudável”. (SAFRA, 1984, p. 11).
Para Pelento (1991): “Ali onde existe este espaço potencial, há lugar para a terapia, seja no enquadramento analítico ou em outros âmbitos, como o da amizade ou na relação entre pais e filhos”. (PELENTO, 1991, p. 110). Assim, a intervenção junto à criança hospitalizada, a qual denominei de encontro, foi sustentada teoricamente valendo-me do conceito de espaço potencial.
A particularidade do brincar no hospital reside no manejo do setting construído nas relações. A forma de olhar, de ouvir, de formular perguntas e de entrar no quarto da criança delimitam a natureza dessa interação. Algumas vezes fui interrompida pela equipe de saúde para a realização de algum procedimento, porém o enquadre adequado permitiu que essas interferências não inviabilizassem a continuidade da interação.
Aponto como resultado principal dos encontros a mudança de atitude da criança. Brincadeiras, desenhos e conversas produziram uma ressonância interna favorável, percebida com a alteração do conteúdo e das cores utilizadas nos desenhos, bem como na mudança de temas do brincar. Notei que o brincar, apesar de espontâneo, não era aleatório.
Pedro, Sílvio e Guilherme utilizaram o brincar como forma de expressão e, além de trabalharmos medos e angústias nesses encontros, também nos divertimos. Pedro pôde sair do recorrente “eu estou bem” e brincar com uma seringa tirando proveito dessa experiência ao aplicar injeção em mim, fato que só se tornou possível no brincar. Sílvio, ao invés de criança
totalmente adaptada ao hospital, pôde dizer do seu medo da morte e falar de seu rim, a sua pecinha quebrada. Guilherme estava passando pelo conflito de crescer: tinha a necessidade de ser protegido e ao mesmo tempo temor de ser sufocado.
Os encontros causaram repercussão na instituição hospitalar que pôde ser notada por mim devido ao aumento do número de brinquedos e bexigas no quarto da criança atendida, bem como por alguns comentários, como: “Ah, meus cinqüenta minutos de sossego do dia” feito por uma mãe ou “eu não sabia que eles falavam tanto”, feito por uma funcionária.
Para finalizar, trago a seguinte citação: “Então, a pesquisa tem esse poder de movimentar, de emocionar, de comover, de fazer mover o pesquisador. Mas não no sentido de chorar e rir, mas exatamente por essa posição provisória de nosso saber”. (HERRMANN, 1994, p. 48). Nessa trajetória de pesquisa em que me propus a discutir o brincar no contexto hospitalar, tive que lidar com a especificidade desse setting e, como resultado dessa experiência, defendo a idéia de que é possível um encontro no hospital.
7 REFERÊNCIAS
17ABADI, S. Explorações: perder-se e achar-se no espaço potencial. Revista Brasileira de
Psicanálise, São Paulo, v. 36, n. 4, p. 807-816, 2002.
ABERASTURY, A. El nino y sus dibujos. Revista Argentina de Psiquiatria y Psicologia de la Infância y de la Adolescencia, año 2, n. 1, p. 17-29. Set. 1971.
ABERASTURY, A. Psicanálise da criança: teoria e técnica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. 287 p.
ABERASTURY, A. A primeira hora do jogo. In: ABERASTURY, A. Psicanálise da
criança: teoria e técnica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. p. 111-134.
ABERASTURY, A. A criança e seus jogos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. 88 p.
ABERASTURY, A. O consultório, o material de jogo, a caixa individual: problemas técnicos que surgem do seu uso diário. In: ABERASTURY, A. Psicanálise da criança: teoria e técnica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982. p. 97-111.
ABRAN, J. A linguagem de Winnicott: dicionário das palavras e expressões utilizadas por Donald Winnicott. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. 306 p.
ARFOUILLOUX, J. C. A entrevista com a criança: a abordagem da criança através do diálogo, do brinquedo e do desenho. Rio de Janeiro: Zahar, 1976. 177 p.
BETTELHEIM, B. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. 366 p.
BIRMAN, J. A clínica na pesquisa psicanalítica. In: ENCONTRO DE PESQUISA
ACADÊMICA EM PSICANÁLISE, 2., 1994, São Paulo. Atas de ... São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1994. n.1, p. 7-37.
BLEGER, J. Psico-higiene e psicologia institucional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. 138 p.
BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. São Paulo: Martins Fontes, 2002. 239 p
BOGOMOLETZ, D. Conhecendo Winnicott: perguntas e respostas. Disponível em <http:www.saude.inf.br>. Acesso em: 20 out. 2004.
CHIATONNE, H. A criança e a hospitalização. [s.l..], [s.n.].
FREUD, S. A história do movimento psicanalítico (1914). In: FREUD, S. Obras psicológicas
completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.
14, (1914-1915). p.15-73.
FREUD, S. Linhas de progresso na terapia psicanalítica (1919 [1918]). In: FREUD, S. Obras
psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro:
Imago, 1996. v. 17, (1917-1919), p. 173-181.
FREUD, S. Além do princípio do prazer (1920) In: FREUD, S. Obras psicológicas
completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 18
(1920-1922), p. 13 –75.
FREUD, S. As resistências à psicanálise (1925-[1924]). In: FREUD, S. Obras psicológicas
completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.
19, (1923-1925), p. 239-247.
FREUD, S. A questão da análise leiga: conversações com uma pessoa leiga (1926). In: FREUD, S. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 20, (1925-1926), p. 175-248.
FREUD, S. Análise terminável e interminável (1937). In: FREUD, S. Obras psicológicas
completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v.
23, (1937-1939), p. 225-270.
GRESSER, G.; MIRANDA, M. E. A questão psicossomática: uma visão winnicottiana. OUTEIRAL, J.; HISADA, S.; GABRIADES, R (Org.). Winnicott: Seminários Paulistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. p. 317-323.
GUIMARÃES, S. S. A Hospitalização na infância. Revista Quadrimestral do Instituto de
Psicologia da Universidade de Brasília: Psicologia Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 4, n. 2, p.
102-112, mar./ago., 1998.
HERRMANN, F. Problemas na orientação de teses de Psicanálise. In: ENCONTRO DE PESQUISA ACADÊMICA EM PSICANÁLISE, 2., 1994, São Paulo. Atas de ... São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1994. n.1, p. 38-48.
HERRMANN, F. O momento na teoria dos campos na psicanálise. São Paulo, 20 out. 1999. p. 6-17. Conferência de Abertura proferida no Centro de Convenção Rebouças.
HISADA, S. Conversando sobre psicossomática. Rio de Janeiro: Revinter, 2003. 96 p.
Infecção hospitalar diminui com a implantação do programa de humanização.
Disponível em <http://www.portalhumaniza.org.br>. Acesso em: 03 fev. 2005.
JUNQUEIRA, M. F. P. da S. A mãe, seu filho hospitalizado e o brincar: um relato de experiência. Estudos de Psicologia, v. 8, n. 1, p. 193-197, 2003.
KLEIN, M. A técnica psicanalítica através do brincar sua história e seu significado (1955). In: KLEIN, M. Melanie Klein: Inveja e gratidão e outros trabalhos (1946-1963). Rio de Janeiro: Imago, 1991. p. 150-168.
KLEIN, M. Personificação no brincar das crianças (1929). In: KLEIN, M. Melanie Klein: Amor, culpa e reparação e outros trabalhos (1921-1945). Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 228- 239.
LAPASTINI, M. A. B. Transicionalidade In: OUTEIRAL, J.; HISADA, S.; GABRIADES, R (Org.). Winnicott: Seminários Paulistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. p. 360-371.
LAPLANCHE; PONTALIS. Vocabulário de psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 552 p.
LEBOVICI; DIATKINE. Significado e função do brinquedo na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985. 63 p.
LENZI, T. P. Recreação para crianças em enfermaria pediátrica. In: FRIEDMANN, A. et. al.
O direito de brincar: a brinquedoteca. São Paulo: Scrita, 1992. p. 137-145.
LINDQUIST, I. A criança no hospital: terapia pelo brinquedo. São Paulo: Scritta, 1993. 141 p.
LITTLE, M. I. Ansiedades psicóticas e prevenção: registro pessoal de uma análise com Winnicott. Rio de Janeiro: Imago, 1992. 126 p.
MASETTI, M. Boas misturas: possibilidades da prática do profissional de saúde a partir do contato com os Doutores da Alegria. 2001. 82 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC, São Paulo, 2001.
MASETTI, M. Soluções de palhaços: transformação na realidade hospitalar. São Paulo: Palas Athena, 2002. 77 p.
MATTIOLI, O. C. Método psicanalítico e pesquisa científica. Perfil: Revista de Psicologia do Departamento de Psicologia Clínica, Assis, v. 13, p. 99-110, 2000.
MELLO FILHO, J. Concepção psicossomática: visão atual. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. 257 p.
MELLO FILHO, J. O Ser e o viver: uma visão da obra de Winnicott. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. 364 p.
MELTZER, D. O desenvolvimento kleiniano I: desenvolvimento clínico de Freud. São Paulo: Escuta, 1989. 197 p.
MEZAN, R. A querela das interpretações. In: MEZAN, R. A Vingança da esfinge. São Paulo: Brasiliense, 1995. p. 61-74.
MIELE, M. J. Mãe de UTI: amor incondicional. São Paulo: Terceiro Nome, 2004. 176 p.
MOURA, M. D. (Org.). Psicanálise e Hospital: a criança e sua dor. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. 163 p.
MOURA, M. D. Psicologia Hospitalar. Mesa redonda realizada durante o I Simpósio de Psicologia: das novas demandas às novas práticas. Realizada na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Faculdade de Ciências e Letras – campus de Assis –SP, 01-05 de setembro de 2002.
NETO, A. C. Crianças hospitalizadas: aspectos emocionais. Pediatria Atual, v. 2, n.5, p. 8- 15, set./out., 1989.
NEWMAN, A. As idéias de D. W. Winnicott: um guia. Rio de Janeiro: Imago, 2003. 462 p.
OCAMPO, M. L. S. A entrevista inicial. In: OCAMPO, M. L. S. O processo
psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. São Paulo: Martins Fontes, 1981. p. 21-43.
OCAMPO, M. L. S. A hora do jogo diagnóstica. In OCAMPO, M. L. S. O processo
OLIVEIRA, M. L. de. Des/obede/serás: sobre o sentido da contestação adolescente. 1984. 303 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 1984.
OUTEIRAL, J. O. Preparação psicoterápica de crianças para cirurgia (a propósito de um caso). In: OUTEIRAL, J. O. (Col.). Infância e adolescência: psicologia do desenvolvimento, psicopatologia e tratamento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982. p. 200-2006.
OUTEIRAL, J. Perspectivas na pesquisa na abordagem Winnicottiana. In: CATAFESTA, I. F. da M. (Org.). D. W. Winnicott na Universidade de São Paulo: O verdadeiro e o Falso – A tradição independente na Psicanálise Contemporânea. São Paulo: Departamento de
Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Cidade Universitária, São Paulo, 1996. p. 71-83.
OUTEIRAL, J. A criança normal e o brinquedo: Um estudo de Psicologia Evolutiva. In: OUTEIRAL, J. (Org.). Clínica psicanalítica de crianças e adolescentes: desenvolvimento, psicopatologia e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 1998. p. 24-39.
OUTEIRAL, J. Os pacientes de Donald Winnicott que escreveram sobre sua experiência terapêutica: alguns comentários. In: OUTEIRAL, J.; HISADA, S.; GABRIADES, R. (Org.).
Winnicott: Seminários Paulistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001. p. 89-117.
OUTEIRAL, J.; GODOY, L. Desamparo e trauma: transferência e contratransferência. Rio de Janeiro: Revinter, 2003. 142 p.
PELENTO, M. L. A concepção do brinquedo na teoria de Winnicott. In: OUTEIRAL, J. O.; GRANÃ, R. B. (Col.). Donald W. Winnicott: estudos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. p. 102-111.
SAFRA, G. Um método de consulta terapêutica através do uso de estórias infantis. 1984. 96 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) – Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, 1984.
SAFRA, G. Pesquisa com material clínico. In: ENCONTRO DE PESQUISA ACADÊMICA EM PSICANÁLISE, 1., 1994, São Paulo. Atas de ... São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1994. n.1, p. 51-72.
SAFRA, G. Investigação em Psicanálise. São Paulo, 02 out. 2004. Palestra proferida na Sociedade Brasileira de Psicanálise.
SILVA, M. E. L. Pensar em psicanálise. In: SILVA, M. E. L. Investigação em psicanálise. Campinas: Papirus, 1993. p. 11-25.
SPITZ, R. A. O primeiro ano de vida: um estudo psicanalítico do desenvolvimento normal e anômalo das relações objetais. São Paulo: Martins Fontes, 1979. 345 p.
VAISBERG, T. M. J. A. Marionetes em consultas terapêuticas: a teoria dos campos na fundamentação de enquadres transicionais. 2002. 22 p. (texto não publicado).
WINNICOTT, C.; SHEPHERD, R.; DAVIS, M. (Org.). Explorações Psicanalíticas: D. W. Winnicott. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. 460 p.
WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975. 206 p.
WINNICOTT, D. W. O brincar: uma exposição teórica. In: WINNICOTT, D. W. O brincar e
a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975. p. 59-77.
WINNICOTT, D. W. O papel de espelho da mãe e da família no desenvolvimento infantil. In: WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975. p. 153-162.
WINNICOTT, D. W. O brincar: a atividade criativa e a busca do Eu (self). In: WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975. p. 79-93.
WINNICOTT, D. W. A integração do ego no desenvolvimento da criança (1962). In: WINNICOTT, D. W. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982. p. 55-61.
WINNICOTT, D. W. Da dependência à independência no desenvolvimento do indivíduo (1963). In: WINNICOTT, D. W. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982. p. 79-87.
WINNICOTT, D. W.O desenvolvimento da capacidade de se preocupar (1963). In:
WINNICOTT, D. W. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982. p. 70-78.
WINNICOTT, D. W. Distorção do ego em termos de falso e verdadeiro self (1960). In: WINNICOTT, D. W. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982. p. 128-139.
WINNICOTT, D. W. Por que as crianças brincam? In: WINNICOTT, D. W. A criança e seu
mundo. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1982. p. 161-165.
WINNICOTT, D. W. Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil. Rio de Janeiro: Imago, 1984. 427 p.
WINNICOTT, D. W. The Piggle: Relato do tratamento psicanalítico de uma menina. Rio de Janeiro: Imago, 1987. 174 p.
WINNICOTT, D. W. Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. 526 p.
WINNICOTT, D. W. Notas sobre normalidade e ansiedade (1931). In: WINNICOTT, D. W.
Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 69-
WINNICOTT, D. W. A observação de bebês em uma situação estabelecida (1941). In: WINNICOTT, D. W. Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 139-164.
WINNICOTT, D. W. A defesa maníaca (1935). In: WINNICOTT, D. W. Textos
selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 247-267.
WINNICOTT, D. W. Desenvolvimento emocional primitivo (1945). In : WINNICOTT, D. W. Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 269-285.
WINNICOTT, D. W. A agressão e sua relação com o desenvolvimento emocional (1950-5). In : WINNICOTT, D. W. Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 355-374.
WINNICOTT, D. W. A mente e a sua relação com o psique-soma (1949). In: WINNICOTT, D. W. Textos Selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 409-425.
WINNICOTT, D. W. A posição depressiva no desenvolvimento emocional normal (1954). In: WINNICOTT, D. W. Textos selecionados: da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro:
Francisco Alves, 1988. p. 437-458.
WINNICOTT, D. W. Natureza humana. Rio de Janeiro: Imago, 1990. 220 p.
WINNICOTT, D. W. Holding e interpretação. São Paulo: Martins Fontes, 1991. 218 p.
WINNICOTT, D. W. O destino do objeto transicional (1959). In: WINNICOTT, C.; SHEPHERD, R.; DAVIS, M. (Org.). Explorações psicanalíticas: D. W. Winnicott. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. p. 44-48.
WINNICOTT, D. W. O conceito de trauma em relação ao desenvolvimento do indivíduo dentro da família. In: WINNICOTT, C.; SHEPHERD, R.; DAVIS, M. (Org.). Explorações
psicanalíticas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. p. 102-115.
WINNICOTT, D. W. O valor da consulta terapêutica (1965). In: WINNICOTT, C.; SHEPHERD, R.; DAVIS, M. (Org.) Explorações psicanalíticas: D. W. Winnicott. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. p. 244-248.
WINNICOTT, D. W. Psicanálise e ciência: amigas ou parentes? In: WINNICOTT, D. W.
Tudo começa em casa. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p. xiii-xviii.
WINNICOTT, D. W. O conceito de indivíduo saudável. In: WINNICOTT, D. W. Tudo