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4. METODISK TILNÆRMING

4.4. Prosedyrer for gjennomføring av datainnsamlingen

de capacitação, e outro da nova gestão que começou a incentivar a capacitação dos profissionais, em todos os sentidos, inclusive na liderança. Porém, agora está sendo intensificada a capacitação pra cada um. De que forma? A chefia não tinha especialização (da especialidade) e a gente tratou que todas, cem por cento não, mas a maioria já está cursando. No ano passado tivemos um bom número, e este ano também. E tem prazo de três anos pra fazer essa capacitação em relação à especialização (da especialidade).

Em relação a quem está exercendo cargo de liderança, todos já tinham, praticamente o curso de Administração Hospitalar, aquelas que não tinham, em 2005 saíram em busca e obtiveram. Então em três anos estamos capacitando todos especialistas (na área) e quem não tinha administração está fazendo agora. Além disso, está sendo incentivado prosseguir, fazer mestrado, doutorado. Pra aquelas que necessitaram de horário pra liderança foi cedido, dada essa oportunidade. Ajuda financeira não, é uma coisa que está bloqueada aqui na Instituição como um todo, salvo raríssimas exceções. Então cada uma arca com suas despesas ou fez, ou está fazendo nosso curso de aprimoramento; para aquelas que já estão fazendo mestrado, nós procuramos ajeitar o horário.

Todavia, existe duas situações: algumas profissionais têm iniciativa própria, são interessadas em fazer, e outras ... Por se tratar de um hospital de especialidade e para categorizar o hospital de complexidade, nós precisamos ter o corpo de enfermagem com essa capacitação, e como a gente quer a maioria da liderança faça, foi colocado que precisa fazer e nós temos três anos para concluir, para qualificar. Bom, nós temos duas situações: para o recém admitido, pressupõe se que ele já tenha especialização ou esteja em término de, então hoje a prioridade é para quem tem mais tempo de casa e com bom desempenho. Se esta pessoa tiver interesse em fazer algum curso, ela tem prioridade em relação aos recém chegados. Mas se ninguém antigo de casa tem interesse ou se essas pessoas não demonstrarem interesse, não forem comprometidos e não se envolverem, esse recém chegado vai ter mais oportunidade.

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Isto tudo partiu da nova gestão, porque na gestão anterior isto não era incentivado; foi de dois anos e meio pra cá que iniciou. Para os nossos enfermeiros temos um Diretor de Coordenação de Enfermagem e cinco Diretoras de Serviço, depois nós temos um assistente técnico de diretor, cinco supervisoras, quatorze enfermeiras chefes e quinze enfermeiras encarregadas, e o programa de capacitação (da especialidade) foi feito pra todas elas.

Agora o que está acontecendo também em relação aos nossos processos seletivos, é que a gente já está pedindo com especialização, não necessariamente (da especialidade), pode ser UTI, Neonatologia, Pediatria, Centro Cirúrgico, porque a gente tem vaga pra isso. Temos cento e cinqüenta e quatro profissionais que possuem especialização, treze enfermeiros têm mestrado concluído, três enfermeiros estão cursando, um enfermeiro com doutorado concluído, isso é o atualizado 2005.

Considero importante primeiro a iniciativa da própria pessoa, porque isso é uma coisa importante, se a pessoa tem essa visão, sempre vai dar um retorno maior pra instituição. Quanto mais capacitadas as pessoas, melhor retorno pra instituição, e não só pra Instituição, porque isso reflete obviamente na assistência ao paciente, então é um ponto chave pra nós... Quanto mais informadas as pessoas mais chance de realmente prestar uma melhor assistência.

Nem todo mundo está estudando ou tem possibilidade de estudar, então como enfermeira do Serviço de Educação tenho que estar a todo o momento oferecendo informações para capacitar cada vez mais a equipe, e a equipe é desde o auxiliar, técnico e enfermeiros, a todo o momento.

E de que forma a gente estruturou este ano: com diversos cursos que vamos oferecer tanto para público interno como alguns abertos para público externo e, intercalado nós temos reunião científica. Então quando não temos um evento no mês, pelo menos uma reunião científica de atualização a gente promove, as diretoras recebem da Assessoria de Comunicação tudo que sai em relação à saúde, temas atuais e promovemos isso nos eventos de reuniões científicas.

Isso específico pra enfermeiras, algumas eu procuro abrir pra todos, mas depende do espaço que consigo, então tenho que pesar pra quem isso é mais importante, para as enfermeiras ou para a equipe como um todo, é na base de agendamento.

Além do que, referente ao horário, a gente dá uma facilidade, remuneração como eu falei a gente não tá conseguindo, pode ser que pra esse ano mude, porque, para aceitar estágio curricular aqui na Instituição, tenho que negociar com a escola uma contrapartida, até com a própria USP. Então se vão mandar alguns alunos pra cá, vou ver qual dos cursos que interessa pra nós que algumas das enfermeiras façam e elas também têm interesse, e nos

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é oferecido então uma vaga, em contrapartida, no curso tal... Isso vai valer pra todas as escolas, é uma medida, é um novo pensamento da Superintendência, do NCD, que é o Núcleo de Capacitação e Desenvolvimento. Nós não estamos oferecendo dinheiro, não podemos remunerar, porém esse ano vamos ter essa possibilidade da contrapartida.

Então vou divulgando todos os cursos que recebo, se a Escola de Enfermagem manda, se o Sírio Libanês manda, divulgo pra manter todo mundo atualizado em relação à oferta de cursos que estão tendo no mercado e, a partir do interesse dos enfermeiros que procuram a enfermeira chefe, ou quando parte daqui, se a enfermeira chefe conhece o curso e quer fazer. Repasso como medida de informação, porque o que sentia muito quando era enfermeira chefe é que a gente ficava sabendo de cursos depois de já ter passado, então nós somos responsáveis pela divulgação de tudo que está sendo oferecido aqui.

O nosso Serviço de Educação está estruturado aqui com muitas ramificações: processo de seleção e movimentação de pessoal, treinamento dos funcionários, Curso de Aprimoramento, organização de estágios, visitas, estágio curricular, estágio voluntário. Aí tem a parte científica, tanto em termos de divulgação, do que está sendo oferecido no mercado, como o controle. Então todo mundo que está fazendo um trabalho, ou participando de um Congresso, todos os trabalhos passam para controle e também no sentido de revisão. Nós lemos todos os trabalhos, analisamos, fazemos considerações ou não, e depois é que é autorizado para Congressos.

Comigo são seis enfermeiros no Serviço, sendo duas responsáveis pelo processo de seleção e movimentação de pessoal que é muito alto, principalmente porque agora nós aumentamos o número de UTIs aqui, e foi o que nos deu mais trabalho e ocupou todo mundo aqui, também essas duas estão com treinamento e auditoria, as outras três para organizar a parte de eventos e toda a nossa produção científica.

Somos em seis, quatro de nós tem mestrado e duas não, uma é uma enfermeira que estava na auditoria, foi desviada da área da assistência, então ela está com pessoal, movimentação de pessoal, é uma enfermeira chefe, tem domínio do assunto e tem especialização. A quinta não tem mestrado, mas tem Pedagogia, lida com o treinamento, e as demais têm mestrado. Pra quê? Para verificar os trabalhos científicos, para análise em termos de conteúdo, a estruturação do Curso de Aprimoramento, que são quatorze vagas para externos e cinco vagas para funcionários.

E tem outra coisa, em termos de capacitação também para enfermeiros a gente oferece todos os tipos de treinamento que você pode imaginar. Alguns são organizados pelo meu serviço e outros organizados pelo próprio serviço; chegou um respirador novo, a própria área vai oferecer, agora se é uma coisa pro prédio inteiro, vou fazer a organização,

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a logística, tudo. A todo o momento estamos atualizando as enfermeiras em termos de procedimento dialíticos, que aqui acontece muito, é um universo...

Baseado em índice de infecção, temos aqui um problema, vamos fazer treinamento. E é treinamento em massa, na equipe de enfermagem somos quase mil pessoas. Em um ano e meio nós oferecemos quatro, e não oferecemos mais porque não tem capacidade de espaço, porque treinar mil pessoas não é tão simples, a cada dois meses e meio fazemos o treinamento.

Outra coisa que nós incentivamos na liderança, não está cem por cento, mas quase; noventa por cento das enfermeiras da liderança tem ATLS, Administração Hospitalar todas têm, especialização algumas ainda estão fazendo, todas têm certificado internacional... todas não, a grande maioria.

Em relação ao perfil, o desejado é que ele tenha conhecimento científico, e antes do conhecimento, que seja ético. Tenha conhecimento, espírito de liderança porque seja qual for, o enfermeiro é líder da equipe. Também a iniciativa própria para capacitação, que vá em busca e não fique estagnado, porque a enfermagem ainda não chegou aonde quer porque nós estamos estagnados. É uma profissão onde as mulheres são muitas, e principalmente na minha época vinham aqui, faziam o que tinham que fazer e iam embora tomar conta da casa, e muito nós perdemos terreno para outros profissionais; então enquanto nós trabalhamos muito, “carregamos piano”, prestamos assistência, eles se votaram para a área da ciência. Este é o momento da gente rever, nunca é tarde e já começamos, estamos engatinhando ainda.

Digo por esse Instituto, não sei te falar dos outros, que a gente está pedindo para as pessoas se qualificarem, então a minha visão começou principalmente com a mudança do próprio diretor executivo, diretor geral do hospital, quando ele defendeu a Livre Docência. Fui fazer mestrado por iniciativa própria, ninguém me cobrou, nada disso, achei que era o momento de fazer, na época até tive algumas dificuldades por estar cursando, não era visto, infelizmente, com bons olhos. Hoje a mentalidade é outra, tem que mudar e espero, antes de terminar minha carreira, ter refletido isso para todo mundo, como valorização da nossa profissão que acho fantástica, e como melhoria para quem está sendo assistido por nós.

Meu papel é investir na capacitação para os enfermeiros a todo o momento. Nós temos determinado a função do enfermeiro, enquanto política institucionalizada não sei te dizer, e como Complexo Hospitalar também não, o que nós temos trabalhado é a situação interna da capacitação. Então pedindo pra liderança estudar, oferecendo oportunidade de horário pra que a pessoa se qualifique, agora nós vamos ter a oportunidade de

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contrapartida, que de certa forma a pessoa está sendo ressarcida porque vai cursar e não vai ter ônus.

Publicado não temos nada em termos de manual ou rotina, é tudo interno mesmo, não temos um manual de capacitação, o que temos é em cada unidade a descrição da função, o que a pessoa tem que ter pra ocupar o cargo, mas específico não. Agora, vai mudar, daqui a três anos, a enfermeira pra ter o cargo de liderança terá que ser especialista (na área) e em Administração Hospitalar, são pré-requisitos para fazer parte da liderança, enxergo isso como capacitação.

É para o futuro, ainda não determinamos porque temos que dar um prazo para os enfermeiros se capacitarem, se estabelecer desde já muitos estariam fora e não poderiam ocupar o cargo que ocupam, por isso foi dado esse prazo de capacitação. E o que mais me surpreendeu foram pessoas antigas de casa que estão super contentes em estar estudando de novo, é um retorno muito positivo.

Por isso vamos continuar com esse incentivo para capacitação, acho que volta pra isso, porque agora também é uma exigência, então tem muitas que vão prestar especialização, algumas vão fazer administração, e incentivar aquelas que vão cursar, fazer mestrado, Então fizemos o projeto e apresentamos para a Diretora da Coordenação que aprova ou não. No nosso organograma tem a Diretoria da Coordenação e cinco serviços subordinados, sendo um deles o Serviço de Educação. Então é a coordenação, cinco diretoras, as enfermeiras chefes e encarregadas de cada unidade. A nossa realidade é diferente, nossas enfermarias são complexas, diferentes, tenho acompanhado estágio em outros hospitais e percebo isso.

No momento agora, desde o ano passado pra cá, nosso papel é despertar as pessoas para se capacitarem, desde a entrada, porque a gente está tendo esse pré-requisito de ter especialização e as que já estavam é o “despertar para”. Além disso, temos grupos de estudos, e nessa troca de grupo elas estão percebendo a necessidade de fazer especialização, cursos de atualização, e vendo que podem participar. Não patrocinamos o curso inteiro, mas buscamos patrocínio para os cursos e incentivamos a participação em sociedade, que é super importante, a assinatura de revistas, pra cada vez mais capacitar.