• No results found

2. PRESENTASJON AV NORSKE SKOG OG BRANSJEN

2.2 B RANSJEN

2.2.2 Presentasjon av bransjen

Os resultados (Figura 17) obtidos de um total de sete secções analisadas, que em média somaram 4 neurônios FRA/TH-ir para J/10h , 3 FRA/TH-ir para J/14h e 4 FRA/TH-ir para J/18h, 9 neurônios FRA/TH-ir para S/10h, 6 neurônios FRA/TH-ir para S/10h e 5 neurônios FRA/TH-ir para J/18h, evidenciaram significativo aumento da quantidade de neurônios FRA/TH imunorreativos em ratas senis às 10h e 14h (P<0.05) quando comparados com animais jovens do mesmo horário (P<0.05). O grupo senil das 18h apresentou menor atividade noradrenérgica sem diferença significativa comparada com grupo jovem do mesmo horário. A Figura 18 apresenta a marcação para FRA/TH no LC de animais jovens (A) e senis (B) às 10 e 14 h do dia do diestro.

Fig. 17 - Número de neurônios imunorreativos para FRA/TH no LC durante o diestro em animais

jovens ( ) e senis ( ) (n= 4-7 animais/horário), com aplicação do teste ANOVA Two-way e pós–teste de Newman-Keuls. # indica diferença estatística entre os grupos jovens e senis no mesmo horário. Valores expressos de acordo com a média ± EPM. #P<0,05.

10 14 18 0 3 6 9 12 15 Tempo (h) # # n e u rô n io s F R A /T H- ir

Resultados 52

Figura 18 – Representação fotográfica da dupla marcação FRA/TH no LC no grupo jovem (A) e senil

(B) perfundidos às 10 h do diestro. A seta indica o neurônio duplamente marcado (a coloração para TH é citoplasmática e para FRA é nuclear). 4V, quarto ventrículo. Barra de escala para LC = 500 µ m (Objetiva 5x) e 200 µm (Objetiva 20x). (B) 4V 4V (A) 4V 4V

Discussão 54

8 DISCUSSÃO

Os resultados obtidos nesse estudo evidenciam desequilíbrio na taxa de liberação de hormônios do eixo HPG em ratas acíclicas/senis. O conteúdo de GnRH nestes animais permaneceu invariável durante os horários analisados, contribuindo para a determinação da aciclicidade estral e caracterizando o processo de senescência reprodutiva nas fêmeas de roedores.

Na literatura (LU et al., 1979) há relatos de alteração nas fases do ciclo estral em fêmeas de roedores a partir de 10 meses, com aumento na incidência de ciclos irregulares e prevalência da fase de estro já aos 12 meses (Figura 19). Estudos realizados (GARCIA, 2012; COLLI, 2012) em nosso laboratório, com ratas da linhagem Wistar, evidenciaram manutenção da ciclicidade até os 12/13 meses, sendo a ocorrência do início da aciclicidade detectada aos 14 meses e a incidência do diestro persistente a partir dos 17/18 meses.

O conjunto de dados obtidos nesse estudo, baseados em análises plasmáticas e hipotalâmicas dos hormônios envolvidos com a reprodução, bem como de núcleos e neurotransmissores controladores da atividade dos neurônios GnRH, refletem desequilíbrio na taxa de liberação dos hormônios do eixo HPG em ratas acíclicas/senis, correlacionado com a síntese e liberação de NA.

Fig. 19– Incidência cronológica de ciclos estrais regulares e irregulares em ratas. Adaptado de Lu et. al., 1979

Discussão 55

É bem descrito pela literatura que a interação do GnRH com receptores de superfície celular de alta afinidade (GnRH-r) nos gonadotrofos hipofisários, resulta na transdução de sinal para a biossíntese e secreção de LH e FSH (CICCONE et al., 2008). Os resultados obtidos neste estudo evidenciaram a não ocorrência de alteração no conteúdo de GnRH dos animais acíclicos durante os horários analisados, sugerindo possível comprometimento no controle temporal do núcleo supraquiasmático sobre a liberação hormonal, contribuindo para a determinação da aciclicidade estral que caracteriza o processo de senescência reprodutiva em fêmeas de roedores.

O aumento gradual do conteúdo de GnRH do HMB durante o diestro (Figura 9) em ratas jovens, essencial para sinalizar a ocorrência de secreção máxima de LH e subsequente ovulação, não ocorre durante os três horários analisados em ratas acíclicas/ senis e evidencia que o horário e a idade influenciam no conteúdo de GnRH neste núcleo. Estes resultados indicam que a menor produção de GnRH em ratas acíclicas compromete o padrão de secreção deste neurohormônio, e, consequentemente a secreção de LH, influenciando na ausência do pico pré-ovulatório e contribuindo para a iniciação do processo de senescência reprodutiva. Em ratas jovens, observou-se aumento do conteúdo de GnRH do HMB na tarde de diestro para proestro, o que permite maior estímulo à hipófise pelo neuro-hormônio para a sinalização da ocorrência de secreção máxima de LH.

Análises realizadas, porRubin e Bridges (1989), em neurônios GnRH de animais senis evidenciaram volume menor do aparelho de Golgi e retículo endoplasmático rugoso comparado com neurônios de ratas jovens em diestro, indicando possível comprometimento da síntese de proteínas. Além disso, o RNAm/GnRH aumentou significativamente com a idade e os níveis de transcrição primária de GnRH em ratas senis diminuiu em comparação com ratas jovens. Gore e colaboradores (2000) sugerem que as alterações em nível de RNAm/GnRH ocorrem independentemente das alterações na transcrição do gene, indicando o envolvimento de mecanismos de pós-transcrição.

A teoria clássica de controle do eixo HPG atribui aos ritmos circadianos do SCN o controle sobre a liberação pulsátil de GnRH e gonadotrofinas. Estudos recentes de Sellix e Menaker (2010) (Figura 20) sugerem a existência de osciladores circadianos em cada componente do eixo, sendo necessária a sincronização entre os marcadores temporais do SCN, neurônios GnRH, células hipofisárias e células ovarianas para o controle dos eventos fisiológicos desencadeados pelo eixo HPG. Além disso, está

Discussão 56

evidenciado a expressão de genes do relógio nas células da granulosa, da teca e lúteas (FAHRENKRUG et al., 2006; HE et al., 2007a; 2007b; KARMAN; TISCHKAU, 2006) bem como a resposta circadiana do ovário ao LH independente do tempo endógeno de liberação da gonadotrofina. Essa resposta indica que o ritmo de sensibilidade ao LH é produzido pelo relógio circadiano local, exercendo controle sobre o tempo de ovulação e secreção de progesterona (SELLIX; MENAKER, 2011).

A redução do teor de GnRH no HMB de ratas acíclicas (Figura 10) verificada nesse estudo, possivelmente se deve à alterações na maquinaria de secreção e à responsividade destas células ao estrogênio. É de conhecimento que os esteroides sexuais femininos, 17β-estradiol e progesterona, podem modular a transcrição do GnRH, atuando no hipotálamo para alterar os padrões de pulsos de GnRH ou através de ações diretas na hipófise para influenciar a expressão basal ou estimulada de GnRH (KARSCH, 1987; KAWAKAMI; WINTERS, 1999; SHUPNIK, et al., 1989). Os esteróides atuam alterando diretamente a transcrição do gene promotor ou não- genomicamente, alterando o padrão de sinalização citoplasmática (HALL, et al., 2001). Em fêmeas de roedores, os níveis de RNAm e a transcrição de subunidades das gonadotrofinas (LHβ ,FSHβ) variam durante o ciclo reprodutivo (KOWASE et al., 2007).

Há relatos de que roedores apresentam atenuação da retroalimentação positiva de estrogênio em razão secundária ao envelhecimento hipotalâmico, como resultado do

Fig. 20 – Modelo clássico dos ritmos circadianos do eixo HPG de fêmeas (esq.), modelo de controle

multi-oscilador dos ritmos circadianos do eixo HPG de fêmeas (dir.). Extraído de Sellix; Menaker, 2010

Discussão 57

desequilíbrio de neurônios e neurotransmissores excitadores (NA e glutamato) e inibidores (GABA e opióides) (BRANN; MAHESH, 2005; DOWNS; WISE, 2009; ZUO et al.,1996) além da redução na atividade diurna do núcleo supraquiasmático e rede de aferências reguladoras dos neurônios GnRH (BLOCK, 1952; KRAJNAK et

al.,1998) e dos neurônios kisspeptinérgicos (LEDERMAN, 2010). Provavelmente, a

reduzida resposta à retroalimentação positiva e negativa na secreção de gonadotrofinas (LU et al., 1977, MARCHETTI; CIONI, 1988) está associada à diminuição no turnover hipotalâmico de catecolaminas e aumento no turnover de serotonina (SMITH, 2005) bem como na capacidade do eixo HPG em responder aos estímulos durante a transição para envelhecimento (WELT et al., 1999). Assim, as diferenças na liberação de LH e FSH podem ocorrer devido as alterações na capacidade de resposta da hipófise ao GnRH e/ou alterações no metabolismo de esteróides, que culminam em alterações de retroalimentação positiva e negativa pelos esteróides. Neste estudo, foi observado que o LH obedece ao padrão de conteúdo de GnRH, que em animais senis é menor e constante (Figura 10), indicando possível perda do sinal gerador de pulsos.

Vários estudos mostram que o aumento na concentração de FSH na fase folicular está associado com a depleção dos folículos do ovário e subsequente diminuição na concentração de inibina B e hormônio antimülleriano (BLOCK, 1952; GOUGEO et al., 1994; STEGER, 1980; WISE, 2002) secretado pelos folículos antrais ovarianos (GROOME, 1996), em resposta compensatória à "falha" na retroalimentação e hiperestimulação (QUADRI, 1973) dos esteróides ovarianos. Estudos em mulheres evidenciam que as concentrações elevadas de FSH não indicam diagnóstico de perimenopausa (BURGER, 1994). Neste estudo foi verificado que em fêmeas de roedores também não ocorrem alterações significativas nas concentrações de FSH entre os animais cíclicos do grupo jovem e acíclicos do grupo senil (Figura 11 B).

As alterações na secreção plasmática de PRL detectada nos organismos senis (Figura 12) estão, provavelmente, relacionadas às alterações hipotalâmicas em núcleos dopaminérgicos e no fator inibidor da secreção de prolactina (PIF), a dopamina. Estudos realizados nos anos 70 evidenciaram que ratas senis apresentam concentrações deficientes de catecolaminas, com menor concentração de noradrenalina e dopamina quando comparado com ratas jovens (CLEMENS, 1969; CLEMENS; MEITES, 1971; QUESADA; ETGEN, 2001) e que a administração de E2 em ratas anestras desencadeia

Discussão 58

esteróide na hipófise (MEITES, 1976), ou pelo aumento da atividade serotoninérgica no HMB e APOM mediada pelo E2 (SZAWKA et al., 2007b)

Os resultados deste estudo evidenciam menor síntese catecolaminérgica em animais senis (Figura 14) e indicam clara redução na razão entre síntese e liberação de dopamina nestes animais (Figura 14 F), bem como seu reflexo nas flutuações plasmáticas de PRL observadas durante o diestro persistente. Foi verificado aumento na expressão gênica do receptor de PRL nas regiões de APO e ARC de ratas senis e maior secreção do hormônio nestes animais (CHIU; WISE, 1996). Estas evidências sugerem que alteração no receptor de PRL pode resultar em ações neuroendócrinas no envelhecimento e na habilidade da PRL de atuar em várias regiões cerebrais. A concentração plasmática maior de PRL nos animais senis possivelmente ocorre devido à ação direta dos esteróides gonadais sobre a hipófise associado a menor atividade de fatores inibidores de PRL, como previamente sugerido (CLEMENS, 1969; CLEMENS; MEITES, 1971; QUESADA; ETGEN, 2001).

A influência da PRL no eixo neuroendócrino da reprodução deve ser considerada, pois alguns neurônios GnRH apresentam receptores para PRL (PRL-r) e em humanos a hiperprolactinemia está associada com redução na frequência e amplitude dos pulsos de LH (MATSUZAKI et al., 1994) sendo esta redução revertida com o retorno para a concentração normal de PRL (MOULT et al., 1982). Estudo realizado por Kokay e colaboradores (2011) evidenciou RNAm de PRL-r nos neurônios GABAérgicos e KISSpeptinérgicos do ARC e AVPe, núcleos envolvidos com o controle da fertilidade. Esses resultados são consistentes com a hipótese de ação predominantemente indireta da PRL sobre os neurônios GnRH. Portanto, deve ser considerada a hipótese de que o menor conteúdo do decapeptídeo encontrado nos animais senis, neste estudo, pode resultar também do efeito inibidor das altas concentrações de PRL.

Neste estudo foi verificado que a fase de diestro persistente é marcada por concentrações mais elevadas de estradiol e progesterona, em comparação com os animais cíclicos em diestro (Figuras 13 A e B) e evidencia a predominância do mecanismo de retroalimentação negativa do estradiol sobre os neurônios GnRH. Há relatos na literatura de que em mulheres, a média da concentração de estradiol na perimenopausa foi maior do que nas mulheres mais jovens/controles (BALLINGE et

al., 1987; LEE et al., 1988). Em animais senis, a persistência desta fase leva à

Discussão 59

envelhecimento a capacidade de biossíntese destes hormônios é mantida. As alterações nos esteróides relacionadas com a idade têm sugerido que a hipersecreção de estrogênio ovariano e elevações prolongadas durante o ciclo provavelmente contribuem para reduzir a capacidade de resposta neuroendócrina ao efeito de retroalimentação positiva do estradiol sobre a secreção de LH.

A análise da atividade de neurônios FRA na APO (Figura 15 e 16) mostrou aumento na tarde de diestro de ratas acíclicas, no entanto a concentração de NA (Figura 14 A) encontrada foi menor nestes animais. Níveis de MHPG (Figura 14 B) na APO de animais cíclicos e com aciclicidade mostraram alteração às 18 h e a relação MHPG/NA (Figura 14 C) sugere maior liberação de NA dos neurônios da APO de animais acíclicos na tarde do diestro persistente. Estes resultados refletem atividade neuronal elevada como mecanismo compensatório à possível redução na biossíntese de NA em animais acíclicos e possível diminuição da capacidade de armazenagem do neurotransmissor. Os resultados obtidos neste estudo sugerem que os neurônios noradrenérgicos (Figura 17 e 18) de animais com ciclicidade são mais eficazes na síntese e armazenagem do neurotransmissor, que estará disponível para liberação nas fases seguintes do ciclo estral com padrão específico de síntese e liberação de NA, caracterizada por progressivo e necessário aumento para a ocorrência da secreção máxima de LH.

Os resultados aqui obtidos sugerem que durante o envelhecimento, neurônios noradrenérgicos da APO e do LC apresentam alta atividade, possivelmente, para compensar a menor capacidade de síntese e armazenamento do neurotransmissor. Além disso, os neurônios GnRH são alvo de outros fatores, excitadores e inibidores, sendo os fatores inibidores possivelmente superexpressos durante o envelhecimento, resultando em aciclicidade estral.

Sendo assim, as complexas alterações que ocorrem no eixo HPG durante o envelhecimento exigem intensas investigações.

Conclusão 61

9 CONCLUSÃO

Os resultados obtidos neste estudo permitem concluir que a alteração da atividade neuronal de núcleos envolvidos com o processo reprodutivo, tais como o AVPe e o LC, durante o envelhecimento, ocorrem primariamente às alterações periféricas ovarianas, possivelmente devido à mudanças no microambiente celular e sua maquinaria genética.

A maior atividade dos neurônios noradrenérgicos, durante o diestro persistente, parece ser resposta compensatória em razão do baixo conteúdo de NA na APO, que interfere também no controle de secreção pulsátil do GnRH.

Possivelmente a temporização circadiana em todo o eixo HPG encontra-se alterada no envelhecimento reprodutivo. Tais alterações refletem em descompasso para síntese e liberação de gonadotrofinas com consequente ausência do pico pré-ovulatório caracterizando a aciclicidade reprodutiva.

Referências 63

REFERÊNCIAS

ADVIS, J.P.; KRAUSE, J.E.; MCKELVY, J.F. Luteinizing hormone- releasing hormone peptidase activities in d iscrete hypothalamic regions and anterior pituitary of the rat: apparent regulation during the prepubertal period and first estrous cycle at puberty. Endocrinology, v.110, n.4, p.1238-1245, Apr. 1982.

ANSELMO-FRANCI, J.A.; ROCHA-BARROS, V.M.; FRANCI, C.R.; MCCANN, S.M. Locus ceruleus lesions block pulsatile LH release in ovariectomized rats. Brain Res, v.833, n.1, p.86-92, Jun. 1999.

BALLINGER, C.B.; BROWNING, N.C.; SMITH, A.H.W. Hormone profiles and psychological symptoms in peri -menopausal women. Maturitas, v.9, n.3, p.235-251, Nov. 1987.

BALSALOBRE, A. Clock genes in mammalian peripheral tissues. Cell Tissue Res., v.309, n.1, p.193-199,Jul.2002.

BLOCK, E. Quantitative morphological investigations of the follicular system in women; variations at different ages. Acta Anat., v.14, n.1-2, p.108-123, 1952.

BRADFORD, M.M. A rapid and sensitive method for the quantitation of microgram quantities of protein utilizing the principle of protein-dye binding. Anal. Biochem., v.72, p.248-254, May. 1976.

BOLE-FEYSOT, C.; GOFFIN, V.; EDERY, M.; BINART , N.; KELLY, P.A. Prolactin (PRL) and its receptor: actions, signal transduction pathways and phenotypes observed in PRL receptor knockout mice. Endocr. Rev., v.19, n.3, p.225–268, Jun. 1998.

BRANN, D.W.; MAHESH, V.B. The aging reproductive neuroendocrine axis. Steroids., v.70, n.4, p. 273–283, Apr. 2005.

BU, L.; LEPHART, E.D. AVPV neurons containing estrogen receptor-beta in adult male rats are influenced by soy isoflavones. BMC Neurosci., v.8, p.13, Feb. 2007.

Referências 64

BURGER, H.G. Diagnostic role of follicle-stimulating hormone (FSH) measurements during the menopausal transition--an analysis of FSH, oestradiol and inhibin. Eur. J. Endocrinol., v.130, n.1, p.38-42, Jan. 1994.

CICCONE, N.A.; LACZA, C.T.; HOU, M.Y.; GREGORY, S.J.; KAM, K.Y.; XU, S.; KAISER., U.B. A composite element that binds basic helix loop helix and basic leucine zipper transcription factors is important for gonadotropin-releasing hormone regulation of the follicle-stimulating hormone β gene. Mol. Endocrinol., v. 22, n.8, p.1908–1923, Aug. 2008.

CHAKRABORTY, T.R.; GORE, A.C. Aging-related changes in ovarian hormones, their receptors and neuroendocrine function. Exp. Biol. Med., v.229, n.10, p.977-987, Nov. 2004.

CHIU, S.; WISE, P.M. Prolactin receptor gene expression in specific hypothalamic nuclei increases with age. J. Gerontol. A Biol. Sci. Med. Sci., v.51, n.3, p.B220-B224., May. 1996.

CLARKE, I.J. The preovulatory LH surge A case of neuroendocrine switch. Trends Endocrinol. Metab., v.6, n.7, p.241-247, Sep. 1995.

CLARKE, I.J. Variable patterns of gonadrotopin-releasing hormone secretion during the estrogen-induced luteinizing hormone surge in ovariectomized ewes. Endocrinology., v.133, n.4, p.1624-1632, Oct. 1993.

CLEMENS, J.A.; BENNET, D.R. Do aging changes in the preoptic area contribute to loss of cyclic endocrine function? J. Gerontol., v.32, n.1, p.19-24, Jan. 1977.

CLEMENS, J.A.; AMENOMORI, Y.; JENKINS, T.; MEITES, J. Effects of hypothalamic stimulation, hormones, and drugs on ovarian function in old female rats. Proc. Soc. Exp. Biol. Med., v.132, n.2, p. 561-563, Nov. 1969.

CLEMENS, J.A.; MEITES, J. Neuroendocrine status of old constant estrous rats. Neuroendocrinology., v. 7, n.4, p. 249-256, 1971.

COLLI, V.C. Análise da ação da ocitocina sobre a remodelação óssea alveolar em ratas wistar de 12, 18 e 24 meses. 2012. 70 f. Tese (Doutorado) - Faculdade de Odontologia de Araçatuba, UNESP, Araçatuba, 2012.

Referências 65

CHRISTIAN, C.A.; MOENTER, S.M. Vasoactive intestinal polypeptide can excite gonadotropin-releasing hormone neurons in a manner dependent on estradiol and gated by time of day. Endocrinology., v.149, n.6, p.3130-3136, Jun. 2008

DENG, M. Mechanisms of reproductive aging in the females.Science China Life Sci., v.55, n.8, p. 653–658, Aug. 2012.

DE PAUL, A.L.; PONS, P.; AOKI, A., TORRES, A. I. Heterogeneity of pituitary lactotrophs: immunocytochemical identification of function subtypes. Acta Histochem., v. 99, n. 3, p. 277-289, Aug. 1997.

DOWNS, J.L.; WISE, P.M. The role of the brain in female reproductive aging.Mol. Cell. Endocrinol., v.299, n.1,p.32-38, Feb. 2009.

EDERY, I. Circadian rhythms in a nutshell. Physiol. Genomics., v.3, n.2, p.59-74, Aug. 2000.

EICHHAMMER, P.; ZELLER, R.; ROHKAMM, R. Fixation of neural tissue for electron microscopy with an electronically controlled perfusion pump. Tissue Cell., v. 19, n.1, p.153-157, 1987.

FAHRENKRUG, J.; GEORG, B.; HANNIBAL, J.; HINDERSSON, P.; GRAS, S. Diurnal rhythmicity of the clock genes Per1 and Per2 in the rat ovary. Endocrinology., v.147, n.8, p.3769-3776, Aug. 2006.

FREEMAN, M.E.; KANYICSKA, B.; LERANT, A.; NAGY, G. Prolactin: structure, function, and regulation of secretion. Physiol. Rev., v.80, n.4, p.1523-1631, Oct. 2000.

GARCIA, C.T.S. Influência do treinamento resistido e do raloxifeno no metabolismo ósseo de ratas wistar. 2012. 74 f. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Odontologia de Araçatuba, UNESP, Araçatuba, 2012.

GIESKE, M.C.; KIM, H.J.; LEGAN, S.J.; KOO, Y.; KRUST, A.; CHAMBON, P.; KO, C. Pituitary gonadotroph estrogen receptor-alpha is necessary for fertility in females. Endocrinology., v.149, n.1, p.20-27, Jan. 2008.

Referências 66

GORE, A.C.; OUNG, T.; YUNG, S.; FLAGG, R.A.; WOLLER, M.J. Neuroendocrine mechanisms for reproductive senescence in the female rat: gonadotropin-releasing hormone neurons. Endocrine., v.13, n.3, p. 315-323, Dec. 2000.

GORE, A.C.; ROBERTS, J.L. Regulation of gonadotropin-releasing hormone gene expression in the rat during the luteinizing hormone surge. Endocrinology., v.136, n.3, p.889–896, Mar. 1995.

GORE, A.C. Gonadotropin-releasing hormone (GnRH) neurons: gene expression and neuroanatomical studies. Prog. Brain Res., v.141, p.193- 208, 2002.

GORE, A.C. Gonadotropin-releasing hormone neurons, NMDA receptors, and their regulation by steroid hormones across the reproductive life cycle. Brain Res. Brain Res. Rev., v.37, n.1-3, p.235-248. Nov. 2001.

GOUDREAU, J.L.; FALLS, W.M.; LOOKINGLAND, K.J.; MOORE, K.E. Periventricular-hypophysial dopaminergic neurons innervate the intermediate but not the neural lobe of the rat pituitary gland. Neuroendocrinology., v.62, n.2, p.147-154, Aug. 1995.

GOUGEON, A.; ECOCHARD, R.; THALABARD, J.C. Age-related changes of the population of human ovarian follicles: increase in the disappearance rate of non- growing and early-growing follicles in aging women. Biol. Reprod., v.50, n.3, p. 653– 663, Mar.1994.

GROOME, N.P.; ILLINGWORTH, P.J.; O’BRIEN, M.; PAI, R.; RODGER, F.E.; MATHER, J.P.; MCNEILLY, A.S. Measurement of dimeric inhibin B throughout the human menstrual cycle. J. Clin. Endocrinol. Metab., v.81, n.4, p.1401–1405, Apr. 1996.

GRZANNA, R.; MOLIVER, M.E. The Locus coeruleus in the rat: immunohistochemical delineation. Neuroscience., v.5, n.1, p.21-40, 1980.

GIGUERE, V.; MEUNIER, H.; VEILLEUX, R.; LABRIE, F. Direct effects of sex steroids on prolactin release at the anterior pituitary level: interactions with dopamine,

Referências 67

thyrotropin-releasing hormone, and isobutylmethylxanthine. Endocrinology, v.111, n.3, p. 857-862, Sep. 1982.

HALL ,J.E.; LAVOIE, H.E.; MARSH, E.E.; MARTIN, K.A. Decrease in gonadotropin- releasing hormone (gnrh) pulse frequency with aging in postmenopausal women. J. Clin. Endocrinol. Metab., v.85, n.5, p.1794-800, May. 2000.

HALL, J.M.; COUSE, J.F.; KORACH, K.S. The multifaceted mechanisms of estradiol and estrogen receptor signaling. J. Bio.l Chem., v.276, n.40, p.36869-36872, Oct. 2001.

HAN, S.K.; HERBISON, A.E. Norepinephrine suppresses gonadotropin-releasing hormone neuron excitability in the adult mouse. Endocrinology., v.149, n.3, p.1129 – 1135, Mar. 2008.

HE, P.J.; HIRATA, M.; YAMAUCHI, N.; HASHIMOTO; S.; HATTORI, M.A. The disruption of circadian clockwork in differentiating cells from rat reproductive tissues as identified by in vitro real-time monitoring system. J. Endocrinol., v. 193,n.3, p.413- 420, 2007a.

HE, P.J.; HIRATA, M.; YAMAUCHI, N.; HASHIMOTO; S.; HATTORI, M.A. Gonadotropic regulation of circadian clockwork in rat granulosa cells. Mol. Cell. Biochem., v.302, n.1-2, p.111-118, 2007b.

HELENA, C.V.; SZAWKA, R.E.; ANSELMO-FRANCI, J.A. Noradrenaline involvement in the negative-feedback effects of ovarian steroids on luteinising hormone secretion. J. Neuroendocrinol., v.21, n.10, p.805-812, Oct. 2009.

HELENA, C.; GUSTAFSSON, J.A.; KORACH, K.; PFAFF, D.; ANSELMO-FRANCI, J.A.; OGAWA, S. Effects of estrogen receptor alpha and beta gene deletion on estrogenic induction of progesterone receptors in the locus coeruleus in female mice. Endocrine., v.36, n.1, p.169-177, Aug. 2009.

HERBISON, A.E. Noradrenergic regulation of cyclic GnRH secretion. Rev. Reprod., v.2, n.1, p.1-6, Jan. 1997.

HOLZBAUER, M.; RACKE´, K. The dopaminergic innervation of the intermediate lobe and of the neural lobe of the pituitary gland. Med. Biol., v.63, n.3, p.97-116, 1985.

Referências 68

HOSNY, S.; JENNES, L. Identification of alpha1B adrenergic receptor protein in gonadotropin releasing hormone neurons of the female rat. J. Neuroendocrinol., v.10, n.9, p.687-692, Sep. 1998.

HUANG, H.H.; MEITES, J. Reproductive capacity of aging female rats. Neuroendocrinology., v.17, n.4, p.289-295, 1975.

HWANG,C.; PU, H.F.; HWANG, C.Y.; LIU, J.Y.; YAO, H.C.; TUNG, Y.F.; WANG, P.S. Age-related differences in the release of luteinizing hormone and gonadotropin- releasing hormone in ovariectomized rats. Neuroendocrinology., v.52, n.2, p.127-132, Aug. 1990.

KAISER, U.B. Hyperprolactinemia and infertility: new insights. J. Clin. Invest.,