4.1.1 Quantificação de clorofilas a, b e total
Em casa de vegetação, nas plantas do experimento 1, o teor da clorofila a apresentou diferença estatística entre tratamentos e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 1; ANEXO A). Entretanto, o teor de clorofila b variou significativamente apenas entre tratamentos (Figura 1; ANEXO B). E a avaliação da clorofila total mostrou variação entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 1; ANEXO C). Para tratamentos, o que apresentou menor média foi água+patógeno, para as clorofilas a e total, porém para clorofila a, este tratamento não diferiu de ASM e de ASM+patógeno. Já o teor de clorofila b foi maior no tratamento ASM+patógeno não diferindo do ASM e água+patógeno.
Figura 1 – Teor de clorofilas em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em casa de vegetação e submetidas aos diferentes tratamentos aplicados aos 0, 7, 14 e 28 dae ( ). Inoculação realizada ao 7º dae ( ). Barras indicam a média ± erro padrão. A - clorofila a; B – clorofila b; C- clorofila total. ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
B
Para o experimento 2, em casa de vegetação, os teores de clorofila a e total variaram significativamente entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 2; ANEXOS D e F). Em relação ao teor de clorofila b houve diferença significativa apenas entre tratamentos e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 2; ANEXO E). Porém, neste experimento, para clorofilas a e total, o tratamento que apresentou a menor média foi água+patógeno não diferindo do ASM+patógeno. Quanto à clorofila b, o menor valor deu-se nas plantas tratadas com água+patógeno não diferindo do tratamento ASM e do ASM+patógeno.
Em todos os experimentos realizados em campo (experimento 1, 2 e suas repetições) houve diferença estatística entre tratamentos, época e na interação entre tratamentos e épocas de coleta (Figura 3; ANEXOS G e H). Sendo que o tratamento água+patógeno, da mesma maneira que em casa de vegetação, apresentou menor valor de clorofila total diferindo de todos os outros tratamentos nos dois experimentos.
Figura 2 – Teor de clorofilas em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em casa de vegetação e submetidas aos diferentes tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ). Inoculação realizada ao 21º dae ( ). Barras indicam a média ± erro padrão. A - clorofila a; B – clorofila b; C- clorofila total. ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
B
Figura 3 – Teor de clorofila total em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em campo. Barras indicam a média ± erro padrão. A - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 7º dae ( ); B - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 21º dae ( ). ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
4.1.2 Quantificação de fenóis totais
A quantidade de fenóis totais nos dois experimentos conduzidos e em suas repetições variou significativamente nos três parâmetros avaliados, entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 4; ANEXOS I e J).
A maior concentração de fenóis totais foi encontrada nas plantas do tratamento ASM+patógeno, não diferindo do tratamento água+patógeno. Entretanto, no experimento 1, todos os tratamentos apresentaram maior teor de fenóis totais aos 21 dae, já no experimento 2, os maiores valores ocorreram 35 dae, com exceção do tratamento controle água que apresentou aos 21 dae.
Figura 4 – Teor de fenóis totais em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em casa de vegetação. Barras indicam a média ± erro padrão. A - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 7º dae ( ); B - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 21º dae ( ). ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
4.1.3 Quantificação de proteínas totais
Da mesma maneira que fenóis, o teor de proteínas totais, nos dois experimentos, bem como em suas repetições variaram significativamente entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 5; ANEXOS K e L).
As maiores quantidades de proteínas totais, no experimento 1, ocorreram nos tratamentos onde foram aplicados o indutor, ASM+patógeno e ASM, respectivamente. Porém na última coleta (35º dae) a quantidade em ASM diminuiu não diferindo das plantas controle água e do tratamento água+patógeno. Para o experimento 2, observa- se os tratamentos ASM+patógeno e ASM diferiram dos demais a partir dos 35 dae.
Figura 5 – Teor de proteínas totais em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em casa de vegetação. Barras indicam a média ± erro padrão. A - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 7º dae ( ); B - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 21º dae ( ). ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
4.1.4 Atividade da peroxidase
Para o experimento 1 e sua repetição, houve diferença significativa entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 6; ANEXO M).
Neste experimento, a maior atividade de peroxidase ocorreu aos 35 dae para todos os tratamentos. Sendo que o tratamento ASM+patógeno foi o que apresentou maior atividade, seguido do ASM, da mesma maneira que ocorreu na análise de proteínas totais.
O mesmo resultado do experimento 1 ocorreu no experimento 2, bem como em sua repetição, os quais variaram significativamente entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figura 6; ANEXO N), sendo a partir do 21º dae entre os tratamentos.
Figura 6 – Atividade de peroxidase em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em casa de vegetação. Barras indicam a média ± erro padrão. A - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 7º dae ( ); B - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 21º dae ( ). ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
4.1.5 Quantificação de carboidratos totais
Todos os experimentos, bem como suas repetições variaram os teores de carboidratos totais significativamente entre tratamentos, épocas de coleta e na interação tratamento e épocas de coleta (Figuras 7; ANEXOS O e P).
O tratamento controle água foi o que apresentou maior quantidade de carboidratos totais nos dois experimentos. Entretanto, seu valor máximo ocorreu em 21 dae, para o experimento 1, e em 35 dae, para o experimento 2.
Figura 7 – Teor de carboidratos totais em plantas de feijoeiro cv. IAC – carioca cultivadas em casa de vegetação. Barras indicam a média ± erro padrão. A - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 7º dae ( ); B - tratamentos aplicados aos 0, 7, 14, 28 e 42 dae ( ) e inoculação realizada ao 21º dae ( ). ASM=acibenzolar-S-metil; Patógeno = X. axonopodis pv. phaseoli
A
4.2 Cultivo do feijoeiro para análises da severidade e dos parâmetros da