4. PERSPEKTIV PÅ LÆRINGSDETERMINANTAR
4.1 D ETERMINANTAR FOR LÆRING GJENNOM SAMARBEID
4.1.2 Predikerte determinantar for assimileringskapasitet
França Study of Used Motor Oil Recycling in Eleven Selected Countries” by the Used Oil Working Group
November 1997, API.
Exige 78% de recolha de óleos usados; programas financiados pelo governo e as taxas são impostas a produtores de lubrificantes brutos, 42% do óleo usado é rerrefinado pelo governo, sendo destinado o rerrefino para associações.
Alemanha Ibid
94% do óleo são recuperados, há um alto nível de interesse dos consumidores na reciclagem, todos os óleos usados são tratados como resíduos perigosos; todos os comerciantes de petróleo devem proporcionar facilidade de coleta perto estabelecimento do varejo; retalhistas pagam para pegar o óleo usado; 41% de óleos de motor usados são rerrefinados; 35% queimados em fornos de cimento, e 24% processados e queimados em outras aplicações, recuperando 48% dos óleos lubrificantes totais vendidos
Japão Ibid
No programa de reciclagem de nível nacional; há subsídios /financiamento; uma porcentagem elevada de óleo de motor usado é recuperada, tratada e queimada para o valor de aquecimento; o rerrefino é muito limitado.
for Waste Oils” by David Fitzsimons, Oakdene Hollins LTD, page 57.
operações de instalações de refinação; financiado pelos impostos sobre vendas do óleo lubrificante; coletores e rerrefinadores ambos subsidiados; apenas 10% de óleo usado podem ser direcionados para fornos de cimento, 18% de óleo usado são rerrefinados; o Governo decidiu que o óleo usado e produtos com teor de óleo rerrefinado para uso do governo; além recolher 33% do total de lubrificantes vendidos.
Austrália Ibid
Elevados subsídios para o rerrefino, subsídios para baixa queima de óleos de baixo grau; nenhum grau; nenhum para óleos industriais recuperados; recolher 81% do petróleo disponível, US$10 milhões financiados pelo governo brasileiro para subsidiar a reciclagem; revisão do rerrefino de incentivo para baixo; recolher 38% do total de vendas de lubrificantes.
Alberta
Canadá Ibid
Pouca ênfase na prevenção de contaminação; pouca ênfase rerrefino; financiado por impostos sobre as vendas, recuperar 51% do óleo lubrificante total vendido.
Estados Unidos
U.S. Department of Energy
Estados-Membros implementaram uma ampla gama de programas de reciclagem, alguns Estados-Membros impõem vendas impostos para subsidiar a reciclagem, alguns estados classificam o óleo usado como resíduos perigosos, impedir qualquer descarga ilegal, em alguns municípios existem atividades de recolha de fundos, sinais de rápido crescimento, instalações lubrificante que tem produzido resultados positivos, reduzindo o óleo descartado inadequadamente por trocadores de óleo; a pequena indústria de refinação; disposição de óleos usados como combustível são incentivadas; os Estados Unidos não têm nenhum órgão de coordenação central que se concentra na gestão de óleos usados estatísticas da indústria similar à Europa, portanto, não estão facilmente disponíveis. Os EUA não têm uma política federal obrigatória que exija a aquisição preferencial de re-óleo refinado e não promover a redução na fonte e a reciclagem de materiais sobre o seu tratamento (incluindo queima como combustível) e eliminação, sob a Conservação de Recursos e a Lei de Recuperação e Pollution Prevention Act.
Brasil CEMPRE
A atual Portaria 127/99 da ANP determina que 30,0% do volume de óleo comercializado sejam coletados e destinados ao rerrefino, processo industrial que transforma o óleo usado em óleo básico, principal matéria- prima da fabricação do lubrificante acabado. O diferencial de óleo usado ainda não coletado, geralmente é queimado em substituição ao óleo combustível ou utilizado para inúmeras aplicações ilegais ou ainda despejado na natureza. No Brasil, a partir de
outubro de 2001 tornou-se obrigatória a coleta de 30% de óleo do volume comercializado.
A Resolução CONAMA 09/93 foi recentemente revisada por um Grupo de Trabalho e sofreu profundas alterações, tornando-se vigente a Resolução Conama 362/2005, que torna ainda mais severa a punição pelo descumprimento das normas relativas ao gerenciamento, coleta, transporte e rerrefino dos óleos usados.
Quadro 4: Característica dos Programas de Gestão do Óleo Usado Fonte: Adaptado de Castro e Castro (2010)
O quadro 4 demonstra que países como Alemanha, França, Itália, além de terem programas de incentivo ao reaproveitamento dos resíduos oleosos, mostram o uso expressivo para outras finalidades que não seja o rerrefino. A resolução CONAMA 362/05, considera o rerrefino como processo de menor impacto ambiental, ou seja, mesmo estes países não direcionando os resíduos para rerrefino, podem estar impactando o meio ambiente de outras formas.
Para Castro e Castro (2010), a Austrália tem políticas semelhantes às do Brasil, o governo através de legislação impõe o retorno do resíduo para o rerrefino, vale ressaltar o subsídio do governo brasileiro a este país, característica que pode ser compartilhada com os Estados Unidos, quando se fala da participação governamental nestas questões, de um lado os subsídios, do outro, legislação impondo a coleta.
Países como Alemanha e Itália se interagem fortemente com a gestão da cadeia reversa do resíduo oleoso, comparado com o Brasil, onde há pouca interação. O Brasil se destaca em leis que punem severamente o destino incorreto deste resíduo. Esta realidade não impulsiona um retorno eficiente, podendo ser evidenciado no percentual de retorno, fator que está diretamente ligado a pouca fiscalização sobre os estabelecimentos geradores (CASTRO e CASTRO, 2010).
Busca-se entender como a logística reversa trabalha na prática, destacando os atores e os processos envolvidos na recuperação de valor do produto. Os atores podem ser diferenciados em quem devolve, recebe coleta e processa o material. Qualquer parte da cadeia pode ser responsável pela devolução, incluindo consumidores. Os receptores podem ser encontrados ao longo da cadeia de suprimentos (fornecedores, fabricantes, atacadistas ou varejistas). Em seguida há o grupo que coleta, os quais podem ser intermediários independentes, tais como:
companhias específicas de recuperação, fornecedores de serviços de logística reversa, empresas coletoras de resíduos municipais, fundações públicas e privadas criadas para ajudar na recuperação. Por fim, os processadores, que são responsáveis pela transformação em um novo produto que retornará ao mercado (CASTRO e CASTRO, 2010)
No geral, surgem estruturas diferentes para as várias opções de recuperação, pois cada ator tem objetivos diferentes. O rerrefino pode, por exemplo, ser feito por empresas privadas responsáveis pelo processo. Neste caso, as empresas são responsáveis logo no primeiro estágio da coleta, sendo direcionados por aspectos éticos, econômicos e legais. Pode-se, assim, caracterizar quatro processos logísticos reversos envolvendo a reciclagem: a coleta, o processo combinado de inspeção, seleção e triagem; o reprocessamento e a redistribuição.